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    Sangue sob a sombra da Lua  - (Werewolf the Forsaken 2E) 06 vagas

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    Mensagem por Bravos Qua Jan 25, 2023 6:18 pm

    Ankou escreveu:
    Bravos escreveu:tá no solo sim hahaha inclusive a cena está no momento que ele diz pra sam que as crianças vão ter que dar um passeio Mad
    mas no jogo axel repassaria as informações

    Guerra contra os puros, filha do Connor longe dele, ele não vai curtir isso não, vish... Pode ter um traidor no meio dos caras e aí?

    ué, mas os filhos da Sam são do Connor? ela já num chegou na cidade grávida? o-o

    o período é curto, cinco luas, o ganho é o rito dos meninna. É uma exigência fudida? é hahaha mas fazem cada exigência fdp entre os urathas. Eles querem observar por conta do que rolou no sítio.

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    Mensagem por thendara_selune Qua Jan 25, 2023 7:35 pm

    Bravos escreveu:
    Ankou escreveu:
    Bravos escreveu:tá no solo sim hahaha inclusive a cena está no momento que ele diz pra sam que as crianças vão ter que dar um passeio  Mad
    mas no jogo axel repassaria as informações

    Guerra contra os puros, filha do Connor longe dele, ele não vai curtir isso não, vish... Pode ter um traidor no meio dos caras e aí?

    ué, mas os filhos da Sam são do Connor? ela já num chegou na cidade grávida? o-o

    o período é curto, cinco luas, o ganho é o rito dos meninna. É uma exigência fudida? é hahaha mas fazem cada exigência fdp entre os urathas. Eles querem observar por conta do que rolou no sítio.

    scratch scratch


    Deixa eu esclarecer essa novela mexicana com teor trevoso Cool Twisted Evil I love you

    “Fenômeno conhecido como superfecundação heteropaternal ocorre quando uma mulher, ovulando, mantém relações sexuais com diferentes homens num curto intervalo.”

    Foi isso que rolou, a menina é filha do Connor e o menino é da Anne  Cool Acredito que a Sam por tudo que viu no sítio e com que ocorreu com o voinho dela provavelmente concordaria. Ela se sentia muito triste pelo que rolou na mudança dela (Ela matou o voinho dela e pelo que entendi tava meio que possuída por alguma coisa trevosa quando fez isso além do fato da doideira da mudança. )pelo solo da personagem dava pra imaginar que se houvesse uma chance de ter certeza que as crianças estão livres daquela coisa trevosa, acho que ela permitiria sim e nem precisa dizer que a Anne provavelmente pensaria o mesmo dando apoio a Sam.  A mudança da Sam levou a morte de um cara fuderoso HEHE aquele cara que seu personagem e do Connor conhecem, que chamam de Romano e tals  Shocked Logicamente que a tribo deve ta querendo saber se essas crianças estão livres ou se podem representar algum perigo maior, mas essa última parte, sou eu especulando minhas fanfics  Shocked  affraid

    Detalhe, caso o senhor não saiba, Anne tem aquele dom que muda de gênero e foi ela que emprenhou a Sam no BG da personagem. Ela se passava por um cara de nome Ruan ou Juan HAHA
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    Sangue sob a sombra da Lua  - (Werewolf the Forsaken 2E) 06 vagas - Página 23 Empty Re: Sangue sob a sombra da Lua  - (Werewolf the Forsaken 2E) 06 vagas

    Mensagem por thendara_selune Qua Jan 25, 2023 7:44 pm

    Não conseguiria resumir, mas a mudança da Sam como a de todos foi trevosa e somando isso ao fato dela ter ficado com resquicio de alfguma entidade que nem deu tempo da gente pesquisar em ON haha a Chloe até ia, mas ai pimba estou essa cruzada e nem deu tempo de quem sabe esbarrar com algum gibosa que conhecesse uma história sobre >>


    Quando puder leia  @Bravos por isso eu creio que Anne e Sam estariam bem dispostas a esclarecer isso tudo, masss ai tem o Connor no meio  Shocked

    Anne response, mas ela não ouve. Só vê a mulher movendo a boca. Ela ouve um rosnado e sente a faca fria na pele. O vento é um choque. O branco também. A tempestade de relâmpagos impossível.

    As mãos dela se fecham. Uma vazia onde Anne devia estar. Outra em um cabo velho e grosso acompanhado de uma lâmina clara e afiada. "Oi mamãe." A voz era quente, fébril. Ela sente movimento na barriga. Ela sente os ossos das pernas quebrando e torcendo. Ela cai de costas na neve. Fria como a morte. "Não não não. Vai me esmagar mamãe." Ela tenta falar e sente os músculos se retesando. Dor. Os olhos na barriga então sem nenhum aviso a faca afunda nela. Um puxão que arde como fogo. A dor se espalha por ela rápido e vermelho enche o ar saindo do seu corpo. Vertendo do rasgo na sua pele, subindo sem peso pelo ar. Uma risada infantil e alta preenchendo tudo.

