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Prólogo - (Comece por aqui...)

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Mensagem por Mandhros Qui Mar 09, 2023 2:45 pm

Quando a luz, tênue, finalmente dá lugar à pressão e à sensação de afogamento, todo tipo de sensações inundavam o que deveria ser o meu corpo.

Havia cheiro de sangue, fezes e éter, misturado a uma textura de limo, de raízes subaquáticas que se rompiam de uma maneira antinatural. Havia frio, a percepção de um vento cortante que não estava realmente ali, mas gelava a alma. E no meio daquele pântano de sinestesia, dor. Não a dor que se sente com carne e nervos, mas a dor da alma: a vida vista de fora do corpo vinha com a lembrança de um pai encarcerado, uma mãe morte, um amor abandonado e um filho que eu não conheci. Vinha temperada por todo o sangue que escorria das minhas mãos mortas, por cada grito que escutei sem me mover. Também havia cheiro de terra de túmulo, de húmus. Cheiro de carne e ossos queimados.

Em meio àquele turbilhão, ódio. Ódio por ter deixado a vida e por ter sido tão tolo a ponto de colocar tudo a perder.

Ódio por tudo o que perdi realizando um sacrifício nobre.

Quando, finalmente, o casulo se abre para o nada, um não-ar enche um par de não-pulmões, e por puro instinto levo não-mãos ao abdômen, procurando por intestinos fora do lugar.

Abro os olhos, e os rostos dos meus algozes se dissolvem como névoa na sua mente. Mas o turbilhão ainda estava lá, e antes que eu pudesse perceber o que, de fato, estava fazendo, liberto um urro, um grito visceral de dor, frustação, medo e fúria. Um grito de morte.

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHH!

A sensação era de que eu fosse explodir como uma granada, mas se dissolve lentamente quando, de joelhos e curvado sobre o meu próprio tronco, sinto um toque em meu ombro.

Havia um homem ali, ou algo que parecia ser um homem, que tentava me ajudar a sair do que quer que fosse aquilo que me prendia. Ele me ajudou a tirar o sangue e o icor dos olhos, a afastar todo o limo da face, e ver que eu estava no saguão do que parecia ser uma grande estação de metrô.

Encaro meu tronco, incrédulo, quando noto que meus intestinos parecem estar no lugar, apenas para notar minhas mãos, translúcidas, abaixo de meus olhos.

Na minha vida valorizei a todo tempo a minha capacidade de ser racional, de manter as coisas em perspectiva, mas não havia qualquer tipo de ciência ou verdade religiosa que me preparasse para aquilo que acontecia comigo.

Voltando a face, ainda parcialmente enlameada, ao homem que me ajudava, pergunto, sem rodeios:

Onde estou? Que lugar é esse?

E, então, olhando para minhas mãos sujas:

O que aconteceu comigo? Estou morto? Isso é o inferno?

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Mensagem por GM Qui Mar 09, 2023 6:46 pm

@Mandhros

Com o corpo frágil e a mente embotada, Dimitri desperta no Umbral, rodeado por sombras que se contorcem no breu. O barqueiro Virgílio, figura sinistra e enigmática, emerge das sombras, trazendo uma réstia de luz para o desesperado recém-chegado.




Prólogo - (Comece por aqui...) - Página 3 Gm_mak25
Dimitri Petrov



"Onde estou? Que lugar é esse?", questiona Dimitri, com a voz trêmula de medo e perplexidade.

O barqueiro olha para ele com seus olhos sombrios e profundos, e responde com uma voz grave e serena: "Você está no Umbral, caro viajante. É um lugar entre a vida e a morte, onde as almas vagam em busca de um caminho para além deste mundo."

Dimitri olha em volta, observando a paisagem sombria e disforme, com suas formas retorcidas e cores dissonantes. "O que aconteceu comigo? Estou morto?", pergunta ele, com a voz trêmula.


O barqueiro sorri levemente, como se soubesse de algo que Dimitri ainda não compreendia. "Você foi levado pelas águas do Styx, caro viajante. Você atravessou o limiar da morte, mas ainda não chegou ao seu destino final. Você está morto, mas ainda não morto o suficiente para chegar ao seu destino final."

Dimitri fica ainda mais confuso com a resposta do barqueiro. "Isso é o inferno?", pergunta ele, com medo de saber a resposta.

O barqueiro balança a cabeça lentamente, seus olhos sombrios fixos nos de Dimitri. "Eu não tenho todas as respostas que queres, mas o que sei e como sei lhe direi. O inferno é apenas uma das muitas facetas deste lugar, caro viajante. O Umbral é um lugar de muitos horrores e maravilhas, onde as almas vagam em busca de uma nova vida ou de um destino final. Mas não tema, você não está sozinho. Eu sou o barqueiro, pode me chamar de Virgílio, embora esse não seja realmente meu nome, e estou aqui para guiá-lo através dessas águas sombrias."
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Prólogo - (Comece por aqui...) - Página 3 Empty DAVID ANDRADA, USURÁRIO

Mensagem por Ed Araújo Qui Mar 09, 2023 7:27 pm

Prólogo - (Comece por aqui...) - Página 3 SvhFF5p

David Andrada, CEO:

Somente quando a dama pergunta é que me percebo não ter me apresentado ainda.

Ah, sim, sou David Miranda. Prazer em conhecê-la, mademoiselle.

Inclino-me levemente, tomando sua mão e beijando-a delicadamente.

Mais à frente meus "testes" revelam novas habilidades. É incrível, me sinto uma criança tentando andar pela primeira vez. Tento focar na energia vital ao meu redor, tentando percebê-la com mais clareza. Talvez isso me permita interagir com os vivos de alguma forma.

Eu sinto algo perverso ao redor de Monsieur D'Anjou. Eu ouvia a conversa entre ele e Mistress Summer com o casal de enamorados – eles me recordam minha Élea e o que eu perdi, então decido não me aproximar. Então escuto o grito e literalmente voo até a fonte do som, vendo mais um emergir daqueles casulos assustadores. "Virgílio" se apresenta para ele e eu me adianto.

Saudações. Vejo que é mais um recém-chegado a este mundo sombrio. Sou David Andrada e também acabei de... renascer... neste Purgatório. Gostaria que pudéssemos ter nos encontrado em melhores circunstâncias, mas é um prazer.

