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    O Jogo dos Tronos - Dayne

    Alexyus
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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 11 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por Alexyus Sex Mar 31, 2023 2:46 pm

    CAPÍTULO 5:
    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 11 Dayne_11
    "Escreve as ofensas na areia e os benefícios no mármore."
    Benjamin Franklin

    OITAVO DIA


    EYVON

    - Anamara Nymeros…de Limoeiros para a Porto Real. Diga…quem é sua família, senhorita? O que faziam lá e como você veio parar aqui?

    Anamara disse com simplicidade:

    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 11 Ana_de10

    - Minha família, como pode adivinhar, são os Nymeros. Eles sempre tiveram muitos negócios no leste de Dorne, em Limoeiros, Lançassolar e outros portos do sul. Eu vim para cá há cerca de dez anos, pouco depois do fim da Rebelião de Robert; as relações de Dorne com o Trono de Ferro estavam estremecidas mas estabilizando, e essa estalagem se tornou um refúgio seguro para muitos dos dorneses em Porto Real.

    Para Eyvon, pareceu que havia mais nas entrelinhas, mas ela era discreta demais para falar abertamente e deixaria aquilo sutilmente implícito.


    YESSENYA, QUERELLON & EYVON

    Callahan mantinha-se como um guardião silencioso ao lado de Yessenya, apenas observando a conversa dela com Querellon e Eyvon. O escudeiro tinha reações discretas para um dornês, mas Yessenya e Querellon conseguiam distinguir as micro-expressões do jovem.

    O que Yessenya sabia sobre Alcanceleste:

    Alcanceleste é o castelo sede da Casa Fowler em Dorne. Localiza-se no extremo sul do Passo do Príncipe, a sul de Tumbarreal. Existe um rio que nasce próximo a ele que corre para leste em direção ao Mar de Dorne, tendo foz aos pés de Paloferro.

    A Casa Fowler de Alcanceleste é uma casa nobre dornesa. Eles detêm o título de "Protetor do Passo do Príncipe", sugerindo sua grande proeminência na região.

    Os Fowler se juntaram a Nymeria e a Casa Martell quando os roinares invadiram Dorne. Desde então, eles tem uma rixa com os Yronwood, os Protetores do Caminho dos Ossos, que lutaram contra eles.

    Suas palavras são "Deixe-me Pairar". Seu brasão ostenta um falcão encapuzado, azul em fundo prateado.

    Os Fowlers são descendentes dos Primeiros Homens e governavam como reis a partir de sua fortaleza em Alcanceleste, guardando o Passo Largo entre Dorne e a Campina. Eles se auto-proclamavam Reis da Pedra e do Céu e Senhores do Passo Largo. Junto com os Daynes e os Yronwoods, os reis da Casa Fowler estavam entre alguns dos mais poderosos monarcas de toda a Dorne.

    Os Fowlers frequentemente se viam guerreando contra os Senhores da Marca ao norte. O rei Ferris Fowler liderou uma tropa de 10 000 dorneses através do Passo Largo e invadiu o Reino da Campina, mas eles foram derrotados e repelidos pelo rei Garth VII Gardener.

    Quando os roinares invadiram Dorne, o rei Garrison Fowler foi derrotado e mandado para o exílio na Patrulha da Noite. Os Fowlers então dobraram o joelho para a Casa Nymeros Martell e depois os auxiliaram na sua luta contra os Yronwoods durante a Guerra de Nymeria, mil anos antes da Conquista. Desde então eles tem mantido uma rivalidade com a Casa Yronwood de Paloferro, os Protetores do Caminho de Pedra a leste do Passo do Príncipe.

    Em 10 d.C., durante a Primeira Guerra Dornesa, o lorde Fowler liderou uma tropa dornesa que queimou a fortaleza de Nocticantiga e tomaram vários reféns dos castelos nas Marcas. Os Targaryens retaliaram mandando seus dragões sobre Alcanceleste e vários outros castelos dorneses, queimando-os.[7]

    Quando jovem, a Princesa Arianne Martell andava nos ombros das gêmeas Fowler, Jeyne e Jennelyn, enquanto brincavam nos Jardins de Água. Yessenya talvez tivesse conhecido as gêmeas também nessa época, mas não eram mais do que conhecidas de vista.


    EYVON com Anamara

    Eyvon foi a Anamara para procurar um moleque de recados.

    A estalajadeira o corrigiu:

    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 11 Ana_de10
    - Tenho meninos que podem servir como mensageiros, sim, sor. Mas onde está a mensagem e para quem deve ser entregue? Assim que souber disso, poderei dizer-lhe qual o preço desse serviço.


    QUERELLON com Lady Evelyne

    O meistre saiu da estalagem e se encaminhou novamente para a área portuária, à procura da sua contratante, Lady Evelyne de Lys.

    A nobre lysena estava alojada em um prédio de pedra e madeira de dois andares, bem perto de um bloco de armazéns com fundo para o cais. Havia dezenas de empregados no local, alguns montando guarda, outros entrando e saindo com entregas e mensagens, além dos servos domésticos que ministravam a dama mercante.

    Ao declarar seu propósito ali, Querellon foi levado para uma sala de espera, onde ficou observando o vai e vem de pessoas. alguns eram comerciantes também, outros pareciam produtores interessados em vender a produção, e muitos eram funcionários de porto, os estivadores, ou de navios, os tripulantes, acertando detalhes de seus contratos e trabalhhos.

    Quando finalmente foi admitido à presença de Lady Evelyne, na sala contígua, Querellon encontrou a senhora sentada atrás de uma mesa grande e bem ornamentada, coberta de muitos rolos de papel e livros contábeis; ao redor dela, dois ajudantres de ordens anotavam tudo que ocorria, enquanto um outro controlava o acesso à sala e uma serva elegante servia vinho e biscoitos à ama e aos convidados dela.

    O controlador de acesso anunciou o meistre-navegador:

    - Meistre Querellon, capitão do Sabre da Sapiência, conveniado para o transporte de mercadorias a Lys.

    Evelyne indicou uma cadeira ao meistre, dizendo:

    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 11 Lyseni_noblewoman

    - Sente-se, meistre Querellon. Seu navio está confirmado para o trabalho? Tem mais algum para me indicar?


    YESSENYA com as garotas

    A conversa com as garotas surgiu quando ela, tentando afastar um pouco a ansiedade, disse. — E vocês o que fizeram durante o dia?- Havia interesse na voz de Yessenya. Após escutá-las abriu um sorriso divertido e lembrou sobre o empréstimo. — Meninas teremos vestidos novos para o baile da rainha.- Bateu palminhas excitada, afinal apesar de tudo ainda era só uma garota de dezesseis anos.

    Lamya disse preocupada:

    - Lady Yessenya, os custos dessa nossa hospedagem serão muito altos!

    Lulwa repreendeu Lamya:

    - Não incomode a lady com essas tolices, Lamya! Ela não merece menos que isso, e nós como suas acompanhantes também!

    Numa respondeu a pergunta de Yessenya:

    - Há muitos dorneses aqui, senhora! Quais dos homens a senhora consideraria apropriados?

    Maryam disse:

    - Aí está Numa de novo se engraçando com qualquer macho que vê! Mesmo que haja dorneses aqui, são todos plebeus, nenhum é sequer cavaleiro! Não valem nem mesmo o trabalho que dariam!

    Numa redarguiu:

    - Maryam diz isso porque não fez nada o dia inteiro! Preguiçosa, é o que ela é!

    Mas as discussões cessaram assim que Yessenya anunciou que teriam novos vestidos para o baile da rainha. Elas foram substituídas por uma comemoração incontida, com as garotas eufóricas com a perspectiva.


    YESSENYA & Callahan

    Ao terminar de se arrumar, pediu para Maryam que avisasse a Callahan que sairiam em instantes.
     

    Maryan foi chamar Callahan enquanto Yessenya dava os últimos retoques em sua aparência. Quando ele entrou, usando suas melhores roupas e com a espada atava na cintura, Callahan arregalou os olhos e ficou admirando as formas da lady Dayne.

    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 11 34718111
    - Você está maravilhosa, como sempre, Yessenya!

    — Você deve ter alguma opinião sobre tudo que ouviu.- Os olhos púrpura dela se deleitavam com as linhas de expressão sérias dele. — O que acha desse convite?

    Callahan disse algo que não dissera na feente do meistre e de sor Eyvon:

    - Eu o vi nas justas. Ele não é dornês, é um nortenho. Acho que você deve ter cuidado com ele.

    Yessenya estava sentada do outro lado do banco, mas mudou para sentar-se perto dele. O perfume dela é sândalo com notas suaves apimentadas. — Com tudo que aconteceu nós dois não tivemos nenhuma chance de ficarmos sozinhos…- Ao terminar de dizer isso os dedos delicados dela tocam o pescoço dele e suas unhas raspavam na pele de Callahan.

    Callahan sentiu os dedos delicados de Yessenya e estremeceu de leve com as unhas dela. Ele falou numa voz que era quase um gemido:

    - ...você gostaria disso...?


    YESSENYA, EYVON & Callahan

    Yessenya, Eyvon e Callahan conseguiram alugar uma carruagem por 30 gamos de prata.

    OFF: Marquem esse gasto no tópico Cofre do Tesouro.

    O cocheiro percorreu preguiçosamente as ruas da cidade, passando pelo portão do rei já próximo do anoitecer. As estradas de terra fora da cidade eram ainda piores que as de dentro, e os três sacolejavam a todo momento enquanto se moviam ao longo dos acampamentos. Havia bem menos deles agora que o torneio de justas se aproximava do fim, e muitos nobres tinham trocado a proximidade da arena pelo conforto de estalagens, tal como os Dayne.

    Depois de perguntar aqui e ali, finalmente o cocheiro parou diante de um acampamento bem adornado com várias bandeirolas azuis e brancas, com um símbolo de falcão azul com os olhos cobertos.

    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 11 9k=

    Eles foram recebidos por alguns servos, cuja aparência denunciava que alguns eram dorneses de areia e outros dorneses de pedra. Eles convidaram os três a entrarem numa tenda ricamente decorada à moda dornesa.

    Spoiler:

    Quando eles entraram na tenda, um homem de aparência acima dos 30 anos estava sentado à frente de uma mesa já preparada. Ele se levantou com dificuldade quando eles entraram e saudou-os:

    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 11 81719460e820a5bd4462f84a2c128034
    - Ah, Lady Dayne e seus acompanhantes! Sejam bem-vindos, é um prazer conhecê-los! Sentem-se, acomodem-se! 

    Ele deu a ordem e um dos servos serviu a comida: chá de hibiscus na entrada, hommus tahine, coalhada seca, tabule, arroz com lentilha e cebola frita e espetos de kafta. Para beber, tinto de Dorne. A sobremesa seriam laranjas sanguíneas. Um incenso de limão perfumava o ar.

    Spoiler:

    - Comam à vontade, meus caros convidados! 


