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    Ka II (SP) - Christiano Keller

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    Ka II (SP) - Christiano Keller - Página 3 Empty Re: Ka II (SP) - Christiano Keller

    Mensagem por Sailor Paladina em Ter 5 Nov - 19:54

    Ka sugere encontrar Ildromi já no dia seguinte e Oribel não se opõe. Na verdade estava ansiosa, afinal, se a aliada de sua irmã perdesse o posto, seria um belo golpe na escalada social dela. Uma pessoa a menos para lhe apoiar no conselho real. Sobre as testemunhas, convidar um dos parceiros de crime não seria uma boa ideia. Todos ali eram low profile e não iriam topar se expor, testemunhando contra alguém, ainda mais da alta classe. A elfa diz que a testemunha poderia ser o próprio marido de Ildromi. Um divórcio iria com certeza arruinar a reputação dela. Seria perigoso pra ele se passar como o amante e ser pego. De qualquer forma, não era algo que seria resolvido num único dia. Ka deveria conhecer melhor a tal mulher, ver o que ela faz tanto e marcar novos encontros. Ka encantado com o cheiro de sua amada, a abraça, beija e comenta baixinho em seu ouvido sobre Koyaan. Oribel faz uma expressão de lembrança. Realmente havia ficado tão chocada com os acontecimentos envolvendo Ochyllyss que preferia esquecer o tanto quanto pudesse. Um elfo adentra a sala com um violino e começa a tocar uma música suave que agrada a todos. Nekobesa e Y'shtoka dançam por alguns momentos. Lobo tenta convidar Mortalha para uma dança, mas a elfa recusa. Estranho tem mais sorte e consegue resultado positivo com Miss Fortuna. Oribel não perde a chance e puxa Ka para dançar também.
    - Isso aqui quase me lembra dos meus tempos de socialite. A diferença é que aqui estamos entre amigos, ao invés de cobras...

    Quando todos voltam aos seus assentos para saborear os binhos e quitutes, a música continuava, com outros temas. Oribel fica conversando com Y'shtoka enquanto Ka resolve abrir papo com seus colegas de trabalho. Estranho e Mortalha não tinham muito a comentar sobre os locais que Ka menciona, dizem que já tinham feitos serviços por lá, mas não gastaram muito tempo conhecendo o lugar. Lobo também diz o mesmo, mas rapidamente troca de assunto, comentando sobre algo muito pertinente que atrai a atenção do meio-elfo.
    - A propósito, Ka. Isso é seu nome ou um apelido? Ah que seja, tanto faz pra mim. Tu tem um rolé com a Ochyllyss né? Cara você tá com a faca e o queijo na mão e fica comendo pelas beiradas. Eu queria ter sua sorte. Vai se foder, sério!

    Ka fica confuso com aquela agressividade, mas ao mesmo tempo curioso com o que o colega queria dizer. Lobo tinha um jeito de falar meio "de gueto" usando gírias. Ele diz que a fama de "pegador" do Ka já era conhecida no submundo e que não sabia como uma elfa tão linda como Oribel aceitava ser traída. Era muito amor mesmo.
    - Cara. Vai na caolha lá e manda ela chupar teu pau. Na moral mesmo. Bota ela pra lamber suas botas. Ela é uma masoquista enrustida. Se tu não botar moral nela, ela vai matar tua namorada só de raiva. Quem avisa amigo é!

    Se perguntando porque ele próprio não fizera isso, Lobo diz que não era tão bonito assim. Além do que, ele era um zé ninguém pra Ochyllyss e a mesma já havia mostrado que tinha uma tara pelo meio-elfo.

    Ka termina o papo com Lobo e resolve ir no mais calado dos presentes na sala. O Shamanista observava a todos, mas rapidamente movia o olhar pra longe ao perceber que trocava de olhares com alguém. Quando Ka se aproxima, o rapaz fica meio nervoso e até 'vermelho' ao ser indagado. O Shamanista diz que nasceu na Velha Londres e não só conhecia a cidade de cabo a rabo, como passava maior parte do tempo no cemitério, tendo aulas com sua mestra Baba-Yaga. Um pouco gago, o elfo indaga Ka sobre suas motivações.
    - A ve-velha Londres não tem esse no-nome por nada. Foi abandonada pela maior parte da po-população *respira fundo*. A Nova Londres é um lugar muito melhor pra se visitar hoje. Vo-você tem ne-negócios por lá? Eu devo ir um dia desses...

