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    Krull - Keller

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    Mensagem por Hellkite em Sex Nov 08, 2019 10:44 pm

    KARDUNIA, CIDADE DOS VAMPIROS

    Localizada a leste de Porto Negro, em meio aos terrenos pantanosos de Shumah Gorath, a cidade dos vampiros fica sob uma nevoa perpetua. Esta nevoa, alimentada pelas emanações necromânticas do lago em que Kardunia foi construída, protege os vampiros que ali residem, permitindo que saiam ate durante o dia.

    Isto fez com que os vampiros prosperassem, e se especializassem. São cinco as principais famílias vampíricas de Kardunia: os Veintral são os que possuem mais posses, os Trimer negociam magias, Toriale lidam com artes, Nosfer vendem informações e os Barujah, armas.

    Todas obedecem a governadora Lilia Kardum.

    E todas querem o poder.

    ***

    Krull estava com pressa, pois estava atrasado para a reunião com seus superiores. Corria o mais rápido que possível, esbarrando e empurrando as pessoas que atrapalhavam seu caminho. Passou rápido pela guarita, e podia jurar que os guardas riam. Não tinha tempo a perder, ou teria esmagado as caras deles contra os balcões.

    Chegou. Os olhares dos nobres eram intimidadores. Sentiu-se com medo, estariam usando seus dons contra ele? O mais forte acua o mais fraco, sempre foi assim, sempre será.

    “Krull... Sua falta de compromisso é marcante... Estamos decepcionados”, dizem em uníssono. “Seus serviços estão dispensados.”

    Um dos servos abre a janela. O sol!

    Temor incontrolável! Fumaça sai de sua pele!

    Seria esta sua segunda morte?

    **

    Krull acorda atônito. Um pesadelo!

    Ele olha ao redor, estava em seu quarto. Já havia chegado a noite em Kardunia. Suas mãos estavam em formato de garra, e ele tinha destroçado o lençol e o travesseiro.

    A porta de seu quarto se abre, e ele ve a sua empregada, Judith. A sempre solicita Judith.

    Krull - Keller Maid10

    Ela olha para seu mestre e franze o sobrecenho, “pesadelos novamente, senhor Redwyne? Não se preocupe, vou providenciar novo lençol e travesseiro.”
    Judith retira a cortina e abre a janela. Os sentidos aguçados de Krull sentem o cheiro perfumado das flores noturnas. E também o cheiro do perfume de Judith. Gostava de sândalo.

    “Um dos rapazes de Belinda disse que ela queria encontrar com o senhor. E deixou uma caixa...”

    E dentro da caixa tinha uma rosa branca.
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    Mensagem por Christiano Keller em Seg Nov 11, 2019 1:05 am

    Krull Redwyne,

           A imagem de Judith adentrar o quarto é em parte reconfortante. A vida é cruel, ainda mais quando você tem superiores que se alimentam do sangue de criaturas vivas. O pesadelo ainda na mente de Krull é terrível, falhas por parte de algumas destas famílias não são bem vistas, porém algumas delas tem seus próprios desafios.

          Assim como as famílias apenas pensam em como consolidar seu poder, Krull também precisa fazer seu plano para além de sobreviver, consolidar sua imortalidade. O desejo de tornar-se imortal aconteceu, agora é necessário continuar assim. Novas descobertas, experiências e tudo o mais aconteceria no seu devido tempo. Habituado a uma vida da nobreza, Krull não tinha uma profissão, sua função era algo muito mais na diplomacia e conversa do que execução propriamente dita.

          Krull então olha para Judith e diz:
          - Sim, pesadelos. Obrigado por arrumar essa bagunça. Sinto o cheiro de um perfume gostoso, é você Judith? Qual seria a reação dela com essa pergunta? Será que havia algo mais nas intenções de Judith do que meramente servir?

