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    Ka II (SP) - Christiano Keller

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    Mensagem por Sailor Paladina em Qui Ago 08, 2019 8:07 pm

    Epílogo
    Pouco mais de trinta dias se passaram desde a agitada fuga de Dirtmouth. Sendo um casal caçado por todo o lugar, Ka podia dizer adeus ao seu velho cafofo de guerra. Tivera excelentes noites nele, mas de nada valia o lugar se o dono estivesse morto ou enjaulado. Decidido a começar vida nova em outro lugar mais seguro com sua amada, Ka decide fazer residência na Encruzilhada Esquecida, uma pequena cidade que servia de junção para várias estradas do Reino. Ela possuía esse nome por estar quase que completamente abandonada nos dias de hoje em favor das cidades que se formaram seu redor como Dirtmouth, Lacrimosa, Vila Mantis e Ninho Profundo. Graças a sua capacidade de ficar virtualmente invisível, Ka foi basicamente esquecido pelos seus caçadores. Nunca mais ouviu notícia de Ochyllyss ou de Horudak e com a quantidade de ouro que ainda tinham do roubo, não tiveram que se preocupar com sobrevivência. Na verdade Ka até ajudou a movimentar o comércio local. Num desses dias Oribel questiona Ka se ele não teria interesse em se casar algum dia. Ela deixa claro que não o estava forçando, mas já haviam passado por tanta coisa juntos, que talvez fossem destinados a ficar juntos pra sempre. E com a benção das deusas seria muito melhor. Parecia até algum conto de amor com final feliz não fosse o meio abrupto que acordou naquele dia...

    Início
    Ka desperta em seu quarto com um balde de água sendo jogado na sua cabeça e um pesado pé feminino sob seu peito, mantendo-o deitado. Em sua frente estava Oribel, amarrada, amordaçada e ameaçada por alguns homens com uma faca no pescoço. Ele rapidamente reconhece a voz sedutora de Ochyllyss o encarando de cima pra baixo. A elfa diz que Ka era um homem muito difícil de encontrar pra um mestiço, mas não suficientemente difícil pra ela! Apertando o salto de seu sapato contra o peito de Ka, o rapaz sentia uma dor excruciante, mas provavelmente estava mais preocupado com a vida de Oribel a sua frente. Tentar reagir naquela situação podia implicar que ela fosse ferida. Ochyllyss ri maldosa e pergunta se Ka estava sentindo dor. Ela sabia da resposta, mas apertava o salto por querer ouvir da boca dele. A elfa diz que por causa dele, ela teve que sentir a dor de dar seu cu pra um miserável roludo que morava ali naquela cidade esquecida das deusas. Ochyllyss afirma que normalmente não teria motivo pra vir atrás de Ka, mas não apenas ele encerrara contrato com ela, mas também arruinou os negócios de outro inquilino, além de ajudar um rentável chefe criminoso a mudar de cidade. Se ele queria ir embora que fosse, mas não precisava foder com tudo. Agora ela teria que tomar algo valioso de Ka pra compensar seus prejuízos. Com um sinal de cabeça, Ochyllyss ordena seu subalterno a cortar a garganta de Oribel. O elfo já prepara o movimento quando alguém bate na porta. A elfa ordena outro lacaio a ir abrir a porta em silêncio. A porta se abre e eis que aparece um calmo e taciturno Koyaan, mãos pra trás e pigarreando.
    - Fora. Agora.

    O lacaio na frente dele passa pelo seu lado e tenta sair correndo. Não dava pra ver o que aconteceu, mas um grito de dor é ouvido lá de fora. O outro lacaio larga a faca e sai andando na direção de Koyaan pedindo pra não ser morto. Após passar, outro grito é ouvido. Ochyllyss vendo-se acuada diz que não tem medo do chefe da guarda e que se ele tentasse algo mataria aqueles dois antes de morrer. Koyaan a desafia a tentar. A elfa saca sua espada e dá um enorme salto pra cima fazendo um buraco no teto e desaparecendo. O chefe aguarda que Ka liberte Oribel e os dois se recomponham pra então dizer que já fizera  as procurações necessárias para o trabalho dele com a justiça real. Ele avisa que o meio-elfo iria viajar para vários pontos distantes do reino.
    - Seu trabalho vai ser especificamente de encontrar, investigar e informar a respeito de alguns nomes chave que irei lhe passar. Sob hipótese alguma engaje em combate com eles, pois a vontade da Rainha é pô-los atrás das grades por ameaça a soberania do reino. Aqui estão alguns nomes pra começar...

    Após entregar o pergaminho, Koyaan despede-se mas não se antes recomendar que Ka fizesse residência num lugar mais seguro. Convenientemente, um jovem elfo de nome Kohr, que morava na cidade e conhecia Ka, chega na porta e diz: mensagem de um tal Nekobese pra você, Ka!
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    Mensagem por Christiano Keller em Qui Ago 08, 2019 11:53 pm

    Ka pega a mensagem de Kohr e diz:
    -- Kohr, obrigado. Sei onde posso encontrá-lo, talvez precise enviar uma mensagem. Até logo. Ka se livra de Kohr pois tinha coisas para resolver.
    Ka então retorna para Oribel, a observa por um momento enquanto fecha a porta e verifica que Kohr foi embora. O vento do lado de fora da casa indicava que poderia chover, Lacrimosa era uma cidade molhada por natureza, porém ainda não havia o cheiro da chuva. Ka diz para Oribel enquanto esfrega seu tórax sobre o local pisado:
    -- Querida, está bem? Acho importante não ficarmos aqui hoje e colocarmos o pé na estrada. A marca do calçado de Ochyllyss ainda estava vermelha sob a roupa de Ka. Como estaria Oribel?
    Ka chega perto de Oribel, ainda podia sentir o perfume de lavanda que ela usava, não havia suor ou cheiro de medo. Ka logo passa a mão em seus pulsos que estavam presos pelas cordas, um beijo em cada seria a desculpa para ver melhor como estavam e esfrega suavemente seus dedos num gesto de carinho. Sobe as mãos até o queixo de Oribel para inspecionar o pescoço, a marca de um beijo um pouco mais forte ainda estava lá. Ka precisava ser mais cuidadoso, Oribel gostava dos beijos e uma pegada mais forte, mas não poderiam deixar marcas. Parece tudo bem. Fiquei preocupado com você. Precisamos dar um jeito em Ochyllyss. Não interprete errado o que vou dizer, queria comer o cu dela, sabe daquele jeito que a pessoa aprende com quem tá lidando, no sentido da maldade, quando um guarda fala para um bandido. Quando a gente esfola o cara pra fazer camisinha pra comer o cu da vó dele. Na maldade. Ochyllyss também deixou claro que não gosta quando falou que deu para um miserável roludo que mora aqui. Também queria ferrar ele. O semblante de Ka era sério, queria era um pouco de maldade. Para Oribel havia a preocupação de entender que quando comia o cu dela era porque Oribel gostava, então a ligação dos dois era importante daquele jeito. No entanto o fato era que muita gente não gostava de dar o cu como Oribel.
    Ka para por um momento pensando e diz:
    --Tem algum miserável roludo por aqui que a gente pode descobrir que tentou ferrar a gente! Ninguém mexe com você e fica vivo se eu puder acabar com ele. Ka pensa em Oribel, seu sorriso, sua submissão, sua carinha de cachorro pidão quando segurou o tubo de mapa na boca, quando olhou pra seus olhos em seu último orgasmo. Ka começa a pensar em comer Oribel agora mesmo. Precisava pensar no que fazer, ações, não luxúria, coisas práticas. O foco era foder o cu de Ochyllyss... caralho Ka agora estava pensando em comer o cu de Ochyllyss e não em ferrar com ela. Ochyllyss esteve lá na cama, sob Ka, com a perna aberta, pernas fortes cheirando a rosas. Quem passa perfume de rosas no tornozelo? Ainda ficou esfregando o salto do sapato novo para causar dor, só pra instigar e ainda dava pra ver a parte de baixo de sua virilha pra excitar mais. Ka não viu direito, mas Ochyllyss parecia meio molhada, só que Ka não sabia qual a razão de sua excitação. Foco, Ka precisava de foco e se concentrava para trazer sua mente para a realidade. Ochyllyss é campeã, tri campeã dos torneios... tá um pouco além do que consigo no momento, não vai dar pra pegar ela agora. Vamos ferrar com o miserável roludo agora. Ka pensa em coletar informações antes de sair da cidade. Talvez colocar coco na bebida do cara ou uma flecha em sua cabeça ou os dois. O miserável ia contar mais cedo ou mais tarde que tinha comido o cu de Ochyllyss. Já deveria ter contado pra meio mundo só pra se gabar. Você deixa eu acabar com ele ou quer fazer? A permissão de Oribel era importante, vai que ela queria acabar com ele pessoalmente pois ele foi responsável por colocarem uma faca no pescoço dela.

    Momentos depois Ka olha para a lista de Koyaan procurando com atenção especial alguém em Lacrimosa, talvez o próprio Nekobese, assim aproveitaria a viagem se fosse pra lá. Também havia a mensagem de Nekobese. Ka precisava saber pra onde iria primeiro. Talvez Oribel tivesse uma perspectiva melhor, ela também havia mencionado casamento iludida, tadinha, já tava casada e não sabia.
    -- Lua de mel onde? Aqui tem alguns destinos. Ka entrega os papeis para Oribel ver a lista com um olhar malicioso. Será que Oribel perceberia o detalhe da pergunta?