    *após concluir conversa com o Shamanista*

    Ka se aproxima da Miss Fortuna. A elfa lança um olhar malicioso de aprovação pra Ka e diz que a sorte dela tava ótima naquela noite. Se perguntada sobre Grayditch a elfa diz que Ka estava com sorte. Ela era nativa de lá e conhecia praticamente todo mundo. Se tinha uma coisa que Ka havia percebido na moça é que ela adorava repetir a palavra sorte. Cabia apenas saber se ela era realmente tão sortuda quanto diziam por ai.

    Se a noite estivesse concluída pro ladino, ele iria repetir o trajeto que fez na primeira vez que pisou em Lacrimosa. Com sorte esbarraria no seu alvo.
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    Ka II (SP) - Christiano Keller - Página 3 Empty Re: Ka II (SP) - Christiano Keller

    Mensagem por Christiano Keller em Qua 6 Nov - 0:04

    Ka,

           Enquanto Ka conversa com o Lobo:
    Lobo escreveu:- Cara. Vai na caolha lá e manda ela chupar teu pau. Na moral mesmo. Bota ela pra lamber suas botas. Ela é uma masoquista enrustida. Se tu não botar moral nela, ela vai matar tua namorada só de raiva. Quem avisa amigo é!
           - Mas ela tem alguma coisa, um artefato mágico que congela as pessoas com a presença dela. Como é que passo pela magia pra dar uma surra de pinto nela? Não posso deixar ela ameaçar Oribel. Ka não podia acreditar que o que o Lobo falava era verdade. Ochyllyss uma masoquista enrustida? Até tinha um sentido, o salto, o perfume, a vontade de torturar, mas e o título de campeã? Diz ai, como sabe isso e a melhor forma de lidar com ela? Não estou muito por dentro do masoquismo. Ka tenta puxar papo para o Lobo falar mais e entregar mais informações. Vou ficar te devendo uma por essa informação. Agora sobre Oribel, bem, eu comeria o cu de todas as mulheres do mundo todo na maldade só pra ficar com ela.

           Com o Shamanista, Ka comenta que também precisa ir para velha Londres, mas também tem outros assuntos para resolver em Lacrimosa. Se forem juntos, poderiam se ajudar. Ka tenta deixar claro que é uma viagem profissional e busca uma forma de combinar o pagamento pelos serviços em ouro ou com furtos. Ka não tá nem ai para as escolhas de cada um, mas se questionado dirá que gosta de mulher, nem curte futanari.

           Quando conversa com Miss Fortuna a retribuição do olhar malicioso ocorre de forma discreta, Ka comenta que precisa ir pra Grayditch um dia destes para ver um serviço então poderiam ir juntos se ela quiser. A sorte parecia ter sorrido pra Ka também naquele momento, ou assim parece. Porém Ka ainda precisava resolver um ou dois problemas em Lacrimosa, Dirthmouth e em velha Londres antes de ir para Grayditch. Certo, não seria em breve, mas fazia parte do processo. Se perguntado sobre a sorte, Ka diria que ela tinha um cabelo escuto e bom gosto pra roupas de couro.

           Após a noite de festa com direito a detalhes adicionais com seus companheiros era hora de combinar com Oribel a abordagem a Ildromi e descobrir o que ela aprendeu sobre Y'shtoka. Ka também comentará o que o Lobo disse sobre Ochyllyss com algumas omissões, no caso sobre o masoquismo, a ameaça para Oribel e como faz para marcar sua presença. Evitará qualquer comentário sobre Ochyllyss ter uma queda por Ka.