Estendo a mão, cumprimentando-o.
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Prólogo - (Comece por aqui...) - Página 3 Empty LIZZY, A SOMBRA

Mensagem por Ed Araújo Qui Mar 09, 2023 8:01 pm

Prólogo - (Comece por aqui...) - Página 3 CifPrz0

Lizzy, Sombra de Mirand:

Miranda sente um calafrio que parece roçar sua nuca. Há então uma sensação de carinho – e até mesmo desejo. Uma voz sussurra na orelha dela.

Hm... olhe esse casalzinho alegre e contente! O quão horrível seria se algo desastroso ocorresse com eles... olá, Miranda. Sou Lizzy, sua nova grande amiga... ou mais! Posso ser sua irmã, sua companheira... e sua maior aliada! Não sei se dá pra confiar naquele "Virgílio", sabe. Quem garante que ele realmente quer nos ajudar? Sinceramente, acho que estaríamos melhores sem ele. Nós só precisamos uma da outra.

Off:
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Mensagem por Mandhros Sex Mar 10, 2023 11:32 am


"Onde estou? Que lugar é esse?", questiona Dimitri, com a voz trêmula de medo e perplexidade.

O barqueiro olha para ele com seus olhos sombrios e profundos, e responde com uma voz grave e serena: "Você está no Umbral, caro viajante. É um lugar entre a vida e a morte, onde as almas vagam em busca de um caminho para além deste mundo."

Dimitri olha em volta, observando a paisagem sombria e disforme, com suas formas retorcidas e cores dissonantes. "O que aconteceu comigo? Estou morto?", pergunta ele, com a voz trêmula.


O barqueiro sorri levemente, como se soubesse de algo que Dimitri ainda não compreendia. "Você foi levado pelas águas do Styx, caro viajante. Você atravessou o limiar da morte, mas ainda não chegou ao seu destino final. Você está morto, mas ainda não morto o suficiente para chegar ao seu destino final."

Dimitri fica ainda mais confuso com a resposta do barqueiro. "Isso é o inferno?", pergunta ele, com medo de saber a resposta.

O barqueiro balança a cabeça lentamente, seus olhos sombrios fixos nos de Dimitri. "Eu não tenho todas as respostas que queres, mas o que sei e como sei lhe direi. O inferno é apenas uma das muitas facetas deste lugar, caro viajante. O Umbral é um lugar de muitos horrores e maravilhas, onde as almas vagam em busca de uma nova vida ou de um destino final. Mas não tema, você não está sozinho. Eu sou o barqueiro, pode me chamar de Virgílio, embora esse não seja realmente meu nome, e estou aqui para guiá-lo através dessas águas sombrias."
Por mais que aquele "barqueiro" se propusesse a ajudar, suas palavras não pareciam fazer mais sentido que os gritos que eu ouvia nos hospitais psiquiátricos onde a Mãe Rússia fazia aquelas pesquisas desumanas. Um misto de fúria, dor, frustração e medo invade o meu ser por completo, até que a minha forma finalmente explode.

Quase concomitante à chegada de mais uma sombra, minha forma não-viva pisca seguidas vezes, desaparecendo de onde estava e reaparecendo, aleatoriamente, em diversos pontos do saguão principal da estação de trem, apenas para desaparecer de novo e de novo, até reaparecer no ponto inicial.

Embora, aparentemente, aquele espetáculo bizarro não tivesse levado mais que dois ou três segundos, a nova materialização do corpus, parada no mesmo lugar inicial, estava molhada, como se tivesse transitado, literalmente, por dentro de uma tempestade.

Ergo-me daquela imundície, e minha forma, não mais encurvada, parece ser bem maior que a de Virgílio, mais alta e larga. Em vida eu era um homem forte, e a minha mente tinha essa autoimagem tatuada nela.

Quando a dor e a confusão finalmente cedem um pouco, me permito falar, ainda que visivelmente lutando para manter o controle.

Umbral, uhh... Estou confuso... É difícil me concentrar... Aqui certamente não é o céu... E você disse que é uma das faces do inferno... Onde exatamente eu estou? O que é esse lugar? E que destino final é esse?

No meio dessa conversa estranha, um homem - tanto um homem quanto eu mesmo poderia dizer que era um homem - se aproxima e começa a falar:

Saudações. Vejo que é mais um recém-chegado a este mundo sombrio. Sou David Andrada e também acabei de... renascer... neste Purgatório. Gostaria que pudéssemos ter nos encontrado em melhores circunstâncias, mas é um prazer.

Estendo a mão, cumprimentando-o.
Encaro aquela criatura, incrédulo. Ainda mais quando vejo uma mão semi translúcida, como a minha, estendida na minha direção.

Encaro o recém chegado com um olhar de alguém que viu as piores atrocidades, as piores coisas que uma pessoa pode fazer com outra pessoa, e o analiso como se fosse uma máquina coletora de biometria.

Se eu estava morto e David também, não fazia sentido perder tempo com frivolidades e convenções sociais. Além disso, ele poderia muito bem ser uma das almas infelizes que mandei para este lugar, antes de vir eu mesmo até aqui.

Todavia, velhos hábitos não se perdem facilmente, e há momentos nos quais a racionalidade pura cede lugar à repetição.

Estendo a mão direita, em um cumprimento habitual. E, com o toque do ectoplasma, deixo fluir toda a sensação de fúria, confusão e frustração, como se fosse um choque elétrico.

E eu costumava me chamar Dimitri. Não sei se nomes fazem sentido neste lugar.
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Prólogo - (Comece por aqui...) - Página 3 Empty Re: Prólogo - (Comece por aqui...)

Mensagem por thendara_selune Sex Mar 10, 2023 9:46 pm

Miranda Summer
"Percebi enquanto falava em voz alta que, mesmo quando morrêssemos, era provável que não descobríssemos a resposta de por que estivemos vivos.'



Prólogo - (Comece por aqui...) - Página 3 Madelaine-Petsch-madelaine-petsch-43244699-245-170

Miranda Summer :

 
Falas
       Pensamentos Miranda
      Falas NPCs/PJs



"Ah, sim, sou David Miranda. Prazer em conhecê-la, mademoiselle", disse David.”


Ela agradeceu com um sorriso de volta, tentando manter a calma apesar da situação confusa em que se encontravam.

Mais tarde, no restaurante, Miranda olhava para Aramis com gratidão enquanto ele oferecia ajuda. Ela se sentia um pouco mais esperançosa com a possibilidade de ajudar aquele casal a escapar daquele lugar.


???? ???? ???? ????