           Após o comentário de Judith, no momento apropriado Krull pergunta:
          - Belinda? Quem era ela mesmo? O que significa uma rosa branca? Krull pensava se era Belinda Toriale, uma ruiva um tanto excêntrica que gostava de arte. Em seus encontros ela gostava de dançar enquanto conversa. Suas roupas em couro refletem o quanto gosta de usar as mãos para suas tarefas já que não carrega armas, mas pode usar magias. Mas poderia ser Belinda Veintral, uma loira de cabelos não tão claros que gosta de usar peles de suas presas, as vezes um tanto frescas. Gostava de conversar de forma direta e reta, poderia até ser considerada dura e sem coração, porém sabe ser amorosa. Sempre carrega espadas, as quais gosta de usar. Suas posses permitem que tenha uma boa vida e sua sede por poder fazem que use suas posses de forma adequada para ter mais, mais e mais.

          - Toda vez que acordo demoro para me dar conta do que está acontecendo Judith. Krull achava que isso era um efeito da transformação, o horário do dia trocado pela noite. Mesmo com a névoa, acordar para Krull era demorado. Precisava fazer algumas coisas para estar pronto, como uma brasa que acende a fogueira.

    Imagens ilustrativas:

    Toriale
    Krull - Keller Vampires_BloodRayne_Redhead_girl_Glance_Fan_ART_522345_1600x1200

    Veintral
    Krull - Keller 350?cb=20120728052530
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    Mensagem por Hellkite em Ter Nov 12, 2019 12:38 am

    - Sim, pesadelos. Obrigado por arrumar essa bagunça. Sinto o cheiro de um perfume gostoso, é você Judith? Qual seria a reação dela com essa pergunta? Será que havia algo mais nas intenções de Judith do que meramente servir?

    Judith ruboriza, parando por um instante seus afazeres. “O senhor gostou? Comprei de uma herbalista, ela disse que existe uma erva nos pântanos que combinada com sândalo produz um perfume sutil...”

    - Belinda? Quem era ela mesmo? O que significa uma rosa branca?

    A serva vai para o lado de Krull e pede licença para pegar a rosa branca, que era perfeita. “Belinda Whiterose Toriale. O senhor dançou com ela no baile de homenagem ao chefe da guarda... Deve ter gostado do senhor...”, diz. Teria ela algum ciúme naquele tom de voz?

    Ao segurar no caule, ela espeta o dedo em um dos espinhos. Os olhos atentos do vampiro fixam-se na gota de sangue, que é absorvida pela rosa, aos poucos tornando-se vermelha. Não fora surpresa para Judith. “Whiterose... bonita simbologia”

    O cheiro de sangue desperta o apetite de Krull, já fazia um tempo que não se alimentava. A serva logo nota sua fome, e se deita na cama, oferecendo seu pulso para o mestre. “Hoje estou bem, senhor Krull... Pode se servir...”

    - Toda vez que acordo demoro para me dar conta do que está acontecendo Judith.

    “Não se preocupe, senhor... Estarei sempre aqui para servi-lo...”, diz languidamente.
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    Mensagem por Christiano Keller em Ter Nov 12, 2019 10:11 am

    Krull Redwyne,

           O tom de ciumes na voz de Judith pode fazer parte de um sentimento maior, Krull precisava satisfazer mais de um sentimento naquele momento, a fome e o desejo. O perfume de sândalo era interessante. A mão esticada oferecendo o pulso era apenas uma desculpa, pois Judith sabia como Krull gostava de se alimentar.

           Krull segura o pulso com o dedo machucado pela rosa e lambe o ferimento. Os lábios de Krull beijam a mão de Judith e seguem o caminho para o corpo. Sobre o corpo de Judith, Krull começa a apalpar e beijar até chegar na perna. Krull levanta a saia de Judith que estava a espera daquele momento, após algumas lambidas com êxtase a mordida para sugar o sangue acontece. O sangue flui de forma quente e revigorante enquanto Judith fica em transe. Era importante Kurll se controlar para não se alimentar mais do que o necessário. Judith funciona como um depósito para emergência, então não poderia ficar debilitada. Ao terminar Krull lambe o local para fazer a ferida desaparecer com maior facilidade.

           O corpo de Judith fica sobre a cama para que se recupere. Krull se limpa com cuidado para não levar o perfume de sândalo em seu corpo. Uma vez preparado e arrumado com roupas chiques agora era a vez de encontrar com Belinda Whiterose Toriale.