           Para abordar Ildromi, Ka pede para Oribel uma roupa que fique bem e que ajude a ficar bem apresentável. Revisa o local que vai caminhar e sabendo que Oribel conhece bem a cidade, Ka pede dicas de locais para se esconder e uma eventual rota de fuga da casa dela. Como agradecimento para Oribel, Ka oferece uma noite de prazer. Um prazer intenso de longa duração apenas para Oribel pois tinha sede de beber os gemidos de amor vindos de sua boca.
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    Ka II (SP) - Christiano Keller - Página 3 Empty Re: Ka II (SP) - Christiano Keller

    Mensagem por Sailor Paladina em Qui 7 Nov - 12:56

    * Conversando com o Lobo Solitário
    Ka aprecia as informações recebidas por Lobo e tenta arrancar algumas dicas a mais. Quando ele fala do item mágico, o elfo olha pro lado, mão no queixo e pensativo. Itens assim costumam ser ativados "a vontade". Provavelmente Ochyllyss só usava em situações específicas, quando acuada ou querendo passar grande impressão. Andar com uma aura de medo ativada o tempo todo por ai seria algo inconveniente até mesmo pra ela. Por acaso ela teria motivo pra usar se Ka estivesse sozinho? Quando Ka confunde os termos sexuais, Lobo dá uma risadinha irônica e diz pra o meio-elfo não confundir sadismo, que era o prazer de dominar e ferir com o masoquismo que era prazer de ser dominado ou sentir dor.
    - Veja só, pra ser campeã de um torneio, ela teve que apanhar pra caralho. Tu acha que ela não gostava? Não estranharia se ela curtisse ser dominada, mas posso estar enganado...

    Lobo diz que era uma situação arriscada, mas se a mulher tava ameaçando a vida de alguém que ele ama, até onde ele se arriscaria pelo bem dessa pessoa?
    - Eu recomendaria ir com um paladino, se tivéssemos paladinos em Onduth. hahahaha! Ou tenta conseguir um item mágico que proteja, sei lá! Mas enfim, bom saber. Vou cobrar hein?

    * Conversando com o Shamanista
    Quando menciona sobre uma parceria profissional e que curtia mulheres, o elfo miúdo coça a cabeça por instantes tentando entender e então suspira aliviado. Ele diz que não esperava outra coisa de Ka, "o conquistador" e que o invejava por isso.
    - Sa-sabe, como pode ver, eu não so-sou exatamente um galanteador. Sofro de extrema timidez e algumas pe-pessoas pensam que eu não go-gosto de romance.

    Ele pede pra falar baixinho no ouvido de Ka e diz que seu coração palpitava de amor por Miss Fortuna, mas jamais diria isso a ela pessoalmente.
    - Irônico como alguém po-pode ser imune ao me-medo, mas não inclui ti-timidez... Mas sim, po-posso te ajudar em Velha Londres. Não te cobraria por isso.

    Ka fala rapidamente com Miss Fortuna ao qual ela responde com um trago na cigarrilha e soltando uma nuvenzinha de fumaça em forma de coração que se dispersa ao tocá-lo. Quando todos vão para os seus quartos, Oribel e Ka se despem indo pra cama e começam os afagos e beijos aquecidos. Ka tenciona falar Ochyllyss, mas assim que diz "sobre a Och...", Oribel tapa os lábios dele com um dedo "Sssh!".
    - Fale de qualquer uma, menos dessa. Eu sugeri que você a encontrasse, mas mudei de ideia. Eu odeio essa mulher. Você pode pegar qualquer uma MENOS ELA.

    Ao falar de Y'shtoka, Oribel diz que conhece muito bem essa noiva de Nekobese. Quando ele caiu em desgraça, perdendo o status e dinheiro que possuia, ela o largou e ficou vivendo de favores na alta sociedade de Lacrimosa. Porém ela sabia que esse tipo de existência não só era humilhante como provavelmente temporário, ainda mais se tratando de uma nekojin, numa sociedade comandada por elfas negras. Foi só saber que o 'ex' estava se recuperando, pra voltar pra ele. Uma puta de uma oportunista. Oribel não sabia o que Nekobese via naquela mulher. A elfa fita Ka nos olhos, o beija na boca com volúpia e sorri.
    - O que eu mais gosto em você é sua origem humilde. Ninguém pode me acusar de estar me aproveitando de você. Nosso amor é legítimo. Quando derrubarmos minha irmã, gostaria que nos mudássemos. Meu maior sonho é ver um luar frente a um enorme lago na superfície...