Ao ouvir aqueles sons sentia o corpo gelar. Eles correm e vendo aquela cena assustadora que se desenrolou diante de seus olhos ficou sem ação.
Miranda não conseguiu conter um grito de pavor. Seu coração disparou e ela sentiu um frio na espinha. Enquanto os outros tentavam falar com o recém-chegado, Miranda ficou paralisada, com a mão na boca, tentando controlar a sensação de pânico que a invadia. Ela sentiu como se estivesse enlouquecendo, como se tudo aquilo fosse um castigo pelo que ela havia feito em sua vida.

Quando uma voz venenosa e debochada começou a falar, Miranda sentiu a indignação crescer dentro dela. Ela se perguntou como alguém poderia ser tão cruel em um lugar como aquele. Ela se sentiu impotente e frustrada, incapaz de fazer algo para ajudar os outros e impedir o mal que acontecia ao seu redor.
“Não quero ser sua amiga... Não quero nada de você, fique longe de mim...” A voz soou como uma faca cortando o ar. Miranda se afastou dos outros com as mãos nos ouvidos, como se pudesse abafar aquela voz que lhe parecia tão íntima, tão verdadeira em suas palavras. Ela chorou porque concordava com a voz e porque deveria torcer pela felicidade daquele casal, mas ela mesma não havia tido o mesmo direito. A raiva e a tristeza a consumiam por dentro, mas ela  tenta se segurar em um fio de esperança, seu corpo tremer violentamente e Lizzy parece muito mais forte que Miranda.

OFF:  @GM Existe alguma rolagem pra não se deixar levar pela Lizzy que por sinal eu gostei bastante  @Ed Araújo  vamos ver ao longo do jogo como me saio lidando com ela ou aceitando oq ela oferecer HAHA AAAAAAAA E no fds não vou ta disponível pessoinhas então só volto a responder na segunda  Cool



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Prólogo - (Comece por aqui...) - Página 3 Empty Re: Prólogo - (Comece por aqui...)

Mensagem por GM Sáb Mar 11, 2023 9:25 am


O barqueiro Virgílio, com sua capa negra e capuz sombrio, avisa ao grupo que a tempestade que assolava o caminho pelo Umbral Profundo já começa a perder força, indicando que em breve poderão seguir viagem para Estígia. Ele ressalta que enquanto aguardam, têm a opção de ficar na estação, ou explorar o exterior, onde habitam os mortais, também chamados de "breves".

Com sua voz profunda e carregada de mistério, o barqueiro alerta para que tenham cuidado ao se aventurarem entre os breves, pois mesmo sem saberem da existência das aparições, esses seres podem ser perigosos e hostis. Ele menciona também que a presença de aparições entre os mortais pode gerar distúrbios no tecido do Umbral, portanto é preciso ser cauteloso.

O barqueiro se mantém enigmático quanto às razões pelas quais cada aparição é conduzida para Estígia, mas deixa claro que esse é o destino final de todos. Ele enfatiza que Estígia é uma cidade complexa e cheia de nuances, mas ele irá conduzi-los e ensinar como "padecer" na cidade eterna, onde a hierarquia é rigorosamente observada e que, para sobreviver e progredir, é necessário conhecer bem as regras do lugar.


Com um aceno de cabeça e um sorriso sutil, Virgílio se afasta, deixando o grupo entregue às suas próprias escolhas. A estação do Umbral se estende à frente, envolta em uma névoa densa, enquanto o mundo dos breves aguarda lá fora, um lugar desconhecido e cheio de perigos. A decisão é dos personagens.

Depois disso:

O barqueiro se aproxima de Dimitri e, com seriedade em seu rosto, pede que o recém-chegado estenda o braço direito. Se Petrov aceitar, ele com as mãos firmes e experientes, desenha uma marca, usando um artefato semelhante um "tat gun", um equipamento de tatuagens, com um tom escuro de tinta e ectoplasma na pele de Dimitri, o símbolo da Casa de Estígia, chamada Argos (é essa sua guilda mesmo?) que o identifica como um habitante da Cidade Eterna. O barqueiro explica que a marca também é uma proteção contra os espectros, pois em sua maioria são desalentados de atacar ou se aproximar de alguém que carrega a marca das Casas de Estígia, como um repelente de insetos. Com a marca, Dimitri agora é um cidadão da cidade eterna e pode desfrutar dos seus benefícios, proteções e também seguir seus deveres e códigos de conduta.



Prólogo - (Comece por aqui...) - Página 3 Guilda13



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Mensagem por Alexyus Dom Mar 12, 2023 5:21 pm



♫♫♫

Recuperado da importunação daquela sombra malditaa, Aramis voltou a se concentrar na situação ao seu redor.

Dmitri era o nome do recém-chegado, para quem Aramis acenou. Quando o oneiro sinalizou para que Dmitri fosse receber sua marca, Aramis lembrou-se do que combinara e esperou a primeira oportunidade para perguntar:

- Monsieur Virgílio, lá na sala de cima, há dois falecidos que também querem ir para Estígia. Eles podem nos acompanhar quando partirmos para a cidade eterna? 
 
Aramis D'Anjou











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Mensagem por Mandhros Seg Mar 13, 2023 10:37 am

Off: GM, para facilitar o andamento da história, vou assumir que Virgílio repassou todas as explicações sobre as guildas e a servidão/proteção que elas oferecem.

On:

O barqueiro interrompe o cumprimento de David Andrada, e explica que, entre os mortos, há maravilhas de encanto e assombro, que se avolumam de formas que seria impossível no mundo físico, das pessoas - que ele chama de "breves". Virgílio também informa, solene, que há guildas que oferecem proteção em troca de serviços - escravidão, ele disse.

Depois, gasta alguns minutos falando sobre cada uma das guildas e sobre a cidade esterna de Estígia.

Não que aquilo tudo tão estranho assim. Há muitas formas de se ser um escravo no mundo moderno, e poucas delas se confundem com a noção "clássica" da servidão. No fundo, ninguém é livre de verdade. Há sempre uma estrutura maior - e muitas vezes mais perversa - ditando quem você deve ser, como deve se vestir, se portar, etc.

Senti na pele, muitas vezes, como o governo russo podia atuar de modo a garantir a serviência das pessoas sem que jamais sequer utilizasse a palavra escravidão. Bastava uma proposta indecente, uma opção impossível, e éramos todos peões em um tabuleiro de xadrez, nas mãos de alguém que dificilmente mostrava o rosto.

As coisas são como são.

Quando Virgílio finalmente interrompe sua palestra, estendo a ele o braço direito para que fosse feita a marca.

Eu nunca tive um lar, na acepção mais pura da palavra. Argos vai servir, eu acho.

