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    Ka II (SP) - Christiano Keller

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    Mensagem por Sailor Paladina em Qui Ago 08, 2019 8:07 pm

    Epílogo
    Pouco mais de trinta dias se passaram desde a agitada fuga de Dirtmouth. Sendo um casal caçado por todo o lugar, Ka podia dizer adeus ao seu velho cafofo de guerra. Tivera excelentes noites nele, mas de nada valia o lugar se o dono estivesse morto ou enjaulado. Decidido a começar vida nova em outro lugar mais seguro com sua amada, Ka decide fazer residência na Encruzilhada Esquecida, uma pequena cidade que servia de junção para várias estradas do Reino. Ela possuía esse nome por estar quase que completamente abandonada nos dias de hoje em favor das cidades que se formaram seu redor como Dirtmouth, Lacrimosa, Vila Mantis e Ninho Profundo. Graças a sua capacidade de ficar virtualmente invisível, Ka foi basicamente esquecido pelos seus caçadores. Nunca mais ouviu notícia de Ochyllyss ou de Horudak e com a quantidade de ouro que ainda tinham do roubo, não tiveram que se preocupar com sobrevivência. Na verdade Ka até ajudou a movimentar o comércio local. Num desses dias Oribel questiona Ka se ele não teria interesse em se casar algum dia. Ela deixa claro que não o estava forçando, mas já haviam passado por tanta coisa juntos, que talvez fossem destinados a ficar juntos pra sempre. E com a benção das deusas seria muito melhor. Parecia até algum conto de amor com final feliz não fosse o meio abrupto que acordou naquele dia...

    Início
    Ka desperta em seu quarto com um balde de água sendo jogado na sua cabeça e um pesado pé feminino sob seu peito, mantendo-o deitado. Em sua frente estava Oribel, amarrada, amordaçada e ameaçada por alguns homens com uma faca no pescoço. Ele rapidamente reconhece a voz sedutora de Ochyllyss o encarando de cima pra baixo. A elfa diz que Ka era um homem muito difícil de encontrar pra um mestiço, mas não suficientemente difícil pra ela! Apertando o salto de seu sapato contra o peito de Ka, o rapaz sentia uma dor excruciante, mas provavelmente estava mais preocupado com a vida de Oribel a sua frente. Tentar reagir naquela situação podia implicar que ela fosse ferida. Ochyllyss ri maldosa e pergunta se Ka estava sentindo dor. Ela sabia da resposta, mas apertava o salto por querer ouvir da boca dele. A elfa diz que por causa dele, ela teve que sentir a dor de dar seu cu pra um miserável roludo que morava ali naquela cidade esquecida das deusas. Ochyllyss afirma que normalmente não teria motivo pra vir atrás de Ka, mas não apenas ele encerrara contrato com ela, mas também arruinou os negócios de outro inquilino, além de ajudar um rentável chefe criminoso a mudar de cidade. Se ele queria ir embora que fosse, mas não precisava foder com tudo. Agora ela teria que tomar algo valioso de Ka pra compensar seus prejuízos. Com um sinal de cabeça, Ochyllyss ordena seu subalterno a cortar a garganta de Oribel. O elfo já prepara o movimento quando alguém bate na porta. A elfa ordena outro lacaio a ir abrir a porta em silêncio. A porta se abre e eis que aparece um calmo e taciturno Koyaan, mãos pra trás e pigarreando.
    - Fora. Agora.

    O lacaio na frente dele passa pelo seu lado e tenta sair correndo. Não dava pra ver o que aconteceu, mas um grito de dor é ouvido lá de fora. O outro lacaio larga a faca e sai andando na direção de Koyaan pedindo pra não ser morto. Após passar, outro grito é ouvido. Ochyllyss vendo-se acuada diz que não tem medo do chefe da guarda e que se ele tentasse algo mataria aqueles dois antes de morrer. Koyaan a desafia a tentar. A elfa saca sua espada e dá um enorme salto pra cima fazendo um buraco no teto e desaparecendo. O chefe aguarda que Ka liberte Oribel e os dois se recomponham pra então dizer que já fizera  as procurações necessárias para o trabalho dele com a justiça real. Ele avisa que o meio-elfo iria viajar para vários pontos distantes do reino.
    - Seu trabalho vai ser especificamente de encontrar, investigar e informar a respeito de alguns nomes chave que irei lhe passar. Sob hipótese alguma engaje em combate com eles, pois a vontade da Rainha é pô-los atrás das grades por ameaça a soberania do reino. Aqui estão alguns nomes pra começar...