    Oribel diz que só viu a cena em pinturas, mas adoraria ver isso um dia, quando tudo estivesse terminado. Respirando perto do pescoço de Ka, deixando-o excitado, a elfa começa a cavalgar o falo do meio-elfo, enquanto o beija. Os seios fartos balançando ao alcance de sua língua, excitam Ka, que segura a cintura da amada, dando uns tapinhas na bunda dela pra que cavalgasse mais forte. Oribel então desce deitando de lado e erguendo apenas uma das pernas em L pra que Ka de joelhos a penetrasse mais fundo. Olhos revirados e linguinha de fora, mostravam que Oribel estava nas nuvens. Quando ela diz que vai gozar, Ka se deita sobre a elfa e se segura pra jorrar seu gozo no momento em que percebe Oribel contrair as pernas num orgasmo. O beijo de língua sela o amor firme daquele casal. Visto que Onduth a noite era eterna, quando acordasse bem descansado, Ka poderia partir em seus projetos. Mas não sem antes aproveitar um belo café da 'manhã' trazido na cama por sua amada.
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    Mensagem por Christiano Keller em Qui 7 Nov - 15:30

    Ka,

           As informações do Lobo são interessantes. Ka não havia pensando em bater em Ochyllyss. Já a conversa com o Shamanista foi quase uma piada.

    Oribel escreveu:- Fale de qualquer uma, menos dessa. Eu sugeri que você a encontrasse, mas mudei de ideia. Eu odeio essa mulher. Você pode pegar qualquer uma MENOS ELA.
           - A única que desejo é você. Ka tinha um problema a resolver.

    Oribel escreveu:- O que eu mais gosto em você é sua origem humilde. Ninguém pode me acusar de estar me aproveitando de você. Nosso amor é legítimo. Quando derrubarmos minha irmã, gostaria que nos mudássemos. Meu maior sonho é ver um luar frente a um enorme lago na superfície...
           - Bom, vamos precisar escolher algum lugar. Parece que tem um lago sobre Lacrimosa na superfície, mas não conheço detalhes. Podemos planejar algum lugar diferente também. Sabe que vou atender aos seus desejos. Um lago é uma grande poça de água, mas o céu, esse sim parece um mistério para Ka. Viver no subterrâneo por tanto tempo é bem diferente de viver em um espaço aberto. Ka não pensa em se tornar um fazendeiro ou coisa similar, precisará de uma grana, propriedades ou títulos que rendam grana.

           Quando acorda e vê o café da 'manhã' trazido na cama por Oribel, Ka aproveita o momento. Ficar longe de casa o fez perder estes momentos importantes na vida.
           - Vem cá, você merece um prêmio pelo café da manhã. Ka beija a boca de Oribel, mas parte para o queixo, pescoço e roda até a orelha. Um prêmio gostoso. Ka passa as mãos pelo corpo de Oribel para aumentar sua sensibilidade, os beijos passam da orelha para o pescoço, ombro esquerdo, braço, seio esquerdo e o suga como uma criança faminta. Depois desce beijando a barriga, cintura de um lado ao outro e parte para a perna direita, a coxa até o joelho. Com um olhar de desejo Ka apenas olha para os olhos de Oribel e balança a cabeça num sinal de afirmação. Os beijos descem pela coxa direita até vulva. Cada pedaço do corpo de Oribel precisava de atenção das mãos de Ka, mas ali, a os lábios precisavam de lábios. Um processo lento, dedicado e saboroso acontecia entre as pernas de Oribel. Ka observa a correntinha para ver se estava no lugar. Ka só para ao dar uma ordem para Oribel. Goza pra mim. Ka então leva Oribel à loucura sugando e lambendo cada pedaço de sua vulva.