           - Até logo Judith, foi muito bom como sempre. Volto logo, espero eu. Krull olha com malicia para Judith, mas segue em busca de poder.
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    Mensagem por Hellkite em Sex Nov 15, 2019 10:46 pm

    Krull sabia como que Judith gostava de ser sugada, e o faz conforme esperado. A serva geme e suspira como se estivesse em uma comunhão carnal, sendo ao final tão cansativo e prazeiroso quanto. Quando o Veintral se despede, ela lança um beijo no ar, e dorme na cama de seu mestre.

    Ao sair de sua casa, Krull percebe que as nevoas daquela noite haviam se dissipado totalmente, permitindo uma bela visão da lua. Estava uma ótima noite para um passeio, a ver pela quantidade de casais e grupinhos caminhando pelas ruas.

    A mansão de Belinda Whiterose ficava próxima dali, e mesmo de longe era possível sentir o perfume das rosas. Ao chegar na propriedade e depois de ter seu acesso permitido, o vampiro caminhou por uma trilha que passava pelos seus belos jardins, cujas únicas flores eram as rosas brancas, ate a grande residência da Toriale.

    É ela mesma quem recebe Krull no hall de entrada.

    Krull - Keller Whiter10

    Ela beija uma face, depois outra do Veintral. Vestia uma roupa sensual de couro negro com detalhes em vermelho.

    “Que bom ver voce, Krull... Depois de termos sido apresentados no Baile em homenagem ao chefe da guarda, estava querendo conhece-lo melhor... Que bom que aceitou meu convite, gostou da rosa que lhe enviei? Espero que tenha gostado, eu escolhi uma especialmente para você!”, diz, seus olhos passeando rapidamente pelo corpo de seu convidado.
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    Mensagem por Christiano Keller em Sab Nov 16, 2019 1:35 am

    Krull Redwyne,

           Krull até havia se esquecido de como era viver normalmente, a vida comum. As pessoas pelas ruas passam uma mensagem de que a vida continua, memos em sua condição. Isso era sinal de que Krull precisa aprender a lidar com a imortalidade, como fará as coisas em cem ou duzentos anos? Qual será sua renda neste período? Os planos de curto e longo prazo parece que mudaram de horizontes.

           Com estes planos em mente que Krull chega até a casa de Belinda Whiterose. Quais seriam os planos desta Toriale para com Krull, um Veintral recentemente transformado? A casa passa um ar de quem gosta de arte e planejamento. Tem um grande quintal cercado de lindas flores, logo alguém passou tempo pensando naquilo também. O estudo da posição, como resistirão ao clima de pouca iluminação e tudo mais.
           - Vejo que tem muito bom gosto Belinda Whiterose, tanto pela flor que ficou vermelha com uma gota de sangue de minha criada, assim como as roupas do baile e de agora. "Be" parece muito informal e Srta. Whiterose muito formal, como posso chamá-la? Krull esperava quebrar o gelo e entender o tom da conversa com Belinda.
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    Mensagem por Hellkite em Qua Nov 20, 2019 10:30 am

      - Vejo que tem muito bom gosto Belinda Whiterose, tanto pela flor que ficou vermelha com uma gota de sangue de minha criada, assim como as roupas do baile e de agora. "Be" parece muito informal e Srta. Whiterose muito formal, como posso chamá-la? Krull esperava quebrar o gelo e entender o tom da conversa com Belinda.

    Off: Diplomacia +8 roll 15. Sucesso.

    Krull, homem de negócios e conhecedor da sensibilidade das mulheres, usa de sua lábia natural e sobrenatural para ganhar a confiança da Toriale. Belinda morde levemente os lábios, animada com as boas maneiras do jovem vampiro.

    Ela leva a mão ao rosto para esconder o sorriso.

    “Ora, são seus olhos... Gostou da minha roupa? Não é fácil deixar a roupa brilhante assim, mas nada que uma boa magica de ilusão não possa fazer...”, diz, e com um gesto da mão, cria uma rosa ilusória a sua frente, que em seguida desaparece em uma nuvem de po magico.