    Momentos depois Ka pega as coisas pois estavam meio prontas para sair, aquele lugar era temporário mesmo. Os dois viajavam com poucas coisas e muito dinheiro. Se houvesse um lugar que Oribel e Ka deixassem seu dinheiro mas pudessem pegar em outras cidades, seria ótimo. Talvez fosse uma ideia para Ka montar, um Evil Bank... ou talvez um nome mais comercial como Lehman Brothers.

    Quase saindo Ka então diz para Oribel:
    -- Acho que precisamos ganhar tempo com Ochyllyss. Ela tentará encontrar a gente novamente. Se não fosse Koyaan não sei o que aconteceria. Ka olha nos olhos de Oribel e completa: Pensei em algo e quero saber se você está de acordo, pensei em escrever uma carta pra ela e mandar o Kohr ou qualquer um entregar depois que a gente souber quem foi o miserável roludo. A carta seria assim Ka conta a carta para Oribel fazendo gestos com as mãos:

    "Lady Ochyllyss, Rainha de Dirtmouth, Campeã das campeãs,
    Sua visita foi uma surpresa, mas bastava uma mensagem que estaria disposto a conversar. Sempre cumpri minhas obrigações e tenho obrigações para com você. Quero negociar estas obrigações. Pelo breve momento que desfrutei de sua presença percebi que está ressentida comigo e fez coisas que não gostou para encontrar-me. Coisas que eu mesmo poderia ter feito se fosse seu ilustre desejo, como ir até sua residência conversar. Eu tinha intenção de manter o contrato de aluguel de meu cafofo, havia deixado pago o aluguel antes de milady oferecer um prêmio por mim de 500 moedas. Sobre a mudança de um inquilino, bem eu precisava tirar Nekobese da cidade para assumir o lugar dele, no entanto agora posso procurar alguém para trabalhar pra mim em Dirtmouth. Se houver algo que eu possa fazer, por favor pendure uma bandeira branca na rua de meu antigo lar em Dirtmouth. Em 30 dias mais ou menos mandarei alguém passar lá para ver, por hora vou desaparecer já que os homens de Koyaan tem perguntas que não posso responder e milady tentou matar alguém. Não sou adepto da violência, mas como prova de boa fé tem um cara aqui falando mal da grande Ochyllyss que vou remover pois não posso ver mentiras em relação a pessoas que admiro.
    Ass: Ka"


    Ka aguarda uma reação de Oribel, até completa:
    --O que acha? Puxei muito saco? Acha errado? Eu faria várias destas coisas para salvar sua vida. Se assim a gente ganhar tempo dá até pra empurrar a bola pra frente. Só não posso perder você. Ka sorri pensando em Oribel e a abraça para olhar nos seus olhos. Assim pertinho de Oribel podia escutar seu coração, sentir seu perfume de lavanda, sua pele sedosa, o calor de seu corpo e algo ficando apertado em suas calças tocando a coxa esquerda dela.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Ter Ago 13, 2019 5:18 pm

    Ka desabafa toda a sua frustração com o ocorrido e Oribel o consola sentada ao lado dele e alisando suas costas. Ela diz que se Ka quisesse se vingar esfolando o cu daquela escrota, ela não se incomodaria. Queria inclusive apreciar o momento pra cuspir na cara dela quando ela gozasse sendo sodomizada. Oribel diz que enquanto estava amordaçada, ela se manteve calma e ficou o tempo todo prestando atenção na inimiga, comparando com a última vez que se encontraram no beco.
    - Naquela vez eu quase me mijei quando a vi, mas dessa vez meu único medo era com relação a ela te machucar. Sequer me importei com a faca na minha garganta. Ela usa alguma magia pra inspirar medo e vencer os oponentes na intimidação...

    Oribel se interrompe permitindo que Ka concluísse o raciocínio dela. "O Koyaan provavelmente tem alguma proteção, por isso não se intimida com Ochyllyss".  Era um ponto fraco a se considerar. Agora o quão boa ela seria em combate? Pra alguém que venceu três vezes numa arena nacional, ela devia ser bem competente. Quem sabe um dia ela não parasse na lista da Rainha e fosse investigada? Os devaneios de Ka são interrompidos quando Oribel lhe dá um beijo no rosto e abre a carta de Nekobese.
    "Saudações, parceiro.
    Venho por meio desta avisar que já fui nomeado legítimo dono da mansão de minha falecida esposa. Obviamente a família dela me vê com extrema rivalidade, mas nada que possa me intimidar. Como prometido, ofereço a ti, acomodações de ótima qualidade em minha "humilde" residência, a qual você já deve estar íntimo".

    Oribel interrompe: - Haha, ele pensa que foi você quem entrou. Tem uns quartos ótimos por lá, um deles dá até pra ver o palácio real!

    "Quando tiver oportunidade, agracie-me com sua presença e poderemos falar de novos negócios. Quem disse que precisamos parar por aqui, não é mesmo?
    Abraços, Sir Nekobese".

    Por sua vez Ka abre o documento entregue por Koyaan e vê três nomes e lugares que foram vistos pela última vez.
    "Confirme localização, trabalho, contatos e quaisquer outras informações a respeito dos contraventores. Como dito antes, evite combate físico. Qualquer outro tipo de interação é válida. Eles não possuem motivos pra desconfiar de uma pessoa qualquer.
    - Açougueiro Pete, Vila Mantis, leste da Encruzilhada Esquecida.
    - Sweeney Todd, Velha Londres sudoeste de Onduth, vizinha ao Cemitério das Almas Profanadas.
    - Barrabus, o Cinza, cidade de Grayditch, sul de Onduth, além da Ponte do Demônio Afogado."

    Oribel comenta que pelo menos um dos lugares era próximo. Ela nunca viajou tão longe e pergunta se Ka tinha certeza de querer que ela fosse junto.
    - Você tem três opções: por seu manto de detetive, visitar nossa nova casa ou... (diz dando um forte abraço no meio elfo, tocando seu falo por cima da calça) relaxarmos um pouquinho antes de decidir qualquer coisa! Hum, hum?
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    Mensagem por Christiano Keller em Qua Ago 14, 2019 12:51 am

    Oribel escreveu:- Naquela vez eu quase me mijei quando a vi, mas dessa vez meu único medo era com relação a ela te machucar. Sequer me importei com a faca na minha garganta. Ela usa alguma magia pra inspirar medo e vencer os oponentes na intimidação... O Koyaan provavelmente tem alguma proteção, por isso não se intimida com Ochyllyss.

    - Muito bem notado! Ka sorri para Oribel. Era uma informação valiosa.

    Oribel escreveu:- Você tem três opções: por seu manto de detetive, visitar nossa nova casa ou... relaxarmos um pouquinho antes de decidir qualquer coisa! Hum, hum?

    Oribel estava ao lado de Ka, passando sua mão esquerda nas costas e a direita sobre seu falo em suas calças. O quarto estava meio bagunçado por conta da visita que haviam recebido, porém o lugar não era ruim comparado ao que já tinham feito antes. O banco duro da praça, era meio gelado, sem espaço e ainda haviam pessoas nas ruas. A estrada para Lacrimosa em que tudo começou no lombo do cavalo e terminou na terra na beirada da estrada. Também havia aquela vez nas ruas de Lacrimosa, bem na esquina da casa que roubaram de volta para Nekobese. Então um quarto com cama era um conforto exagerado.

    O perfume suave de Oribel estava intenso por conta da proximidade e seus olhos pidões eram irresistíveis. Quando Ka escuta Oribel fazer "Hum, hum?" involuntariamente seu falo se enrijece duas vezes respondendo o que queria fazer. Ka queria matar o roludo miserável que havia ferrado com eles, porém sua mão direita subia pelas costas de Oribel até a nuca para guiar um beijo de boca aberta. Suas línguas se enroscavam, um pouco por cima, um pouco por baixo, deslisando pelos lábios perto dos dentes e uma pequena mordida no lábio. Enquanto isso sua mão esquerda alcança o joelho direito, sobe do joelho para cintura, então para o seio direito para se perder em busca do mamilo durinho de Oribel. Durante o beijo, Ka abaixa gentilmente o tórax de Oribel sobre a cama. Será que Oribel pediria para puxar a correntinha? Quando Oribel concordou que deixaria Ka esfolar o cu de Ochyllyss, Ka não pode ficar sem imaginar os três juntos. A cena teria Ochyllyss bem excitada, mas relutante, Oribel mostrando como se faz para então as duas trocarem de lugar. Logo mais para surpresa de Oribel poder ver que com sua orientação Ochyllyss passa a querer ser uma CUrrier como Oribel e a chama de mestra submetendo-se à sua vontade.