    "O que foi mamãe? Tá doendo?" Uma gargalhada doentia e longa. Ela sentia frio e medo e encanto. Ela ouvia gritos distantes que mal conseguia entender. Os olhos pareciam a ponto de explodir. Os ossos do rosto rasgavam a pele e os músculos para sair. Seu corpo torcia e esticava e sangrava na neve fresca que odiava calor. Ela sentia os próprios sentimentos engolidos pela raiva. Por uma fúria que não cabia em nenhuma medida que ela fosse capaz de entender. Que não se traduzia em gestos ou ação, mas em uma mudança profunda e sem volta.

    O fogo verde e doente corre para o monte vermelho e nojento no chão que tinha saido de dentro dela. Parecia pequeno demais. Silencioso demais. As chamas que não existiam um segundo atrás queimavam os olhos dela e expulsavam a neve. Queimavam a alma dela. Era a pior dor que tinha sentido, mesmo assim a dor não significava nada. "Não vou deixar ela te acorrentar mamãe. Não não." As chamas gargalhavam de novo e o corpo de Samantha não a obedecia preocupado demais em mudar e mudar. Torcer e quebrar. Esticar e rasgar.  

    A gargalhada insana se torna um rosnado de dor. O lobo adormecido jogado sobre as chamas com garras e dentes. A selvageria do momento a fazia sentir inveja da luta eu ma vontade sem fim de retalhar e devorar. Carne viva e forte.

    As chamas engolem o lobo e o são cortadas. "Tarde demais! Tarde demais! São meus! Meus! Você acaba hoje lobinho acorrentado!" A voz era horrenda e fazia a carne ferver e inflamar. Pustulas amarelas doentias eclodiam para noite fria. Ela ela tentava se mover. Lutar. Viver. Comer.

    O fogo vivo não só queimava o lobo, mas mordia e sangrava. O fogo tomava formas impossíveis, hora lobo, hora espinhos e ganchos, hora formas que ela não conseguia nomear espalhando sangue uratha. A palavra fazia sentido agora. Mais que um grunhido.

    As chamas eram se dividiam a cada golpe e o lobo continuava lutando. Confiante. Calmo. Ele uivou e era tão claro que significava mais que palavras. Era guerra. Era fúria em forma de som. A mesma fúria que gritava dentro dela.

    Ela nem percebe que estava de pé até começar a andar. As formas de fogo saindo do seu caminho. Fugindo. Mas não o lobo. Ele estava ocupado demais. Ela também. A faca é que muda tudo. A prata canta uma nota perturbadoramente bela quando afunda nas costas dele. Sangue e vapor e o mais belo fogo prateado que Samantha já viu. Ela se sente tão forte e rápida. Tão feroz. Tão divina. Aquele poder todo era dela. Toda aquela fúria era ela.

    A faca sai e entra de novo, quase viva. As chamam seguram o lobo escuro que continua lutando contra elas. Cada vez menos delas. Sam? Ela continuava passageira da própria fúria. As memórias das suas aulas com Nicky e Anne e Jason e Jr dirigiam suas mãos. Mas era fúria que realmente a movia. Fúria para qual todos eram alvo. Qualquer um.

    Ela ouve seu nome jogado no vento da tempestade. Não faz diferença. Ela continua fazendo o que foi feita para fazer. O que foi transformada para ser. Marcando o mundo com morte e fogo prateado.

    O gosto de sangue era a melhor coisa que ela tinha provado. Aquela carne. Ela mastiga e engole. Ela corta de novo. Morde outra vez. Morde e mastiga e engole. Sangue deliciosamente quente escorrendo pelo rosto. Escorrendo entre os dedos. Os dedos. Dedos humanos de novo. Perfeitos. Sem uma marca. O corpo velho e magro na sua frente. Um braço rasgado em sua mão e os tendões ainda presos nos dentes.  

    O vento morre por um instante e ela ouve passos longe na neve. Passos apressados e um barulho engraçado sem nenhum, quase uma risada infantil.
    Ela ainda estava olhando o rosto velho e retorcido de dor quando Anne a alcançou a segurando em abraço protetor. O avô, sua última família. Agora era parte do gelo. A parte que ela não tinha devorado.