    “Agradeço o elogio, não são todos os homens que percebem o esforço que fazemos para ficarmos mais bonitas... Gostou da rosa que lhe enviei? Ela faz muito sucesso entre os humanos, e eu gosto de como ela nos representa, como vampiros...”, diz, uma luz brilhando em seus olhos. Parecia ter um fascínio por aquele tema.

    “Mas, ora, que péssima anfitriã que eu sou, deixando-o de pé, por favor me acompanhe...”, diz, pegando na mão de Krull. Nada formal. “E pode me chamar de Rose, gosto do nome vampírico.”

    Ambos vao ate um aposento confortável, com poltronas confortáveis em frente de uma lareira. Haviam muitas rosas em vasos, o que chamou a atenção de Krull, pois não era um ambiente iluminado. De fato Rose deveria conhecer muito sobre plantas e flores, para faze-las florescerem em locais tao inóspitos como a cidade de Kardunia.

    Ela indica uma das poltronas para Krull, e senta-se em outra a sua frente. “Já tomou o seu desjejum, Krull? Tenho um criado elfo, seu sangue é magnifico, chega a ser ate inebriante... quer experimentar?”, diz, passando a língua levemente pelos lábios.

    Off: Pelo sucesso em Diplomacia, vou dar um rank, subindo seu bônus para +9.
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    Mensagem por Christiano Keller em Qua Nov 20, 2019 3:44 pm

    Krull Redwyne,

           As perguntas de Belinda Whiterose são simples parte da diplomacia.
    Belinda Whiterose escreveu:Ora, são seus olhos... Gostou da minha roupa? Não é fácil deixar a roupa brilhante assim, mas nada que uma boa magica de ilusão não possa fazer...
           - Gostei então da ilusão, o brilho deve ser o mesmo de sua mente. Truque interessante, mas isso faz Krull ficar atento para o que pode ser real e o que não passa de uma ilusão.

    Belinda Whiterose escreveu:Agradeço o elogio, não são todos os homens que percebem o esforço que fazemos para ficarmos mais bonitas... Gostou da rosa que lhe enviei? Ela faz muito sucesso entre os humanos, e eu gosto de como ela nos representa, como vampiros...
           - Bem, algumas mulheres não precisam fazer tanto esforço para ficarem mais bonitas. Gostei da rosa sim, foi justo o que pensei, ela representa como vampiros se alimentam. Muito esperto, sagaz.

    Belinda Whiterose escreveu:Já tomou o seu desjejum, Krull? Tenho um criado elfo, seu sangue é magnifico, chega a ser ate inebriante... quer experimentar?
           - Rose, eu já me alimentei, mas se você for se alimentar então posso experimentar um pouco já que a experiencia pode ser magnífica. Krull observa o lugar e completa: Rose mas que belo lugar aqui. Creio que me chamou para algo a mais do que apenas mostrar suas habilidades e compartilhar uma bebida. Havia algo a mais, sempre tem algo a mais. Porém Krull ainda não identificou nos meandros da conversa o que Rose desejava.
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    Mensagem por Hellkite em Qui Nov 28, 2019 5:42 pm

    - Rose, eu já me alimentei, mas se você for se alimentar então posso experimentar um pouco já que a experiencia pode ser magnífica. Krull observa o lugar e completa: Rose mas que belo lugar aqui. Creio que me chamou para algo a mais do que apenas mostrar suas habilidades e compartilhar uma bebida. Havia algo a mais, sempre tem algo a mais. Porém Krull ainda não identificou nos meandros da conversa o que Rose desejava.

    “Tudo a seu tempo, querido...”, diz com um sorriso enigmático. Ela bate palmas duas vezes, e Krull percebe a entrada silenciosa do criado dentro da sala. Era um elfo muito belo, de longos cabelos loiros e olhos verdes, vestindo um camisao branco de linho.

    Krull - Keller Venlia10

    Ele olha para Krull e faz um ligeiro cumprimento formal. “Sim, minha senhora?”

    Rose faz um gesto, e o elfo se senta ao seu lado na poltrona. “Este é Venlian, meu criado. Há muito tempo atrás, ouvia historias sobre elfos, e ficava extasiada imaginando como seria um. E posso lhe dizer que Venlian é tudo aquilo que imaginava...”

