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    Ato I - Prólogo

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    Lanthys
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Lanthys em Qui Ago 25, 2016 9:43 am

    Lanthalder observa o local, mas visualiza quase nada devido a escuridão extrema... Ele fica tentado a tocar no piso e nas laterais para sentir que material os aguardava, se seria possível sua decida detendo sua queda com mãos e pés nas laterais, mas aquilo poderia disparar algum sensor ou alarme ele cogita... Ele observa o que pode, olha para os demais e comenta antes de iniciar uma descida...

    Lanthalder: " - Alguém tem alguma ideia melhor ou posso aproveitar o "tobogã da escuridão" e descer no estilo mais clássico e esperado possível? É possível que o contato com o piso ou as paredes acionem algum alarme, talvez até a abertura da parede possa ter acionado uma espécie de alarme silencioso, então... Não quero tomar as decisões sozinho, afinal, somos um grupo... Algum sugestão ou vamos aproveitar o "playground"?"

    Lanthalder aguarda por alguma manifestação dos colegas...
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Lyvio em Qui Ago 25, 2016 10:09 am

    Arkanum avança um pouco mas não trepassa a entrada ele observa o corredor sem também enxergar nada, mas ele poderia iluminar um pouco o caminho se utilizando de seu campo de força que era de um tom amarelado, obviamente emitindo certa parcela de luz.

    Ele ergue suas mãos e uma espécie de bolha amarelada o envolve completamente.



    -Finalmente conseguimos entrar...uhuhuhuhuh, agora vamos, meu campo de força iluminará parte do local.


    Dizia ele esperando que alguém tomasse a frente par ir logo em seguida.

    Makaveli Killuminati
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Makaveli Killuminati em Sab Ago 27, 2016 6:09 am

    Ao contrário de Lanthys, Siggy esperava todos os cento e vinte segundos serem totalmente utilizados por Mr. Sussurro, sem muita preocupação, sabia que era capaz de entrar e sair daquele local sem ser notado, então relevava o tempo que lhes fora dado. Arkanum pensava como Siggy, tendo demonstrado sua tranquilidade para Lanthys, mas o humano usa sua transformação para robô, preferindo estar pronto para algum problema. Siggy apenas reflete positivamente sobre a transformação, ao menos não se transformaria no interior da Corte das Corujas, tanta iluminação proveniente dela chamaria atenção.

    Não demorou para Mr. Sussurro voltar. Para quem já estava exilada há quatrocentos anos, dois minutos era praticamente nada. - Chegou em tempo, nosso amigo metálico estava quase derrubando a parede... - A arqueira se expressa, ouvindo a descrição do lugar a seguir. A dúvida quanto ao dispositivo que abriria a porta reaparece, mas Lanthalder resolve arriscar em pressionar a peça móvel na porta, o quê funciona. - Então a base de operações das Corujas, que deveria ser secreta, tem um dispositivo que permite abrir a porta pelo lado de fora... No meu mundo as corujas são mais espertas... - Siggy comentava dando um passo a frente, se antecipando ao grupo que continuava discutindo agora como desceriam pelo local escuro. A arqueira enverga seu tronco para frente, observando o corredor e, com isso, identificando o fim dele com a luz que provinha da sala descrita por Mr. Sussurro. Era o quê precisava, mas o campo de força criado por Arkanum ajuda ainda mais.

    O início da rampa após a porta começava a criar uma fina camada de gelo, o qual se estendeu até o final dela, aparentando quase como um tapete convidativo com os flocos de gelo que se acumulavam ainda mais nas laterais da rampa. Sem falar qualquer palavra, Siggy caminha até a rampa e adentra o corredor escuro, deslizando a partir dele de pé, com o pé esquerdo à frente de seu tronco e o direito atrás, como se estivesse esquiando sobre a rampa, o cabelo branco como a neve esvoaçava, até enfim chegar ao final da rampa. O corpo se prepara para não perder o controle e a arqueira faz um rolamento adentrando a sala, uma vez que ao final da rampa a velocidade que atingira era muito alta para parar abruptamente.

    Siggy começa a explorar a sala completamente branca, deixando em evidência os caixões deixados no local. A arqueira observa alguns deles, notando seus retratos e tentando identificar se eram caixões de pessoas mortas ou se eram caixões designados para pessoas que o grupo pretendiam eliminar. Ficou observando os retratos por algum tempo, mas para tirar a prova real, Siggy levanta a tampa de um dos caixões, tentando identificar se era o quê havia pensado ou então outra coisa qualquer.
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Lanthys em Sab Ago 27, 2016 10:06 am

    Lanthalder apenas observa a arqueira descer enquanto tece seus comentários... Ela cria a camada de gelo e desce como se estivesse andando no chão mais seguro do mundo e enquanto ela desce, Lanthalder murmura...