    Após entregar o pergaminho, Koyaan despede-se mas não se antes recomendar que Ka fizesse residência num lugar mais seguro. Convenientemente, um jovem elfo de nome Kohr, que morava na cidade e conhecia Ka, chega na porta e diz: mensagem de um tal Nekobese pra você, Ka!
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    Mensagem por Christiano Keller em Qui Ago 08, 2019 11:53 pm

    Ka pega a mensagem de Kohr e diz:
    -- Kohr, obrigado. Sei onde posso encontrá-lo, talvez precise enviar uma mensagem. Até logo. Ka se livra de Kohr pois tinha coisas para resolver.
    Ka então retorna para Oribel, a observa por um momento enquanto fecha a porta e verifica que Kohr foi embora. O vento do lado de fora da casa indicava que poderia chover, Lacrimosa era uma cidade molhada por natureza, porém ainda não havia o cheiro da chuva. Ka diz para Oribel enquanto esfrega seu tórax sobre o local pisado:
    -- Querida, está bem? Acho importante não ficarmos aqui hoje e colocarmos o pé na estrada. A marca do calçado de Ochyllyss ainda estava vermelha sob a roupa de Ka. Como estaria Oribel?
    Ka chega perto de Oribel, ainda podia sentir o perfume de lavanda que ela usava, não havia suor ou cheiro de medo. Ka logo passa a mão em seus pulsos que estavam presos pelas cordas, um beijo em cada seria a desculpa para ver melhor como estavam e esfrega suavemente seus dedos num gesto de carinho. Sobe as mãos até o queixo de Oribel para inspecionar o pescoço, a marca de um beijo um pouco mais forte ainda estava lá. Ka precisava ser mais cuidadoso, Oribel gostava dos beijos e uma pegada mais forte, mas não poderiam deixar marcas. Parece tudo bem. Fiquei preocupado com você. Precisamos dar um jeito em Ochyllyss. Não interprete errado o que vou dizer, queria comer o cu dela, sabe daquele jeito que a pessoa aprende com quem tá lidando, no sentido da maldade, quando um guarda fala para um bandido. Quando a gente esfola o cara pra fazer camisinha pra comer o cu da vó dele. Na maldade. Ochyllyss também deixou claro que não gosta quando falou que deu para um miserável roludo que mora aqui. Também queria ferrar ele. O semblante de Ka era sério, queria era um pouco de maldade. Para Oribel havia a preocupação de entender que quando comia o cu dela era porque Oribel gostava, então a ligação dos dois era importante daquele jeito. No entanto o fato era que muita gente não gostava de dar o cu como Oribel.
    Ka para por um momento pensando e diz:
    --Tem algum miserável roludo por aqui que a gente pode descobrir que tentou ferrar a gente! Ninguém mexe com você e fica vivo se eu puder acabar com ele. Ka pensa em Oribel, seu sorriso, sua submissão, sua carinha de cachorro pidão quando segurou o tubo de mapa na boca, quando olhou pra seus olhos em seu último orgasmo. Ka começa a pensar em comer Oribel agora mesmo. Precisava pensar no que fazer, ações, não luxúria, coisas práticas. O foco era foder o cu de Ochyllyss... caralho Ka agora estava pensando em comer o cu de Ochyllyss e não em ferrar com ela. Ochyllyss esteve lá na cama, sob Ka, com a perna aberta, pernas fortes cheirando a rosas. Quem passa perfume de rosas no tornozelo? Ainda ficou esfregando o salto do sapato novo para causar dor, só pra instigar e ainda dava pra ver a parte de baixo de sua virilha pra excitar mais. Ka não viu direito, mas Ochyllyss parecia meio molhada, só que Ka não sabia qual a razão de sua excitação. Foco, Ka precisava de foco e se concentrava para trazer sua mente para a realidade. Ochyllyss é campeã, tri campeã dos torneios... tá um pouco além do que consigo no momento, não vai dar pra pegar ela agora. Vamos ferrar com o miserável roludo agora. Ka pensa em coletar informações antes de sair da cidade. Talvez colocar coco na bebida do cara ou uma flecha em sua cabeça ou os dois. O miserável ia contar mais cedo ou mais tarde que tinha comido o cu de Ochyllyss. Já deveria ter contado pra meio mundo só pra se gabar. Você deixa eu acabar com ele ou quer fazer? A permissão de Oribel era importante, vai que ela queria acabar com ele pessoalmente pois ele foi responsável por colocarem uma faca no pescoço dela.