    ARN

    -Antes de tudo Sor. Beron quero me desculpar com você - faz uma pausa – Eu era um jovem tolo e me deixei levar pelo meu ímpeto por justiça. Você merecia ter tido ao menos uma despedida melhor. Mas quando a guerra já estava ganha, Twin finalmente trai o rei louco e invade porto real abrindo o caminho para ele continuar na corte. Eu não pude suportar isso, não sei como alguém fica durante a guerra toda neutra e quando a guerra praticamente já estava ganha ele entra? Isso deu poder pra ele sem ao menos nem se arriscar. E com isso tudo senti um chamado interior, eu precisava voltar para minha terra natal, me conectar com minhas raízes dornesas e principalmente me desculpar com os Daynes de alguma forma. O destino me levou a uma casa menor vassalos e parentes dos Daynes em alto Ermitério. Mas não posso ficar com eles agora pois eles correriam um maior perigo e seriam um alvo mais fácil sem um acampamento próprio. Por isso gostaria de ficar em seu acampamento como um membro de sua comitiva, por hora assim poderia unir forças com você para parar esses ataques de vez a sua casa. Gostaria de saber mais sobre os ataques que estão sofrendo e se já traçou algum plano?

    Beron dispensou as desculpas de Arn com um gesto magnânimo de cabeça:

    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 11 RLDn6AH
    - Esqueça o passado, sor. Já aprendemos o que podíamos com ele. Devemos nos concentrar no que temos de enfrentar no presente.

    A voz do Lorde Felinight era baixa e discreta, com tom confidencial.

    - Quanto aos acampamentos, houve falhas de segurança no meu próprio assentamento. Minha proposta é que você, sor, fique acampado fora do meu acampamento, perto o suficiente para vigiar tudo que se passar ali. Podemos contatar a casa Dayne e tentar uma aliança, pelo menos para disputar as competições de corpo-a-corpo e arqueiria; se for uma relação produtiva, poderemos estabelecer relações comerciais e diplomáticas para benefício mútuo. O que acha disso, sor?
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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 11 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por thendara_selune Sex Mar 31, 2023 11:45 pm






    18:00-8 dia.
    Ameno.
    Porto Real.







    "O Sol Brilha em Dorne, e Nós Brilhamos com Ele"
    Lady Yessenya Dayne






    Cada palavra que ele profere desperta reações intensas em seu corpo e mente.“Obrigada e você está muito bonito Callahan.” O olhar intenso e carregado de desejo de Callahan provocava uma sensação de prazer em Yessenya. Ela sabia que ceder à tentação poderia ser perigoso, mas mesmo assim não conseguia resistir.

    Apesar de estar determinada a consolidar sua posição com o pai antes de se envolver em um jogo perigoso com Callahan, seu coração batia forte só de estar perto dele. Sua mãe havia alertado para não confundir prazer com sentimentos mais profundos, mas o corpo de Yessenya ansiava por mais do que simplesmente jogar com ele. No entanto,  ela sabia que seguir por esse caminho poderia levar a problemas maiores com o senhor da casa Dayne. Embora tivesse se aventurado em jogos libertinos no Jardim de Água, Yessenya nunca havia sido deflorada e ansiava que isso acontecesse por amor, e não apenas por luxúria.

    Compreendia que seu pai  não se opunha a joguetes por moralismo, mas sim porque acreditava que Callahan seria incapaz de oferecer a filha mais do que prazer, o que poderia desviar o foco dela de um casamento vantajoso. “ Até onde sei quem aprecia provocar sou eu.”A voz dela treme enquanto cola o corpo ao dele. Ela o enlaça em seus braços, o aroma de seu perfume se mistura ao dele. “ Certos jogos não podem acontecer aqui e você sabe o que quero dizer.” Os lábios dela roçam no pescoço de Callahan e então como uma corsa ela se afasta dele sem dar chance de reação a Sand. “ É hora de ir.” O tom dela cheio de coisas não ditas. “ E ficarei alerta, afinal até onde sei um nortenho não pode vestir a pele de uma serpente.”



    ⚜⚜⚜⚜⚜⚜⚜⚜

    Na carruagem

    Enquanto esperava ansiosamente pela chegada ao acampamento, Yessenya tentava organizar seus pensamentos. Ao chegarem, aguardava por Callahan para ajudá-la a descer. Usando um vestido branco com decote generoso, joias simples e um penteado elegante, ela se sentia tentadora. O falcão azul acima deles tremulando imponente a fez pensar em como seria pairar acima de tudo e todos em total liberdade.

    Ao entrar na tenda, Yessenya sentiu o cheiro do incenso, o que a transportou de volta para outra época, fazendo um sorriso adorável surgir em seu rosto. Estava confortável diante da ostentação e fartura que cercava o ambiente. Assim como o falcão azul que tremulava majestoso lá fora o lugar exalava uma atmosfera magnética de prosperidade e poder aos olhos dela.

    Ao ver o homem de feições elegantes que os cumprimentava, fixou os olhos nele, seguindo o sorriso dele sem perceber que retribuía o gesto. Também pode notar que aquele embate o machucou, mas ainda assim mantinha uma postura de quem não sentia dor alguma. Se estivesse com suas damas, com toda certeza elas iriam tecer todo tipo de comentário.

    "Parabéns, Sor, pela vitória." Fez uma mesura graciosa e depois apresentou seus acompanhantes. "Sor Callahan Sand e este é Sor Eyvon de Torentine." Deixou espaço para eles falarem enquanto se acomodava. Ao tomar o chá, ela sentiu o sabor acariciando seu paladar e disse com entusiasmo sincero. "Me sinto em Dorne, Sor." Um sorriso adorável se espalhou em seu rosto, iluminando seus olhos. "Que gentil da sua parte nos fazer um convite, mas permita-me perguntar como o senhor está? Não deveria estar repousando?" Embora não o conhecesse, tinha admiração por ele. Afinal, vencera o "Gato do Norte". O rapaz nortenho tinha vencido vários oponentes, e mesmo que o homem diante dela não tivesse sangue dos guerreiros dorneses, ele tinha vencido um conterrâneo. De certa maneira, uma humilhação escancarada aos nortenhos que ali estivessem, e isso por si só a faria dar um beijo nele de agradecimento.

    roupinha:


    emme
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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 11 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por Xafic Zahi Sáb Abr 01, 2023 11:20 am

    Meistre Querellon


    Querellon respirou fundo enquanto entrava na sala de Lady Evelyne. Observou o ambiente com cautela, tentando entender a dinâmica daquela reunião. Viu os ajudantes anotando tudo e o controlador de acesso vigiando a porta, o que lhe deu uma sensação de desconforto. Ele sabia que essa reunião e o sucesso no transporte eram importantes, afinal, sua reputação como capitão do Sabre da Sapiência e como Meistre estava em jogo.

    Quando Lady Evelyne o cumprimentou e ofereceu uma cadeira, Querellon agradeceu e sentou-se, mantendo uma postura ereta e confiante.

    - Sim, minha senhora. O Sabre da Sapiência está desde já à vossa disposição para o carregamento quando entender apropriado e estará totalmente pronto para zarpar no dia acordado, com uma tripulação experiente e bem treinada para garantir o transporte da mercadoria. Entretanto, é importante lembrar que as águas entre aqui e Lys podem ser perigosas, especialmente para uma frota que transporta cargas valiosas. Seria recomendável que houvesse embarcações de defesa para garantir a proteção da frota e de suas mercadorias, caso fossem atacados por piratas ou por qualquer outro perigo que possa surgir.

    - Quanto à outra embarcação, ainda estamos aguardando a aquisição de um novo navio pelos Dayne, que deverá ocorrer dentro dos próximos meses. Mas assim que tivermos essa nova embarcação, certamente a disponibilizaremos para sua frota comercial.



    [/quote]
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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 11 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por Van Bash Sáb Abr 01, 2023 3:49 pm

    CAPITULO 5 "Questão de confiança"
    O cavaleiro da luz

    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 11 Arn10

    "É preciso morrer e renascer quantas vezes for necessário para se transformar naquilo que se deseja"



    Sor. Arn não saberia dizer se foi o tempo preso ou os ataques que receberam que o fizeram refletir. Ele era apenas um peão no jogo de tabuleiro e para conseguir o que desejava precisava antes de tudo chegar no campo inimigo e se transformar na peça que fosse necessária para conquistar sua vingança. As vezes na guerra se sacrifica algo menor para conquistar objetivos e vitórias maiores. A aliança com Beron era exatamente o que ele queria, uma casa grande e respeitada de grande poder aquisitivo e o mais importante era alguém que confiava e podia chamar de amigo.

    Então o cavaleiro sorri ao ver que seus erros ficaram no passado e era exatamente isso que faria, não apenas seus erros que deixaria pra trás. Essa era uma decisão que mataria o seu ego, machucaria mas era preciso fazer. Afinal ele era apenas um cavaleiro sem terras e a unica coisa que ele teria era sua honra e sua habilidades.

    -Será  uma honra pegar seus inimigos Lorde Beron e me aliar a sua casa, os Daynes de Alto Ermitério ficarão contente com as boas novas- diz feliz em poder ser útil as duas casas

    -Eu irei levantar um novo acampamento ao lado do seu onde me indicou e ficarei de olho em tudo, mas antes preciso reunir os meus. O senhor poderia me ceder alguém que pudesse procurar uma pessoa pra mim? - indaga pois o próximo passo seria importante Poesy que era reunir novamente os leais ao cavaleiro.

    =====================

    Enquanto o cavaleiro aguardava, estava ainda vestido com sua armadura Tabard escudo e espada seus únicos itens que haviam sido presos junto e por tanto que salvara antes de Lady se desfazer de tudo se aproxima de uma fogueira enquanto aguarda o seu ajudante pega seu tabard com o brasão de sua casa. Olha por um tempo para o fogo tremulando e a luz que ele produzia. Tira o Tabard olha para o Sol e lembra do mote de sua casa "O caminho do valente é igual a luz" e embolando todo o pano formando uma bola de tecido joga na fogueira, enquanto via o símbolo de sua casa queimar era como o que Arn estivesse morrendo mas a luz o trazia mais renovado e um novo cavaleiro.
    El Cabron
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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 11 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por El Cabron Seg Abr 03, 2023 6:49 pm

    Eyvon e Anamara


    ~ Com um leve sorriso no rosto, ainda que sentisse um pouco de dor ao fazê-lo, o cavaleiro escutou em completo silêncio a breve fala de Anamara. Havia algo nela que parecia hipnotizar o cavaleiro, embora não tivesse certeza se era a sua voz calma ou a beleza, tentou não divagar quando ela resumiu como parou ali. ~

    - Entendo… família com posses, imagino. - Eyvon não esperava que ela lhe respondesse à isso - Veio bem jovem para cá, Senhorita Nymeros. Uma criança praticamente. Devem ter sido dias difíceis…digo, os primeiros anos, é claro. Se em menos de uma semana eu consegui sentir na carne a “hospitalidade” da Capital, fico pensando o que você já deve ter passado. - baixou seu olhar, como se estivesse relutante, mas prosseguiu - Eu nasci perto de Alto Ermitério… Na verdade, nasci nas margens do Torentine. Trago comigo esse nome…é uma espécie de lembrança de minhas raízes. - Eyvon dificilmente se abria, com quem quer que fosse, sobre sua pessoa ou seu passado, mas parecia sentir-se ligeiramente confortável para fazê-lo com Anamara, ainda que parecesse, também, um pouco travado em sua fala. - Tem algum contato com eles? - falou de forma a aparecer despretensioso, embora soubesse que a jovem era astuta o suficiente para perceber isso - Com sua família? - Eyvon não tomaria mais tanto tempo com a estalajadeira. Ainda que ela lhe parecesse um enigma a ser desvendado, não queria ultrapassar certos limites e tudo dependeria do quão confortável ela estaria ao falar com o cavaleiro.