    “Lady Whiterose é especial e generosa”, diz Venlian. “Na época em que meus irmãos de raça me negaram tudo, foi ela que me salvou... E por isto sou eternamente grato.”

    A vampira aninha sua cabeça no ombro do criado. “Venlian não gostava de mim... Achava que eu era uma aberração da vida e da natureza...”

    “Eu estava errado... Ninguem pode ser julgado pela sua raça...”, diz o elfo, retirando o cabelo de seu pescoço.

    “Ou por sua fome...”, replica Rose, que finca seus dentes no elfo. Seus olhos vermelhos transmitem para Krull o prazer que sentia ao sugar a vitae élfica. Mas ela logo se detem, jogando a cabeça para tras, suspirando devido ao extase e limpando o filete de sangue de sua boca com as costas de sua mão.

    “Vivemos novos tempos, em que não há necessidade da caça. Não acha isto, Krull? Prove de Venlian, pois ele oferece sua vitae por vontade própria.

    O elfo acena com a cabeça, e mostra seu pulso para Krull.
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    Mensagem por Christiano Keller em Sex Nov 29, 2019 2:05 am

    Krull Redwyne,

           Krull presta atenção no elfo, procura detalhes, coisas que possam alterar o sangue ou as condições da situação. Já ciente das ilusões de Rose, Krull tenta decifrar se aquilo é mais uma ilusão também. Confiar cegamente é algo que não faz parte da natureza de Krull, até confiar desconfiando é mais natural. Se pudesse, Krull desconfiaria de sua própria sombra já que a mesma se move com o fogo tentando fugir de suas obrigações.

           -Sim Venlian, não podemos julgar as pessoas por sua raça. Também está certa Rose. Krull pega o pulso de Venlian e diz: Apenas um pouco. Por que não conta um pouco de você, esse momento ao qual Rose o salvou, parece que foi importante e poderia demonstrar as boas ações de Rose ao mesmo tempo que aprendo sobre você. Preparado para morder, Krull busca uma forma de fazer isso pelo lado superior do pulso, não queria morder pela parte que facilita a mão de Venlian se fechar sobre Krull. Também seria fácil de remover o pulso quando quisesse parar.

           Após escutar algumas das palavras de Venlian, Krull decide dar uma pequena mordida para experimentar apenas algumas gotas do sangue de Venlian. Pouco, realmente bem pouco.
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    Mensagem por Hellkite em Qua Dez 04, 2019 7:24 am

    Os olhos atentos de Krull mudam o foco de percepção para o elfo, em busca de detalhes que possam comprovar que fosse algo real. Sua visão de predador foca nas veias, que parecem saltar e ficar avermelhadas, como se o elfo fosse formado por uma teia rubra. O leve arfar de seu peito liso e sedoso, a espera da mordida de sua mestra... Uma sutil gota de suor formando em sua testa...

    Não podia ser uma ilusão, seria muito perfeita.

    Krull toma todo o cuidado possível, ainda assim. Sabia que a sociedade vampírica de Kardunia era traiçoeira, era melhor confiar desconfiando.

    -Sim Venlian, não podemos julgar as pessoas por sua raça. Também está certa Rose. Krull pega o pulso de Venlian e diz: Apenas um pouco. Por que não conta um pouco de você, esse momento ao qual Rose o salvou, parece que foi importante e poderia demonstrar as boas ações de Rose ao mesmo tempo que aprendo sobre você.  

    Os olhos de Rose também estavam fixos no vampiro, ele sentia isso. Nenhum dos dois tinha confiança no outro. Mas ela tinha a vantagem do terreno.

    Porem o elfo estava alheio a todo esse jogo. “Sim, minha mestra foi e é muito importante para mim... Nos conhecemos há muito tempo atrás, na terra dos elfos, Lennorien. La a presença de não-humanos é proibida, e sempre tive muito interesse em conhecer um, apesar do que os antigos falavam de que eram pessoas falsas e perigosas. O quão enganados eles estavam! Whiterose é especial de uma maneira que nenhuma elfa poderia ser, vivaz, forte, alegre! Quando estávamos juntos, eu me sentia mais vivo!”