           Depois de fazer sua higiene e se preparar para encontrar com Ildromi, Ka pergunta:
           - Pareço alguém adequado para falar com a Ildromi? Algo que deva saber sa sociedade alta antes de partir? Ka estava pronto para ir. Confere o mapa e lembra que Ildromi o convidou para um chá um dia destes, bom. O dia chegou.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Ter 12 Nov - 22:41

    Ka aparece arrumado e cheiroso pronto para seguir com o plano e recebe logo um elogio de sua amada fazendo um sinal de ok com a mão e uma piscadela de olho. Oribel diz que Ka não deveria tentar fingir ser alguém que não era. Provavelmente Ildromi esperava alguém humilde e não outro lambe-botas dos quais ela já deveria ter aos montes ao redor dela. A elfa se levanta e dá um abraço e beijo de língua em Ka, desejando-lhe boa sorte. Ka deixaa mansão e enquanto caminha pelo jardim, tem a impressão de estar sendo observado. Por estar em área supostamente segura, ele toma o tempo para observar ao redor e então foca seu olhar num pilar coberto de folhas que sustentava uma pequena estufa com mesas e cadeiras, próxima a uma fonte jorrando água intermitente. Ele percebe uma silhueta se mover por alguns instantes e isso faz com quem estivesse o observando se desse conta de que havia sido percebido. Uma pequena ventania sopra debaixo para cima onde a figura estava, fazendo algumas folhas voarem e eis que o ser misterioso se revela. Não era ninguém menos que a noiva de seu chefe que aparentemente aguardava uma oportunidade para falar com o subordinado a sós. A medida que ela se aproximava, Ka sentia a adaga em seu bolso querer saltar pra sua mão, mas por não haver ameaça real, ela continua guardada. A bela Nekojin para na frente dele e diz algo em sua língua natal, embora não fizesse ideia se Ka a entendia ou não e depois continua na linguagem élfica normal.
    - Hmm, elfinhos bonitos e ingênuos são meus favoritos... Ka, não é mesmo? Lembro de você na festa ontem a noite. Precisa cuidar mais desses olhares libidinosos, querido. Não pode sair galanteando a mulher do chefe na frente dele... faça por trás...

    Offtopic: Percepção 17+3=20 Sucesso.

    Ka não sabia se deveria interpretar aquelas palavras literalmente, mas o corpo daquela mulher e a voz sedutora, o deixaram excitado. Y'shtoka agradece o esforço que o meio-elfo estava fazendo para recuperar a reputação de seu chefe e diz que apreciaria poder lhe pagar com mais do que uma simples bolsa cheia de ouro. A Nekojin observa na direção do pau de Ka, percebendo o volume latejar por baixo da calça e tenciona tocá-lo, mas então muda a trajetória da mão e dá uns tapinhas no ombro dele, dando meia volta e indo embora. Ela diz pra Ka não olhar "agora", mas a esposa dele os observava da janela com a cortina meio aberta. Eles poderiam continuar sua conversa depois, se fosse de interesse do ladino. Ka era realmente um ímã de mulheres, o que as vezes era uma coisa boa e outras vezes nem sempre. Ka coloca o manto sobre a cabeça ativando seus poderes e deixa a mansão para caminhar na mesma rua que encontrou Ildromi a primeira vez. Ele passa algumas vezes pela rua, espera numa esquina, observa a passagem de várias pessoas ao redor, mas nenhum sinal da elfa. Tampouco podia se sentir observado visto que estando semi-invisível, não atraía olhares de pessoas que não eram do seu interesse. Ka decide tomar um drink numa das mesas exteriores de uma taverna próxima e após terminá-lo sem ver seu alvo, já pensava em declarar como dia perdido quando percebe a aproximação da dita cuja, andando sozinha com um pequeno guarda-chuva ornamentado pra completar seu look. Distraída, a elfa atravessa a rua, nariz empinado. Seria uma boa hora pra Ka agir, não fosse a aparição de uma pessoa que sai das sombras e fala com ela. As duas se entreolham, Idrolmi aparentemente oferece uma bolsa pra pessoa e recebe algo em troca. A figura sinistra faz uma reverência e começa a andar em outra direção sumindo de vista. Idrolmi então segue o caminho dela, deixando a área livre pra Ka abordá-la. Um garçom lhe distrai.
    - Gostaria de pedir mais alguma coisa, senhor?
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    Ka II (SP) - Christiano Keller - Página 3 Empty Re: Ka II (SP) - Christiano Keller

    Mensagem por Christiano Keller em Qua 13 Nov - 0:32

    Ka,

           Arrumado e cheiroso, isso era mais do que precisava, porém uma roupa melhor também cairia bem.
           - Por que eu não posso andar arrumado? Não estou fingindo ser outra pessoa, sou eu mesmo fora de um saco de batatas. Após o beijo, Ka responde: Já tenho sorte, tenho você. Ka então deixa o quarto e segue para a área comum.

