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    Connor Mcleary

    Wordspinner
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    Connor Mcleary - Página 20 Empty Re: Connor Mcleary

    Mensagem por Wordspinner Qui Abr 28, 2022 11:52 pm

    Connor: Não importa, você sempre foi meu George favorito.

    O tio sempre expressive não demonstra nada por um momento breve.

    Connor: - Isso tá aqui desde sempre?! -

    "Alguém construiu." Sendo óbvio de proposito como se Connor tivesse achado que era uma formação natural. "Antes do primeiro Mcleary botar os pés nessa terra." Ele completa assim que Connor ia falar alguma coisa.

    Connor: Não sei, essa cerveja vai fazer eu vomitar ou me cagar todo?

    "Se você beber demais" ele diz sem nenhuma certeza. "É a minha reserva pessoal, eu nunca fico de caganeira." Ele dá de ombros.


    A cadeira era grande e solida. Um tronco de alguma coisa cortado para isso. O encosto era duro e desconfortável. Ela era toda desagradável e forte. Espetava e pinicava.

    Já a cerveja era uma delicia e descia cremosa pela garganta. Fria como a sala subterrânea. Ela borbulhava rápido e tinha uma espuma doce. Um gosto frutado misturado com torrado. O cheiro não era tão bom. Parecia ozonio e ervas.

    As luzes apagaram com um estalo depois de um tempo. Mais um gole. O barrilete abraçado com a torneira de ferro preta. Mais um gole. No escuro. Nem era incomodo. Era comfortável. Mais confortável que a cadeira. Mais um gole, um dos grandes.

    Ele nem sabe quando os olhos chegaram. Impossíveis de ver. Só dava para sentir, observando ele. Desde quando? Tempo demais.

    O Rahu sentiu os dedos antes mesmo do alerta, antes do arrepio do medo correr a pele dele. Um bafo frio com cheiro de morte é espelido no rosto dele. A pele reage devagar recuando.

    "Seu merdinha arrogante." Os dedos feitos de aço nos seus braços. Os olhos tão perto. "Você não entende porra nenhuma. Só tá respirando por que ele morreu. Todos vocês." Uma corrente elétrica corre os ossos de Connor. Ele sente a mente revivendo pensamentos antes de a voz voltar.

    "Uma buceta?! Eu não sou você! Ela é minha filha..." A voz perde a fúria. Perde a paixão. Desaparece e deixa um gosto amargo e azedo na boca de Connor. Um cheiro azedo e molhado de carne podre e cerveja ruim.

    Connor está sozinho no escuro.


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    Mensagem por Ankou Sex Abr 29, 2022 12:53 am


    Ele sorri pro tio inexpressivo ainda assim, como se aquilo fosse uma brincadeira, já ia anotar no caderninho que ele não gostava de ser chamado de doido, mesmo que fosse verdade.

    No momento que o tio fala sobre a estrutura ele veria um olhar de espanto cobrir o rosto jovem e pálido de Connor - Melhor o museu não ficar sabendo dessa porra. - ele diz pra descontrair, mas devia ser velho pra cacete, séculos, muitos séculos, ainda assim a pedra e a limpeza parecia que tinha sido feito ontem ou quase isso.

    Ele nunca ficava de caganeira também, e nem por isso, mas não sentia saudade nenhuma. - Eu eu me cagar eu limpo, prometo. - ele diz com honestidade, nem tinha coragem de deixar uma belezura daquelas suja de bosta.

    - Hummm, essa é boa. - ele diz com toda honraria que a bebida merece, dando um gole firme - Queria eu que todo remédio tivesse gosto assim. - ele bebe mais um gole, o cheiro era diferentão, pelo menos diferentão do que esperava-se de uma cerveja, fazia a experiência ainda mais engraçada, exótica pra dizer o mínimo, ainda assim ele não dispensa a cerveja boa.

    O escuro priva ele dos sentidos, dá uma falsa sensação de segurança agora, confortável, até que não era mais, não sabia se tinha algo mais ou era só o álcool agindo de verdade sobre um Uratha que não tinha os meios certos pra regenerar mais.

    O corpo dele se arrepia todo quando ele sente os dedos e ouve a voz da coisa - Merrrrrdinha rogante é seu cu! - ele retruca, puto e bêbado, a voz não sai do jeito que ele pretendia, por mais que ele achasse que saía - Cê tem tod razão ça vagab…Vagabunda!!! Traíra do cagalho! Shi fudeu junto! - um soluço uma risada, corajoso igual o diabo por causa do álcool, ele não fazia a menor ideia com quem falava mas podia jurar que era Ariel, Ariel morta, ele tenta se levantar, mas as pernas não obedecem bem.