    Lanthalder: " - Eu não ia derrubar a parede... Tinha uma alavanca pra abrir aqui ó..." Ele se prepara então para descer, mas acredita que não tem a mesma capacidade de se manter em pé sobre o gelo, seu peso provavelmente o afundaria plantado apenas nos dois pés e para evitar ter de ser puxado, ele usa a ideia prima que pensou, ou seja, deslizar estilo tobogã tentando retardar sua queda com as mãos e os pés e assim o fez. Ele deslizou e foi controlando levemente sua descida para não atravessar a sala como um torpedo ao final da queda e quando chegou a saída iluminada, ele simplesmente se deixou cair com o impulso que havia recebido na descida pousando com a palma da mão direita e o joelho esquerdo ao chão, enquanto a outra perna flexionada entre os dois e a mão esquerda apontando levemente para sua esquerda e retaguarda lhe dava o equilíbrio necessário. O androide se ergue e começa a analisar a sala por completo, não os caixões, ele percebia que sua aliada já fazia isso, mas as paredes, prováveis acessos por onde um ataque poderia surgir, bem como busca por qualquer coisa que denote uma armadilha ou mesmo armas que pudessem o atacar. Ele circula a sala analisando cada espaço e procurando algo além do já citado!

    Lanthalder: " - Vou cuidar da segurança do grupo enquanto os investigadores fazem o que sabem fazer de melhor... E eu já tinha visto que não tinha armadilhas na alavanca... Eles precisariam entrar no esconderijo e se não tivesse ninguém pra abrir pra eles, precisariam abrir por fora..." O androide ia murmurando sobre os comentários da colega arqueria enquanto varria a sala em busca de alguma anormalidade!
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Lyvio em Sab Ago 27, 2016 2:06 pm

    Arkanum desce o corredor levitando tranquilamente, sob a proteção de seus escudo de energia para evitar qualquer disparo de armadilhas. Ele vai lentamente e sem muita pressa como comumente faz ao andar pelas ruas.
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Elminster Aumar em Sab Ago 27, 2016 2:15 pm

    Mr. Sussurro ouve Lanthalder dizer que não era necessário procurar pelo dispositivo que abriria a passagem, e quando o androide resolve mexer na peça móvel na parede, Jacob Fox recua uns dois passos para atrás achando que aquele dispositivo acionaria algum tipo de armadilha. O que, felizmente, não aconteceu. Mr. Sussurrou respirou aliviado.

    - Okay, isso foi um tanto... arriscado. Mas parece que deu certo. - Ele então ouve os comentários da Arqueira Invernal, coloca a mão sob o queixo assumindo um ar pensativo, e então diz: - Talvez a ideia deles não seja mesmo a de enfeitar esse lugar de armadilhas, nem mesmo a rampa apresenta um perigo real. Porém esse dispositivo que acabamos de acionar pode ter transmitido algum tipo de sinal para a base em que eles estão escondidos, uma espécie de alarme avisando que tem intrusos aqui. No caso, nós.

    Mr. Sussurro deixa essa possibilidade no ar. Arkanum criava um campo de força que iluminava o corredor, enquanto a Arqueira Invernal criava uma fina camada de gelo e deslizava por ela de pé, o que era fascinante. Lanthalder adotou um outro método de descida, se apoiando nas laterais da passagem, enquanto, por último, Mr. Sussurro vinha descendo flutuando até chegar novamente na sala branca. Ele pousa com delicadeza no chão e com a calma que não tinha antes, começa a explorar o local. Ele vai passando lentamente através das fileiras de caixões, observando se todos possuíam o mesmo tamanho ou formato, se havia algo inscrito sobre a madeira ou se havia qualquer um que se destacasse dos demais. Ele ainda olhava para os retratos, procurando se reconhecia algum rosto.
    Darkwes
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Darkwes em Sab Ago 27, 2016 4:40 pm





    Corte das Corujas.