    Krull decide experimentar de Venlian, mordendo com suas presas afiadas seu pulso, e fazendo brotar o sangue em um filete magro. Ele suga e sente que a Toriale falava a verdade, tinha qualidades especiais, uma maciez e um sabor únicos e vitalizantes, como se sugasse a seiva da própria mãe natureza!

    Whiterose sorri, seus olhos interessados em ver a reação do Veintral. “Eu disse que o sangue élfico era especial, não disse? Mas só que entre eu e Venlian não foi tudo apenas flores... Quando os anciões élficos descobriram eles me expulsaram, e revelaram a minha condição de vampira para ele... Venlian passou a ter repulsa e nojo por mim, o que me deixou extremamente infeliz...”

    Venlian se desvencilha de Krull e vai abraçar a vampira. “Perdoe-me mestra! Sua benevolência foi a maior de todas, pois me acolheu quando fui ignorado pelos meus irmãos e irmãs de raça e expulso de Lennorien. Estava prestes a cometer o mais infame ato, quando me socorreu!”, diz, com lagrimas nos olhos.

    Whiterose beija a testa do elfo. “Já te perdoei a muito tempo atrás, querido. Agora va, preciso conversar com meu convidado.”

    Com o canto do olho ela acompanha Venlian se retirar, e depois se volta para Krull, recostando-se na poltrona. “Adoro meus criados... Me alimentam e me fazem companhia... O que foi entregar minha rosa a voce disse que encontrou a sua... como era mesmo o nome? Judith... Disse que tinha um perfume gostoso, e era muito bonita, de cabelos longos e negros...”

    A vampira se aproxima de Krull. “Qual a sua historia com ela?”, pergunta, interessada.
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    Mensagem por Christiano Keller em Qua Dez 04, 2019 11:28 am

    Krull Redwyne,

           A memória de Krull busca o momento em que viu Judith pela primeira vez, ela trabalhava em uma loja de itens para a casa. Algumas coisas eram comuns, mas necessárias, porém haviam outras com propriedades mágicas. Judith trabalhava na loja com bastante dedicação e esforço atendendo no turno da noite. A loja ficava um pouco mais aberta para atender o público noturno, mas não ficava até tarde. Sempre ao chegar na loja Judith estava lendo alguma coisa, quase como uma traça de livros. Ela até tem um certo jeito para mágica, mas não estava preparada para combate. Sabe muita teoria mas não tinha prática na época. Como algumas coisas mudaram.
          - Ela trabalhava em uma loja perto de casa. Krull sorri.
          Em uma noite meio ruim precisava comprar algo para limpar a gordura e o sangue, sempre tinha uma sujeira para resolver. Judith estava com uma roupa diferente da habitual fechada até o pescoço. Krull lembra de elogiar a roupa, um tipo de uniforme parecido com o que usa agora todos os dias, e o sorriso com as bochechas coradas. Quando Krull perguntou sobre o produto para tirar manchas, desta vez em vez de indicar o local, Judith saiu de trás do balcão revelando uma saia rodada curta e pernas com meias brancas até as coxas. O caminhar de Judith era fogoso, talvez com um pouco de malicia. Conseguia lembrar da voz de Judith falando: " Venha, vou mostrar tudo o que você quer. Sabe que pode conseguir tudo o que quiser comigo senhor Krull, tudo.". Ela caminhou para o meio dos corredores e ao fundo, escondido entre as prateleiras estavam os removedores de manchas especiais. Enquanto estavam procurando produtos, Judith que sempre foi muito solicita, parecia um pouco nervosa, talvez ansiosa, como se quisesse fazer algo. A porta se abriu e o sino balançou. Krull lembra da cara com que Judith disse "Droga", depois sorriu e foi receber ou talvez dispensar quem quer que chegou. Krull estava ali no fundo perdido entre as prateleiras olhando os produtos quando escutou os passos firmes no chão de duas pessoas. Judith já estava na ponta do corredor para saudar os clientes quando foi atacada e anunciaram um assalto.
          - Ela foi assaltada e eu estava por perto. Não precisava dar detalhes sobre o que estava acontecendo.
          O assaltante chegou e jogou Judith ao solo com um tapa. Krull escutou aquilo e se escondeu, a ideia era observar para fazer um ataque surpresa. Um dos homens avançou pelo corredor quando Krull o encantou (Charm) para ele ir embora correndo. Logo quando Krull chegou e viu o outro homem o assustou (Scare). Os dois fugiram com medo enquanto Judith assitia tudo no chão. Ela estava assustada com o assalto e fechou a porta antes de começar a chorar. Em seguida ela veio até os braços de Krull e estava grata por ter salvado sua vida.
          - Quando o susto do assalto passou, Judith disse que faria qualquer coisa por mim e eu precisava de alguém para fazer algumas coisas durante o dia. Gosto de ser discreto, Judith é discreta, então pareceu uma oportunidade boa para arrumar alguém. Krull não precisava falar que Judith sabia o valor das coisas e que havia um certo desejo escondido dela por algo a mais. Um algo a mais que se tornaria um sexo casual, intenso com fantasias e brinquedos.
          Krull para por um momento como quando busca por novas informações para acrescentar e diz:
          - Ela tem uma ave, acho que é um corvo, mas pode ser outra coisa e gosta de ler livros estranhos. Creio que é isso. A nossa história não parece tão intensa e apaixonada como como a sua. Krull olha nos olhos de Rose e diz: Mas você me chamou aqui por alguma razão, não creio que foi apenas para compartilhar as histórias sobre nossos criados. O sorriso maroto de Krull passa a mensagem de que queria fazer algo a mais com Rose além de conhecer sua criadagem. Será que Rose tinha planos de poder? De conquista? De dinheiro? Ou aquilo seria apenas uma ilusão?
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    Mensagem por Hellkite em Ter Dez 10, 2019 11:21 am