    Ele bambeia - Que buceta? Filha de quem? Romero Brito? Meu pai? - aquilo tinha parado de fazer sentido, no segundo seguinte ele se perguntava como uma cerveja tão boa podia ter aquele gosto podre, mas ele entende o porque do balde, ele tateia pra não fazer um estrago na cervejaria do tio, até sentir o metal com as mãos, ele vomita tudo que tem, no fim ele ainda força pra terminar de vomitar mais, ele sabe que aquilo era tudo de ruim saindo dele, não sabia explicar as visões, não sabia quem ou o que eram realmente as vozes.

    Ele limpa a baba e um pouco do vômito na manga da camisa não tava nem aí, ele fica de pé no meio da sala com a cara virada pra cima, dava pra sentir o ar da respiração dele bater no teto e voltar sobre o rosto, ele fica ali por algum tempo - Eneno d vedade. - ele fala com ele mesmo e continua buscando ar até se acalmar, não queria levar um susto de novo e arrancar a cabeça do tio por isso.

    Ele espera tempo o bastante pras pernas obedecerem melhor, caminha de olhos fechados tateando sua volta, fica mais fácil quando ele chega na parede da escada, ele bate na madeira da porta secreta. - Tio!? - bate uma segunda vez - TIO!? - ele espera pacientemente, não tinha sido a melhor onda que havia curtido, nem a melhor bebedeira, mas era melhor que nada.

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    Mensagem por Wordspinner Seg Maio 02, 2022 4:03 am

    Ninguém responde no escuro. Mas as luzes se acendem para testemunhar bem o vômito do uratha. Ele sente o corpo todo formigar como se estivesse dormente um segundo atrás. O liquido é escuro e melequento. Azedo. Acido. Tinha cheiro de digestão mal feita.

    O teto era escuro e devolvia o ar para ele. O alcool estava saindo do corpo rápido como sempre, alguns minutos e estaria alto, mais alguns e alegre e dai par frente sóbrio. Ele se sentia seu novo normal. Seu normal uratha.

    O tio demora a aparecer. Suado e sujo do trabalho com a terra. Ele cheirava a fertilizante, leite fresco e terra. "Opa." Ele diz antes mesmo de abrir. Connor ouve o arrastar do esconderijo. A madeira range e a luz do sol alaranjada entra com tudo. "Dormiu legal, hein? Quer ficar pro jantar?" Ele faz estalo com a boca e Tira uma luva com a outra. "Ainda tem uma cama sobrando se quiser ficar pro dejejum." Ele estica uma mão para ajudar Connor a sair.

    Lina estava na entrada assistindo ele sair. O por do sol ao lado dela deixava ela laranja também. Um aceno tímido. Um sorriso amarelo. Ela logo está andando na direção da casa.

    "Gostou? Bebeu demais né?" Ele diz torcendo o nariz.
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    Mensagem por Ankou Seg Maio 02, 2022 4:04 am


    As batidas na madeira eram no barril invés de na porta, ele podia jurar que tinha subido a escada, mas não, tinha alucinado? A cerveja era uma espécie de veneno e remédio, feito pra uratha, dificilmente o tio tinha descoberto aquilo sozinho, devia ser fórmula de quem construiu aquele lugar, guardada pelo vô e entregue a ele, nem sabia, tentava raciocinar qualquer coisa, mas tudo que sentia era o gosto ruim de vômito.

    O corpo volta ao normal, ele dá um sorriso que só faz sentido pra ele, o desconforto é imediato, a pele e carne se arrochando contra os pontos, se adaptando e tentando voltar pro lugar, que só significava que Chloe e Sam havia feito um ótimo trabalho, ainda doía, doía pra cacete, mas menos.

    Ele virou o rostou e cerrou o cenho, a luz incomodando a vista, tempo demais no escuro, tinha chegado lá de manhã, e o sol parecia já no final da tarde - Chessus quant tempo fiquei lá? - ele queria aproveitar os poucos minutos que ainda teria de bebedeira, mas nem teria como - Pera pera… - ele diz voltando e buscando o balde cheio de vômito, não queria deixar aquela coisa lá, ele coloca do lado de fora e aceita a ajuda do tio logo em seguida.