    Após serem informados por Mr. Sussurro e Lanthalder abrir a passagem secreta, os demais se apressam em dar sequência aos planos de invasão ao esconderijo da Corte. Siggy faz com que o ar se congele junto a base da inclinação que levava ao próximo ambiente, formando uma camada de gelo que facilitava deslizar até a abertura, prosseguindo pela mesma até adentrar no salão descrito por Jacob. Lanthalder aproveita a camada de gelo e também desliza até o final da maneira mais cautelosa possível, buscando aterrissar no próximo ambiente sem fazer muito ruído, forçando seus sistemas mecânicos a absorverem o impacto. Já Arkanum e Mr. Sussurro levitam até o salão sem nenhuma dificuldade.

    No interior do salão de aproximadamente trezentos metros quadrados, os Renegados passam a analisar o ambiente, focando suas atenções nos caixões rubros que se encontravam instalados no piso de mármore branco. Se tratavam de cinquenta caixões no total, distribuídos em cinco fileiras de dez, todos de mesmo tamanho, aproximadamente dois metros de comprimento por setenta centímetros de largura. Observando os retratos afixados sobre os caixões com mais atenção, os heróis notam que todos têm algo em comum: todas as fotografias são de crianças. Tanto garotos quanto garotas, aparentando entre sete e doze anos, entretanto, alguns retratos aparentavam terem sido revelados recentemente, enquanto outros davam a impressão de serem muito mais antigos, alguns inclusive sequer são coloridos, levando a crer que talvez tenham sido feitos há mais de um século.

    Além dos retratos, não havia qualquer outra identificação que lhes desse alguma pista de quem eram aquelas crianças e, antes que pudessem refletir sobre o que aquilo significava, Siggy toma a iniciativa e remove a tampa de um dos caixões no intuito de observar o que de fato estava em seu interior. A revelação, todavia, se prova insatisfatória, pois o caixão se encontrava vazio.

    Enquanto analisavam os caixões, os integrantes do grupo podiam sentir uma leve fragrância adocicada que de certo modo lembrava algum tipo de mofo, o que não seria incomum por estarem abaixo dos canais de esgoto, entretanto, mesmo observando as paredes de mármore, não conseguem visualizar nenhum bolor nas mesmas, dando a impressão de algo que estava impregnado no ambiente.

    Passados alguns instantes, o ambiente que se encontrava apenas iluminado pelo feixe que adentrava através da porta metálica entreaberta se ilumina completamente. Haviam grandes luminárias no teto que tornavam o branco que circundava todo o ambiente insuportável por alguns instantes, cegando momentaneamente aqueles que não tinham como proteger seus sentidos.

    Na sequência, enquanto ainda se perguntavam se haviam sido descobertos, os Renegados podem ouvir diversas vozes se propagando pelo salão, parecendo advirem do próximo ambiente, entoando em tom rítmico, versos que lembravam uma canção para se assustar crianças.




    Cuidado com a Corte das Corujas
    Que vigia o tempo todo
    Governando Gotham de seu poleiro
    Atrás dos granitos e concretos
    Eles lhe vigiam em seu lar
    Eles lhe vigiam em seu leito
    Nem mesmo sussurre sobre eles
    Ou cravarão a Garra em sua cabeça





    Lanthys
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Lanthys em Sab Ago 27, 2016 5:02 pm

    Lanthalder lentamente se aproxima do grupo ouvindo as vozes que pareciam querer intimidar, mas não eles, acredita Lanthalder... Sem olhar para ninguém especificamente e sim, observando diretamente de onde vinham a vozes, ele comenta:

    Lanthalder: " - A filha de meu criador, certo dia lia uma história para uma criança que foi passar a noite em sua casa, história essa que ao que parece era composta por uma pequena canção... Eu a ouvi... Dizia algo como bovino de face escura, sequestre esta criança que não está querendo dormir... Me lembro que a criança ficou muito assustada... É como se essa mensagem estivesse tentando assustar crianças assim como aquela que ouvi aquele dia..." Ele então olha para os caixões, observa nos que estão próximos fotos de crianças sobre as tampas e olha para os aliados, buscando Syggi que ele sabia, havia aberto um dos caixões...

    Lanthalder: " - Existem... Crianças dentro destes caixões Syggi?" Ele fica a aguardar a resposta da colega, temendo por perceber a presença de uma cena dantesca diante deles com crianças trancadas dentro de caixões...
    Makaveli Killuminati
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Makaveli Killuminati em Sab Ago 27, 2016 5:27 pm

    Um caixão cheio de nada, era o quê havia encontrado. Não sabia ao certo se aquilo era bom, ou não. Retratos antigos e novos se misturavam emoldurando os vários caixões, e aquilo ainda não tinha algum sentido para a arqueira. A canção melancólica provinda de outro cômodo deixava Siggy irritada, pensando na possibilidade do quê poderiam ter feito com aquelas crianças, ou o quê ainda estariam planejando fazer. O questionamento de Lanthalder é ouvido, mas Siggy não sabia ainda a resposta. Aquele caixão estava vazio, mas e os outros?