    As palavras saiam de Anne em um jorro de profanidades. Todas em espanhol. Ela estava assustada e alerta. Ela tremia, mas não frio. "A gente tem que sair daqui." A voz era pouco mais que um gemido. "Coração do inverno tá vindo com certeza e a gente não escapa dessa. Vem!" Sam sabia que ia ser arrastara se não fosse, mas o puxão nunca veio. Outra torrente de profanidades em espanhol.

    Em uma língua impossível, ainda assim a coisa mais Clara que Samantha já ouviu. "Vocês podem me ver. Me imaginem. Lembrem de mim." A voz era o creptar doente das chamas. Ela se mistura perfeitamente ao som doce e encantado dos recem nascidos. Sem choro.

    A morena olha e vê formas impossíveis que ela subitamente pode nomear. Espíritos de alegria, fome, e frio. Encanto, sangue e fogo. Eles aparecem no nada perto de um pequeno e miserável foco de chama esverdeada. O espírito de fome abre uma boca enorme, maior que ele próprio e engole um dos outros. Então eles estão uns nos outros comendo para viver. A chama verde exulta e Sam sente um gosto doente nos lábios. Anne dispara, a mulher se torna um monstro enorme e forte antes do segundo passo. Brutalmente dispensando violência com precisão impressionante. Mesmo assim a chama se recusa a morrer se transformando em um lobo outra vez.

    Cores e formas e sensações continuam se formando e ganhando vida e forma perto do que ela percebe serem seus filhos. Ela percebe e vê o gigante implacável de frio, neve e gelo que é o Coração do Inverno chegando rápido demais.

    Da parede branca e furiosa atrás do espírito guardião saem lobos grandes demais para serem lobos. Ela sente os instintos novos fervendo sob a pele. Medo. Raiva. Dever. Pânico.

    A chama verde explode em uma forma ainda maior e engaja todos ao mesmo tempo. Ainda que sem esperanças de vencer ela ainda fala na linguagem que faz todo sentido para célula do corpo dela. "Eu já venci escravos da Lua! Sintam o gosto da derrota e se acostumem, suas visas curtas serão repletas dele." A risada infantil enche o ar por muito tempo depois de o fogo sumir.

    Anne segura as duas crianças com uma só mão e não vai a lugar algum. Fica ali xingando em espanhol com o rosto ficando cada vez mais vermelho. Mais ainda quando Sam começa a falar com o espírito enorme e frio que se volta para elas.

    As crianças se moviam e tentavam pegar tudo que estava por perto. Muito mais agitadas e dispostas do que deveriam ser.

    A mesura sem roupas no meio da neve, vestida apenas de sangue, era de alguma forma inadequada e necessária. Só se completa quando Anne fura o próprio braço com um canivete e o deixa sangrar. Ela não xinga dessa vez.

    As emoções do espírito são claras para se ver, mas não significam nada para Sam. "Diz que vai pagar o preço, mas nem paga por minha atenção." A voz poderosa cheia de... Indignação? "Legado?" Revolta? Descrença? "Que importam duas gotas de sangue? Os urathas que correm comigo compartilham muito mais sangue. Seus nomes congelados em história sobre história. Seus feitos marcados na pedra da carne do mundo!" Os outros lobos cada vez mais perto. "Nenhum legado, carne do filho traidor. Nada que importe, não os quero. Você anda sobre o verdadeiro legado de VOZ na Sombra e o vê por onde passa." O frio fazia os dedos perderem a sensação e a boca formigar. Os lábios rachavam e se refaziam.

    Anne ficava ao seu lado. O cheiro delicioso do sangue gritava nos pensamentos de Sam.

    Um piscar de olhos e o uratha que os recebeu estava em frente a eles. Olhos tristes em um rosto duro. "A fúria da primeira mudança é trágica e terrível para todos. Mas você trouxe um inimigo dissimulado com você e vai embora. Agora." Um dos outros urathas, uma mulher magra e de olhar cruel levanta a faca do chão. A faca que Sam usou. A lâmina brilhando como se em chamas. Uma chama prateada.

    Anne segura o braço de Sam com uma mão suja de sangue congelado. Sangue dela derramado para comprar a atenção do espírito. Mas não diz nada. Nem mais ninguém ali parece ter palavras para as duas. Ou os quatro."


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    Mensagem por Wordspinner Seg Jan 30, 2023 4:11 am

    Eu não morri. Foram dois aniversários e um deles da Erika. Mas amanhã eu já posto. Juro. Juro juradinho posto mesmo.
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    Mensagem por thendara_selune Seg Jan 30, 2023 11:34 am

    Wordspinner escreveu:Eu não morri. Foram dois aniversários e um deles da Erika. Mas amanhã eu já posto. Juro. Juro juradinho posto mesmo.


    Parabéns pra sua lady e posta quando puder  Cool
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