    Momentos depois Ka olha para a lista de Koyaan procurando com atenção especial alguém em Lacrimosa, talvez o próprio Nekobese, assim aproveitaria a viagem se fosse pra lá. Também havia a mensagem de Nekobese. Ka precisava saber pra onde iria primeiro. Talvez Oribel tivesse uma perspectiva melhor, ela também havia mencionado casamento iludida, tadinha, já tava casada e não sabia.
    -- Lua de mel onde? Aqui tem alguns destinos. Ka entrega os papeis para Oribel ver a lista com um olhar malicioso. Será que Oribel perceberia o detalhe da pergunta?

    Momentos depois Ka pega as coisas pois estavam meio prontas para sair, aquele lugar era temporário mesmo. Os dois viajavam com poucas coisas e muito dinheiro. Se houvesse um lugar que Oribel e Ka deixassem seu dinheiro mas pudessem pegar em outras cidades, seria ótimo. Talvez fosse uma ideia para Ka montar, um Evil Bank... ou talvez um nome mais comercial como Lehman Brothers.

    Quase saindo Ka então diz para Oribel:
    -- Acho que precisamos ganhar tempo com Ochyllyss. Ela tentará encontrar a gente novamente. Se não fosse Koyaan não sei o que aconteceria. Ka olha nos olhos de Oribel e completa: Pensei em algo e quero saber se você está de acordo, pensei em escrever uma carta pra ela e mandar o Kohr ou qualquer um entregar depois que a gente souber quem foi o miserável roludo. A carta seria assim Ka conta a carta para Oribel fazendo gestos com as mãos:

    "Lady Ochyllyss, Rainha de Dirtmouth, Campeã das campeãs,
    Sua visita foi uma surpresa, mas bastava uma mensagem que estaria disposto a conversar. Sempre cumpri minhas obrigações e tenho obrigações para com você. Quero negociar estas obrigações. Pelo breve momento que desfrutei de sua presença percebi que está ressentida comigo e fez coisas que não gostou para encontrar-me. Coisas que eu mesmo poderia ter feito se fosse seu ilustre desejo, como ir até sua residência conversar. Eu tinha intenção de manter o contrato de aluguel de meu cafofo, havia deixado pago o aluguel antes de milady oferecer um prêmio por mim de 500 moedas. Sobre a mudança de um inquilino, bem eu precisava tirar Nekobese da cidade para assumir o lugar dele, no entanto agora posso procurar alguém para trabalhar pra mim em Dirtmouth. Se houver algo que eu possa fazer, por favor pendure uma bandeira branca na rua de meu antigo lar em Dirtmouth. Em 30 dias mais ou menos mandarei alguém passar lá para ver, por hora vou desaparecer já que os homens de Koyaan tem perguntas que não posso responder e milady tentou matar alguém. Não sou adepto da violência, mas como prova de boa fé tem um cara aqui falando mal da grande Ochyllyss que vou remover pois não posso ver mentiras em relação a pessoas que admiro.
    Ass: Ka"


    Ka aguarda uma reação de Oribel, até completa:
    --O que acha? Puxei muito saco? Acha errado? Eu faria várias destas coisas para salvar sua vida. Se assim a gente ganhar tempo dá até pra empurrar a bola pra frente. Só não posso perder você. Ka sorri pensando em Oribel e a abraça para olhar nos seus olhos. Assim pertinho de Oribel podia escutar seu coração, sentir seu perfume de lavanda, sua pele sedosa, o calor de seu corpo e algo ficando apertado em suas calças tocando a coxa esquerda dela.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Ter Ago 13, 2019 5:18 pm

    Ka desabafa toda a sua frustração com o ocorrido e Oribel o consola sentada ao lado dele e alisando suas costas. Ela diz que se Ka quisesse se vingar esfolando o cu daquela escrota, ela não se incomodaria. Queria inclusive apreciar o momento pra cuspir na cara dela quando ela gozasse sendo sodomizada. Oribel diz que enquanto estava amordaçada, ela se manteve calma e ficou o tempo todo prestando atenção na inimiga, comparando com a última vez que se encontraram no beco.
    - Naquela vez eu quase me mijei quando a vi, mas dessa vez meu único medo era com relação a ela te machucar. Sequer me importei com a faca na minha garganta. Ela usa alguma magia pra inspirar medo e vencer os oponentes na intimidação...