    Com o semblante mais sério e se comportando de forma intrépida, Siggy começa a abrir vários caixões, sem se preocupar com ruídos, tinha pressa em descobrir, talvez a calma do grupo custasse a vida de alguma vítima, e ela não queria ter essa culpa em seus ombros. Após isso, teria a resposta do androide.
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Darkwes em Sab Ago 27, 2016 5:38 pm





    Corte das Corujas.

    Após observar o primeiro caixão vazio e ouvir o questionamento do companheiro de equipe, Siggy se deixa levar por suas emoções e passa abrir diversos caixões removendo suas tampas sem se intimidar com os ruídos que estava causando, pois, se alguém estivesse ali, já teria sido alertado da presença dos heróis. Conforme vai revelando o interior das urnas, uma após a outra o resultado era o mesmo, não havia nada nem ninguém ali, o que apenas gerava mais dúvidas na mente da Harendiana. Afinal, qual era o motivo das fotografias? Aquelas crianças haviam sido mortas ou ainda se encontravam vivas? E se estivessem vivas, onde estariam... o próximo ambiente talvez lhe trouxesse estas e outras respostas que se encontravam até o momento fora de seu alcance.




    Makaveli Killuminati
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Makaveli Killuminati em Sab Ago 27, 2016 5:53 pm

    Aos poucos o semblante de Siggy mudava, ficando cada vez mais furiosa. Abriu um, dois, três, vários caixões, e todos vazios. Não tinha por quê continuar, provavelmente o restante deveria ter o mesmo conteúdo, nada. Sentia como se o androide estivesse a observando, esperando pela sua resposta. A arqueira se recosta sobre um dos caixões vazios. - Vazios... Todos vazios. - De certa maneira os caixões vazios não respondiam nada, e a sensação de incerteza poderia ser pior que a de uma má certeza.

    A harendiana ativa seu arco mágico, que ganhava forma de maneira rápida, mas os olhos atentos de seus aliados poderiam acompanhar. Com um caminhar apressado e um olhar implacável, Siggy caminha por entre os corredores de caixões, passando ao lado do androide e continuando adiante. O destino era claro, Siggy estava indo direto para o próximo comodo, de onde a canção provinha. Não se preocupava com armadilhas, confiava que sua percepção apurada fizesse com que se prevenisse assim que uma armadilha se apresentasse a ela, e caso sua percepção não auxiliasse, sua fisiologia harendiana era capaz de suportar castigos inimagináveis. Contudo, focava-se no objetivo, não em sua integridade física.
    Lanthys
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Lanthys em Sab Ago 27, 2016 6:09 pm

    Lanthalder ouve as palavras da arqueira e seria capaz de jurar que sentia sua energia transbordar ao passar por ele, logo após ter dito que os caixões estavam vazios... Ele percebe que ela está indo ao cômodo seguinte, de onde provinham as vozes, sabe que ela seria capaz de resistir a muitas coisas, mas não a iria deixar adentrar um local desconhecido sem a acompanhar, eles eram um grupo. Os demais estavam em aparente segurança, ir de encontro ao inexplorado ainda era mais adequado e correto. Ele parte a passos largos atrás de Syggi e virando-se rapidamente para os demais, pára, faz uma reverência em sinal de respeito e pede aos demais:

    Lanthalder: " - Observem os demais caixões, os que não foram abertos, verifiquem se alguém se encontra cativo, eu vou acompanhar Syggi, se encontrarem algo, até mesmo algo ao fundo dos caixões como alguma passagem ou algo do tipo, nos comunique por favor." Ele desfaz a reverência se vira e se apressa em seguir a arqueira, pois ele sabia, ela não aguardaria por ajuda, não importa o que houvesse do outro lado. Ele corre, a alcança e diz antes que avance:

    Lanthalder: " - Syggi, a alavanca, vamos acioná-la antes de passar? Ela pode abrir algo dentro dos caixões ou até mesmo alguma outra porta neste cômodo, talvez até o cativeiro de possíveis presos... Como poderá também fechar a porta entre-aberta a frente, eu sei disso, mas ainda acredito que ela possa abrir alguma outra passagem, não quer examinar isso antes?" Ele segue caminhando no encalço da arqueira esperando que ela pense um pouco antes de agir...
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Makaveli Killuminati em Sab Ago 27, 2016 6:37 pm