    - Uff - o estômago revira quando o tio menciona comida - Me dá quinz minuts. - ele sai a joga o vômito fora num canto onde ele não vai impregnar o nariz de ninguém, joga água no balde e finalmente volta o deixando dentro do galpão , ele acena pra prima com um joínha e não interrompe a caminhada dela pra dentro da casa.

    Pescoço pra um lado, pescoço pro outro a coisa estala como uma cama velha - Eu vou até o morro e volto pro jantar, passar a noite não sei, o sinal de telefone aqui é horrível. - ele se queixa cutucando a tela do celular, não era pra menos, o lugar era longe da cidade, não longe demais, mas o bastante pro sinal ser ruim.

    A primeira mensagem vai pra Ash, mas não tem celular nenhum envolvido, não era seguro, nada era mais seguro que o mensageiro.

    O lugar das cervejas cheira a morte, alguma coisa ou alguém do outro lado tá querendo vingança. Se queixando de Trovão por coisas do passado e ele ter se livrado do tio Billy. George me convidou pra jantar e passar a noite, se quiser posso ficar por aqui pra ter certeza que tá tudo bem, mas se não sangra eu não posso matar. É isso ou a cerveja preta me fez alucinar.

    A segunda mensagem vai pra Sam essa sim pelo telefone.

    As coisas ficaram complicadas aqui na casa do tio, mas já to bem melhor, não sei se volto pra casa hoje, mas não me espera pro jantar. Pode deixar que eu não vou me esforçar não, e seguir as ordens médicas. Mas fique tranquila eu to sempre de olho, se alguém entrar eu vou saber quando e onde.

    PS: O sinal de telefone aqui é uma merda.

    Ele desce do ponto alto e segue em direção a casa do tio, esperava algum tipo de resposta de Ash, ou talvez ela até fosse aparecer por lá, não sabia, só sabia que não tinha gostado do que havia visto e sentido.

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    Mensagem por Wordspinner Ter Maio 17, 2022 7:26 pm

    Connor: Eu vou até o morro e volto pro jantar, passar a noite não sei, o sinal de telefone aqui é horrível.

    "Para isso que serve o de linha." Ele Faz uma cara que diz que Connor está sendo escravizado pelo telefone. Mas não diz nada no fim.

    A resposta de Ash é bem rápida.

    "O porão secreto do Geo?" A voz fria do mensageiro não indicava muita coisa. "Eu e Maria vamos Fazer uma visita quando ele estiver dormindo. Não se preocupe." Era impossível ler entrelinhas. "O que você fez?" Era impossível saber o tom que a mãe usava, só imaginar.
    --

    Na casa do tio o ambiente era quase igual. Mas agora o fogão a lenha estalava seus últimos suspiros esquecido no fundo. A mesa grande e rústica tinha um monte de nomes rabiscados embaixo que George não se importava em apagar, ele mesmo tinha marcado o seu, mas dizia que tinha sido o outro George. As cadeiras já eram mais modernas e confortaveis. Lina e Kandice estavam arrumando seus pratos enquanto falavam de algum seriado.

    Pure de batatas, carne ensopada, legumes cozidos picados e torta de abobora. Essa ultima estava nas mãos gorduchas da esposa de George, Sally. A televisão ligada no noticiario estava sem som nenhum.

    George já estava sentado e derramava um molho marrom de uma jarra de vidro no próprio prato com a felicidade de uma criança. Tinham oito pratos na mesa, mas não parecia que ninguém mais ia chegar.

    Cheirava a comida. Cheirava do mesmo jeito que já tinha quando a família toda estava reunida ocupando os doze lugares e os sofas também.
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    Mensagem por Ankou Ter Maio 17, 2022 11:30 pm



    - Sério que você tem uma velharia dessas? - o tom é bem humorado, mas ele não se desvia do caminho pro ponto mais alto e nem retruca a indignação do tio com o smartphone.

    Vô apareceu de novo, dessa vez a gente se falou de verdade, ele disse que eu precisava beber a cerveja preta, então eu bebi a cerveja preta, meu corpo tava funcionando mal,apaguei o dia inteiro, botei tudo pra fora, funcionou. Essa coisa tá saindo fora de mão, eu preciso conhecer a Estalos pra ontem, eu sentei naquele toco de madeira que o tio chama de cadeira, alguma coisa a favor dos Anshega ou contra a gente veio até mim, o que pra mim dá no mesmo, cheirava a morte. Alguma coisa que não podia me vencer ou só veio passar o recado, alguma coisa cheia de rancor.