Enquanto ele ainda produzia a marca, interrogo:

O que foi aquilo que aconteceu comigo? Eu tive a sensação de estar aqui e fora, ao mesmo tempo... E essa tempestade... Não se parece em nada com as tempestades que conheço.
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Mensagem por Alexyus Ter Mar 14, 2023 9:08 pm

David escreveu:Saudações. Vejo que é mais um recém-chegado a este mundo sombrio. Sou David Andrada e também acabei de... renascer... neste Purgatório. Gostaria que pudéssemos ter nos encontrado em melhores circunstâncias, mas é um prazer.

Assim que disse isso, David enxergou algo que era parte de si mesmo, mas que era destrutivo,  já o destruíra uma vez, e não morrera junto com ele.

Sombra de David:

O rosto estava tal qual David vira pela última vez, antes do funeral de Thierry.

- É claro que sente prazer, não é, papai? Você sempre gostou de pessoas confusas e perdidas que você pode guiar. Mas você sabe para onde vai? Acha que há salvação para alguém como você? Será que você consegue cuidar de alguém depois de morrer como um fracassado que desistiu?

Até a voz era a mesma do filho. Mas Thierry nunca falara assim com ele. Não que eles conversassem muito. Mas Thierry não tinha esse nível de oratória articulada. Ou talvez tivesse e David nunca soubera.

- Para onde vai levar esse carro desgovernado, papai?
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Mensagem por GM Qua Mar 15, 2023 7:16 pm



@Alexyus


Sim, eles podem acompanhá-lo até Estígia, mas é importante lembrar que você assumirá a responsabilidade por eles. Como eles ainda não possuem marcas de guilda, estarão sob sua tutela enquanto estiverem em Estígia. Isso significa que você deve compreender as implicações e responsabilidades envolvidas nessa proteção e orientação. Como tutor, você deve garantir que seus protegidos se familiarizem com as regras e costumes locais, bem como com os princípios das guildas, mesmo que você ainda não os compreenda completamente. Isso irá prepará-los para uma possível adesão a uma guilda no futuro, além de evitar conflitos e mal-entendidos durante sua estadia na misteriosa cidade-estado de Estígia. Lembre-se de que qualquer problema ou desvio de conduta envolvendo os indivíduos sob sua responsabilidade recairá diretamente sobre você, por isso é importante estar atento e ser proativo em sua orientação. Tenha em mente que, como tutor, você tem um papel importante na formação desses indivíduos no mundo dos mortos, então trate essa responsabilidade com seriedade e dedicação.


@Mandhros


Dimitri, o que aconteceu foi que sua forma fantasmagórica não estava completamente estabilizada e sincronizada com o ambiente ao seu redor, devido a uma abertura incompleta e incorreta de um Nihils ativado, por sua habilidade chamada pulsar e também por uma morte muito traumática. Isso fez com que você se teleportasse aleatoriamente pelo saguão da estação, incluindo a passagem por uma tempestade que estava ocorrendo no plano etéreo. Embora a experiência possa ter sido desconcertante, é importante destacar que essa habilidade pode ser bastante útil, uma vez que você a aperfeiçoe através do treinamento. No entanto, é preciso ter em mente que o controle dessa habilidade requer um grande domínio das técnicas de viagem no Umbral, bem como uma compreensão mais profunda dos Nihils e dos portais etéreos. Como você pôde ver, há riscos envolvidos em sua utilização inadequada, e é importante que você tenha bastante cuidado e treine bastante para dominar plenamente essa habilidade. Eu mesmo possuo a habilidade pulsar, e posso afirmar que ela é uma ferramenta extremamente útil em várias situações. Mas para que você possa desfrutar de seus benefícios, precisará investir tempo e esforço em seu treinamento.



Em Aparição, o Limbo, Nihils são pontos de ruptura entre a realidade e a sombra. São áreas onde a barreira entre o mundo dos vivos e dos mortos é mais fraca, permitindo que a sombra se manifeste mais facilmente. Esses pontos de ruptura são formados quando uma aparição realiza uma ação que gera uma grande quantidade de angústia, medo ou violência. Os Nihils são áreas perigosas e imprevisíveis, onde a sombra pode facilmente tomar controle da situação. Porém, aparições habilidosas podem utilizar os Nihils como portais para se moverem rapidamente pelo Umbral, podendo até mesmo atravessar paredes e outros obstáculos. Algumas habilidades das aparições, como o pulsar, permitem que elas abram temporariamente um Nihil, possibilitando a passagem para o outro lado. Porém, essas aberturas devem ser feitas com cuidado e precisão, pois um erro pode levar a consequências catastróficas. É importante você perceber que... A realidade não é sólida, particularmente não nas Terras das Sombras. As Terras das Sombras estão constantemente se dividindo e se quebrando e onde o tecido desta parte do Mundo Inferior se rasga, a Tempestade passa. Por definição, um Nihil é um rasgo nas Terras das Sombras, permitindo acesso à Tempestade abaixo. A maioria dos Nihils são eventos únicos, embora muitos sejam abertos e fechados em ciclos regulares, ou por eventos onde há muita dor, sofrimento e angústia. Alguns poucos estão permanentemente abertos; estes são muitas vezes fortemente guardados por quaisquer aparições que morem nas proximidades. Assim como um Nihil permite um acesso da aparição nas Terras das Sombras à Tempestade, ele pode dar aos moradores da Tempestade uma saída. De fato, os Carrascos fazem algumas de suas melhores caçadas na boca de Nihils na Tempestade; Espectros tendem a se agrupar em torno dessas aberturas em uma espécie de perversa expedição de pesca para presas. Nihils aparecem como poças de escuridão negra nas Terras das Sombras. Eles podem abrir em qualquer lugar: poços de elevador, sob cadeiras de balanço, em cantos cobertos de teias de aranha ou no meio de ruas movimentadas. Geralmente eles não têm mais do que alguns centímetros de largura, mas alguns podem ter pés ou até metros de diâmetro. Rumores quanto aos estranhos poderes de Nihils abundam; alguns dizem que olhar para eles causa alucinações ou fortalece a Sombra. Afinal, a advertência contra a contemplação do abismo foi emitida há muito tempo, no mundo dos vivos.