    Eyvon e Anamara - Mais Tarde


    - Não é exatamente uma mensagem, senhorita. - falou com calma e tranquilidade - Gostaríamos de saber a situação de Sor Arn Solares na Fortaleza Vermelha. Creio que os soldados encarregados da masmorra ou o próprio magistrado possam dar essa luz. Caso perguntem a ele quem deseja saber, ele pode dizer que é a comitiva de Lady Yessenya Dayne, herdeira de Lorde Edmund Dayne, de Dorne. Como temos outros assuntos que também exigem certa urgência a tratar, se o seu garoto de recados puder fazer o serviço, agradeceríamos.

    ~ Assim, caso não fosse necessário tirar mais qualquer dúvida, fez uma reverência e foi aos próprios aposentos arrumar-se para acompanhar Lady Yessenya em seu jantar. ~


    ***


    ~ A viagem até o acampamento do Sor de Alcanceleste parecia ser o momento ideal para Eyvon refletir sobre os movimentos que os Dayne estavam realizando ali. Seu sangue já não parecia ferver tanto em relação aos Mantos Dourados e à Porto Real, no entanto, o desejo da vingança já havia brotado em seu âmago. Era uma ferida que jamais cicatrizaria e sempre que se olhasse no espelho, lá estaria sua maior vergonha. Súbito, lembrou de seu pai, e imaginou que se fosse ele em seu lugar, provavelmente ele teria ao menos levado alguns bons Mantos Dourados pra cova, junto com ele próprio. Eyvon fechou o semblante e seguiu viagem em completo silêncio. ~

    ***

    ~ Desceu da carruagem ainda de semblante fechado, porém, sabia que ali precisaria ter modos e certa postura, de maneira que foi quebrando sua feição aos poucos. Observou o acampamento com ar de curiosidade, buscando analisar as principais características do mesmo. Pôde notar as flâmulas que traziam consigo as cores da Casa, além do brasão da mesma. Também não deixou de notar irmãos de Dorne lá, e toda sua tensão deixou de vez seu rosto, por fim. ~

    - …

    ~ Antes mesmo de adentrar na tenda onde o Sor de Alcenceleste estaria esperando, já era possível sentir todo o aroma típico de Dorne. O lugar era belamente decorado e muito ali remetia à Dorne. No entanto, algo ali parecia deixá-lo inquieto ou desconfortável, e então conseguiu notar o que era.
    Tudo ali queria PARECER dornês.
    A “aura” do lugar era diferente da estalagem de Anamara. A estalagem trazia consigo a essência de Dorne. Era, literalmente, como se a estalagem da jovem fosse um pedaço de Dorne perdido na Capital. Diferente dali, a estalagem não se fazia parecer dornesa justamente por que ERA dornesa.
    Sua percepção era quebrada ao serem, por fim, recepcionados pelo seu anfitrião. ~


    - …

    ~ Eyvon fez uma breve reverência ao ser apresentado por Lady Yessenya, mas permaneceu em silêncio, assentindo a cada frase proferida pela herdeira de Sor Edmund. A aparência de seu anfitrião parecia explicar todo aquele desejo por remeter-se à Dorne: o Sor de Alcenceleste não trazia consigo os típicos traços dorneses, assim como ele. Após sua constatação, Eyvon perguntou-se quantas vezes também não “tentara parecer” dornês aos olhos dos Drinkwater ou dos próprios Dayne, quando mais jovem. Tentou não se ater muito a isso, principalmente quando a comida chegou.
    Assim que todos se sentassem para a refeição, falaria. ~


    - Veio apenas pelo torneio, Sor? Está bem perto de ser Campeão. Seria um feito e tanto.
    Alexyus
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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 11 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por Alexyus Sáb Abr 29, 2023 3:32 pm

    EYVON & Anamara - mais cedo

    Entendo… família com posses, imagino. - Eyvon não esperava que ela lhe respondesse à isso - Veio bem jovem para cá, Senhorita Nymeros. Uma criança praticamente. Devem ter sido dias difíceis…digo, os primeiros anos, é claro. Se em menos de uma semana eu consegui sentir na carne a “hospitalidade” da Capital, fico pensando o que você já deve ter passado.

    Anamara sacudiu a cabeça alegremente, fazendo seus cachos balançarem com o movimento:
    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 11 Ana_de10
    - Olhares tortos, em sua maioria, nada mais. Mas diga-se que eu sempre fui cautelosa e nunca cometi imprudências como você o fez, sôr. Isso ajudou a passar despercebida ao ódio mais agressivo dessa cidade contra os dorneses.

    - Eu nasci perto de Alto Ermitério… Na verdade, nasci nas margens do Torentine. Trago comigo esse nome…é uma espécie de lembrança de minhas raízes.

    Anamara ouviu empaticamente e comentou:

    - Nunca vi o Torrentine, estou mais familiarizada com o Sangue Verde. Mas já há alguns anos que não volto àquela região.

    - Tem algum contato com eles? - falou de forma a aparecer despretensioso, embora soubesse que a jovem era astuta o suficiente para perceber isso - Com sua família?

    Ela respondeu rapidamente e sem hesitar:

    - Constantemente. Muitos dos meus parentes estão dispersos por Westeros e além, mas enviam notícias sempre que podem. Alguns deles já se hospedara, aqui durante algum tempo. É uma família grande e variada, mas com um forte sentimento de unidade e cooperação para alcançar os objetivos dorneses.

    EYVON & Anamara - Mais tarde

    - Não é exatamente uma mensagem, senhorita. - falou com calma e tranquilidade - Gostaríamos de saber a situação de Sor Arn Solares na Fortaleza Vermelha. Creio que os soldados encarregados da masmorra ou o próprio magistrado possam dar essa luz. Caso perguntem a ele quem deseja saber, ele pode dizer que é a comitiva de Lady Yessenya Dayne, herdeira de Lorde Edmund Dayne, de Dorne. Como temos outros assuntos que também exigem certa urgência a tratar, se o seu garoto de recados puder fazer o serviço, agradeceríamos.

    Um brilho estranho perspassou pelos belos olhos da senhorita Anamara Nymeros enquanto ela ouvia e respondia:

    - Ah, sim, ele pode fazer isso! Não garanto os resultados, mas a tarefa será feita do melhor modo possível. Isso custará 3 veados de prata: um pelo trabalho do menino, outro pela dificuldade da tarefa, e o terceiro como compensação pela minha intermediação.

    Apesar de todos os mistérios que envolviam a dama dornesa, Anamara Nymeros era antes de tudo uma mulher de negócios.


    QUERELLON

    - Sim, minha senhora. O Sabre da Sapiência está desde já à vossa disposição para o carregamento quando entender apropriado e estará totalmente pronto para zarpar no dia acordado, com uma tripulação experiente e bem treinada para garantir o transporte da mercadoria. Entretanto, é importante lembrar que as águas entre aqui e Lys podem ser perigosas, especialmente para uma frota que transporta cargas valiosas. Seria recomendável que houvesse embarcações de defesa para garantir a proteção da frota e de suas mercadorias, caso fossem atacados por piratas ou por qualquer outro perigo que possa surgir.

    Lady Evelyne acenou com um dedo balançante para ele:
    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 11 Lyseni_noblewoman
    - Ah, meu caro meistre, acha mesmo que eu lançaria uma esquadra com carga tão valiosa sem salvaguardas? Haverá pelo menos quatro navios de combate na escolta, e mais se eu conseguir contratar, além de homens armados em cada cargueiro. O número de combatentes em cada embarcação deve desencorajar ataques fortuitos, e teremos plena capacidade para repelir qualquer aventureiro solitário que tentar nos abordar. Quanto a isso não se preocupe!

    Ela remexeu os papéis à sua frente e retomou seu tom oficial  de negócios:

    - É bom que seu navio esteja preparado, pois assim podemos antecipar o embarque da carga em um dia. Quero deixar o mínimmo possível de operações para o último dia para prevenir ocorrências de última hora. Aporte seu Sabre da Sapiência no cais 8 no dia depois de amanhã. Haverá muitas pessoas ocupadas com o encerramento do torneio do rei, então poderemos operar tranquilamente, ainda que com menos mãos. Depois de carregado, pode fundear seu navio na baía junto com meus outros barcos até o dia da partida, dois dias depois. Pode fazer isso?


    YESSENYA & Callahan

    Yessenya se divertia provocando Callahan.

    “ Certos jogos não podem acontecer aqui e você sabe o que quero dizer.”

    Ele falou num sussurro enquanto ela beijava o pescoço dele:
    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 11 690f6810
    - Há formas de brincar sem comprometer a sua posição. Posso te mostrar quando quiser, Yessenya...

    Mas o brusco afastamento dela e sua mudança de assunto fez a sugestão do escudeiro se perder no ar, enquanto ele a seguia obedientemente para a carruagem.

    YESSENYA, EYVON & Callahan

    O trajeto na carruagem foi feito em silêncio respeitoso, com Eyvon e Callahan muito vigilantes, embora Yessenya não deixasse de perceber o olhar do escudeiro para a transparência de seu decote vez por outra.

    Ao chegarem ao acampamento do cavaleiro de Alcanceleste, Eyvon desembaarcou primeiro, varrendo o lugar com seus olhos antes que Callahan desse a mão para ajudar Yessenya a descer. Os servos vestidos em azul e branco saudaram-nos e introduziram-nos à tenda principal para encontrar Sor Cornell, espada jurada da Casa Fowler.

    Yessenya escreveu:"Parabéns, Sor, pela vitória." Fez uma mesura graciosa e depois apresentou seus acompanhantes. "Sor Callahan Sand e este é Sor Eyvon de Torentine."

    Cornell curvou a cabeça num gesto quase humildde em resposta ao elogio de Yessenya. Depois saudou os acompanhantes dela com um olhar cordial de superioridade típica de um anfitrião orgulhoso.
    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 11 81719460e820a5bd4462f84a2c128034
    - É um prazer conhecê-los, cavalheiros! Sentem-se, por gentileza!

    Yessenya escreveu:"Me sinto em Dorne, Sor." Um sorriso adorável se espalhou em seu rosto, iluminando seus olhos.

    Sor Cornell sorriu agradavelmente para ela:

    - Fico feliz com isso, Lady Yessenya! Meus servos fizeram grandes esforços para trazer o máximo de Dorne para cá...

    Yessenya escreveu:"Que gentil da sua parte nos fazer um convite, mas permita-me perguntar como o senhor está? Não deveria estar repousando?"