    Ainda beijando Oribel, Ka passa por cima de seu corpo e abre as roupas dela com as mãos expondo seus seios. A sensação de pele com pele era excitante, o tórax másculo, forte de Ka com os seios firmes, fartos e macios de Oribel. O olhar que dizia "quero mais". O perfume naquela posição, assim por cima e pertinho era intenso, como se transportasse Ka para outro mundo, um mundo Oribel. A mão esquerda de Ka sobe para a nuca de Oribel enquanto a mão direita desce até a vulva. Nas calças de Ka seu falo estava estourando as calças ou já estava nas mãos de Oribel, Ka não sabia o que estava acontecendo mais. Ka tremia de prazer enquanto beijava Oribel e a tocava. Ka não sabe quanto tempo se passou mas lembrava de poucas coisas antes de falar. Coisas como tocar os lábios úmidos da vulva de Oribel, primeiro o indicador do lado esquerdo, o anelar do lado direito e o do meio, no meio, os quais desciam e subiam várias e várias vezes. Também lembrava de colocar dois dedos pra dentro, beijar as bochechas, o pescoço e os seios para aumentar a estimulação de Oribel. Até que deixa soltar a frase:

    - Precisamos ir embora logo, só um orgasmo, depois podemos estrear o quarto lá em Lacrimosa ah! Ka solta um gemido de prazer. Talvez dois. Ka queria encontrar e matar o roludo miserável que ferrou com os dois, precisava entregar a carta para ganhar tempo com Ochyllyss. No entanto quem resistiria àquele perfume, o olhar, o toque e a voz "hum, hum?".
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    Mensagem por Sailor Paladina em Sex Ago 16, 2019 10:00 pm

    Ka escreve uma carta de reconciliação para Ochyllyss e pede a Kohr pra entregar. Sabiamente o casal arruma suas coisas e decide partir para Lacrimosa a fim de conhecerem sua nova morada. Não dava certo ficar num lugar em que a vida deles corresse risco diário. Pouco menos de dois dias eles chegam e já conhecendo a cidade e onde deveriam ir, não demora até que cheguem na mansão. O portão se abre e pra surpresa de Ka, ele é recebido por ninguém menos que seus amigos, Pavel e Ortis. Eles dizem ter pensado que perderiam o emprego quando Omareth perdeu a casa, mas quando disseram que eram seus amigos, o novo dono resolveu contratá-los. Nekobese era seu novo patrão. Os dois reparam em Oribel oferecendo gracejos, mas esta não devolve, limitando-se a ficar abraçada a Ka com nariz meio empinado. O casal entra no salão principal, sendo rapidamente recebido por Nekobese, agora apropriadamente vestido em um terno roxo novo em folha e um cajado banhado a ouro. O nekojin pergunta se Ka apreciara seu novo visual e lhe dá um seguro aperto de mão e um beijo nas costas da mão de Oribel que sente-se lisonjeada.
    - Aprecio enormemente que tenha aceitado meu convite, Ka. Em muitos anos esperei alguém competente o suficiente pra me fazer justiça. Sua chegada foi bastante oportuna, pois não pretendo parar por aqui. Ter uma mansão em Lacrimosa é apenas um requisito pra chegar ao topo da cadeia alimentar. Acomode-se num dos quartos e depois venha ao meu escritório na suíte para conversarmos.

    Ka é levado por Oribel para o quarto que ela tinha escolhido e de fato, a vista para o Pico de Cristal era incrível. Era possível os Jardins da Rainha da varanda e o palácio imponente lá no alto. Uma rede larga feita de fios de cristal semi transparente balança ao vento praticamente convidando o casal a se deitar e relaxar por alguns bons momentos. Sem muita bagagem e com tudo o que precisavam no quarto, incluindo comida e roupas de ótima qualidade, Ka e Oribel namoram a piscina no jardim. Porém, o meio elfo sabia que não podia deixar Nekobese esperando o dia todo e arruma um tempo pra falar com ele. Oribel diz que iria esperar no quarto. Não gostava de falar de negócios e confiava no que Ka decidisse fazer. Ka vai até o escritório de Nekobese acenando para os outros companheiros de guilda que também haviam se mudado pra lá e chega na suíte. Ka fica deslumbrado com a diferença entre aquela suíte e o antigo esconderijo de seu chefe. Nekobese o recepciona sentado em sua luxuosa poltrona e pede pra Ka se sentar a sua frente.
    - Enfim vamos aos negócios... Como falei antes, eu almejo poder. Em alguns meses serão realizadas "eleições" (diz ele fazendo sinal de aspas com os dedos) para o Baronato das maiores cidades Onduthianas. Logicamente as baronesas são eleitas pela própria Rainha, sempre mulheres, afinal vivemos numa sociedade Matriarcal. Isto significa que precisarei dedicar todo o meu tempo para um casamento...

    Nekobese diz que preferia se casar por amor, mas se o tempo fosse um empecilho, um casamento de fachada seria tão útil quanto. O nekojin acalma Ka, dizendo que ele não teria que arrumar uma mulher pra ele. Contudo, visto que seu chefe estaria ocupado resolvendo esse pormenor, Ka e demais comparsas poderiam trabalhar investigando quem eram as candidatas a se tornarem baronesas e ferrar com a reputação delas.
    - Espero que sua namorada não se incomode se for necessário você pular a cerca... O que me diz? Se minha futura esposa se tornar uma baronesa, como barão irei lhe recompensar a altura.

    Nekobese esfrega as mãos em antecipação a resposta de Ka. Já podia se imaginar como Barão.
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    Mensagem por Christiano Keller em Sab Ago 17, 2019 3:21 am

    Enquanto conversava com Nekobese parte do plano de Ka estava em progresso. Agora tinham uma nova casa bem melhor que a anterior, com uma vista que ficaria ótima de se ver por trás de Oribel. Por outro lado Ka pensa que precisava arrumar algum novo presente para Oribel e está em dúvida se deveria arrumar um "plug" ou prendedores de mamilos triplos.
    Quando Nekobese finalmente fala de negócios isso chama a atenção de Ka para a realidade. Eleições para o Baronato seria algo muito interessante, será que Oribel teria chance? Só de pensar que Oribel poderia ter uma chance de se tornar Baronesa Ka tem uma ereção forte. Ka precisava conversar com Oribel sobre a ereção e a chance de se tornar Baronesa. Remover concorrentes e fazer serviços para a Rainha poderia colocar Oribel em uma ótima situação.

    -- Chefe, é uma ótima ideia, mas só pra esclarecer, a gente só precisa ferrar com a reputação das candidatas, certo? Nada de matar e bem, pular a cerca comigo talvez não manche a reputação delas. Pode passar a lista de contatos ou alvos que vou trabalhar agora mesmo nisso.

    Ka iria procurar o alvo mais próximo ao Açougueiro Pete, Vila Mantis, leste da Encruzilhada Esquecida. A ideia era fazer dois pelo trabalho de um.

    Ka, também precisava falar com Pavel e Ortis para esclarecer que ele estava "comendo" a Oribel, logo eles deveriam ficar longe dela no sentido de sexo, pois a gente não "come" mulher de amigo.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Qua Ago 21, 2019 3:50 pm

    Ka faz algumas perguntas a cerca do trabalho oferecido e Nekobese reage rindo de maneira sarcástica. Certamente "matar" era algo completamente fora do baralho. Já havia sido tentado antes e o resultado pegou muito mal para a guilda dos assassinos, pois tiveram que entregar seu membro e o mandante do crime. Ambos condenados a cristalização eterna. Qualquer guilda criminosa de Onduth hoje sabe que não deve radicalizar a ponto de mandar matar um alvo da alta nobreza. Os nobres onduthianos se valiam de sutileza e malícia, as vezes com requintes de crueldade. Desde então os assassinos passaram a aceitar contratos apenas de gente da plebe. Infelizmente ainda era o caso de Ka e de sua parceira, afinal, morar de favor na casa de um nobre não os tornavam nobres. Nekobese também deixa claro que Ka teria que ser um mestre da lábia, pois teria que convencer as mulheres a se interessarem por ele. Tanto faz o resultado final: fazê-las passar vergonha pública, pedirem divórcio ou mesmo desistirem da candidatura. Qualquer dessas opções era válida, menos morte. Sobre a lista havia um problema:
    - Se eu tivesse uma lista talvez nem precisasse de sua ajuda, meu rapaz. Lembre-se que fui um chefe de gangue por quase uma década e só agora vou começar a conhecer gente do meu naipe. Sou um novato na nobreza. Eu imaginei que alguém como você já teria esbarrado com algum nobre em Lacrimosa. Vá até uma taverna chique e faça contatos. Seu guarda-roupa dispõe dos melhores trajes que um elfo poderia vestir. As concorrentes que você irá procurar são todas de Lacrimosa. Evite as nekojins, pois quero ter um leque amplo de opções.

    Ka retorna para o seu quarto a fim de contar as novidades pra Oribel, mas primeiro segue até o portão pra falar com seus velhos parceiros de crime. Ele explica a situação e os dois são compreensivos, afirmando que tampouco queriam perder seus empregos.
    - Pode deixar chefe. Se bem que eu sou mais chegado numa futanari.
    - Ah é? Porque não disse antes? Eu conheço algumas, mas prefiro elfas estrangeiras. Acredita que elas tomam banho de Sol!?
    - Eu só fui saber ontem que gostava!