    Oribel se interrompe permitindo que Ka concluísse o raciocínio dela. "O Koyaan provavelmente tem alguma proteção, por isso não se intimida com Ochyllyss".  Era um ponto fraco a se considerar. Agora o quão boa ela seria em combate? Pra alguém que venceu três vezes numa arena nacional, ela devia ser bem competente. Quem sabe um dia ela não parasse na lista da Rainha e fosse investigada? Os devaneios de Ka são interrompidos quando Oribel lhe dá um beijo no rosto e abre a carta de Nekobese.
    "Saudações, parceiro.
    Venho por meio desta avisar que já fui nomeado legítimo dono da mansão de minha falecida esposa. Obviamente a família dela me vê com extrema rivalidade, mas nada que possa me intimidar. Como prometido, ofereço a ti, acomodações de ótima qualidade em minha "humilde" residência, a qual você já deve estar íntimo".

    Oribel interrompe: - Haha, ele pensa que foi você quem entrou. Tem uns quartos ótimos por lá, um deles dá até pra ver o palácio real!

    "Quando tiver oportunidade, agracie-me com sua presença e poderemos falar de novos negócios. Quem disse que precisamos parar por aqui, não é mesmo?
    Abraços, Sir Nekobese".

    Por sua vez Ka abre o documento entregue por Koyaan e vê três nomes e lugares que foram vistos pela última vez.
    "Confirme localização, trabalho, contatos e quaisquer outras informações a respeito dos contraventores. Como dito antes, evite combate físico. Qualquer outro tipo de interação é válida. Eles não possuem motivos pra desconfiar de uma pessoa qualquer.
    - Açougueiro Pete, Vila Mantis, leste da Encruzilhada Esquecida.
    - Sweeney Todd, Velha Londres sudoeste de Onduth, vizinha ao Cemitério das Almas Profanadas.
    - Barrabus, o Cinza, cidade de Grayditch, sul de Onduth, além da Ponte do Demônio Afogado."

    Oribel comenta que pelo menos um dos lugares era próximo. Ela nunca viajou tão longe e pergunta se Ka tinha certeza de querer que ela fosse junto.
    - Você tem três opções: por seu manto de detetive, visitar nossa nova casa ou... (diz dando um forte abraço no meio elfo, tocando seu falo por cima da calça) relaxarmos um pouquinho antes de decidir qualquer coisa! Hum, hum?
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    Mensagem por Christiano Keller em Qua Ago 14, 2019 12:51 am

    Oribel escreveu:- Naquela vez eu quase me mijei quando a vi, mas dessa vez meu único medo era com relação a ela te machucar. Sequer me importei com a faca na minha garganta. Ela usa alguma magia pra inspirar medo e vencer os oponentes na intimidação... O Koyaan provavelmente tem alguma proteção, por isso não se intimida com Ochyllyss.

    - Muito bem notado! Ka sorri para Oribel. Era uma informação valiosa.

    Oribel escreveu:- Você tem três opções: por seu manto de detetive, visitar nossa nova casa ou... relaxarmos um pouquinho antes de decidir qualquer coisa! Hum, hum?

    Oribel estava ao lado de Ka, passando sua mão esquerda nas costas e a direita sobre seu falo em suas calças. O quarto estava meio bagunçado por conta da visita que haviam recebido, porém o lugar não era ruim comparado ao que já tinham feito antes. O banco duro da praça, era meio gelado, sem espaço e ainda haviam pessoas nas ruas. A estrada para Lacrimosa em que tudo começou no lombo do cavalo e terminou na terra na beirada da estrada. Também havia aquela vez nas ruas de Lacrimosa, bem na esquina da casa que roubaram de volta para Nekobese. Então um quarto com cama era um conforto exagerado.