    O androide a seguia, previsível, o aliado parecia sempre estar sujeito a defender quem tinha maior probabilidade de sofrer algum ataque. Aparentemente Siggy estava nessa situação. O androide ainda tenta chamar a atenção da harendiana para a alavanca que havia deixado para trás, mas Siggy já havia deixado em segundo plano. - ... Ou pode ser que a própria alavanca acione alguma armadilha... Sinceramente, estou mais ansiosa em colocar as mãos nos desgraçados... Seja lá o quê pretendem fazer com essas crianças. - Responde Siggy impetuosa. Era muito mais difícil para Siggy racionalizar em um momento como aquele, comparando com um raciocínio de um androide. Então a harendiana continua, implacável, buscando o cômodo da canção afim de confrontar as Corujas.
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Lyvio em Dom Ago 28, 2016 7:12 pm

    Arkanum analisa as situação e junto com os demais busca se manter calmo, não tinha personalidade explosiva, mesmo tendo fotos de crianças nos caixões. Ele vê a impaciente arqueira seguir em frente e ser seguida pelo androide, isso o deixava mais tranquilo quanto aqueles dois.

    O alienígena feiticeiro olha para Mr. Sussurro e o indaga sobre suas habilidades:

    -Mr. Sussurro, podemos tentar averiguar as partes mais altas desta sala, já que levitamos, talvez descubramos algo. Além disso, já pararam para pensar que essas fotos poderiam ser as fotos dos membros da corte das corujas, que fazem parte ou que já faleceram?
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Elminster Aumar em Seg Ago 29, 2016 8:31 pm

    Andando por entre as fileiras de caixões, a barriga de Mr. Sussurro parecia dar uma volta sobre si mesma a cada retrato de criança que ele via pela frente. Siggy começou a abrir as tampas dos caixões um por um, mas todos se revelavam vazios. Mr. Sussurro tentava encontrar uma resposta para aquilo, mas não conseguia. Então, eles ouvem o que parecia ser uma espécie de canção vindo do cômodo a seguir.

    - Isso não tá cheirando nada bem... Ei, Arqueira, ei!

    Mr. Sussurro para o que tava falando quando vê Siggy tomar a frente do grupo e se dirigir em direção às vozes. O androide não tenta pará-la, pelo contrário, sugeria que o grupo se separasse. Mr. Sussurro pensou em argumentar com a Arqueira Invernal, mas ele já conhecia a teimosia de sua companheira em assuntos um tanto delicados como aquele. A questão agora era se ele deveria acompanhá-la ou fazer conforme Lanthalder sugeria. Ao ver Arkanum disposto a ainda explorar aquele ambiente, Mr. Sussurro comenta com ele enquanto vê os outros dois se distanciarem.

    - Tem certeza que você quer deixar aqueles dois irem sozinhos? O outro cômodo não parece estar vazio como esse, eles podem precisar de ajuda. A não ser que a sua bola de cristal tenha dito o contrário antes de virmos para cá. - Mr. Sussurro começa a observar o chão e as paredes. Ele procurava marcas por onde os Garras passaram, e há quanto tempo foi isso e quantos eles eram. - Eu posso conjecturar muita coisa a respeito das fotos dessas crianças, mas não temos tempo para isso. Me ajude a procurar pelos rastros daquelas corujas sorrateiras, assim quem sabe não encontremos alguma passagem secreta nessa sala.
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Lyvio em Seg Ago 29, 2016 9:30 pm

    Arkanum ouve Mr. Sussuro, para, pensa um pouco e o responde:

    -As visões de minha bola de cristal podem falhar, não são completamente corretas, apesar de que, o que previ até este momento esta acontecendo identicamente, no entanto ela não revelou se descobriríamos algo aqui,por isso queria investigar mais. Q

    Quanto aos rastros, não sou nada bom nisso...bom...acho melhor seguirmos os demais...tenho certo receio das previsões falharem.


    Dito isso ele espera a resposta de Mr. Sussurro, mas já indicava que seguiria o grupo.
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Darkwes em Seg Ago 29, 2016 10:03 pm





    Corte das Corujas.