    Ka deixa os amigos conversando e volta pro seu quarto, encontrando Oribel numa banheira de água quentinha e assoviando alguma música. Ka pensa em dizer algo, mas Oribel faz um sinalzinho de silêncio com o dedo e depois o convida pra entrar na banheira. Já estava com saudades de pegar no pau duro dele enquanto era tocada nos seios e beijada na nuca e na boca. Aquele jeitinho animado que só Ka sabia fazer. A água derramar da banheira ou molhar as paredes era irrelevante. Depois a empregada arrumava tudo. Oribel diz que tinha saudades da época de nobre em que podia andar pelada dentro de casa. Sua irmã odiava, mas foda-se ela. Origa sempre teve inveja de sua beleza, seu ar superior e a reputação dela. Ao ouví-la tocar no assunto, Ka aproveita pra comentar sobre a tarefa dada por Nekobese. Oribel fica em silêncio por alguns instantes e decide sair da banheira. A bunda dela era um oásis em meio a um deserto pra Ka e ver sua amada arrancar a correntinha do cu o deixa muito duro. Porém Oribel estava com um semblante sério enquanto segurava o objeto em mãos.
    - Essa missão do Nekobese... foi exatamente o que aconteceu comigo. Armaram pra arruinar minha reputação em público. Aposto como minha irmã não tem só um dedo, mas as duas mãos enfiadas na minha bunda sobre isso! Maldita seja! Ele te deu uma lista? Minha irmã está nela?

    Oribel começava a demonstrar exaltação, mas a negação de Ka só a deixa irritadiça. Ela se aproxima da banheira ficando de joelhos, segurando a borda com força e fita os olhos dele com ira.
    - Ka, me faz um favor... Coma meu cuzinho com força. Sem dó! Eu estou com tanta raiva que preciso extravasar!

    A elfa vai até a beira da cama, debruçando-se sobre ela, arranca seu colar do pescoço, abrindo um pingente que continha pinturas das suas irmãs atrelado a ele e espeta seu dedo numa pequena agulha. Ela mela de sangue o pingente e volta seu olhar pra Ka.
    - Vamos o que está esperando? Fode meu cu!

    OFFTOPIC: Conhecimento Arcano 13+2 (15) Sucesso
    Ka reconhece que Oribel estava fazendo algum ritual mágico, mas não fazia ideia de qual.
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    Mensagem por Christiano Keller em Qui Ago 22, 2019 12:49 am

    Oribel estava pedindo, não tinha como negar. Quem negaria foder sua mulher, na sua cama, que estava pedindo e cobrando uma boa foda, com a pele brilhando empinando a bunda? Ka sai da banheira ereto pensando em como faria para foder o cu de Oribel, enquanto caminha ajeita seu pau com a mão pra chegar pronto e diz:
           -- Sei que está fazendo algo, então vou fazer como pediu, sem dó. Depois me conta. Quanto as outras coisas, vamos conversar quando estivermos trabalhando na missão e podemos vingar você pelo o que aconteceu. Agora esse cu vai ser meu. Ka sabia que Nekobese deveria ter ouvidos na mansão pois ele teria. Ka segura a cintura de Oribel com a mão esquerda e aperta forte como se fosse fugir, olha nos olhos para estabelecer contato, mostrar que estava certo disso, cheio de desejo posiciona a cabeça no buraco e pressiona entrando tudo sem dó. O perfume de Oribel estava forte naquele momento, assim pertinho o cheiro era intenso. Sua pele era macia, quente por dentro e por fora, iria se arrepiar fácil com o toque de Ka ou mesmo com o passar das unhas por suas costas arqueadas. Ka se ajeita na posição, não para dar tempo de Oribel relaxar com seu alargando seu cu, mas para posicionar as pernas e as mãos pra foder sem dó. Ka começa com estocadas longas e profundas para então aumentar a velocidade. Alguns momentos depois Ka estava meio cansado e passa a fazer estocadas mais curtas mantendo o pau o mais profundo que conseguia por mais tempo. Ka então dá um tapa na bunda de Oribel e agarra firme para chamar sua atenção:
           -- Sei que está fazendo um ritual, mas gozo onde? Ka tentava alcançar a buceta de Oribel com a mão direita, com os dedos busca esfregar os lábios externos molhados, então os lábios internos pra cima e pra baixo, na mesma velocidade das estocadas que dava no cu. Por alguns momentos Ka evita o meio e a parte superior da buceta de Oribel para tentar estimular a região. Com a mão esquerda arranha novamente suas costas num movimento do ombro até a coxa para disparar sensações diversas. Quando consegue olhar nos olhos de Oribel, Ka acerta o dedo no meio da buceta e o leva até o topo onde os lábios se juntam. Ka não sabia se poderia meter os dedos na buceta de Oribel como parte do ritual então iria estimular o clitóris desta vez.
           Com a buceta de Oribel molhada e os dedos melados Ka retoma as estocadas longas e rápidas. Ka lembra que Oribel já havia feito treinamento com coisas bem grandes, então fecha o punho esquerdo e troca seu pau pelo braço. No começo é um pouco difícil de passar, mas era pra ser sem dó, então Ka coloca a mão e enfia até o cotovelo. Com movimentos ritmados no cu e na buceta Ka acelera os dois movimentos. Aquele truque faz com que Ka ganhe tempo e demore mais para gozar, prolongando o tempo que pode foder o cu de Oribel. Após alguns minutos Ka então tira o braço e enfia o pau de volta. O buraco que era apertado e áspero, agora estava largo e suave, o que aumentava a facilidade para foder e o prazer de Ka. Com alguns gemidos a mais Ka sabia que o final se aproximava.
           -- Oribel... vou gozar logo. Me diz onde pra potencializar o ritual. Ka queria fazer sua parte do ritual direito, mas não sabia se deveria gozar no cu de Oribel ou em outro local como a face, o colar, a boca ou no corpo. Ka olhava nos olhos de Oribel esperando uma confirmação. Ka suspeita que o ritual fazia Origa passar por aquilo também, talvez transferindo a dor os as sensações, mas não sabia como funcionava direito.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Seg Ago 26, 2019 3:26 pm

    Ka aceita ajudar Oribel no ritual que ela realizava e a elfa responde pra ele gozar no cu dela. Sem mais aguentar de tanto tesão, Ka goza, puxando o cabelo da parceira e despejando seu esperma bem fundo no ânus dela, desabando sobre o corpo de Oribel. Ka suspira ofegante, dizendo algumas safadezas no ouvido da elfa e então ele se afasta pra observar aquele rabão destruído com sua pica. Ele percebe o corpo de Oribel alterar momentaneamente, parecendo menor e com um cabelo de formato e cor diferente, mas foi coisa de um mero segundo, logo voltando ao normal. Ka esfrega os olhos achando se tratar de alguma miragem, mas logo Oribel se vira e confirma o que ele acabara de presenciar. O amuleto que ela trazia no pescoço permitia, ao troco de uma gota de sangue, que as irmãs pudessem sentir as mesmas sensações por alguns minutos. Era um salvaguarda para o caso de algum dia uma das irmãs estivesse desaparecida e em perigo, a outra poder partir em seu socorro. Talvez tivesse sido estúpido da parte dela usar algo tão importante para uma vingança tão boba, mas àquela altura, Oribel já achava que Origa não se importava mais sobre seu bem estar mesmo.
    - Meu sonho é ver você metendo no cu de todas as que me humilharam, Ka. Seja a Ochyllyss, a minha irmã ou quem mais cruzar nosso caminho.

    Ka não pode deixar de notar algo em sua companheira. Desde que chegaram na mansão, ela tem parecido mais confiante, decidida e observadora. Será que a oportunidade de recuperar a reputação e voltar a nobreza, mexeu com a cabeça dela? Aquilo podia ser um bom sinal, se o plano envolvia torná-la uma pessoa importante de novo. Voltando as discussões sobre as missões, Ka comenta sobre as duas missões recebidas e Oribel opina que talvez não fosse boa ideia eles viajarem juntos. Ochyllyss estava no encalço dos dois, mas pelo menos Ka tinha seu manto mágico para andar sem ser visto facilmente. Ela poderia aproveitar o tempo que ele estava fora pra observar Lacrimosa e encontrar as possíveis candidatas a baronesas para que Ka as prejudicasse depois com as informações que conseguiu.
    - Mas essa é só minha opinião. Eu também temo que você viaje sozinho, querido. Se quiser que eu vá junto, eu vou com você até pra Karzek se preciso for!
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    Mensagem por Christiano Keller em Seg Ago 26, 2019 6:44 pm

    Ka estava atento ao ritual e pareceu estranho ver a imagem de Origa no lugar de Oribel. Quando Oribel disse:
    "- Meu sonho é ver você metendo no cu de todas as que me humilharam, Ka. Seja a Ochyllyss, a minha irmã ou quem mais cruzar nosso caminho."
    Ka responde olhando em seus olhos demonstrando que quer fazer isso:
    -- Vamos fazer como você quiser, se eu puder voltar aos seus braços, como o cu do mundo inteiro duas vezes. Ka a abraça, chega pertinho do ouvido de Oribel e diz ainda numa entonação audível: Te amo. O resto é só na maldade pra te agradar. Ka sorri maliciosamente para Oribel e da um tapa na bunda seguido de uma segurada de mão cheia antes de chegar mais perto para dizer baixinho só para os ouvidos de Oribel: "Fique atenta pois nosso chefe pode ter ouvidos aqui. Eu teria olhos também com uma mulher assim." Ka rouba um beijo de Oribel. Assim Ka imagina que se alguém escutou ou viu os dois conversando este último comentário pode passar como irrelevante como uma sacanagem no ouvido da parceira.