    Era estranho escutar palavras vazias, e ele sabia que as deles soavam tão vazias quanto a dela, mas eles se conheciam a vida inteira, no fundo era como ouvir ela falar, ou pelo menos a cabeça dele entendia assim.

    Ele tava lá mãe, tão claro quanto o tio futucando na lenha do fogão agora. Fumando um charuto, com a mesma cara sisuda, o mesmo cheiro, um paletó risca de giz que eu nunca vi ele usar, mas apostaria minha moto que ele devia ter um assim pra ocasiões especiais não é? Ninguém usa risca de giz hoje, a não ser que seja um hipster ou tenha mais de sessenta anos.

    Era complicado, a situação toda, aquilo podia ser um segredo guardado a sete chaves da alcateia da mãe, e no fim a alcateia sempre tomava maior proporção que o sangue, mesmo que os sentimentos se misturassem, mas era uma coisa que tava fora do controle dela e ele não tinha motivos pra mentir, ela saberia de uma forma ou de outra o que ele havia feito, que ele havia bebido a cerveja que tinha no mínimo um efeito curioso nos uratha.

    O ritual era ainda mais cansativo, pior quando feito com dor e repetidas vezes, não o faria uma quarta vez, o tio já deveria estar se perguntando o motivo dele demorar tanto, mesmo que pra ele o mensageiro fosse fácil e corriqueiro, ele havia aprendido aquela merda antes de aprender a caçar, caçar de verdade.



    Quando Connor entra ele sorri olhando pra todo mundo ali, era como sonhar com o futuro, um futuro que ele queria pra ele, uma mesa cheia de nomes marcados, cheia de memórias, uma família reunida, ele troca uma cadeira moderna por uma desconfortável do lado de fora, mas rústica quase tanto quanto a mesa, era melhor pra aguentar o peso dele.

    - Noite tia. - ele cumprimenta a mulher da casa e chefe da cozinha, ele escolhe um lugar aleatório na mesa pra por sua cadeira, olha pros lugares vazios como se o tio sempre esperasse mais gente pra jantar.

    - Já era hora de eu ter uma refeição decente. - aquilo nem era um cumprimento barato pra tia Sally, ainda que ele soubesse que nada além da carne lhe daria algum sustento. - Devo ter perdido uns vinte quilos nos últimos meses. - ele fala, sério e como se aquilo fosse ruim, muito ruim, ainda que nem parecesse, já que ele parecia maior do que nunca.

    Ele come da comida da tia, come com gosto, tece elogios, pergunta o tio sobre a fazenda e fala mal do vizinho, ri, se diverte de verdade se descolando da própria realidade por um segundo, ele parece satisfeito e se move pro sofá ocupando metade dele, coloca os óculos escuros na cara e fica numa pose sonolenta, mas olha pro outro lado em especial Kandice, já que tudo indicava que ela era de alguma forma ligada a Ariel, ou pelo menos ele imaginava isso, era uma merda saber quem era filho de quem, quando se tinham tantos casamentos internos entre primos e afins, mas lembrava bem da mãe tecendo suas preocupações sobre a menina.

    - Francês é? Eu tenho uma amiga que saca dessas paradas. - as palavras dele vão pra Lina, a cabeça com os óculos escuros pendem pro lado dela e ele os levanta com os olhos normais, os óculos sobre a testa, estranho demais conversar com eles, a não ser que fosse tirar um cochilo, ele diz isso pra atiçar ela, de verdade, mas nem era mentira Chloe realmente sabia falar aquela porra de língua cheia de Rs. Na verdade ficava curioso no que tinha acontecido naquela festinha regada a MD que ela havia se enfiado, o que de verdade tinha feito Brendan perder as estribeiras no galpão, mas não era hora nem lugar de futucar nisso, mas ia ter a oportunidade, Lina era curiosa demais, demais pro próprio bem dela.

    Já ficava mais tranquilo com o fato de que Maria e a mãe estariam no encalço do que quer que havia procurado ele no porão, mas ele não sai da propriedade, ele diz pro tio que vai passar a noite, mas que tá sem sono já que tinha dormido o dia todo, ele espera pelas duas, ele acha melhor assim, melhor pra colocar os pingos nos is, melhor pra não deixar ninguém ali desprotegido.

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