    O perfume suave de Oribel estava intenso por conta da proximidade e seus olhos pidões eram irresistíveis. Quando Ka escuta Oribel fazer "Hum, hum?" involuntariamente seu falo se enrijece duas vezes respondendo o que queria fazer. Ka queria matar o roludo miserável que havia ferrado com eles, porém sua mão direita subia pelas costas de Oribel até a nuca para guiar um beijo de boca aberta. Suas línguas se enroscavam, um pouco por cima, um pouco por baixo, deslisando pelos lábios perto dos dentes e uma pequena mordida no lábio. Enquanto isso sua mão esquerda alcança o joelho direito, sobe do joelho para cintura, então para o seio direito para se perder em busca do mamilo durinho de Oribel. Durante o beijo, Ka abaixa gentilmente o tórax de Oribel sobre a cama. Será que Oribel pediria para puxar a correntinha? Quando Oribel concordou que deixaria Ka esfolar o cu de Ochyllyss, Ka não pode ficar sem imaginar os três juntos. A cena teria Ochyllyss bem excitada, mas relutante, Oribel mostrando como se faz para então as duas trocarem de lugar. Logo mais para surpresa de Oribel poder ver que com sua orientação Ochyllyss passa a querer ser uma CUrrier como Oribel e a chama de mestra submetendo-se à sua vontade.

    Ainda beijando Oribel, Ka passa por cima de seu corpo e abre as roupas dela com as mãos expondo seus seios. A sensação de pele com pele era excitante, o tórax másculo, forte de Ka com os seios firmes, fartos e macios de Oribel. O olhar que dizia "quero mais". O perfume naquela posição, assim por cima e pertinho era intenso, como se transportasse Ka para outro mundo, um mundo Oribel. A mão esquerda de Ka sobe para a nuca de Oribel enquanto a mão direita desce até a vulva. Nas calças de Ka seu falo estava estourando as calças ou já estava nas mãos de Oribel, Ka não sabia o que estava acontecendo mais. Ka tremia de prazer enquanto beijava Oribel e a tocava. Ka não sabe quanto tempo se passou mas lembrava de poucas coisas antes de falar. Coisas como tocar os lábios úmidos da vulva de Oribel, primeiro o indicador do lado esquerdo, o anelar do lado direito e o do meio, no meio, os quais desciam e subiam várias e várias vezes. Também lembrava de colocar dois dedos pra dentro, beijar as bochechas, o pescoço e os seios para aumentar a estimulação de Oribel. Até que deixa soltar a frase:

    - Precisamos ir embora logo, só um orgasmo, depois podemos estrear o quarto lá em Lacrimosa ah! Ka solta um gemido de prazer. Talvez dois. Ka queria encontrar e matar o roludo miserável que ferrou com os dois, precisava entregar a carta para ganhar tempo com Ochyllyss. No entanto quem resistiria àquele perfume, o olhar, o toque e a voz "hum, hum?".
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    Mensagem por Sailor Paladina em Sex Ago 16, 2019 10:00 pm

    Ka escreve uma carta de reconciliação para Ochyllyss e pede a Kohr pra entregar. Sabiamente o casal arruma suas coisas e decide partir para Lacrimosa a fim de conhecerem sua nova morada. Não dava certo ficar num lugar em que a vida deles corresse risco diário. Pouco menos de dois dias eles chegam e já conhecendo a cidade e onde deveriam ir, não demora até que cheguem na mansão. O portão se abre e pra surpresa de Ka, ele é recebido por ninguém menos que seus amigos, Pavel e Ortis. Eles dizem ter pensado que perderiam o emprego quando Omareth perdeu a casa, mas quando disseram que eram seus amigos, o novo dono resolveu contratá-los. Nekobese era seu novo patrão. Os dois reparam em Oribel oferecendo gracejos, mas esta não devolve, limitando-se a ficar abraçada a Ka com nariz meio empinado. O casal entra no salão principal, sendo rapidamente recebido por Nekobese, agora apropriadamente vestido em um terno roxo novo em folha e um cajado banhado a ouro. O nekojin pergunta se Ka apreciara seu novo visual e lhe dá um seguro aperto de mão e um beijo nas costas da mão de Oribel que sente-se lisonjeada.
    - Aprecio enormemente que tenha aceitado meu convite, Ka. Em muitos anos esperei alguém competente o suficiente pra me fazer justiça. Sua chegada foi bastante oportuna, pois não pretendo parar por aqui. Ter uma mansão em Lacrimosa é apenas um requisito pra chegar ao topo da cadeia alimentar. Acomode-se num dos quartos e depois venha ao meu escritório na suíte para conversarmos.