    Sobre as missões, Ka diz:
    -- Então eu vou fazer uma visita ao Açougueiro Pete, Vila Mantis a leste da Encruzilhada Esquecida, para tentar encontrar, investigar e informar a respeito de qualquer merda que ele esteja fazendo. Queria você junto de mim, sentir seu perfume, tocar a sua pele e te ver é muito bom. Porém sua ideia é boa e talvez mais segura. Espero que você fique bem e tenha pensamentos puros, pois eu vou chegar louco pra te pegar. Ka inspira o perfume, toca os cabelos, a pele macia e beija Oribel. Com as coisas para viagem prontas, um beijo de despedida gostoso, Ka segura no ombro esquerdo de Oribel e arranha seu braço de forma suave com as unhas enquanto se afasta até soltar a ponta dos dedos. Ka desaparece da mansão de Nekobese. Sim a ideia era mesmo desaparecer, sair sem ser notado, num furto as avessas, se bem que o mundo seria furtado então Ka estava entrando no território inimigo.

    Lacrimosa tinha aquela umidade, uma garoa da bacia hidrográfica sobre a caverna mas a encruzilhada esquecida era mais seca, como uma caverna deveria ser. Os pensamentos sobre como encontrar o homem, coletar informações sobre ele e o que estava fazendo eram importantes. Ka pensa que ele não deveria ser um homem qualquer do comércio de carnes, deveria haver algo a mais, algo que a guarda considera sombrio o suficiente para não intervir diretamente mas terrível o suficiente para preocupar a Rainha sobre a ameça a soberania do Reino de Onduth.
    As habilidades de obter informações e se esconder seriam muito importantes para Ka nesta missão. Enquanto caminha silenciosamente até seu destino um plano começa a ser formulado. Escutar informações, escutar conversas alheias, fazer alguma falsa amizade bebendo alguma coisa sem se perder como fez da outra vez e parou na prisão. Se fosse seguir alguém tomaria cuidado para não ser visto, talvez pudesse seguir por algum telhado agora que sabia um pouco de escalada. Manteria distância e observaria, não deveria haver combate então uma rota de fuga precisava ficar pronta.

    Mal havia saído e pensava em Oribel.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Dom Set 01, 2019 4:29 pm

    Ka despede-se de sua amada e parte da mansão sem deixar vestígio como desejara. Enquanto passava pela Encruzilhada Esquecida, ele percebe o quanto o lugar começava a ser influenciado pela cultura de Dirtmouth, com sujeitos sinistros em cada esquina e estupros podendo ser ouvidos nos becos. A falta das autoridades ali deixava o local propício para se tornar um braço daquela favela com maior liberdade criminal, pelo menos até que se tornasse uma Encruzilhada Lembrada. Ka consegue passar completamente despercebido pelos transeuntes locais. Inclusive, ele nota duas coisas dignas de sua atenção, a primeira sendo alguns prováveis olheiros posicionados de forma conveniente e de onde poderiam observar sua antiga casa ali, decerto pra ver quando ele iria voltar pra "casa". E outra se tratando de uma pequena casinha onde dois elfos consertam os buracos nas paredes e no teto. Uma placa em frente indicava que ali seriam oferecidas leituras da sorte e precisões do futuro. Caso Ka perguntasse, os rapazes diriam que não sabiam quem iria trabalhar ali, apenas que foram pagos pra ajeitar o local, que ainda estava vazio. Uma carruagem próxima parecia ter a bagagem do futuro dono ou dona do estabelecimento. Alheio a isso no momento, Ka continua sua viagem até a Vila Mantis. Por sorte ainda tinha o cavalo, encurtando bastante a sua viagem até lá. Seguindo a leste, de longe, Ka já podia ver  a Vila Mantis de longe. Não parecia muito diferente de Dirtmouth visto dali. Pegando a única estrada que levava ao lugar, o meio-elfo percebe a distância a presença de uma meio-elfa como ele, em roupas no mínimo provocantes, levantando-se, batendo a poeira e limpando a face com os dedos, depois os lambendo, fazendo uma pequena careta.

    Spoiler:
    Ka II (SP) - Christiano Keller J6Wu2vb

    A moça põe a mão no traseiro sentindo ele dolorido e começa a andar meio mancando em direção a vila. Pelo visto não havia percebido a presença de Ka, o que para ele estava sendo muito útil até agora, parecer invisível. Diante da vila, Ka não consegue deixar de fazer comparações visuais. Mantis parecia bem mais com Lacrimosa do que Dirtmouth ou a Encruzilhada, embora ainda tivesse aquele ar de lugar público. Seria mais ou menos o lugar da classe média. Além do fato de que o termo "vila" já não se encaixava para um lugar daquele tamanho. Caso perguntasse a um transeunte, receberia a resposta de que mantiveram o nome por questões de cultura.
    Caso decidisse falar com a meio-elfa, a princípio, ela já responderia com desdém, mas ao ver o ladino melhor, um sorriso surgiria em sua face como que aprovando a aparência de Ka no que concerne beleza física. A moça também não deixava nada a desejar. Não era nenhuma Oribel, mas dava pro gasto.

    Spoiler:
    Ka II (SP) - Christiano Keller QcKwdas

    Ao contrário de Lacrimosa a entrada de Vila Mantis não tinha grandes paredes de pedra ou cristais. Tudo era construído em madeira de boa qualidade e a cidade era bem iluminada com magias de luz, em contraste com Dirtmouth. Outro fato notável sobre a estrutura da cidade era a presença de fungos no chão e paredes, além de cogumelos gigantes servindo como um subteto, visto que a vila ficava numa área tão funda do subterrâneo de Onduth que já não era mais nem possível ver o verdadeiro teto. Quando Ka não dizia nada, as pessoas tendiam a ignorar sua presença, o que não era muito diferente do que ele era acostumado, só que o efeito mágico era bastante perceptível. Sentia-se um espírito espião, estando acompanhando ou não. Uma taverna próxima com clientela meio agitada e som alto podia ser vista na próxima esquina. Talvez fosse um bom lugar pra começar sua investigação.
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    Mensagem por Christiano Keller em Seg Set 02, 2019 1:26 am

    Ka,

           Os olheiros precisariam de atenção no seu devido tempo, já a pessoa que trataria de previsões de futuro, talvez fosse interessante de visitar. Ka não acredita muito em magia, mas sabe que tem coisa brava por ai. Aquela magia que Oribel fez fazendo a irmã sentir seu corpo sendo violado deveria ser coisa brava.
           Enquanto fazia comparações sobre Oribel e a meio-elfa, Ka observa melhor a meio-elfa e procura detalhes. Marcas de dedos na pele, como se fossem palmadas, joelhos marcados como se estivesse no chão, algo grudento na face, tórax ou cabelos e talvez uma correntinha de CUrrier. Talvez algum odor específico, como suor, perfume ou até o cheiro de sexo recente. Ka lembra de que quando Oribel engolia na hora ela achava melhor o gosto, mas se ficasse brincando por algum tempo com a porra na boca, o gosto mudava e ficava forte. A careta após lamber os dedos indicavam que a outra pessoa já havia ido embora a algum tempo. Será que parecia vítima de estupro ou era uma profissional do sexo? No entanto talvez pudesse ela mesma ajudar com informações sobre o local. Será que suas coisas teriam alguma marca específica, como guarda ou outra coisa?
           -- Olá moça. Pretende ir mancando assim até a vila? Posso te oferecer uma carona em troca de informações sobre o local? Estou procurando uma taverna e acho que você pode ajudar-me a encontrar uma. Ka sabia que poderia quebrar o gelo de forma mais fácil com uma pessoa do que com várias e chegando na taverna acompanhado poderia se misturar mais fácil.
           Outra coisa que Ka pensa é em como a capa funciona. Se funciona para apenas uma pessoa ou se funciona quando estão próximos ou se as duas pessoas estão do mesmo lado do tecido. A faca também era importante, poderia dizer quando algo estava para acontecer e se a moça não representasse perigo, não haveria problema.
           Porém um problema surge quando Ka estende sua mão para oferecer ajuda para a moça, um problema incontrolável que parecia ter vida própria e um senso de humor bizarro. A moça poderia subir no cavalo junto com ele e ficar de lado deixando sua face muito próxima ou de costas, fazendo como Oribel fez. Em ambos os casos havia grandes chances da moça descobrir que Ka ficou feliz com a carona.
          -- Então, quer montar? Ka olha nos olhos da meio-elfa pensando se estava fazendo uma boa escolha.