    Assim que atravessam a porta metálica, Siggy e Lanthys adentram em um pequeno corredor estreito e bem iluminado de pouco mais de cinco metros de extensão que interligava o salão anterior ao próximo. Entretanto, antes de adentrarem no ambiente à frente, estes tem de passar por entre um par de grossas cortinas avermelhadas que encobriam seu interior e, assim que o fazem, as luzes do novo ambiente e do corredor atrás deles se apagam, escurecendo completamente o local, impossibilitando que observem o que se encontra ao seu redor com clareza. Todavia, apesar de não poderem observar o que acontecia no salão, devido aos ruídos que se propagam, a dupla pode afirmar haver a movimentação de pessoas no local.

    Ainda no salão anterior, Babidi sugere a Jacob que averiguem o ambiente em busca de algo que ainda não tenham notado e, apesar de discordar em parte, Mr. Sussurro tenta analisar o local com suas habilidades, o que faz com que ele note que não existem quaisquer rastros recentes no local que não sejam dos próprios Renegados, o que é no mínimo intrigante. Além disso, o vigilante percebe também que nenhum dos caixões emanava calor, o que poderia significar que, mesmo que houvesse algum corpo no interior de qualquer um dos que ainda se encontravam selados, não havia ninguém com vida.

    A única incógnita que restava no salão com os caixões rubros era a misteriosa alavanca metálica, mas Jacob e Babidi podem notar que as luzes do ambiente à frente se apagam subitamente...



    Elminster Aumar
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Elminster Aumar em Seg Ago 29, 2016 10:20 pm

    Enquanto escutava as palavras de Arkanum, Jacob percebe não haver rastro de nenhum dos Garras ali. A falta de emanação de calor nos caixões não era uma surpresa, mas ele ainda acreditava que algum deles poderia conter alguma coisa. Talvez uma passagem secreta como Lanthalder mencionara, alguém sem vida ou uma pista qualquer sobre o funcionamento de operações daquele lugar.

    - Você tá certo, meu pequeno amigo. É melhor seguirmos em frente.

    Mal dissera àquelas palavras e a luz do ambiente a frente se apagara subitamente. Não que fosse problema para Mr. Sussurro, que enxergava perfeitamente bem no escuro, porém, não poderia ser dito a mesma coisa dos seus amigos que estavam lá. Isso acendeu um sinal de urgência em Mr. Sussurro, que acelerou o passo para alcançar o androide e a Arqueira Invernal enquanto se camuflava entre as sombras, novamente tornando-se invisível.
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Lyvio em Seg Ago 29, 2016 10:51 pm

    Arkanum também vê as luzes se apagarem e parte em direção ao local o mais rápido que pôde, ao que tudo indica os corujas só estavam esperando a oportunidade para atacarem.

    -Voltem! Saiam do escuro, assim vocês ficam em desvantagem!


    Gritava Arkanum agora sem se preocupar com discrição, ao que tudo indica já foram descobertos.
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Lanthys em Ter Ago 30, 2016 8:34 am

    Lanthalder em meio a escuridão completa agora tentava usar seus sentidos tecnológicos para discernir alguma coisa em meio ao breu... Ele usa de sua percepção para tentar antecipar algum ataque caso ele surja, mas não tem certeza de serem oponentes que os aguardam, por isso toma cautela... Lanthalder ouve seus colegas gritarem no saguão anterior e tenta uma última vez, ainda que não soubesse se o resultado seria bom ou ruim...

    Lanthalder: " - A alavanca... Verifiquem a alavanca!" Ele após isso se concentra novamente aos ruídos ao redor e tenta se comunicar, dependendo da resposta, ele pelo menos poderia saber se tinha inimigos ou vítimas pela frente...

    Lanthalder: " - Cuidado Corte das Corujas... Com aqueles que caçam a Corte das Corujas... Pois esses sim lhes vigiam em seu lar... E se se ocultarem deles nas sombras... A punição será mais severa... Corujas ou prisioneiros, identifiquem-se!" O androide nunca foi bom com palavras ele considera então tentou inverter o verso nefasto deles contra eles mesmos, já que creem que isso possa fazer efeito e dando a entender a algum prisioneiro que por ventura estivesse fazendo tais ruídos que eles não eram ameaças a não ser aos corujas... Isto iria com certeza deflagar um posicionamento de quem estivesse ali... Mesmo que fosse para rir de sua tentativa! Em posição defensiva ele se concentra nos ruídos e na possível resposta!
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    Re: Ato I - Prólogo

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      Data/hora atual: Ter Dez 12, 2017 10:09 am