    O cavaleiro fez um gesto, descartando a sugestão:

    - Foi uma vitória difícil, mas esse é o melhor repouso que poderia fazer, tomando uma refeição dornesa em companhia de nobres dorneses! Muito melhor do que ficar deitado em alguma cama com meistres resmungando em nossos ouvidos sem ter nada para fazer...

    Eyvon escreveu:- Veio apenas pelo torneio, Sor? Está bem perto de ser Campeão. Seria um feito e tanto.

    Cornell virou-se para Eyvon com um sorriso condescendente:

    - Ah, não, isso seria um tanto tolo da minha parte, não acha? Pretender ser campeão contra tantos cavaleiros empenhados no mesmo objetivo seria apostar numa chance difícil. Meu combate contra Esdres Felinight foi bastante disputado, e mesmo tendo vencido, não me sobrou alternativa a não ser me retirar do torneio. Não espetarei a minha longa lança em nenhum alvo por algum tempo ainda...

    O olhar do nortenho radicado em Dorne transferiu-se de Eyvon para Yessenya:

    - Eu notei que seu Sor Eyvon não competiu nas justas, mas talvez eu possa assisti-lo em ação no corpo-a-corpo depois de amanhã? Seu outro cavaleiro, Sor Arn Solares, fez uma triste figura perante o rei, lamento dizer. E pelo que conheço da fama do seu irmão Estrela Negra, adivinho que ele não se dispôs a competir aqui em Porto Real. De fato, houve poucos dorneses aqui, e acho que nenhum se saiu melhor do que eu...

    A análise dele, embora pouco modesta, era verdadeira. Callahan acompanhara os resultados do torneio e sabia que os outros dorneses tinham se envolvido em polêmicas que ultrapassaram os limites da arena.

    Os momentos constrangedores de silêncio foram interrompidos quando Cornell retomou a discussão:

    - É claro que conheço a reputação de sua casa e também de seus suseranos, os Daynes de Tombastela. Também ouvi sobre seu período na côrte de Lançassolar, Lady Yessenya. Diga-me, quais os planos de seu pai para o futuro de sua casa? Ele planeja deixar tudo nas mãos do Estrela Negra? Ou antevê algum casamento vantajoso para a sua mão?


    ARN

    -Será  uma honra pegar seus inimigos Lorde Beron e me aliar a sua casa, os Daynes de Alto Ermitério ficarão contente com as boas novas- diz feliz em poder ser útil as duas casas


    -Eu irei levantar um novo acampamento ao lado do seu onde me indicou e ficarei de olho em tudo, mas antes preciso reunir os meus. O senhor poderia me ceder alguém que pudesse procurar uma pessoa pra mim?

    Lorde Beron Felinight respondeu:
    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 11 RLDn6AH
    - Eu soube que os Dayne de Alto Ermitério levantaram acampamento de onde estavam, mas não sei para onde foram; provavelmente algum lugar em Porto Real. Mas se é aos seus servos contratados que se refere, talvez a mocinha que tem estado nos seguindo desde que deixamos a Fortaleza Vermelha seja uma dos que procura.

    O senhor nortenho fez um gesto e apontou para algum lugar através da janela. A princípio, Arn não entendeu a quem ele se referia, mas seguindo a direção que ele indicara, acabou por divisar Violet Poésy se esgueirando furtivamente entre os populares, disfarçadamente seguindo a viagem da carruagem.

    Ao chegarem nas imediações do acampamento Felinight, Beron indicou que Arn deveria descer e esperar. Menos de uma hora depois, uma mulher de tez clara, olhos puxados e cabelos negros na altura dos ombros veio até ele trazendo um fardo de bagagem. Ela partiu sem dizer nada, e Arn descobriu que o fardo tinha uma tenda, algumas ferramentas, um isqueiro com pederneira e um pouco de carne seca.

    Ao lado dele, Violet disse:
    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 11 Mediev11
    - Sor Arn, eu não sei ainda onde os Dayne de Alto Ermitério se encontram, mas posso descobrir isso até amanhã. Quanto aos servos que o sor contratou, sei onde está Ordo Mendell, e imagino que ele tenha alguma ideia de onde estão os outros, mas receio que alguns deles já tenham encontrado novos postos de trabalho. O que o sor deseja que eu faça?
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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 11 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por thendara_selune Dom Abr 30, 2023 3:07 am






    18:00-8 dia.
    Ameno.
    Porto Real.







    "O Sol Brilha em Dorne, e Nós Brilhamos com Ele"
    Lady Yessenya Dayne




    Yessenya,Eyvon & Callahan


    Falas
    Pensamentos ou Falas NPCS/PJs

    Ainda na carruagem



    Os três viajantes estavam em silêncio na carruagem, cada um com seus próprios pensamentos. Eyvon e Callahan estavam atentos, mas Yessenya não pôde deixar de notar os olhares de Callahan para o decote dela. Ela se lembrou das palavras que ele disse a ela no quarto. "Há maneiras de se divertir sem comprometer sua posição. Posso mostrar a você quando quiser, Yessenya...". Ela sorriu para si mesma, sabendo que os homens tinham muito mais a oferecer do que apenas riquezas.

    Ela já havia ansiado pela emoção que não só Cahallan, mas outros homens e mulheres também poderiam proporcionar. Yesse sentiu um calor súbito, seus sentidos envolvidos pelo sacolejar da carruagem, e lembrou do peito sólido dele. Aos dezesseis anos, ela já sabia muito sobre as artes do prazer: livros, pinturas e coisas que fariam as damas na arquibancada com seus narizes esnobes ruborizarem a tal ponto que pareceriam tomates. Era evidente que preferia o prazer que os homens podiam oferecer, embora tivesse participado de travessuras mais de uma vez com as colegas que fez em Jardim de Água, enquanto a mãe agia como uma tutora estratégica. Afinal, não é só de prazer que vivem as mulheres. Dália queria meios de ajudar a reerguer a casa Dayne e era uma observadora discreta dos passos que Gerold dava, embora este, por sua vez, não apreciasse isso.

    "O prazer é como uma taça profunda, se você beber demais, ficará bêbada com a emoção e cega o suficiente para andar sobre uma lâmina que a cortará ao meio. Tome cuidado enquanto estiver comigo aqui em Jardim de Água. Tente ser mais como o oceano profundo, misteriosa e imprevisível, minha filha, não revele seus tesouros completamente... Caso contrário, acabará sendo vítima das ondas que arrebentam seus sentimentos... Homens ou mulheres são governados pelo que ferve entre suas pernas e isso pode nublar seu julgamento. Por favor, Yesse, saiba onde está se metendo para não se tornar uma marionete nas mãos de outra pessoa..."

    Yesse mordeu o lábio inferior com força. Essa conversa com a mãe era a prova de que ela não era mais uma menina que tropeçava em seu vestido. Ir a Jardim de Água era sua estreia, sua chance de descobrir o mundo por trás dos véus exóticos daquele lugar e misturar-se com as outras pessoas, criando o primeiro muro que a ajudaria a sobreviver no mundo adulto. Ela gostava de beijos roubados, carícias sob o sol, do cheiro do mar e do sabor da pele salgada de uma companhia ou outra. Sua mãe não era moralista, mas agia como uma ave de rapina, cercando sua filha e empurrando-a na direção certa.

    Ela conhecia todos os métodos que poderiam ser usados para evitar a concepção de um bastardo, mas sua mãe havia lhe advertido mais de uma vez que, por vezes, mesmo as técnicas mais refinadas poderiam falhar. Afinal, o corpo feminino era um mistério que nem mesmo os Meistres mais experientes podiam desvendar por completo.
    Talvez fosse apenas um meio de dissuadir a jovem Yesse de explorar o seu erotismo ardente, que a Dália Sand tanto temia. Afinal, era do interesse de ambas manter algum controle sobre essa fera indomável que era a filha. E, até o momento, Yesse tinha se mantido casta, resistindo às tentações do amor carnal.

    No entanto, ela sabia que um casamento com um nobre de uma casa menor, mas com recursos financeiros mais abundantes, exigiria que ela fosse virgem. Nenhum homem queria se casar com uma jovem que já havia sido desonrada.
    Era um tanto hipócrita, claro, mas era melhor seguir os conselhos de sua mãe e evitar que seu pai a trancafiasse em uma das torres do castelo. Certamente, o seu meio-irmão ficaria satisfeito com isso, mas Yesse não daria esse prazer a ele.

    ⚜⚜⚜⚜⚜⚜⚜⚜



    No acampamento  @El Cabron desculpa o textão haha  Cool





    Ela manteve uma postura elegante diante de Cornell, ouvindo atentamente suas palavras e tentando ler as expressões em seu rosto. Era um homem interessante, um nortenho que se tornara espada jurada da Casa Fowler, e um anfitrião orgulhoso, mas cordial. Enquanto ele falava, a jovem Dayne bebia delicadamente mais um gole de vinho, sentindo a bebida acariciar sua língua.

    "Fico feliz em ver tanta vitalidade e empenho em se manter pronto Sor", disse ela com um sorriso gentil nos lábios.

    Ele mencionou os outros dorneses e como ele fora o único a ter um bom desempenho. Yesse deixou o silêncio desconfortável pesar no ar enquanto buscava as palavras certas. Era seu primeiro teste longe de casa, sem a mãe para lhe sussurrar o que deveria dizer ou fazer. Sua pele estava levemente bronzeada pelo sol, e o tecido branco e decote provocante, decorado com uma joia de ouro que pertencera a sua mãe, combinava com o perfume de bergamota e notas de sândalo que ela usava. Yesse usava os artifícios naturais que tinha para provocar seu anfitrião.


    "Imagino que sua vitória contra um conterrâneo tenha lhe trazido um sabor intenso, afinal, pelo que soube, o senhor é nortenho", disse ela, deliciando-se com o vinho. "Perdoe-me a indiscrição, Sor, mas ganhou minha simpatia e lamento ouvi-lo dizer que não espetará, ou melhor, não derrubará nenhum alvo por algum tempo ainda..." Sua voz transmitia divertimento, humor e prazer. "De fato, uma pena que não possa fazê-lo nem tão cedo, Sor." Uma provocação juvenil ressoava em sua voz como se as últimas palavras podem soar dúbias.

    Ela queria mostrar que, assim como ele deve ter sondado todos na comitiva Dayne, ela também tinha feito o mesmo. Claro que foi sorte que Cahallan acompanhou os resultados do torneio, senão eles teriam ficado no escuro.

    "Sor Evoy compartilha da minha curiosidade, não é mesmo?" Depois da resposta de Cornell, a jovem Dayne apoiou os cotovelos na mesa, com um ar rebelde, o queixo repousando em suas mãos. "A situação do Sor Arn foi uma lástima, mas não posso culpá-lo totalmente. Ele fez o que achou certo no momento, de uma maneira impulsiva e tola, mas ainda honrou aquilo que prega para si..." Seus lábios se contorceram em um sorriso amargo para alguém tão jovem. Não havia palavras para amenizar tudo o que Solares fez, mas ao que parecia, ele a assombrava até naquele jantar. Seu pai certamente questionaria o ocorrido e, com a ajuda da mãe, ela conseguiria que ele a perdoasse.