          Na taverna a investigação começaria, pagaria um pouco de bebida para algumas pessoas, faria algumas falsas amizades e procuraria por seu alvo de maneria indireta. Perguntaria quem são as pessoas importantes na cidade, do bem e do mal, para então ao encontrar o lado que o seu alvo está, falaria dos nomes pedindo informações de cada um deles.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Seg Set 02, 2019 5:57 pm

    Ka decide abordar a moça que intuitivamente assume postura de combate. A adaga ofertada por Nekobese já estava pronta nas mãos do ladino que sequer cogitara em tirá-la de sua bainha a princípio. Poderia facilmente atacar primeiro, fosse esse seu desejo. A jovem suspira e demonstra alívio ao notar que Ka parecia de boa índole. Com um sorriso, ela se apresenta como Malice e diz que vinha de Grayditch, procurar um amigo, mas quando se distraiu por alguns instantes, fora atacada por um homem grande e veloz. Nesse momento ela baixa a cabeça, abraçando o próprio corpo sentindo um pouco de vergonha, confessando ter sido estuprada. Ela afirma não ter conseguido ver o rosto do estuprador, pois ele a nocauteou e meteu nela enquanto estava desacordada, gozando em sua bunda e na boca. A adaga de Ka não estava lhe alertando perigo algum o que o alivia de certo modo. Ela topa a carona e sobe na frente dele, o que o excita de prontidão. Pelo visto seu atacante fez um trabalho bem limpo, pois sua vítima estava bem cheirosa. Um pouco suada no pescoço e nas costas, mas certamente por motivo de excitação. Ka não encontra qualquer outro sinal que indicasse alguma coisa em específico da mulher ou de seu violador.
    - Oh, eu adoraria poder compartilhar informações sobre esse lugar com você, mas é minha primeira vez aqui. Não fosse por você, certamente eu teria uma péssima primeira impressão. Ter o cu fodido como cartão de visitas não é bom pra mulher alguma.

    Ka provavelmente discordava do raciocínio, mas podia guardar essa opinião pra ele. Ao sentir a ereção do meio-elfo em seu traseiro, Malice dá uma risadinha, escorando suas costas contra o peito de Ka e dizendo que se não tivesse tão dolorida, consideraria a opção. Ela não se incomoda de falar mais sobre a vida dela ante as perguntas de Ka, revelando a idade (23), e o emprego (batedora de carteiras). Infelizmente mestiços não tinham muitas chances naquela sociedade. A dupla deixa o cavalo no estábulo mais próximo e segue em direção a taverna mais movimentada que Ka vira anteriormente. A beleza e as roupas que usava, fazia de Malice um alvo bem fácil para os olhares sacanas de todos por quem ela passava. Recebe vários tapinhas no bumbum e alguns insultos como se estivesse andando desacompanhada. Falando nisso, Ka repara que sua capa frequentemente mudava de cor, as vezes parecendo que havia sumido, até ele observar melhor e perceber que ainda a vestia. Os dois chegam no balcão e Ka pede uma bebida pra si e pra sua amiga. O taverneiro tinha cara de poucos amigos, mas parece ficar mais solícito ao ver o dinheiro sendo pago adiantado. Em troca desse "favor", o elfo com cara de veterano de guerra escora o braço musculoso no balcão em frente a Ka e fala baixinho.
    - Escuta aqui meu rapaz, você e sua namorada vieram aqui atrás de confusão, não vieram? A cara de pau de vocês é enorme e eu respeito sua coragem...

    Quando Ka demonstra confusão, o taverneiro aponta para a placa na parede atrás dele, dizendo que havia uma do lado de fora e que ele provavelmente não prestou atenção. Muito provável que a quantidade de gente lá fora cobriu a vista da placa.
    Spoiler:
    "mestiços e não elfos não são bem-vindos".
    - Eu até entendo a mulher conseguir entrar, porque provavelmente será assediada, mas eu não sei como você entrou sem ser notado. Não costumo ter clientes fêmeas por aqui. Embora me orgulhe do prédio, o baixo nível aqui é corriqueiro.

    Malice toca no ombro de Ka e ele percebe que vários olhos estavam voltados para os dois. Pelo visto a capa realmente só funcionava se Ka estivesse ativamente tentando passar despercebido o que definitivamente não era o caso ali. Um bêbado que acabava de perder uma partida de poker se levanta irritado e olha ao redor procurando um alvo pra aliviar suas frustrações. Ao bater os olhos em Ka e Malice ele grita:
    - Que porra é essa Lothor? Desde quando você serve mestiços nessa bodega? Ai, ô seu merdinha. Perdi o jogo por sua causa. Vou quebrar a sua cara, e fazer sua namorada beijar meu pau pra compensar.

    O taverneiro suspira como se já soubesse que isso aconteceria a qualquer minuto. Nenhum outro cliente parece a fim de impedir a briga. Na verdade pareciam interessados em assistir. Lothor sussurra:
    - Conselho de graça: caia com um golpe e a moça beija o pau dele. Se vocês reconhecerem seu lugar aqui, vão chamar menos atenção.
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    Mensagem por Christiano Keller em Seg Set 02, 2019 11:53 pm

    Ka,

          Quando Malice fala sobre o ocorrido Ka se solidariza, mas não fala nada. Ka sabia que Oribel gostava de dar o cu, apesar de sua preferência pessoal ser a parte oral, gostava de ver o prazer na face de sua parceira. Os homens podem ter poucos orgasmos mas as mulheres podem ter centenas em apenas uma hora e essa era a melhor parte, ver o rosto demonstrar o prazer, fosse qual fosse. Ao escutar Malice falar da vida Ka vai dando trela, mas quando ela fala ser batedora de carteira, Ka começa a ficar atendo aos seus pertences. Porém Ka também estava ali com Malice escorando as costas contra o peito, perna com perna, uma ereção pulsante no balançar do cavalo, o perfume e mãos leves que deveriam ser como seda.
          A taverna estava movimentada, mas Ka sabia que haviam muitas brigas em bares e ter uma ou mais rotas de fuga era algo essencial. Rotas de fuga incluem janelas, buracos no telhado, saídas de lixo e tudo o mais que pessoas comuns pensam que não são uteis e focam apenas em portas como saídas.
          Aonde foi que Ka havia se metido? Uma taverna movimentada que não aceita mestiços. Isso foi um erro de principiante ou uma distração da Malice, é que distração cheirosa e gostosa. Porém era hora de sumir... a moça teria que fugir ou ficaria para pagar uns boquetes no mínimo. Para Ka cair no primeiro golpe poderia significar ficar no chão para ser roubado ou pior, não ficaria para ver o que aconteceria, o medo era maior pois no 1x1 Ka não era um guerreiro e ali não era 1x1.
          Ka faz um sinal com a cabeça suave para Malice torcendo para ela entender que tinha que sair dali. Ka então blefa para poder tentar fugir:
          -- Te pago Lothor. Num sinal de agradecimento, com uma mão puxa um bastão de fumaça, porém fala alto e aponta com a outra mão numa direção da mesa: Perdeu, mas aquilo são cartas no chão! Quando o cara olha, Ka lança o bastão de fumaça então corre para a saída mais próxima, no entanto correria mesmo que ele não olhe. Talvez signifique correr e pular por uma janela, ou correr sobre o balcão na direção da cozinha ou subir pelo teto. O que era importante é que a rota de fuga estava traçada e o medo era um motivador importante.
          Tudo o que importava era sair correndo de lá vivo. Será que Malice conseguiria sair também no meio da distração? Se conseguir, Ka irá tentar procurar por Malice pois tem um coração mole. Uma dúvida que Ka ainda tinha era se a capa poderia funcionar para cobrir duas pessoas, como uma espécie de parede, abrindo os dois braços ou escondendo uma pessoa como quem esconde uma barriga grande ou um boquete com um sobretudo.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Ter Set 03, 2019 3:49 pm

    Ka pensa rapidamente e aproveita-se da distração que tinha em mãos para enganar o bebum e saltar por sobre as mesas, ombros e candelabro até se jogar pela janela, deixando todos estupefatos com aquela agilidade. Já do lado de fora, percebendo que tinha gente no seu encalço, o ladino corre até um beco e usa sua capa para ficar melhor escondido. Ele nota que seu pé estava fora do alcance da capa e portanto visível, como se uma bota tivesse sido jogada ali. Encolhendo-se melhor, percebe ter ficado praticamente invisível, o que responde sua pergunta se poderia cobrir mais alguém. A capa era pequena o suficiente pra cobrir apenas a ele mesmo. Alguns deles entram no beco dizendo que achavam ter visto Ka entrar ali, mas não o encontram e vão embora dizendo que pelo menos pegaram a moça. Alguns minutos depois deixando seu esconderijo, Ka decide passar meio longe da taverna e dessa vez cobrindo sua cabeça com o manto. Pelo visto a moça não teve a mesma sorte que ele e teria uma longa e dolorida noite por inventar de entrar onde não foi convidada. Pelo menos serviu pra mostrar a Ka que ele estava em território perigoso. Como teria sido se tivesse trazido Oribel consigo. Sua amada era de sangue puro, então possivelmente o resultado teria sido completamente diferente. Mas teria sido para melhor? Talvez não. Atenção era algo que Ka não podia chamar. O ladino tenta esquecer o recém-ocorrido, embora sentisse pena da moça e optar por uma taverna menos agitada, não demorando a encontrar outra.

    Offtopic:
    Balance (15)+7=22 Sucesso.
    Hide 6 e 15 (15+10)=25 Sucesso.
    Gather Information (1)+11=12 Falha automática


    Seguindo o plano original, Ka tenta puxar papo com com clientes no balcão e com o taverneiro, mas embora tenha conseguido tirar leite de pedra, nada do que ele escuta é realmente útil para encontrar o seu alvo.
    "- ei, todo mundo, vocês ouviram falar da nova? Tal de Açougueiro Pete chegou na cidade estuprando várias mulheres!"
    "- Ouvi falar que ele mete, fode e arromba todas!"
    "- O cara tem um pauzão grosso e longo do caralho!"
    "- O cara não sabe quando parar!"
    "- Melhor o pessoal ficar de olho nas namoradas, porque esse doido não tá nem ai pra quem ele estupra!"