    Ka é levado por Oribel para o quarto que ela tinha escolhido e de fato, a vista para o Pico de Cristal era incrível. Era possível os Jardins da Rainha da varanda e o palácio imponente lá no alto. Uma rede larga feita de fios de cristal semi transparente balança ao vento praticamente convidando o casal a se deitar e relaxar por alguns bons momentos. Sem muita bagagem e com tudo o que precisavam no quarto, incluindo comida e roupas de ótima qualidade, Ka e Oribel namoram a piscina no jardim. Porém, o meio elfo sabia que não podia deixar Nekobese esperando o dia todo e arruma um tempo pra falar com ele. Oribel diz que iria esperar no quarto. Não gostava de falar de negócios e confiava no que Ka decidisse fazer. Ka vai até o escritório de Nekobese acenando para os outros companheiros de guilda que também haviam se mudado pra lá e chega na suíte. Ka fica deslumbrado com a diferença entre aquela suíte e o antigo esconderijo de seu chefe. Nekobese o recepciona sentado em sua luxuosa poltrona e pede pra Ka se sentar a sua frente.
    - Enfim vamos aos negócios... Como falei antes, eu almejo poder. Em alguns meses serão realizadas "eleições" (diz ele fazendo sinal de aspas com os dedos) para o Baronato das maiores cidades Onduthianas. Logicamente as baronesas são eleitas pela própria Rainha, sempre mulheres, afinal vivemos numa sociedade Matriarcal. Isto significa que precisarei dedicar todo o meu tempo para um casamento...

    Nekobese diz que preferia se casar por amor, mas se o tempo fosse um empecilho, um casamento de fachada seria tão útil quanto. O nekojin acalma Ka, dizendo que ele não teria que arrumar uma mulher pra ele. Contudo, visto que seu chefe estaria ocupado resolvendo esse pormenor, Ka e demais comparsas poderiam trabalhar investigando quem eram as candidatas a se tornarem baronesas e ferrar com a reputação delas.
    - Espero que sua namorada não se incomode se for necessário você pular a cerca... O que me diz? Se minha futura esposa se tornar uma baronesa, como barão irei lhe recompensar a altura.

    Nekobese esfrega as mãos em antecipação a resposta de Ka. Já podia se imaginar como Barão.
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    Mensagem por Christiano Keller em Sab Ago 17, 2019 3:21 am

    Enquanto conversava com Nekobese parte do plano de Ka estava em progresso. Agora tinham uma nova casa bem melhor que a anterior, com uma vista que ficaria ótima de se ver por trás de Oribel. Por outro lado Ka pensa que precisava arrumar algum novo presente para Oribel e está em dúvida se deveria arrumar um "plug" ou prendedores de mamilos triplos.
    Quando Nekobese finalmente fala de negócios isso chama a atenção de Ka para a realidade. Eleições para o Baronato seria algo muito interessante, será que Oribel teria chance? Só de pensar que Oribel poderia ter uma chance de se tornar Baronesa Ka tem uma ereção forte. Ka precisava conversar com Oribel sobre a ereção e a chance de se tornar Baronesa. Remover concorrentes e fazer serviços para a Rainha poderia colocar Oribel em uma ótima situação.

    -- Chefe, é uma ótima ideia, mas só pra esclarecer, a gente só precisa ferrar com a reputação das candidatas, certo? Nada de matar e bem, pular a cerca comigo talvez não manche a reputação delas. Pode passar a lista de contatos ou alvos que vou trabalhar agora mesmo nisso.

    Ka iria procurar o alvo mais próximo ao Açougueiro Pete, Vila Mantis, leste da Encruzilhada Esquecida. A ideia era fazer dois pelo trabalho de um.

    Ka, também precisava falar com Pavel e Ortis para esclarecer que ele estava "comendo" a Oribel, logo eles deveriam ficar longe dela no sentido de sexo, pois a gente não "come" mulher de amigo.
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