    "- É claro que conheço a reputação de sua casa e também de seus suseranos, os Daynes de Tombastela. Também ouvi sobre seu período na côrte de Lançassolar, Lady Yessenya. Diga-me, quais os planos de seu pai para o futuro de sua casa? Ele planeja deixar tudo nas mãos do Estrela Negra? Ou antevê algum casamento vantajoso para a sua mão?"


    Com um ar curioso, a jovem arqueou suas sobrancelhas ao ouvir as palavras de Cornell. Olhou para Torentine e depois para Callahan, convidando-os a falar, mas sabia que seu adorável amigo íntimo não diria nada. Ele sempre foi um excelente observador. Dizem que devemos ter medo daqueles que pouco falam, mas pensam demais.

    “Meu irmão não tem interesse em pisar nesse solo. Meu pai é um homem de ideias equilibradas, que busca sempre o melhor para seus aliados e respeita aqueles que valorizam o poder da palavra dada”, sua voz era doce como mel, mas seus olhos pareciam arder com um sentimento desafiador. “Quanto ao interesse de meu pai em me casar, parece que nenhum cavaleiro está disposto a desposar uma pobre moça sem posses, influência e ainda por cima, meia-irmã do 'Estrela Negra'." Seus olhos lilases fixaram-se nos dele. “Mas diga-me, Sor, além da sua gentileza acolhedora em nos conceder uma atmosfera tão dornesa, o que mais o senhor busca esta noite, ou além dela?” Direta como o pai seria, mas seu timbre é arisco.

    Em sua homenagem  @El Cabron  achei essa versão aqui haha




    roupinha:


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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 11 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por El Cabron Seg maio 08, 2023 2:52 pm

    Eyvon e Anamara - mais cedo

    ~ O cavaleiro manteve sua tranquilidade em relação às respostas de Anamara. Eyvon tinha algumas impressões sobre a moça que o deixavam em constante curiosidade. Se dependesse dele, passaria horas tentando decifrar a mulher, no entanto, nem ele e nem a própria tinham à disposição tal tempo. ~

    - Não conheço o Sangue Verde. Na verdade, pouco conheço fora das regiões de Alto Ermitério.

    ~ Quando jovem, Eyvon não tivera tantas  andanças pelas cidades de Dorne. Conhecia, basicamente, a região que tocava o Torrentine e da Casa Drinkwater, para onde tinha sido mandado quando garoto.
    A jovem, ao terminar de falar sobre sua família, veria um cavaleiro bastante interessado.~


    - E existe alguma chance de conhecê-los, senhorita? Digo, parecem bastante interessantes, e confesso que ter poucos dorneses para conversar é algo que me incomoda um pouco…

    Eyvon e Anamara - mais tarde

    -  Faço questão de deixar isso acertado desde já, Senhorita Nymeros - assim, Eyvon já entrega à mulher três veados de prata, conforme combinado.



    No Acampamento de Cornell


    ~ Eyvon não fez cerimônia alguma no jantar. Serviu-se com gosto. Comeu e bebeu do melhor, saciando toda sua fome e sede sem cometer exageros ou má educação à frente do anfitrião. Aos olhos de Eyvon, Cornell estava fazendo tudo aquilo para impressionar a jovem Lady Yessenya. Ainda que fosse uma criança, na opinião do Cavaleiro do Torentine, era nítido que ela era bela e graciosa, além disso, era filha do Lorde Dayne, o que dava certo poder à sua figura. Fosse como fosse, até então não havia nada de errado ou que despertasse qualquer desconfiança em relação à Cornel. ~

    - …

    ~ Ao citar o nome de Eyvon, Cornell pôde observar um leve sorrisso ser esboçado pelo Cavaleiro, que não tardou em falar ~

    - Infelizmente me envolvi em um acidente aqui, em Porto Real. Coisa de rua. Achei que os Mantos Dourados cuidassem bem daqui, mas me enganei. De toda forma venho me recuperando também, Sor, e dificilmente estarei nas liças.

    ~ As palavras de Eyvon eram acompanhadas pelo doce vinho que descia-lhe suavemente pela garganta, deixando o cavaleiro menos tenso do que quando entrara. Ele seguia a conversa entre Yessenya e Cornell de perto, entre um gole e outro de vinho, entre uma mordida e outra em algumas das deliciosas iguarias dorneses e ficou um tanto surpreso quando a jovem revelou que seu anfitrião era nortenho. ~

    “Isso explica bastante coisa aqui.” - pensou o cavaleiro, que logo em seguida olhou para Cornell. Na mesma sequência, cruzou olhares com Lady Yessenya, que parecia o convidar ao debate em relação à Casa Dayne. Tocar no assunto “Casa Dayne”, e com aquelas perguntas, era uma tentativa bastante clara de sondar a situação política deles.

    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 11 Adamdriverlastduel

    - Lorde Edmund é muito metódico, Sor Cornell, - começou a falar - age conforme se faz necessário. - Fez uma breve pausa - Os dois filhos tem personalidades e trajetórias diferentes. Lorde Gerold tem um viés muito mais impulsivo e voltado às questões militares. Lady Yessenya, - virou-se para ela - por outro lado, mantém o equilíbrio entre aqui - aponta para a cabeça - e aqui - aponta para o coração - buscando fazer o que é justo, encarando sempre de frente as consequências.


    ~ A fala de Eyvon não era apenas uma carícia à moral de Lady Yessenya, mas também um elogio frente ao anfitrião, exaltando suas qualidades políticas. Fato era de que Eyvon muito pouco conhecia sobre a Casa Fowler, logo, não viu oportunidade melhor do que esta para falar sobre a mesma, além de tirar a limpo outra questão. ~

    - Se não veio apenas pelo torneio, Sor, veio também à negócios para sua Casa? A propósito, como estão as coisas em Alcenceleste? Temos mais dorneses de lá por aqui? Sinto falta do nosso sol e ar…é completamente diferente daqui.

    ~ As palavras de Eyvon eram tranquilas, não tinham nem de longe qualquer tom inquisidor, mas sim amigável e de pura curiosidade. ~
    Xafic Zahi
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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 11 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por Xafic Zahi Seg maio 08, 2023 8:23 pm

    Meistre Querellon.


    Querellon sorriu educadamente para Lady Evelyne, agradecendo a preocupação dela com a segurança da carga e de sua tripulação. Ele sentiu um alívio ao saber que haveria uma escolta armada para proteger a frota, mas ainda assim manteve uma postura séria e profissional.

    - Fico feliz em saber que haverá uma escolta armada para proteger a frota durante o transporte. Tenho certeza de que minha tripulação também ficará mais tranquila com essa notícia.

    Ele se levantou, arrumando a túnica.

    - Quanto ao embarque antecipado da carga, não vejo problemas em cumprir sua solicitação. O Sabre da Sapiência estará no cais 8 no dia depois de amanhã, como solicitado, pronto para carregar a mercadoria. E assim que a carga estiver a bordo, fundearemos o navio na baía junto com os outros barcos.

    Ainda de pé, o meistre fez uma breve pausa e retomou:

    - Agradeço mais uma vez, Lady Evelyne, pela confiança depositada na casa Dayne de Alto Ermitério.

    Ele deu um leve aceno com a cabeça em sinal de despedida, antes de se virar e caminhar em direção à porta. No caminho, cumprimentou os ajudantes com um aceno de cabeça. Ao sair da sala, respirou fundo e olhou ao redor, novamente tomando nota da localização dos pontos de interesse e da disposição das instalações.

    Com um leve sorriso no rosto, Querellon se dirigiu ao cais e buscou por algum barco/serviço que o levasse até seu navio. Necessitava combinar com Alef os detalhes da viagem.

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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 11 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por Alexyus Seg maio 08, 2023 9:17 pm

    EYVON & Anamara - Mais Cedo

    - E existe alguma chance de conhecê-los, senhorita? Digo, parecem bastante interessantes, e confesso que ter poucos dorneses para conversar é algo que me incomoda um pouco…

    Anamara fez um ar conformado:

    - Assim como eu, a maioria dos meus familiares está dispersa por Westeros e além. Alguns de meus parentes mais bem sucedidos navegam naus mercantes pelo Sangue Verde, mas a maioria gosta de viajar e raramente se fixa em qualquer lugar. Infelizmente, nenhum deles está aqui agora, senão eu lhes apresentaria...

    EYVON & Anamara - Mais Tarde

    -  Faço questão de deixar isso acertado desde já, Senhorita Nymeros - assim, Eyvon já entrega à mulher três veados de prata, conforme combinado.

    A estalajadeira Nymeros aceitou as moedas com um sorriso cerimonioso.

    - Assim que ele voltar, eu o avisarei.


    YESSENYA, EYVON & Callahan com Cornell

    YESSENIA escreveu:"Imagino que sua vitória contra um conterrâneo tenha lhe trazido um sabor intenso, afinal, pelo que soube, o senhor é nortenho", disse ela, deliciando-se com o vinho. "Perdoe-me a indiscrição, Sor, mas ganhou minha simpatia e lamento ouvi-lo dizer que não espetará, ou melhor, não derrubará nenhum alvo por algum tempo ainda..." Sua voz transmitia divertimento, humor e prazer. "De fato, uma pena que não possa fazê-lo nem tão cedo, Sor." Uma provocação juvenil ressoava em sua voz como se as últimas palavras podem soar dúbias.

    Sor Cornell sorriu para Yessenya com malícia, parecendo gostar do jogo dela.
    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 11 B9e14e56a2b803bfa1ea157cdd6d61fb

    EYVON escreveu:- Infelizmente me envolvi em um acidente aqui, em Porto Real. Coisa de rua. Achei que os Mantos Dourados cuidassem bem daqui, mas me enganei. De toda forma venho me recuperando também, Sor, e dificilmente estarei nas liças.

    Cornell olhou empaticamente para Eyvon:

    - Sei como se sente, sor! Tem meu respeito. Também não posso dizer que a milícia dessa cidade me impressionou favoravelmente...

    YESSENIA escreveu:"Sor Evoy compartilha da minha curiosidade, não é mesmo?" Depois da resposta de Cornell, a jovem Dayne apoiou os cotovelos na mesa, com um ar rebelde, o queixo repousando em suas mãos. "A situação do Sor Arn foi uma lástima, mas não posso culpá-lo totalmente. Ele fez o que achou certo no momento, de uma maneira impulsiva e tola, mas ainda honrou aquilo que prega para si..."

    Cornell mostrou-se cético:

    - As pessoas de Westeros tendem a estigmatizar todos os dorneses num estereótipo de pessoas impulsivas e imprudentes, e cavaleiros como Sor Arn e seu irmão Estrela Negra apenas lhes confirmam essa impressão. Entretanto, eu sei, e acredito que você também saiba, que ações sutis e certeiras tendem a surtir mais efeito do que um exército quebrando-se contra uma muralha.