Prólogo - (Comece por aqui...) - Página 3 Nihils10



Exemplos de Nihils e Portais Etéreos (de diversos tipos):





Prólogo - (Comece por aqui...) - Página 3 Gm_mak26






Prólogo - (Comece por aqui...) - Página 3 Crysta10






Prólogo - (Comece por aqui...) - Página 3 Fanybr10






Prólogo - (Comece por aqui...) - Página 3 Miguel10






Prólogo - (Comece por aqui...) - Página 3 Tohoho10



@thendara_selune

Sim, você pode fazer um teste de psique. Quando a sombra deseja tomar o controle da aparição do jogador em Aparição, o Limbo, é realizado um teste de psique/força de vontade. Esse teste é feito para determinar se a aparição tem força de vontade suficiente para resistir ao controle da sombra. O teste consiste em rolar o número de dados de psique/força de vontade do personagem contra o número de dados de angústia da sombra. Cada sucesso no teste representa uma vitória da aparição sobre a sombra, e cada falha representa um avanço da sombra em direção ao controle completo. Se a sombra conseguir obter um número de sucessos maior do que a aparição, ela assume o controle do personagem e passa a agir de acordo com seus próprios objetivos e desejos. Se a aparição conseguir mais sucessos, ela mantém o controle de si mesma e pode até mesmo tentar subjugar a sombra e afastá-la temporariamente. É importante lembrar que a sombra pode acumular dados de angústia temporária ao longo do tempo, através das ações do personagem e do narrador, e que esses dados podem ser usados em futuros testes de psique/força de vontade. Portanto, é fundamental que os jogadores estejam atentos ao seu estado emocional e evitem ações que possam fortalecer a sombra. Respondi sua dúvida?


Esqueci de alguma coisa? Não? Sim, o que? Eu preciso saber se vão para fora da estação ou simplesmente esperam para ir a Estígia?



Eu tenho a seguinte sugestão de roleplay:




"O barqueiro, com um sorriso enigmático no rosto, esperou pacientemente pela resposta dos viajantes. Ele sabia que a decisão de ir para fora da estação ou esperar para seguir em frente era importante, e por isso aguardou com atenção enquanto as aparições conversavam entre si. Miranda, sempre animada, sugeriu a ideia de explorar os arredores da estação, enquanto Aramis e David concordaram que seria uma boa oportunidade para conhecer melhor o mundo dos mortais, ou "breves", como eram chamados no Umbral. O barqueiro assentiu, indicando que essa era uma escolha sábia, mas alertando-os para serem cautelosos ao interagir com os vivos, pois nem todos estavam dispostos a lidar com aparições. Dimitri e Andrada, ainda um pouco atordoado pela experiência recente, concordou em seguir o grupo, confiando na liderança de Miranda. O barqueiro lhe deu um olhar encorajador, dizendo que não havia problema em levar um recém-chegado para explorar o mundo exterior, desde que fosse acompanhado por aparições experientes. Com a decisão tomada, o barqueiro indicou que a tempestade já estava diminuindo e que logo seria possível seguir em frente para Estígia. Ele então pediu que todos se preparassem, tanto física quanto mentalmente, para a jornada que estavam prestes a fazer. Com uma breve pausa, o barqueiro olhou para cada um dos viajantes e disse: "Lembrem-se, não importa o que encontrem em Estígia, mantenham a mente clara e a força de vontade forte. A sombra pode tentar tomar o controle, mas é vocês que possuem o poder de resistir. Mantenham-se firmes e nada poderá detê-los."






Independente da escolha é importante lembrar que o sistema/cenário de jogo é apenas uma estrutura e as escolhas e ações dos jogadores são o que tornam a experiência única e emocionante. Embora as regras/enredo forneçam diretrizes e limitações para o jogo, é sempre possível adaptar e modificar as situações de acordo com o que os jogadores consideram mais apropriado para sua história. Cada jogador tem liberdade de decidir como deseja interpretar seu personagem e como eles reagem às situações apresentadas. Eu apenas sugiro opções. As escolhas que fazem e as ações que tomam podem levar a novas possibilidades e desenvolvimentos imprevisíveis na trama. Além disso, os jogadores podem ser criativos e introduzir novos elementos e personagens* para a história, trazendo novas camadas de complexidade e emoção. O mestre do jogo está presente para orientar e facilitar a experiência dos jogadores, mas a decisão final e a responsabilidade pelas ações são deles. O objetivo é criar uma história envolvente e única, em que cada jogador sinta-se imerso e conectado com o universo criado. Por isso, é importante que cada jogador tenha voz e espaço para expressar sua criatividade e contribuir para o jogo. Todos são importantes. A palavra escrita na tela de um PC é muitas vezes fria, mas pode ter a certeza que eu estou lendo tudo, pensando e imaginando cada possibilidade e torcendo para cada jogador ou PdJ. Eu não quero que a sombra sucumba ninguém, mas eu preciso ser fiel ao fluxo narrativo do cenário. Os perigos são constantes, não precisam testar para ter certeza. Agora é com vocês!

*(como Samuel e Alice, eu não planejei que vocês os ajudariam, mas achei interessante essa possibilidade, por isso quero ver no que vai dar.)


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Prólogo - (Comece por aqui...) - Página 3 Empty Re: Prólogo - (Comece por aqui...)

Mensagem por Alexyus Sex Mar 17, 2023 8:13 pm



♫♫♫

Sim, eles podem acompanhá-lo até Estígia, mas é importante lembrar que você assumirá a responsabilidade por eles. Como eles ainda não possuem marcas de guilda, estarão sob sua tutela enquanto estiverem em Estígia. Isso significa que você deve compreender as implicações e responsabilidades envolvidas nessa proteção e orientação. Como tutor, você deve garantir que seus protegidos se familiarizem com as regras e costumes locais, bem como com os princípios das guildas, mesmo que você ainda não os compreenda completamente. Isso irá prepará-los para uma possível adesão a uma guilda no futuro, além de evitar conflitos e mal-entendidos durante sua estadia na misteriosa cidade-estado de Estígia. Lembre-se de que qualquer problema ou desvio de conduta envolvendo os indivíduos sob sua responsabilidade recairá diretamente sobre você, por isso é importante estar atento e ser proativo em sua orientação. Tenha em mente que, como tutor, você tem um papel importante na formação desses indivíduos no mundo dos mortos, então trate essa responsabilidade com seriedade e dedicação.

Aramis foi pego de surpresa por essas considerações, e entabulou uma pergunta:

- Por que você não pode dar uma marca para Alice e Samuel como deu para nós? No que eles são diferentes de nós quatro que acabamos de chegar?

Mesmo que o oneiro não respondesse, Aramis estava disposto a bancar a ida de Samuel e Alice a Estígia, não apenas para ter mais companhia afinal havia força nos números, mas também para contrariar a sua sombra intrometida.