    A vampira ouve a historia contada por Krull como uma expectadora interessada, fazendo perguntas e acompanhando a conversa com gestos de concordância.

     - Ela tem uma ave, acho que é um corvo, mas pode ser outra coisa e gosta de ler livros estranhos. Creio que é isso. A nossa história não parece tão intensa e apaixonada como como a sua.

    Whiterose nega com a cabeça. “Intensidade e paixão se mede com sentimentos, não com palavras... Cada um sabe o quanto significou para si estes momentos marcantes... Você certamente significa muito para ela, pelo que me contou havia um interesse maior do que algo casual.”

    A vampira faz um gesto grandioso e se recosta na poltrona, com as mãos no coração desmorto. “Paixão! Sentimento! As outras famílias acham que os Toriale são fúteis, mas esse é o nosso combustível... Chega uma hora em que mesmo o poder e o dinheiro vão significar menos que pó, e neste momento os artistas dirão o que é realmente fútil.”

     Mas você me chamou aqui por alguma razão, não creio que foi apenas para compartilhar as histórias sobre nossos criados. O sorriso maroto de Krull passa a mensagem de que queria fazer algo a mais com Rose além de conhecer sua criadagem. Será que Rose tinha planos de poder? De conquista? De dinheiro? Ou aquilo seria apenas uma ilusão?

    A Toriale percebe o olhar maroto e entende sua mensagem. Seus olhos crescem e seu sorriso se estende. Recostada na poltrona, ela lentamente cruza as pernas, e o olhar de Krull vai para as suas belas coxas torneadas. A face da vampira ruboriza, não por estar envergonhada, mas pela sua imitação de vida, que também faz seu coração bater novamente. O mesmo truque que Krull conhecia para manter seu corpo morto com uma aparência viva novamente.

    “Apesar de adorar estar com você, Krull, não foi este o motivo por ter chamado voce... A rosa vampírica que te enviei, ela tem uma boa aceitação entre os humanos, especialmente os da nobreza.”

    Rose olha para baixo pensativa. Parecia que tinha algo que relutava em dizer. Ela então suspira, como se fosse para acumular forças.