    EYVON escreveu:- Lorde Edmund é muito metódico, Sor Cornell, - começou a falar - age conforme se faz necessário. - Fez uma breve pausa - Os dois filhos tem personalidades e trajetórias diferentes. Lorde Gerold tem um viés muito mais impulsivo e voltado às questões militares. Lady Yessenya, - virou-se para ela - por outro lado, mantém o equilíbrio entre aqui - aponta para a cabeça - e aqui - aponta para o coração - buscando fazer o que é justo, encarando sempre de frente as consequências.

    O cavaleiro de Alcanceleste ergueu o cálice em cumprimento:

    - Vejo que ela tambémm é capaz de instilar lealdade e admiração em seus servidores. Isso é uma ótima qualidade num prospectivo líder.

    “Meu irmão não tem interesse em pisar nesse solo. Meu pai é um homem de ideias equilibradas, que busca sempre o melhor para seus aliados e respeita aqueles que valorizam o poder da palavra dada”, sua voz era doce como mel, mas seus olhos pareciam arder com um sentimento desafiador. “Quanto ao interesse de meu pai em me casar, parece que nenhum cavaleiro está disposto a desposar uma pobre moça sem posses, influência e ainda por cima, meia-irmã do 'Estrela Negra'." Seus olhos lilases fixaram-se nos dele. “Mas diga-me, Sor, além da sua gentileza acolhedora em nos conceder uma atmosfera tão dornesa, o que mais o senhor busca esta noite, ou além dela?” Direta como o pai seria, mas seu timbre é arisco.
    EYVON escreveu:- Se não veio apenas pelo torneio, Sor, veio também à negócios para sua Casa? A propósito, como estão as coisas em Alcenceleste? Temos mais dorneses de lá por aqui? Sinto falta do nosso sol e ar…é completamente diferente daqui´

    O olhar afiado de Cornell contrastava com o onipresente sorriso de superioridade dele quando respondeu:

    - No momento, Alcanceleste tem prosperado e conta com uma boa defesa. Embora eu seja o campeão da casa Fowler neste momento, ainda pretendo ser um lorde por meu próprio direito. Os negócios que vim conduzir aqui podem me abrir alguns caminhos para esse objetivo.
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    thendara_selune
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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 11 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por thendara_selune Ter maio 09, 2023 1:56 pm






    18:00-8 dia.
    Ameno.
    Porto Real.







    "O Sol Brilha em Dorne, e Nós Brilhamos com Ele"
    Lady Yessenya Dayne




    Falas
    Pensamentos ou Falas NPCS/PJs

    No Acampamento de Cornell

    Ao vislumbrar o sorriso malicioso de Cornell, os olhos de Yessenya pareceram brilhar com divertimento. Era uma jovem ingressando em um território desconhecido, tentando descobrir a verdadeira motivação por trás do convite.


    Eyvon falou sobre o incidente que aconteceu com ele. Os Mantos o haviam castigado violentamente e um homem de alma frágil teria ficado quebrado por dentro por um longo tempo. Mas em vez disso, Torentine sentiu brasas queimando em seu interior que alimentavam um desejo de retribuição pelo ocorrido. O olhar dos dois se cruzaram quando ela falou sobre Cornell ser nortenho e ela deu um sorriso provocativo, imaginando que ele entendia bem toda a situação dentro daquele jantar.

    As palavras dele sobre Lorde Edmund a fizeram manter um ar sério, mas era possível ler nela o orgulho de ser filha de quem era. Ao comentar sobre seu meio-irmão, ela bebeu um novo gole de vinho, mas deixando os homens conversarem sem interromper.

    Yessenya adorava ouvir os homens falarem, aprendia muito ao escutá-los e decifrava muito sobre eles também. Era isso que ela desejava fazer. O jeito que Eyvon falou dela a fez corar levemente. Seu pai não costumava despejar elogios para a filha. Às vezes, dizia que a havia mimado demais ou era egoísta quando ela batia o pé sobre o comportamento de Gerold, que, aos olhos de seu pai, era "a estrela prometida" que reergueria a casa. Era bom saber que além de Callahan, o cavaleiro ali também tinha palavras que refletiam o que Yessenya queria fazer por todos da Casa Dayne.

    Torentine perguntou a Cornell o que ele veio fazer em Porto Real. Ela continuou comendo e bebendo, aparentemente sem prestar atenção, até que o anfitrião respondeu tudo. Então, ela fixou o olhar nele com interesse.

    “- As pessoas de Westeros tendem a estigmatizar todos os dorneses num estereótipo de pessoas impulsivas e imprudentes, e cavaleiros como Sor Arn e seu irmão Estrela Negra apenas lhes confirmam essa impressão. Entretanto, eu sei, e acredito que você também saiba, que ações sutis e certeiras tendem a surtir mais efeito do que um exército quebrando-se contra uma muralha.”


    "Oh, milorde", começou Yesse, recostando-se relaxadamente na cadeira, "cada ato traz consigo consequências, e em alguns casos, essas consequências se estendem por longo prazo". Com um sorriso suave, ela acrescentou: "A sutileza é uma qualidade admirável, seja na arte da guerra ou para superar obstáculos".

    “O cavaleiro de Alcanceleste ergueu seu cálice em cumprimento. "Vejo que ela também é capaz de instilar lealdade e admiração em seus servidores. Isso é uma ótima qualidade em um líder em potencial", disse ele.”

    "Tenho apenas dezesseis anos, e não sou uma jovem plácida", continuou Yesse, mordiscando levemente o lábio inferior. "De fato, sou bastante tempestuosa, milorde. Mas, ao mesmo tempo, sou uma aluna dedicada, sempre em busca de conhecimento que possa trazer um futuro melhor para aqueles que estão sob os cuidados de nossa casa."


    “O olhar afiado de Cornell contrastava com o onipresente sorriso de superioridade dele quando respondeu:

    - No momento, Alcanceleste tem prosperado e conta com uma boa defesa. Embora eu seja o campeão da casa Fowler neste momento, ainda pretendo ser um lorde por meu próprio direito. Os negócios que vim conduzir aqui podem me abrir alguns caminhos para esse objetivo.- No momento, Alcanceleste tem prosperado e conta com uma boa defesa. Embora eu seja o campeão da casa Fowler neste momento, ainda pretendo ser um lorde por meu próprio direito. Os negócios que vim conduzir aqui podem me abrir alguns caminhos para esse objetivo.”


    Yesse encarou o cavaleiro com um olhar sedutor, como uma felina interessada na isca que ele havia lançado. "Todos nós somos capazes de despertar os mais diversos sentimentos e impressões, milorde. Seja para mostrar nossos desejos ou para impulsioná-los a se concretizarem", disse ela com voz doce. "Sor Torentine me deixou lisonjeada, e espero que ele tenha razão. Mas, apesar de tudo, como lhe disse, sou apenas uma jovem aluna dedicada. Em minha atual posição, é evidente que busco um casamento que possa contribuir para o crescimento de nossa casa. No entanto, sei que os homens desejam um dote generoso e uma posição vantajosa para satisfazerem seus próprios interesses."

    Yessenya era uma jovem ousada e sempre se arriscava nos jogos sociais. Embora não fosse uma estrategista brilhante, nem tampouco uma grande administradora, gostava de tentar ir além daquilo que esperavam dela.

    Lembrou de uma conversa com a mãe antes de voltarem para casa:

    "Em breve, precisamos encontrar um marido para você, talvez algum lorde viúvo possa ser útil. Você chamou a atenção em Jardim de Água, é claro que investiguei e alguns só querem você para aquecer suas camas e gerar bastardos. Mas, minha filha, nós precisamos ter em mente que um dia seu pai não estará mais conosco, Gerold será o senhor da casa e nós seremos apenas móveis ocupando espaço. Não sei se ele nos manterá da mesma maneira que seu pai faz... Sinto muito por colocá-la nessa posição, mas é assim que a vida é. Não quero que passemos por uma tempestade de areia sem proteção."

    Por isso, Yesse se recusava a se permitir ser possuída por quem quer que fosse. Ela não era filha de uma família influente no atual cenário. Havia ainda Gerold que a olhava com desdém ou irritação disfarçada em seu sorriso galante. A morte era inevitável, mas doía pensar na partida do pai. No entanto, sua mãe estava certa, ela precisava encontrar um casamento que lhe trouxesse proteção e autonomia. Se ela não fizesse isso, o "Estrela Negra" a casaria com algum lorde decrépito só para vê-la sofrer.

    Às vezes, Yesse trocava olhares venenosos com Gerold, mas ela sabia que diante dele era muito fraca para revidar qualquer estratagema que ele pudesse ter.

    "Sor, posso presumir então que veio negociar muito mais do que jantares acolhedores, fama e espertar oponentes com vossa lança?" Os olhos lilases dela observam os lábios dele e depois sorri inocentemente. “ Creio que o Lorde Fowler, esteja muito satisfeito em tê-lo como campeão da casa eu também estaria.” Então ela bebeu um pequeno gole de vinho antes de prosseguir. “ Lembro que ele tem duas filhas gêmeas adoráveis." O sorriso dela era cheio de intenções. "Creio que o milorde seria um bom pretendente, além de demonstrar ser um grande guerreiro, o que renderia uma belíssima e valiosa prole. Afinal, um território se mantém por meio de enlaces que, embora sejam sutis em suas reais intenções, escondem virtudes impermeáveis diante de objetivos maiores que garantem que uma casa prospere."

    O coração de Yesse disparou ao pensar em Callahan ouvindo suas palavras provocativas. Ela amava provocá-lo, apenas para afastá-lo em seguida, mas sabia que, se olhasse para ele, seu olhar seria frio e distante. Yessenya se perguntou se Callahan percebia a atitude deliberadamente atrevida dela ao lidar com homens. A jovem Dayne sabia que sua natureza provocante poderia ser perigosa, mas ela não podia evitar - era parte de quem ela era.





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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 11 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por El Cabron Ter maio 09, 2023 3:07 pm

    Eyvon e Anamara - mais cedo

    ~ Eyvon esboçou um sorriso de canto de boca. Ainda que não conhecesse o Sangue Verde, sabia de suas histórias e sobre aqueles que subiam e desciam o rio. Algumas conexões se faziam um pouco mais claras na mente do Cavaleiro, porém preferiu guardá-las para si naquele momento.

    - Entendo. Bom, tenho certeza que iremos nos cruzar, mais cedo ou mais tarde. - após sua observação, o Cavaleiro sorriu de forma cordial. -- Sei que tem muitos afazeres, Senhorita Nymeros, e já tomei muito de seu tempo. Muito obrigado pela conversa, gostaria de fazer isso mais vezes, se for do seu agrado. - Eyvon fez uma reverência e retirou-se aos seus aposentos.