           Após o papo com Y'shtoka, depois dela ir embora, Ka dá de ombros como se ela fosse louca. Tá dando na lata no meio do lugar, isso não é profissional. Quando Ka a encarou no local que a conheceu pois Ka sabia que Nekobese iria observar e agiu naturalmente como esperado, depois fez um sinal para o "dono" de que ela era gostosa. Ka sabia que Nekobese o vê como galinha ou mulherengo, precisava agir assim para manter a pose. Agora pegar a mulher de Nekobese, isso é outra história, pode prejudicar a situação na casa. Só falta ela resolver pular a cerca e ser pega como Ka deseja pegar suas concorrentes.

           Ao perceber que Idrolmi é abordada por uma figura sinistra Ka sabe que algo está acontecendo.
    Garçom escreveu:- Gostaria de pedir mais alguma coisa, senhor?
           - Obrigado, já vou.
           Ka paga a conta e segue pela rua, certamente alguém entregou uma informação para Idrolmi, talvez de que Ka gostaria de sacanear ela. Era possível achar a outra pessoa? Talvez não. Então Ka remove o capuz para aparecer e passa por Idrolmi num passo apertado. Se ela não o perceber, Ka irá até a esquina e olhará para os lados como perdido, para poder dizer novamente. "Olá" para minha salvadora.
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    Mensagem por Sailor Paladina Hoje à(s) 18:42

    Ka olha na direção da pessoa que havia falado com Idrolmi, mas ela partiu na direção contrária e até podia ser vista ao longe (não agia de modo suspeito), mas se fosse até lá abordá-la, o meio-elfo perderia seu alvo principal. Optando por encontrar a elfa de nariz empinado, Ka tenta uma aproximação específica, mas a mulher não o vê. Ele então tenta nova abordagem o que faz Idrolmi tomar um susto repentino, fechando o guarda-chuva e ativando uma lâmina na ponta de cima. Seu olhar parecia desafiante, mas sua postura era de alguém nervosa que não sabia reagir em combate quando necessário. A adaga sequer treme como fizera quando perto de Y'shtoka.
    - Ah! Não ouse dar mais nem um passo, seu, seu... hm, eu te conheço de algum lugar, não?

    Idrolmi retrai a faca de seu guarda chuva e se aproxima de Ka, dando uma volta ao redor dele, sentindo o cheiro de seu ombro e pescoço, para por instantes o observando de cima pra baixo com os olhos cerrados e então sorri.
    - Oh sim, eu me lembro de você! O mestiço bonito. Parou de andar com a gentalha, eu suponho?

    Spoiler:
    Ka II (SP) - Christiano Keller - Página 3 TwkqiAU

    Idromil sorri pra Ka e suspira com certo pesar, dizendo que o rapaz demorou muito para aceitar sua oferta e que estava muito ocupada cuidando de sua carreira política. Mas então ela olha pro alto, mão no queixo pensativa.
    - Contudo seria um tremendo desperdício, descartar um rapaz tão bonito e galante como você. Uma mulher da minha posição não se pode dar ao luxo de facilitar para a concorrência...

    A elfa entrega um cartão de visitas pra Ka e diz que se ele quisesse discutir negócios rentáveis que fizessem uso de seus talentos naturais, que fosse até a casa dela no dia seguinte. O cartão seria o sinal para os guardas saberem que ele estava sendo esperado.
    - Estarei contando com a sua presença. Se me der bolo novamente, irei tratar como uma ofensa pessoal! Hehehe. - Falo sério!

    Ildromi desliza suavemente sua mão pela face de Ka e dá uma piscadela de olho e num movimento rápido dá uma pegadinha no volume da calça dele dizendo um "humm" de aprovação. Caso Ka insistisse pra apressar algo ou pra conversar mais, a elfa recusaria com pesar. Estava realmente com pressa naquela hora.
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