    "- Casadas, solteiras, jovens ou velhas, ele passa a vara em todas!"

    Ka tenta juntar o pouco do que ouve e raciocina. De fato como cogitou anteriormente, não devia ser alguém que trabalhava com carnes. Era um estuprador que pegava todas. Isso poderia ser dito de qualquer fulano mal intencionado em Onduth.Se Oribel o tivesse acompanhado, seria provavelmente uma vítima. Procurar por vítimas desse estuprador seria uma opção. Difícil seria manter-se incógnito enquanto fazia perguntas sensíveis para as mulheres da cidade. Quais eram as chances de encontrar moças recém-estupradas no meio da rua? Falando nisso, teria sido Malice uma delas? A situação estava complicada. Precisava chamar atenção SEM chamar atenção de  jeito ou de outro. Fantasiar-se de mulher talvez?
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    Mensagem por Christiano Keller em Ter Set 03, 2019 9:39 pm

    Ka conversou com as pessoas e com o pouco que conseguiu criou algumas ideias, porém seu coração mole o faz pensar em Malice. A pobre mulher deveria estar sendo usada e abusada dentro da taverna. Haviam chances de a jogarem num beco ou vala próximo a taverna literalmente fodida. Isso faria com que os homens da taverna não fossem melhores que o Açougueiro Pete, apenas pessoas diferentes logo tal comportamento deveria ser combatido. Este tipo de comportamento seria reportado para Koyaan, mas em seu devido tempo. Por outro lado Malice parecia vítima do tal do Pete, o cara ataca alguém que está sozinha, estupra e vai embora. Ela poderia dar mais informações ou até servir de perfil para vítimas do Pete. Mulheres que andam sozinhas pela região e são alvo de um maluco. Porém quem é o tal maluco e como ele atua? Malice não fora roubada então parecia que ele apenas estuprava suas vítimas. Seria alguém que não poderia fazer sexo por sua profissão ou grupo social? Ka sabia que sentia vontade de fazer sexo quando não fazia e isso poderia ser o gatilho do tal Pete, alguém que não pode fazer até que foge do controle para pegar alguém que está dando sopa. Malice estava sozinha, com pouca roupa e foi atingida na cabeça, isso já entrega muita coisa para ficar de olho.

    Ka resolve passar perto da taverna, mantendo uma distância segura a procura de Malice. Ka sabia que haviam momentos de bondade e de maldade, se ela fosse uma criminosa e estivesse em uma daquelas placas de abuso permitido Ka talvez até a usasse, mas assim só por entrar num lugar e ser diferente isso não era adequado.
    Enquanto ronda a área, Ka coleta informações físicas da cidade. Pontos de observação, ruas, becos, caminhos pelos telhados, locais de interesse e pensava num tipo de plano. De alguma forma Ka teria que atuar como um perseguidor, talvez até escolher uma possível vítima, seguir a mulher, ver Pete fazer seu trabalho e seguir o estuprador de volta para descobrir quem ele é de verdade.
    Certamente Malice já havia recebido sua cota de estupros e mais uma vez Ka se preocupa com ela. Ainda bem que Oribel não estava lá.

    Ka pensa se poderia avisar a guarda da cidade de que os homens da taverna estavam com Malice lá, mas não tinha certeza. Ainda rondava a região procurando por ela, talvez até tentando olhar para dentro da taverna para ver se ela estava lá, porém já fazia tempo que fugira da taverna e acreditava que já haveriam se cansado dela. Porém o que diria pra ela?

    Teria que usar de sua diplomacia e não seria fácil:
    - ela diria que ele a abandonou;
    - que ao fugir eles a fizeram fazer mais coisas que um simples boquete;
    + o fato de Ka dizer que também estava com medo de ser estuprado não adiantaria de nada, Malice fora estuprada diversas vezes;
    + Ka diria que voltou para ajudar;
    - Malice diria que voltou porque se sente culpado, tinha peso na consciência;
    + Ka diria que sim, era verdade o peso em sua consciência o fato de não conseguir salvá-la;
    + No entanto Ka estava ali para tentar ajudar, poderia ter largado ela, mas voltou pois estava interessado em seu bem estar;
    + Ka também admitiria que era um covarde, não luta frente a frente, mas que gosta de pegar as pessoas por trás;
    + Ka também diria que poderia ajudar a matar alguns dos homens se os dois se ajudassem, mas precisaria dela para saber os alvos;

    Na mente de Ka haviam argumentos o suficiente, mas como ela reagiria? Era importante vigiar os pertences já que ela era batedora de carteiras.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Dom Set 08, 2019 7:55 pm

    Ka resolve voltar a taverna, mas observando-a de longe. A mesma continuava movimentada, mas com menos pessoas do lado de fora, o que permite que ele se aproxime em segurança. Olhando pela janela, vê que tudo parecia normal como se Malice e ele não tivessem entrado lá antes. Na expectativa de que talvez pudesse encontrar a moça jogada no beco, o meio-elfo verifica o exterior do prédio e não encontra nenhum sinal dela. Não fazia a menor ideia do que aconteceu com ela e tampouco de sua localização, mas a julgar pelo ambiente, ele sente certo alívio em saber que a meio-elfa provavelmente conseguiu escapar na confusão. Sua mente estava perdida em pensamentos de como responderia, caso visse Malice de novo, mas ao mesmo tempo seu senso de autopreservação o faz verificar seus bolsos a procura de algo roubado. Felizmente estava tudo lá. Ka tenta concentrar-se em sua missão por hora e começa a estudar as áreas próximas. Sentia-se praticamente em casa, pois a Vila Mantis era quase um espelho um pouco melhor cuidado de Dirtmouth. Se tivesse que escapar da cidade como fez da outra vez, talvez tivesse que pegar um atalho ou outro diferente, mas nada muito complicado. Com o plano de ficar a espreita a fim de ver o tal açougueiro agir, Ka leva algumas horas circulando por toda a cidade e logo percebe progresso quando começa a perguntar para as pessoas certas. De fato alguns guardas dizem que estavam a procura desse estuprador há anos, que ele faz temporadas em várias cidades e sumia por algum tempo, dificultando bastante sua captura. Precisaria gastar algumas semanas na cidade.

    Spoiler:
    Offtopic: Captar informações Resultados: (18, 23, 30, 13, 26, 12, 24)

    Após duas semanas investigando todos os ocorridos, Ka passou pelos seguintes incidentes:
    Ka encontra mais uma vítima. Uma jovem que trabalhava no mercado e elogiou sua voz. Cidra fora sodomizada e largada em um beco, com esperma em todos os orifícios e suas roupas rasgadas. Ao ser socorrida ela é incapaz de descrever o estuprador; a visão dela naquele estado é especialmente odiosa pra Ka, visto que a jovem era cordial com todo mundo e não aparentava ser capaz de fazer mal a uma mosca. Contudo, ele precisava partir, pois as autoridades estavam se aproximando.

    Ka II (SP) - Christiano Keller CtZHLUa

    Em outro dia ele encontra duas vítimas, dessa vez com hematomas no estômago e nas costas, além de marcas de tapas nos seios e bunda. Foram esmurradas quando tentaram escapar. O estuprador as fodia tapando suas bocas e puxando seus cabelos. Não ouviram voz, mas arfava bastante. A violência foi tal que ambas alegam terem desmaiado no fim do ato. Lembram de se tratar de alguém grande, alto e forte, com braços musculosos.

    Spoiler:
    Ka II (SP) - Christiano Keller UYvQNEs

    Ka visita bordéis para falar com prostitutas. Elas só topam falar com ele depois de uma boa foda (remunerada, pois o cafetão exigia) e todas elas negam já terem sido atacadas. Embora fossem todas belas, nenhuma tinha o olhar puro de uma mulher que não fosse pervertida. Pelo visto, o estuprador tinha uma preferência.

    Spoiler:
    Ka II (SP) - Christiano Keller ZaG7ccN

    De tanto perguntar por ai, Ka acaba se torna suspeito e ainda não descobre nada por dois dias inteiros. Passados três sem sorte de achar uma nova vítima, Ka já pensava que o rastro tinha esfriado, mas ele encontra uma nova vítima, 'literalmente arrombada' mas que tinha uma pista muito intrigante. Ele encontra um pergaminho enrolado e enfiado no ânus dela. Percebendo a aproximação de pessoas e temendo ser acusado, Ka pega o rolo e vai até algum lugar seguro pra ver o que tinha escrito. O conteúdo não era nada agradável.

    Spoiler:
    Ka II (SP) - Christiano Keller Z1yHpaT

    - Percebi que você anda no meu encalço. Corajoso. Achei que a piranha de Dirtmouth já tinha dado cabo de você. Aquele cu valeu muito a pena. Vá embora. Nem você nem sua namorada me interessam, mas posso mudar de ideia.