    “Não sou rica, apesar desta bela propriedade. Ela parece bonita, mas são por causa das ilusões que utilizo para quando recebo visitas...”, diz, olhando para Krull e alçando os ombros, “Desculpe. Se estou sendo assim tão sincera, é por que estou, digamos, um tanto quanto desesperada. Estou com dividas, e posso perder esta mansão.”

    Ela da uma risada, e morde o lábio inferior. “Preciso de sua experiência e ajuda para vender minhas rosas para a nobreza fora de nossa cidade. O que puder fazer para convence-lo, farei...”

    Rose abaixa a alça direita de sua roupa, deixando seu ombro exposto.
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    Mensagem por Christiano Keller em Qui Dez 12, 2019 12:46 am

    Krull Redwyne,

           Aquilo parece muito bom pra ser verdade, mas parece real. Por outro lado Krull não tem intenção de misturar negócios com prazer, pelo menos uma não junta com a outra.
           - Rose, você quer vender suas rosas para a nobreza fora de nossa cidade. Krull ativa o mesmo poder que Rose tem para parecer humano. Sua pele parece mais viva, seu coração bate e a excitação aumenta. Krull avança até Rose, segura a mão direita com sua própria mão direita, a mão esquerda massageia o ante braço e sobe devagar rente a pele. Há tanta coisa que podemos fazer Rose. A língua de Krull passa sobre seus lábios com malícia. Fico até excitado com isso pois adoro entrar em um novo negócio. Nunca vendi flores antes. Krull segura a alça direita da roupa de Rose e completa: Estou cheio de vontade de baixar essa alça, mas isso não pode fazer parte do acordo. Krull sobre a alça de Rose para o lugar certo.

    Pensamento +18:

    Krull subia a alça da blusa para o lugar certo porém em sua mente um flash rápido passa por tudo aquilo que desejava fazer e não o faz. A mão esquerda passando pelo braço até a nuca. O beijo puxando o corpo de Rose para perto do corpo de Krull. A mão direita que coloca a mão de Rose sobre o peito de Krull, logo a mão passa para coxa e as unhas arranham a pele para aumentar a sensação da região. Enquanto os beijos lutam pelo domínio do prazer a mão esquerda passeia pelas costas de Rose soltando e abrindo sua roupa. A mão direita segura o seio esquerdo com força sobre a roupa. Logo a mão direita desce para a perna esquerda e procura a virilha. Para surpresa de Krull o vestido longo não tem uma roupa por baixo deixando a pele exposta ao ambiente sob várias camadas de tecido. A imaginação sobre o toque, os movimentos circulares, os tapas, a pele molhada, até o sabor fluem pela mente de Krull. O momento de satisfação de Rose quando abaixa a cabeça sobre o ombro direito de Krull e se contorce a cada toque ou dedilhar sobre a pele. Logo Rose parece disposta a retribuir a satisfação e demonstra toda sua fome. Tudo é muito rápido e as cenas de sexo são apenas ideias vazias que desaparecem pelo pouco tempo disponível para subir a alça até o local certo. Um pouco mais de tempo seria bom.

          Vou querer saber o que essas flores fazem para as pessoas que vamos vender para poder determinar o preço certo. Krull olha nos olhos de Rose e diz: Vou querer 75% da operação e você fica com 25%. Se conseguir mais produtos para vender, você também participará dos ganhos com nossa rede de distribuição. A proposta é tensa, mas Krull sabe que há algo ai. Talvez controle ou dominação para aqueles que toquem a rosa. Por sorte Krull nunca tocou na Rosa para a deixar vermelha, porém Judith o fez. É necessário prestar atenção nestes detalhes.

           Na mente de Krull uma rede de distribuição se forma, precisará usar suas habilidades de negociação para vender produtos de luxo para os nobres. Quando a imagem de nobres se forma é possível ver uma série de outros produtos que poderão ser vendidos para todos.

          - Não é o certo o que desejo fazer com você Rose. Negócios devem ficar separados do prazer. Quando terminarmos os negócios e se ainda assim houver interesse, então desejo lhe proporcionar um final feliz. Se não houver interesse, eu entendo que isso era algo apenas como parte da sua proposta comercial. Krull levanta, arruma a calça com o volume adicional e aguarda os comentários de Rose.
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