    No Acampamento de Cornell

    ~ Ao ver que Cornell erguera o cálice em cumprimento, Eyvon não demorou a fazer o mesmo, brindando-o de longe antes de entornar a taça e deixar que o vinho descesse suavemente por sua garganta mais uma vez, enquanto Lady Yessenya tomava a palavra. Ao ser citado por ela, Eyvon ergueu o próprio cálice e assentiu com a cabeça levemente.
    Quando, o assunto “negócios” girou com mais força no jantar, Eyvon acabou retornando ao debate:  ~


    - Interessante. Estamos também com alguns negócios aqui em Porto Real. Um deles é tentarmos contatar o pequeno Edric Dayne, porém, não tivemos muito sucesso até então. Beric Dondarrion tem sido muito zeloso com a criança Dayne. Você teria alguma maneira de colocar Lady Yessenya em contato com o rapaz? - virou-se para Cornell - Tenho certeza que Lady Yessenya apreciaria muito esse intermédio, - apontaria para a jovem com a palma da mão esticada, como se estivesse oferecendo a Lady ao cavaleiro - o que acabaria agradando e muito a seu pai, por consequência.

    ~ Eyvon não era exatamente sutil nas palavras. Nunca fora bom nisso, na verdade, mas também não era dissimulado, muito menos estúpido. O objetivo daquele jantar não era apenas conhecer pessoalmente Lady Yessenya, mas também compreender a sua posição como herdeira da Casa Dayne. Fazer um intermédio e ntre Yessenya e Edric Dayne garantiria não apenas a admiração da jovem, como também a do Lorde da Casa. Era uma oportunidade de ouro que apresentava-se ao nortenho graças ao Cavaleiro do Torentine, haveria apenas a questão se Cornell poderia ajudar ou não. ~
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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 11 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por Alexyus Dom maio 14, 2023 9:27 pm

    QUERELLON

    Ao sair da reunião com Lady Evelyne, o meistre dos Dayne foi para o porto procurar um meio de chegar ao Sabre da Sapiência.

    Felizmente, sua tripulação mantinha um marujo com um bote junto ao cais, o que lhe permitiu ir à bordo do navio em pouco tempo.

    Recebido por Hank, Querellon foi saudado com alegria e surpresa.
    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 11 9ea5009bbab627b851d7f4c424af7cdb
    - Meistre-capitão! O que o traz à bordo tão tarde?


    YESSENYA & EYVON com Cornell

    Yessenya escreveu:"Sor, posso presumir então que veio negociar muito mais do que jantares acolhedores, fama e espertar oponentes com vossa lança?" Os olhos lilases dela observam os lábios dele e depois sorri inocentemente. “ Creio que o Lorde Fowler, esteja muito satisfeito em tê-lo como campeão da casa eu também estaria.” Então ela bebeu um pequeno gole de vinho antes de prosseguir. “ Lembro que ele tem duas filhas gêmeas adoráveis." O sorriso dela era cheio de intenções. "Creio que o milorde seria um bom pretendente, além de demonstrar ser um grande guerreiro, o que renderia uma belíssima e valiosa prole. Afinal, um território se mantém por meio de enlaces que, embora sejam sutis em suas reais intenções, escondem virtudes impermeáveis diante de objetivos maiores que garantem que uma casa prospere."

    Cornell ouviu aquilo com um ar divertido e balançando seu tinto de dorne em seu cálice. Quando se dispôs a responder, ele disse:

    - As senhoritas Fowler são muitas coisas, mas eu não as chamaria de adoráveis... De qualquer forma, creio que não se atentou quando eu disse que pretendo ser um lorde por meu próprio direito! Não me interessa herdar títulos de outros, ainda mais de Dorne, onde as mulheres têm os mesmos direitos que os homens. A senhorita Jeyne Fowler um dia será a senhora da casa Fowler, mas eu não serei um consorte. No entanto, ela terá minha aliança se puder me oferecer algo de valioso em troca. É o mesmo que espero ter de sua casa, uma aliança mutuamente benéfica...

    EYVON escreveu:- Interessante. Estamos também com alguns negócios aqui em Porto Real. Um deles é tentarmos contatar o pequeno Edric Dayne, porém, não tivemos muito sucesso até então. Beric Dondarrion tem sido muito zeloso com a criança Dayne. Você teria alguma maneira de colocar Lady Yessenya em contato com o rapaz? - virou-se para Cornell - Tenho certeza que Lady Yessenya apreciaria muito esse intermédio, - apontaria para a jovem com a palma da mão esticada, como se estivesse oferecendo a Lady ao cavaleiro - o que acabaria agradando e muito a seu pai, por consequência.

    -Ah, agora estamos negociando!?! Bem, não vejo grandes dificuldades em chegar a Edric Dayne, desde, é claro, que você não se importe de tratar com o lorde campinense de Porto Negro, Beric Dondarrion. Mas a menos que vocês queiram negociar com submissão a ele, suas chances de conseguirem quaisquer vantagens são bem reduzidas. Ah, sim, o velho lorde Jon Arryn sabia o que estava fazendo ao costurar essas relações de tutela e vassalagem! Ele colocou as duas casas dornesas relacionadas a Arthur Dayne de joelhos, e me parece que vocês estão com dificuldade de sair dessa situação...

    Ele fez uma pausa que deixou um silêncio constrangedor para os Dayne, muito conscientes da vergonha que recaíra sobre sua casa, conforme Cornell fizera questão de assinalar.

    Ele voltou a falar bruscamente:

    - Posso ir ao Alto Ermitério tratar com seu pai sobre um modo de escapar dessa armadilha. Isso, é claro, se a senhorita me garantir que haverá em tudo isso algo vantajoso para mim... 
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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 11 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por Van Bash Dom maio 14, 2023 10:43 pm

    Sor Arn demora um tempo para avistar a Violet e sorri ao vê-la.

    -Já era de se esperar. É logico que eu não a acharia, mas era obvio eu ia ser achados por quem eu queria contactar. Mesmo assim grato Sor Beron. - diz com um sorriso no rosto

    Então pega as coisas para armar o acampamento e vai até Violet.

    -Sim contacte com Ordo e o traga aqui na minha tenda e a quem mais quiser voltar a me servir. Procure Sor Woody Waxley e diga que estou aqui. Após isso vou fazer uma carta ao Sor. Eyvon que quero que entregue a ele – pega dentro das bagagens uma tinta e papel e começa a escrever em um pedaço de pergaminho. Após escrever pega uma vela ascende e derrama a cera fechando o pergaminho. Após pega seu anel que continha um sinete e lacra, deixando impossível de se abrir a carta e fecha-la sem romper o lacre em cera

    -Pronto Senhorita Violet. Esse é o começo de tudo que estamos planejando.  Mas preciso que me traga todos meus pertences e servos leais.

    Então monta o acampamento e aguarda seus homens chegarem principalmente
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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 11 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por Xafic Zahi Seg maio 15, 2023 1:50 pm

    Meistre Querellon.


    Querellon sorriu calorosamente para Hank e os demais membros da tripulação do Sabre da Sapiência ao chegar a bordo. Ele estava feliz em vê-los e sentia-se grato por contar com uma equipe tão dedicada.

    - É bom estar de volta ao navio, meus amigos - cumprimentou - Tenho novidades para compartilhar com todos vocês. Por favor, reúnam-se para uma pequena reunião.

    Esperou os marujos se agruparem e começou a explicar sobre o contrato com Lady Evelyne. Presumia que Alef já havia deixado a tripulação ciente, então descreveu os detalhes da data e da carga que levariam, destacando a importância da missão para a Casa Dayne e para o futuro do navio.

    - Além disso, tenho outra notícia - continuou com um tom de igualdade - Os Dayne decidiram investir na compra de um novo navio para expandir serviços comerciais. A embarcação será de titularidade deles, no entanto, estará sob minha supervisão e comando, então posso oferecer novas oportunidades a vocês e fortalecer nossa presença nos mares.

    Querellon olhou para Alef, seu imediato, e entregou a ele a importante tarefa.

    - Alef, confio em você para comandar o Sabre da Sapiência nesta viagem até Lys - Afirmou transmitindo sua confiança - Eu permanecerei em Dorne para coordenar a formação da nova tripulação e cuidar dos preparativos do novo navio.


    Querellon pausou brevemente, deixando as palavras ecoarem na mente dos marujos, antes de prosseguir.

    - Agora, tenho uma proposta a fazer a alguns vocês - anunciou - Durante os últimos anos, a dedicação e habilidade de todos vocês, sem exceção, foram essenciais para o Sabre da Sapiência, mas alguns membros se destacaram um pouco mais do que outros. Gostaria de convidar esses membros a se juntarem à nova tripulação que estamos formando, para assumirem cargos de maior responsabilidade.

    - Convido Ashanti para a função de navegadora, Maha para a função de imediata, Alika para comandar e treinar os combatentes e se responsabilizar pela segurança da embarcação e Tayla para o cargo de chefe de inteligência. Esse último cargo é uma função nova que desenvolveremos em conjunto durante os próximos meses.

    Ashanti:

    Maha:

    Alika:

    Tayla:

    Querellon esperou pela resposta das mulheres, vez que, pela maneira que lidava com a tripulação, elas sabiam que se tratava de um convite e não uma imposição.

    - Aqueles que seguirão para Lys e fizerem um bom trabalho sob o comando de Alef, igualmente terão oportunidades de crescimento e recompensas adequadas às suas contribuições.

    Ele olhou ao redor, observando as expressões da tripulação. Sabia que a mudança poderia ser significativa, mas confiava que eles entendiam o potencial dessa nova empreitada.

    - Se alguém tiver alguma dúvida, preocupação, sugestão ou reclamação, estou à disposição para conversar.

    El Cabron
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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 11 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por El Cabron Seg maio 15, 2023 2:07 pm

    No Acampamento de Cornell

    ~ Era nítido para Eyvon que Cornell tinha as ambições de um Lorde, no entanto, o nortenho radicado em Dorne também tinha consciência de que sozinho dificilmente teria algum êxito. Para ter sua ascensão, o cavaleiro precisava de aliados políticos e, não à toa, o convite para Lady Yessenya era um aceno a tal possibilidade. Ainda que os Dayne de Alto Ermitério não tivessem uma força política tão significativa no momento, era uma Casa Nobre que com a direção certa poderia voltar a prosperar. Além disso, as colocações de Cornell à respeito da relação entre os Dayne e os Dondarrion eram muito pertinentes.  ~

    - Eu não chamaria de negociação, Sor, - disse Eyvon tomando a dianteira em relação à Lady Yessenya - mas vejo esta uma boa oportunidade para estreitarmos relações, por que não, afinal, você não chamaria Lady Yessenya aqui, nesta bela tenda, com este belo jantar e com a boa conversa, se não desejasse sua amizade. E sabemos bem o tipo de benefício que uma amizade com uma Lady pode trazer… - virou-se para Lady Yessenya, falando baixo, embora soubesse que Cornell certamente o escutaria -   Não sou um conselheiro como Meistre Querellon, milady, mas sei que saberá continuar daqui… - disse, colocando a sua mão em cima da mão da Lady, olhando-a firmemente nos olhos, para em seguida retirar a sua mão e endireitar-se na cadeira, servindo-se de um espeto de kafta e aproximando um pote de coalhada seca para perto de si.