    Uma ameaça direta, uma ligação com o passado e uma proposta arriscada, tudo num dia só!
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    Mensagem por Christiano Keller em Seg Set 09, 2019 12:13 am

    Ka estava procurando o cara há alguns dias, mas não é que estava sendo amador no serviço? Ao verificar as vítimas de perto Ka esquece que o estuprador poderia se afastar e observar quem chegava primeiro. Como quando um cachorro marca o lugar, o estuprador marcava suas vítimas e ficava olhando, talvez fosse até um dos expectadores que chegou depois pra dar uma conferida no serviço. Ka não poderia socorrer as vítimas, teria que deixar acontecer e ficar escondido ao redor procurando. Buscando por quem deixou o local ou está nas proximidades. Será que conseguiria lembrar de alguém com as características relacionadas como grande, alto, forte, com braços musculosos que não era dali e possivelmente já haviam se encontrado?

    Ka agora tinha novas informações, esse cara foi o tal "roludo" que comeu a Ochyllyss para entregar onde a Oribel e Ka estavam escondidos mas ainda tinha a letra dele no papel para procurar por alguém com tal caligrafia, ainda mais o fato dele saber escrever também limitava o público. Ka lembrava da frase enquanto Ochyllyss cravava seu peito com o salto e o perfume de rosas no tornozelo "teve que sentir a dor de dar seu cu pra um miserável roludo que morava ali naquela cidade esquecida das deusas". Ka deveria ter visto esse miserável antes e ele não era dali, era da cidade esquecida das deusas. Ka certamente já vira o miserável e ele sabia que Oribel era uma CUrrier. A descrição dos crimes também indica que ele viaja de cidade em cidade.

    Ainda havia a informação de que ele pegava as puras e inocentes. Isso limitava as vítimas e as características de quem Ka poderia observar. Ele também não repetia seus alvos, portanto quando acabassem as "puras" ele iria embora. Ka fica pensando em Ochyllyss e sua pureza, que fizeram o miserável pegar ela. Teria que vigiar alguma pura, mas poderia ser considerado suspeito, precisava desaparecer usando a capa. Porém se o miserável o identificou, sabia de Oribel e havia tentado me ferrar antes. Ka estava com vontade de matar esse cara, mas não poderia fazer isso sem antes contar para Koyaan e a Rainha.

    Não poderia mais fazer perguntas, teria que se esconder e procurar por alguém que fosse pura para acompanhar de longe, bem longe. Talvez precise andar nas ruas disfarçado além de usando a capa. O fato do estuprador arfar poderia ser uma característica física importante, além das óbvias de seu porte. Ele poderia acompanhar o alvo a distância, correr e pegar num local isolado, isso explicaria estar arfando. Também isso poderia ser relacionado ao tempo que ficava fodendo e talvez ficasse cansado, logo se ficasse de longe teria tempo para descobrir o que está acontecendo enquanto o cara fode sua vítima. Pessoas que viajam de cidade em cidade também ficam em pousadas e Ka poderia vigiar algumas ruas mais movimentadas. Agora aqueles que sabem ler e escrever vão limitar ao grupo dos suspeitos. Porém Ka tinha grande chance de ver um rosto conhecido, o que entregaria o tal estuprador. Ka subiria em construções e usaria a capa de forma ativa para se esconder. Mesmo que a pessoa estuprada precisasse de ajuda Ka não chegaria perto, tinha que descobrir quem estava armando pra cima dele.

    Ainda Ka contava os dias para mandar um mensageiro ver se Ochyllyss havia colocado alguma resposta. Enviaria um mensageiro para passar lá no dia 29, outro no dia 35 para não regressar e outro no dia 36.

    Ka também prepara uma mensagem para Koyaan. Escreve tudo o que aconteceu sobre o estuprador, suas evidências coletadas até agora e avisa que ele sabe quem é Ka e quem é Oribel, pois entregou os dois para Ochyllyss. Eventualmente se Ka morresse, havia chance dele ir atrás de Oribel. Ka tentaria descobrir a identidade dele para mandar uma nova atualização, mas precisava avisar que estava fazendo algo.

    Ka sentia o medo de ter sido identificado e do miserável saber de Oribel. Teria que tomar providências para não ser identificado novamente em futuras situações. Pensaria em um disfarce rotativo, trocas de cabelos, barbas, bigodes, nomes falsos e talvez vozes para cada um deles.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Qui Set 12, 2019 12:14 pm

    Ka estava tenso com toda aquela situação, sentindo-se vulnerável e ameaçado com seu inimigo um passo a frente dele em todos os seus movimentos. Tomando nota de tudo o que aprendeu sobre seu alvo até o momento, o meio-elfo também trata de acompanhar os ataques de longe, observando na surdina, a fim de ter pelo menos um contato visual do sacana para confirmar suas suspeitas. A cidade era grande, com várias ruas e vielas. Temendo serem estupradas visto que a notícia corria solta no boca a boca, ficava cada vez mais raro ver moças comportadas saindo sozinhas. Os guardas agora em maior número redobravam sua atenção, parando qualquer pessoa que tivesse alguma característica mencionada pelas vítimas. Muitos elfos saudáveis passavam pelo incômodo de serem interrogados pelas autoridades como suspeitos. Alertas são colocados em cada esquina oferecendo recompensas pra quem capturasse o meliante. Ka lembra das palavras de Koyaan sobre não engajar em combate com seu alvo, mas depois de considerar matar o maldito, algumas duvidas pairam sobre sua cabeça. Seria o motivo de castigar o tal Pete, mais importante do que por um fim em sua carreira de estuprador? Ou talvez o chefe estivesse preocupado com a segurança de seu novo aliado? De um jeito ou de outro Ka sabia que estava se metendo em briga de peixe grande. Koyaan se mostrou capaz de intimidar Ochyllyss que por si só tem a reputação de campeã de arenas. E mesmo assim foi baixou a cabeça pra um procurado real.

    Ka II (SP) - Christiano Keller F6BRDPT

    Do alto dos prédios observando esquinas e becos, e até janelas, Ka havia se tornado o guardião da Vila Mantis. Não tinha percebido, mas a falta de sono somada a preocupação começavam a cobrar seus espólios. Já fazia três dias seguidos que o estuprador não dava as caras, o que aumenta a paranoia de Ka sobre o maldito já ter ido embora. "Não. Ele não pode ter ido ainda", pensa Ka. Falhar na primeira missão seria pior do que qualquer coisa. Tinha informações razoáveis sobre o alvo, mas não podia parar ali quando o assunto havia ficado pessoal. Quarto dia sem ataques, perdendo as esperanças, Ka caminha pelas calçadas da cidade, sua capa fazendo o ótimo serviço de deixá-lo tão idêntico ao ambiente na aproximação de qualquer guarda, simplesmente escorar na parede, já fazia as autoridades passarem batidas por ele. Mulheres começavam a reaparecer, embora aos poucos e ainda assim paranoicas, observando cada vulto ou sombra. Para a surpresa de Ka, eis que ele vê um rosto que lhe era familiar. Uma taverna calma de esquina, com mesas e cadeiras do lado de fora, estava sentada ali ninguém menos que Malice, tomando um drinque e estava acompanhada! Parecia sorridente conversando alegre com a pessoa na mesa. Observando de melhor posição, mas ainda de distância segura, parecia uma mulher só que um pouco diferente, pois possuia um belo par de chifres e uma cauda esguia e bonita que balançava no ar. Um atendente serve as duas, mostrando que ao contrário da taverna anterior, aquela ali parecia não ter nada contra outras raças ou mestiços.
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    Mensagem por Christiano Keller em Qui Set 12, 2019 11:31 pm

    Ka estava um pouco cansado de procurar o tal Pete. Havia um razão clara para Koyaan não perseguir o cara e eventualmente não lutar contra ele, era uma criatura difícil de achar. Pelas descrições de tamanho e força, também deveria ser um tremendo guerreiro. Considerando as possibilidades não exploradas, ele poderia se esconder com algum artefato mágico, usar ilusões ou até usar um disfarce de mulher, talvez uma futanari.
    O fato de Ka procurar por um homem talvez fosse um dos problemas. O tal Pete não era amador, era famoso por fazer isso a bastante tempo então as soluções menos óbvias deveriam ser postas em prática. O combate por outro lado precisava ser evitado a toda a prova. O sentimento de falhar na missão estava presente, tanto quanto o estado de fatiga e desgaste.

    Ka sabia que tinha uma parte de seu coração mole e ao ver Malice fica tentado a chegar perto para conversar. No entanto a amiga de Malice acende uma luz amarela para Ka. Tem o porte físico do Pete e Ka sabe que se alguém quisesse passar a perna nele Malice seria um alvo. Os dois foram chamados de namorados na taverna quando ocorreu o problema a algumas semanas. Por outro lado o Pete sabia de Ochyllyss e portanto de Oribel.
    A própria conversa com Malice, que batia carteiras poderia ser um problema. Ka verifica o que está onde, fecha espaços para mãos leves e se aproxima pensando numa rota de fuga.
    -- Malice, é você? Fiquei muito preocupado e não sabia se você tinha conseguido escapar daquela taverna. Ka está chateado com o que aconteceu mas presta atenção em ambas as pessoas. Você pode me perdoar? E se não o fizer, não a recrimino. Ka poderia conversar com Malice. Será que ela ajudaria a pegar o tal Pete? Talvez a observar as vítimas de um outro ponto de vista? Perdão moça, não queria atrapalhar a conversa de vocês, se conhecem faz tempo? Ka queria confirmar se fazia pouco tempo que se conheciam, o que levantaria as suspeitas sobre Pete ser essa amiga.
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