Após aquela resolução, Aramis voltaria à questão da exploração dos arredores. Ele não pretendia sair da estação antes de fuçar em todos os cantos do lugar, explorando as diferenças daquela estação para a do mundo dos vivos, embora ele mesmo não tivesse conhecido o lugar enquanto estava vivo. 
 
Aramis D'Anjou











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Prólogo - (Comece por aqui...) - Página 3 Empty Re: Prólogo - (Comece por aqui...)

Mensagem por GM Sáb Mar 18, 2023 10:38 am



Virgílio, o Barqueiro, responde a pergunta de Aramis com um tom calmo e ponderado: "A diferença, meu caro, é que vocês quatro acabaram de chegar, são novos no Umbral. A marca de guilda é um sinal de pertencimento e proteção. Nós, membros, da Hierarquia, temos a responsabilidade de recrutar e proteger novos membros que chegam ao Umbral. Porém, Alice e Samuel já estão aqui há algum tempo, eles não são mais novos e não fazem parte da nossa responsabilidade de recrutamento. Além disso, cada guilda tem seus próprios critérios para aceitar novos membros e conceder marcas. Como eles já são aparições velhas, precisamos primeiro consultar a guilda apropriada para verificar se há possibilidade de receberem uma marca e o que precisariam fazer para isso. Compreende?"


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Mensagem por Mandhros Seg Mar 20, 2023 11:42 am


Dimitri, o que aconteceu foi que sua forma fantasmagórica não estava completamente estabilizada e sincronizada com o ambiente ao seu redor, devido a uma abertura incompleta e incorreta de um Nihils ativado, por sua habilidade chamada pulsar e também por uma morte muito traumática. Isso fez com que você se teleportasse aleatoriamente pelo saguão da estação, incluindo a passagem por uma tempestade que estava ocorrendo no plano etéreo. Embora a experiência possa ter sido desconcertante, é importante destacar que essa habilidade pode ser bastante útil, uma vez que você a aperfeiçoe através do treinamento. No entanto, é preciso ter em mente que o controle dessa habilidade requer um grande domínio das técnicas de viagem no Umbral, bem como uma compreensão mais profunda dos Nihils e dos portais etéreos. Como você pôde ver, há riscos envolvidos em sua utilização inadequada, e é importante que você tenha bastante cuidado e treine bastante para dominar plenamente essa habilidade. Eu mesmo possuo a habilidade pulsar, e posso afirmar que ela é uma ferramenta extremamente útil em várias situações. Mas para que você possa desfrutar de seus benefícios, precisará investir tempo e esforço em seu treinamento.
Quanto mais Virgílio falava, mais eu me sentia como uma criança que aprendia a andar. Todos os anos de treinamento árduo enquanto vivo, todo o empenho e sofrimento, aparentemente, não me serviriam de nada neste novo estágio de existência.

No momento no qual ele menciona a possibilidade de viagem umbral, imediatamente algo me ocorre. Começa como um sentimento acalentador, que imediatamente começa a evoluir para um medo real e frio. Meus cabelos se arrepiariam, se eu ainda estivesse realmente vivo.

Antes de decidir o que fazer dali em diante, lanço um último questionamento ao barqueiro, tão direto quanto possível:

Você falou em morte traumática e em viagem umbral. Agora me lembro... Eu morri para proteger três pessoas. Eu posso viajar até elas? Posso vê-las? Preciso saber que estão bem!
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Prólogo - (Comece por aqui...) - Página 3 Empty Re: Prólogo - (Comece por aqui...)

Mensagem por GM Ter Mar 21, 2023 10:27 am




Eu, Virgílio, o barqueiro de Aparição o Limbo, escutei com atenção a pergunta de Dimitri e compreendi o seu desejo de encontrar as pessoas que protegeu em vida. Com uma expressão calma, respondi:

"Dimitri, é possível sim que você veja as pessoas que protegeu em vida. Se elas ainda estiverem vivas na terra da carne, podemos empreender uma expedição para encontrá-las, todavia os arcontes das guildas tem que dar seu aval. Contudo, se já estiverem mortas e no umbral, podemos verificar nos registros na Segunda Biblioteca de Alexandria em Estígia."

"A vida após a morte é um mistério e todos tem que ter um período para adaptação, mas sei que sua preocupação com seus entes queridos é genuína. Suas ações nobres e corajosas em vida não foram em vão e tenho certeza de que as pessoas que você protegeu se orgulham de você. Se elas ainda estiverem vivas, tenho fé de que estão bem e em segurança, pois você as protegeu com sua própria vida."

"Mas lembre-se, Dimitri, que a jornada após a morte é única para cada indivíduo e não posso garantir que vocês se encontrarão novamente. O que eu posso garantir é que você encontrará a sua paz e um lugar no reino dos mortos, se seguires meus conselhos. Portanto, se for de sua vontade, podemos buscar pelas pessoas que você ama na terra da carne ou no umbral, mas lembre-se de que o destino final de cada pessoa está nas mãos das Parcas (ou Moiras), tecelãs da fortuna."







Prólogo - (Comece por aqui...) - Página 3 Gm_mak29

Prólogo - (Comece por aqui...) - Página 3 Gm_mak30

Prólogo - (Comece por aqui...) - Página 3 Gm_mak28




As Parcas, as temidas tecelãs do destino, não se encontram em nenhum lugar específico do reino dos mortos. Elas estão protegidas dos deuses e dos homens em um local oculto, que só pode ser acessado por aqueles que conhecem o caminho e as portas certas, mas algumas lendas dizem que as Parcas habitam uma caverna profunda e escura, localizada nas profundezas do rio Styx. Para alcançar este lugar misterioso, é necessário navegar por águas turbulentas e enfrentar inúmeras provações, incluindo monstros do mar e tempestades mortais. A jornada é perigosa e poucos são os que ousam tentá-la. Uma vez dentro da caverna, é preciso atravessar um labirinto de túneis escuros, iluminados apenas por tochas que queimam eternamente. As paredes são feitas de pedra escura e o ar é pesado e úmido. Os sons das teias das aranhas que habitam o local ecoam nas paredes, criando uma sensação de medo e mistério. Finalmente, após superar todos os desafios, aqueles que chegam à sala das Parcas encontram elas sentadas em seus tronos, como eternas abelhas rainhas, servas da grande colmeia da vida, tecendo as linhas do destino em seus teares mágicos. Seus olhos brilham com uma luz sobrenatural e seus cabelos são feitos de fios de prata e ouro. Aqueles que aqui entram, não podem se aproximar muito, pois as Parcas são protegidas por guardiões, ordenados por Sandman, um dos Perpétuos e senhor do Sonhar, que zelam pela segurança delas e do tecido do destino. Mas, mesmo a uma distância segura, é possível sentir a aura de poder que emana delas, e que faz com que todos os seres do reino dos mortos e dos vivos se curvem diante delas em respeito e temor.