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    ~ Eyvon não era um jogador político, embora não fosse um estúpido nesse quesito, no entanto, sua força era totalmente delimitada pelo fato de ser apenas um Espada Juramentada da Casa Dayne. Fosse como fosse, a situação tinha seus riscos, afinal, que tipo de contrapartida Cornell desejava para com Lady Yessenya? Não seria prudente garantir ao nortenho qualquer vantagem antes que o mesmo pudesse dar-lhes algo em troca, pois no fim das contas, aparentemente, Cornell precisava tanto dos Dayne quando eles do nortenho. ~
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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 11 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por thendara_selune Seg maio 15, 2023 9:17 pm






    18:00-8 dia.
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    No Acampamento de Cornell




    Eu ouvi as palavras de Cornell e Eyvon com um sorriso irônico nos lábios, enquanto sentia a mão de Torentine em minha própria. Ponderei sobre a situação e, mesmo sentindo a falta de habilidade em lidar com aquele nortenho presunçoso, sabia que não havia espaço para hesitação ou medo. Não podia deixar de notar o encanto de Cornell que era tão cortante quanto sua astúcia, e havia um deleite pessoal percorrendo-me ao olhá-lo.

    "Não acredito que um homem nortenho como o senhor aceitaria ser apenas um consorte"
    , disse eu em um tom suave, enquanto meus olhos lilases brilhavam de curiosidade. "Compreendo que tenha outras motivações, afinal, todos nós temos algo que desejamos ardentemente. Mas fico me perguntando como um homem do norte foi parar em Dorne e por que decidiu se estabelecer na casa Fowler?!"

    Meus olhos brilharam com uma provocação momentânea antes de mudar para uma expressão de interesse genuíno. "Admito que nossa situação atual é desconcertante, mas não é nenhum segredo. Na verdade, posso dizer abertamente que estou insatisfeita com a necessidade de mendigar apoio de qualquer pessoa que seja. No entanto, alianças são necessárias para preencher as lacunas e alcançar um bem maior."

    Girei delicadamente o anel em meu dedo antes de continuar. "Beric Dondarrion tem sido um obstáculo para nós, mantendo o garoto afastado. Talvez porque Jon Arryn tenha amarrado tudo ou talvez por sua própria ambição pessoal."

    Talvez em algum lugar em meu coração, concordasse com meu meio-irmão sobre a inutilidade de mendigar a ajuda daquele homem arrogante ou ajoelhar-se diante dele. No entanto, eu também sabia que às vezes desejava ser tão rebelde quanto Gerold e atear fogo em Dondarrion. Mas todas as criaturas, por mais pacíficas que sejam, podem se rebelar quando são encurraladas.


    Sentia a imperiosa necessidade de deixar claro que apreciava honrar os meus compromissos e esperava o mesmo de qualquer indivíduo em minha companhia ou que buscasse um acordo comigo. “A ideia de contar com aliados fiéis é de meu agrado, mas compartilho da mesma filosofia de meu pai: um compromisso assumido deve ser honrado.” Dei um sorvo em meu vinho e continuei: "Milorde pode, sem dúvida, se dirigir a Alto Ermitério e conversar com meu pai sobre um meio de escapar desta artimanha, porém, permita-me indagar-lhe: qual seria o tributo que eu deveria desembolsar?" Minha entoação era solene, contudo a provocação sutil em minhas palavras ecoava enquanto o encarava. Eu me sentia como uma criança pequena e indisciplinada em um jogo de regras desconhecidas, mas ainda assim esperançosa de ganhar de alguma maneira um tesouro só meu.





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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 11 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por Alexyus Seg Jun 05, 2023 4:29 pm

    QUERELLON no Sabre da Sapiência

    Nenhum dos marinheiros ousou questionar as decisões de Querellon, exceto um.

    Após os anúncios de Querellon, Alef dirigiu-se a ele e falou discretamente:

    - Uma palavra em particular, meu capitão?

    Alef chamou Querellon para a cabine do capitão, e fechou a porta cuidadosamente antes de começar a conversa.

    - Capitão, não questiono o mérito de suas escolhas, mas preciso lhe perguntar isso. Você considerou que escolheu apenas mulheres para sua nova tripulação? Você nos ensinou a cultura dos Homens de Ferro, e eles não gostam de mulheres a bordo, exceto como esposas de sal. Fora de Dorne, os marinheiros e as pessoas em geral não tendem a respeitar muito mulheres no comando de navios. Acha que vai ser fácil formar uma tripulação a partir delas?


    YESSENYA, EYVON, & Callahan com Cornell

    Cornell fez uma mesura para o comentário de Eyvon, sem refutá-lo, mas também sem indicar se conrcodava ou não.

    Yessenya escreveu: Mas fico me perguntando como um homem do norte foi parar em Dorne e por que decidiu se estabelecer na casa Fowler?!"

    O cavaleiro de Alcanceleste tomou outro gole e respondeu:

    - Eu já fui um cavaleiro andante e percorri todos os Sete Reinos e além. Fiz muitos amigos e aliados por onde passei, e sempre me esforcei em manter esses contatos, que em algum momento se mostraram lucrativos ou benéficos de outros modos. Adquiri uma boa fortuna antes mesmo de juramentar minha espada a Lorde Fowler, e posso dizer que tenho quase tanto ouro e soldados quanto a própria casa de Alcanceleste. OS detalhes poderiam ser cantados por bardos mas eu prefiro permanecer discreto, essas coisas podem ficar para as próximas gerações. Eu prefiro me concentrar nas minhas próprias conquistas.

    Yessenya escreveu: “A ideia de contar com aliados fiéis é de meu agrado, mas compartilho da mesma filosofia de meu pai: um compromisso assumido deve ser honrado.” Dei um sorvo em meu vinho e continuei: "Milorde pode, sem dúvida, se dirigir a Alto Ermitério e conversar com meu pai sobre um meio de escapar desta artimanha, porém, permita-me indagar-lhe: qual seria o tributo que eu deveria desembolsar?"

    Cornell terminou seu prato e pôs seus talheres cruzados sobre o volume.

    - De início, não tenho exigências. Como você disse, a situação de sua casa não é favorável, e eu já tinha ciência disso. Mas aprendi, pela minha experiência, que é nesses momentos que podemos demonstrar amizade e forjar alianças fortes. Eu poderia providenciar recursos como ouro, soldados e outros benefícios, de acordo com suas necessidades e minhas conveniências, e isso poderia ser o início de uma relação frutífera e duradoura. Mas antes de falar com o senhor seu pai, eu poderia, sim, intermediar seu contato com o jovem lorde Edric Dayne, preferencialmente no Baile da Rainha; porém, você deve me apresentar uma razão para que isso me beneficie. Não precisa responder agora, pode pensar no assunto. Isso não vai influenciar na minha relação com seu pai, apenas com você.   


    NONO DIA
    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 11 Significados-das-Casas-de-Game-of-Thrones-GEEKNESS-Capa
    "Quando eu era moço observei que nove das dez coisas que eu fazia fracassavam. Como não desejava fracassar, eu trabalhava dez vezes mais."
    George Bernard Shaw

    ARN

    Sor Arn Solares passou a noite em serena contemplação, enquanto sua espiã Violet partira sobre a sombra da escuridão para cumprir as missões que ele lhe dera.

    O acampamento Felinight tinha algum movimento ao longo da noite, desde o próprio lorde com seus soldados até o próprio meistre. Ações interessantes, mas nada que parecesse realmente suspeito. Em sua vigilância, Arn pôde até perceber que o filho de Lorde Beron tinha sido derrotado nas justas, e que por algum motivo isso não fôra bem recebido por ninguém da casa nortenha.

    Pouco antes do anoitecer, Violet Poésy voltou furtivamente ao precário acampamento de Sor Arn.

    - Bom dia, Sor Arn. Eu localizei Ordo Mandell; ele já está empregado por um novo lorde, mas concordou em vir encontrá-lo aqui ao fim do próximo dia. Também descobri para qual estalagem a comitiva da Casa Dayne foi... ou pelo menos o que sobrou dela. Quer ir até eles?
    Xafic Zahi
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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 11 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por Xafic Zahi Ter Jun 06, 2023 1:08 pm

    Meistre Querellon.


    - Seu questionamento é válido, Alef. Optei por escolher elas, uma vez que a futura tripulação será composta por marinheiros e marinheiras de Dorne, onde mulheres em posições de liderança não são algo totalmente incomum.

    - De qualquer forma, estarei presente na nova embarcação. Assumirei integralmente o papel de capitão durante os primeiros anos e terei a oportunidade de acompanhar de perto o progresso delas. Ao longo do tempo, poderemos avaliar se elas, especialmente Maha, desenvolverão as qualidades necessárias para, eventualmente, conquistar uma confiança semelhante à que deposito em você.

    Querellon aguardou possível resposta ou alguma outra observação do imediato e, quando o assunto foi finalizado, entregou-lhe uma pequena bolsa de moedas, contendo 5 DO.

    - Como de costume, não é muito, mas pode ser útil diante de um contratempo. Essa viagem é de grande importância, Alef. Mas me tranquilizo sabendo que você estará a frente.

    Após concluir a conversa com o imediato, o meistre-capitão solicitou que as quatro mulheres se preparassem para deixar o Sabre da Sapiência e passar os últimos dias na capital em terra. Elas se juntariam à comitiva Dayne, hospedando-se no estabelecimento de Anamara, sob as custas do meistre. Como futuras oficiais da tripulação, ligadas aos Dayne, era essencial estabelecer um contato inicial com a Casa.

    Assim que pisaram em solo firme, antes de irem para a hospedaria, o meistre-capitão procurou pelo Capitão Sean Bellamare para garantir mais cinco lugares na viagem de volta. Em seguida, dirigiu-se ao corvário e enviou uma carta a Mace Sand, solicitando que o jovem providenciasse dois transportes essenciais, para receber a comitiva em Dorne. Um deles era devia ter como destino Alto Ermitério, enquanto o outro devia ir à Lançassolar.

    Com os assuntos concluídos, partiram finalmente em direção ao estabelecimento de Anamara. No caminho, Querellon aproveitou para conversar com as mulheres, buscando sondar seus sentimentos em relação às novas responsabilidades que estavam assumindo (off: osso fazer teste de empatia?).

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    O Jogo dos Tronos - Dayne - Página 11 Empty Re: O Jogo dos Tronos - Dayne

    Mensagem por El Cabron Qua Jun 07, 2023 4:55 pm

    No Acampamento de Cornell

    ~ Eyvon bebeu mais um gole de vinho enquanto a conversa se desenrolava entre Lady Yessenya e Sor Cornell. Sentia-se satisfeito, tanto pela comida quanto pela bebida. Com um pequeno pedaço de tecido com uma textura tão suave quanto seda, o cavaleiro limpou lábios e dedos antes de voltar-se à ambos. Não havia muito que pudesse agregar, naquele momento, à conversa, de toda forma não hesitou em colocar sua visão sobre o que se falava ali. ~

    - Um patrocinador da Casa Dayne? Certamente os Fowler ficariam de cara feia com isso, Sor. Não são nossos maiores aliados, verdade, mas não temos qualquer tipo de problemas com eles.

    ~ Eyvon retornou ao silêncio em seguida. De toda forma, manteve sua postura séria, mostrando à Lady Yessenya que ela não estava sozinha ali e, qualquer escolha ou decisão que tomasse ali, contaria com o apoio do cavaleiro. ~
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