Prólogo - (Comece por aqui...) - Página 3 Sandma11


Virgílio se afasta do grupo e fica em pé, com seu capuz, e olhar no infinito, aguardando as ações das outras aparições e/ou a tempestade amainar.
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Mensagem por Mandhros Ter Mar 21, 2023 11:45 am


"Dimitri, é possível sim que você veja as pessoas que protegeu em vida. Se elas ainda estiverem vivas na terra da carne, podemos empreender uma expedição para encontrá-las, todavia os arcontes das guildas tem que dar seu aval. Contudo, se já estiverem mortas e no umbral, podemos verificar nos registros na Segunda Biblioteca de Alexandria em Estígia."

"A vida após a morte é um mistério e todos tem que ter um período para adaptação, mas sei que sua preocupação com seus entes queridos é genuína. Suas ações nobres e corajosas em vida não foram em vão e tenho certeza de que as pessoas que você protegeu se orgulham de você. Se elas ainda estiverem vivas, tenho fé de que estão bem e em segurança, pois você as protegeu com sua própria vida."

"Mas lembre-se, Dimitri, que a jornada após a morte é única para cada indivíduo e não posso garantir que vocês se encontrarão novamente. O que eu posso garantir é que você encontrará a sua paz e um lugar no reino dos mortos, se seguires meus conselhos. Portanto, se for de sua vontade, podemos buscar pelas pessoas que você ama na terra da carne ou no umbral, mas lembre-se de que o destino final de cada pessoa está nas mãos das Parcas (ou Moiras), tecelãs da fortuna."
Parece que Virgílio tinha uma compreensão apenas parcial do que eu tinha, efetivamente, feito, ou preferia se fazer de desentendido.

Era certo que eu tinha dado a minha vida para salvar meu pai, Yanna e o bebê não-nascido, mas isso não significava que eles soubessem disso. Em especial Yanna... Se ela tivesse conhecimento sobre quem eu era de verdade, sua vida corria risco. Para ela, eu era não mais que um namorado que desapareceu do dia para a noite - ou, ao menos, assim eu esperava.

Com meu pai, as coisas eram um pouco mais complicadas.

Ele conhecia o sistema e, provavelmente, deve ter imaginado o que aconteceu. Talvez não com todos os detalhes mais sórdidos, mas certamente tinha uma ideia geral.

Virgílio fala em localizar os vivos e os mortos, e isso finalmente me confere um objetivo, preenche minha alma com verdadeira obsessão: eu precisava saber, tinha que descobrir como estavam meu pai, Yanna e meu filho não-nascido. Não importava o preço a pagar por isso. Eu precisava protegê-los, custasse o que custasse.

Pois, bem Virgílio, eu quero... Eu PRECISO vê-los. Preciso zelar por eles.

Havia também a questão de meu inimigo... Uma vez mais, eu precisava saber se ele estava vivo ou morto, precisava tê-lo em mira, para que ele não tivesse chance de machucar minha família...

... e há mais uma pessoa cujo destino eu preciso conhecer.

Você falou em aval de arcontes e de uma biblioteca... Preciso de ambos. Preciso AGORA.

Minha própria forma oscila, como uma onda, rápida, de modo a demonstrar minha obstinação e urgência.

Olho para a porta do saguão da Estação de Trem, e lanço uma última palavra ao Barqueiro.

Apenas me indique as direções, por favor. Não tenho tempo a perder.
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Prólogo - (Comece por aqui...) - Página 3 Empty Re: Prólogo - (Comece por aqui...)

Mensagem por GM Qua Mar 22, 2023 9:50 pm



Dimitri, é imperativo compreender que os confins do mundo dos mortos não se assemelham às concepções terrenas que você tão carinhosamente alberga. Encontro-me além da eternidade, onde apontar caminhos como se faz na esfera carnal dos efêmeros é um exercício fútil e desprovido de significado.




Prólogo - (Comece por aqui...) - Página 3 Mapa_n10



Aqui, as grandezas vetoriais e coordenadas cartesianas são meras abstrações inúteis, incapazes de capturar a essência do plano etéreo. Este domínio não se desdobra como um espaço contínuo e unificado, mas como uma tapeçaria de pontos intercalados por vórtices que conduzem ao infinito e a singularidades espirituais, reminiscentes de buracos negros feitos de ectoplasma e corpus necrótico.




Prólogo - (Comece por aqui...) - Página 3 Plano_10



Neste reino, inúmeros tempos e aeons coexistem em um eterno presente. O que você deve fazer, Dimitri, é apaziguar sua mente e concentrar-se em alcançar Estígia. Não há outra via senão esta. Contudo, você tem a liberdade de deixar a estação e empreender a busca por si mesmo, mas esteja avisado: tal empreitada será infrutífera e o privará da oportunidade de ser guiado com segurança através da tempestade.




Prólogo - (Comece por aqui...) - Página 3 Astral10



A decisão, Dimitri, jaz unicamente em suas mãos. Pondere com diligência e escolha o caminho que melhor lhe aprouver.


@Alexyus
Aramis, o bardo movido pela curiosidade começou a explorar a estação, adentrou os confins da estação de trem abandonada, onde sombras espreitavam e o ar pesado carregava a melancolia de um tempo há muito esquecido. A luz vacilante das lanternas lançava sombras fantasmagóricas nas paredes de pedra, enquanto a quietude sepulcral da noite envolvia a estação.




Prólogo - (Comece por aqui...) - Página 3 Gm_the13



Na sala inicial, um local de desova de aparições, Aramis testemunhou a materialização de entidades indizíveis. Formas incorpóreas surgiam das sombras, imbuídas de uma energia perturbadora que gelava a alma de quem ousava observá-las. O eco de suas lamentações enchia o ar, uma sinfonia desesperançada de sofrimento e desespero, ele se manteve a uma distância segura.




Prólogo - (Comece por aqui...) - Página 3 Gm_mak12



Aramis avançou com cautela, subindo as escadas que levavam à ala superior, onde lojas e restaurantes em ruínas jaziam como relíquias de uma era mais próspera. As vitrines quebradas e os balcões abandonados contavam histórias de prazeres mundanos que, agora, estavam irremediavelmente perdidos no tempo.




Prólogo - (Comece por aqui...) - Página 3 Gm_mak11


Prólogo - (Comece por aqui...) - Página 3 Gm_mak13





Prosseguindo em sua jornada, Aramis alcançou a área de embarque do trem dos mortos. A plataforma vazia e silenciosa parecia aguardar, ansiosa, a chegada do sinistro transporte que conduzia as almas perdidas em direção ao desconhecido, ou para aparições com o bilhete certo, para Carcosa ou Estígia. O vazio do local era quase palpável, como se a própria esperança tivesse sido banida.




Prólogo - (Comece por aqui...) - Página 3 Gm_mak10



Nosso bardo investigador continuou, explorando a saída desativada da estação. A escuridão ali reinante era uma força opressora, e a passagem bloqueada falava do isolamento daquele reino esquecido, separado do mundo dos vivos. Apenas o vento uivante parecia penetrar as barreiras entre os dois planos. Aramis então se deparou com a entrada de transeuntes que dava acesso à área externa. Atravessando-a, ele vislumbrou a fachada do hotel Ibis Montmartre Opera Boulevard. A construção, outrora imponente, agora parecia um espectro desolado sob a chuva triste e fina que caía incessantemente, como lágrimas do próprio céu.




Prólogo - (Comece por aqui...) - Página 3 Gm_a_l12



A área de convivência externa do hotel apresentava um contraste chocante: mortais, com suas auras cintilantes típicas das almas dos vivos, vagavam em meio ao cenário de melancolia. Esses seres, alheios ao mundo sombrio que os cercava, pareciam brilhar como faróis de vida em meio a um oceano de trevas e mistério. Aramis, imerso na atmosfera de assombro e desolação, prosseguiu em sua busca, desvelando os segredos da estação abandonada e enfrentando os horrores ocultos que ali se escondiam. E a cada passo, a sombra do desconhecido o acompanhava, sussurrando em seus ouvidos o verdadeiro preço do conhecimento proibido.




Prólogo - (Comece por aqui...) - Página 3 Gm_mak31




>>> ASSIM ESTÁ BOM. Se quiseres continuo o passeio além das localidades próximas ao hotel <<<



Já podem fazer suas postagens.
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Prólogo - (Comece por aqui...) - Página 3 Empty DAVID ANDRADA, USURÁRIO

Mensagem por Ed Araújo Dom Mar 26, 2023 2:37 pm

Prólogo - (Comece por aqui...) - Página 3 SvhFF5p

David Andrada dos Usurários:

Você não é meu filho! Cale-se, demônio maldito!

Afasto-me para ignorá-lo e decido seguir Aramis na exploração das redondezas. Agora apenas anseio ainda mais por voltar para casa.
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Prólogo - (Comece por aqui...) - Página 3 Empty Re: Prólogo - (Comece por aqui...)

Mensagem por GM Ter Mar 28, 2023 10:01 am

Ed Araújo escreveu:
Prólogo - (Comece por aqui...) - Página 3 SvhFF5p

David Andrada dos Usurários:

Você não é meu filho! Cale-se, demônio maldito!

Afasto-me para ignorá-lo e decido seguir Aramis na exploração das redondezas. Agora apenas anseio ainda mais por voltar para casa.


Caso optes por desdenhar e ignorá-la a criatura abissal, estarás fadado a absorver um ponto de angústia que se alojará em teu ser, como uma semente nefasta que germina no coração do homem. Contudo, se resistires a tal destino, deverás submeter-te a um teste de psique. A sombra, limitada a um único dado, não representa um desafio tão árduo de ser superado, mas corre o risco de perder o controle do personagem. Qual caminho preferes seguir, ó viajante dos umbrais umbrosos e sombrios? Ademais, permito-te realizar uma rolagem de percepção, a fim de perscrutar os mistérios que se escondem nas redondezas. Acautela-te, pois o que descobrires pode tanto ser um farol de esperança quanto um abismo de terror e desolação, revelando verdades insondáveis e horrores imemoriais que desafiam a compreensão humana.


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Prólogo - (Comece por aqui...) - Página 3 Empty Re: Prólogo - (Comece por aqui...)

Mensagem por GM Ter Mar 28, 2023 10:36 am

@Alexyus


Eis a primeira coisa que lhe chama, sua atenção e percepção:

Em sua busca pelos segredos ocultos da estação abandonada, Aramis deparou-se com um pequeno quarto, situado próximo à plataforma de embarque do trem dos mortos. O aposento, provavelmente utilizado pelo cobrador de tickets e passagens em tempos imemoriais, exalava uma energia peculiar, como um raio de luz em meio à escuridão opressora. A porta do quarto encontrava-se trancada, como se guardasse algum tesouro inestimável ou conhecimento proibido em seu interior. O que poderia haver lá dentro, envolto em mistério e protegido por barreiras que desafiavam a curiosidade do intrépido Aramis? Como uma aparição, Aramis possuía a capacidade de atravessar a porta, ignorando as barreiras físicas que o separavam do desconhecido. Entretanto, tal façanha exigiria um sacrifício: um ponto de seu precioso corpus seria perdido, consumido pela transgressão das leis naturais que regem o mundo dos vivos. Aramis, então, confrontava-se com um dilema sombrio: prosseguir em sua busca pela verdade, arriscando sua própria substância, ou recuar diante do desconhecido, preservando-se intacto, mas, ao mesmo tempo, ignorando os segredos que talvez nunca mais se revelassem a ele? A decisão, como sempre, estava em suas mãos, e o destino, emaranhado nas teias do acaso e do destino, aguardava ansiosamente seu próximo movimento.




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Obs.:Os pontos rubros, como olhos sanguinolentos a espreitar das sombras, indicavam locais de interesse, onde algo de importância poderia estar oculto, aguardando ser descoberto por mãos audaciosas. Diga-me, ó bardo inquiridor do desconhecido, qual desses pontos tenebrosos pretende investigar? Mas lembra-te: podes escolher apenas um, pois essa decisão consumirá o sucesso obtido no teste de percepção, como se fosse uma vela a arder na escuridão, iluminando brevemente o caminho antes de ser engolida pelo abismo. Escolha com sabedoria, pois cada local guarda segredos antigos e horrores inomináveis, e a verdade revelada pode tanto ser um bálsamo quanto uma maldição. Acautela-te, pois em sua busca incessante pelo conhecimento proibido, o homem adentra territórios inexplorados, onde as leis da razão e da sanidade se esvaem, deixando apenas o caos e a loucura a governar o inescrutável domínio das sombras.


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