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Santa Mônica

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Luxi
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Re: Santa Mônica

Mensagem por Luxi em Qui Ago 11, 2016 8:44 am

Na sala, já sentia-se livre para sorrir, ainda que fosse um tipo de admiração pelo cinismo. Finalmente alguém que a entendia. Era ótimo de verdade.

Puxou uma cadeira para ele e em vez de se encaminhar para sua confortável cadeira, encostou o corpo na frente da mesa, de modo a ficar mais perto e menos formal.

- Como descobriu? Foi o meu sorriso na televisão ou o aceno de miss no final? - mostrou os dentes brancos para ele e fez uma pausa. Suspirou. - É um pouco irônico que o destino de alguém que trabalha nas ruas seja uma sala fechada, mas não posso reclamar. Se não fosse isso, talvez os assustadinhos lá fora já tivessem corrido de medo dessas aberrações com poderes. Se fizerem isso, sabem que vão ter que correr de mim - deu um sorriso sombrio e depois relaxou - Bem, aposto que o senhor não veio para me trazer flores depois da minha aparição na TV. Está tudo bem?
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Re: Santa Mônica

Mensagem por Convidado em Qui Ago 11, 2016 1:52 pm

Jade Starling

Ray se encaminhou para a cadeira próxima de Jade e lá se sentou, ele tirou seu chapéu e pousou sobre o colo começando a ficar mais relaxado. Ele então diz olhando para Jade:

- Tirando que tudo está uma porcaria, está tudo bem... Vida de aposentado é um saco, posso fazer tudo e não dá pra fazer nada, e como você, eu sou uma pessoa de ação. Vim procurando um trabalho por fora.


Ray então se endireita um pouco a postura e olha para traz na janela de vidro que dava visão para o resto do departamento, como se conferisse se vinha alguém, e depois volta para Jade com um olhar mais sério e diz:

- Fiquei sabendo que você já tem algumas pistas dos mutantes. As pessoas estão morrendo lá fora. Eu quero ajudar.

Ele olhava para Jade esperando a resposta. É claro que ela já tinha dito a imprensa que as buscas deram avanços, mas pelo visto Ray estava dentro da delegacia antes de ela divulgar essa informação.
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Re: Santa Mônica

Mensagem por Convidado em Qui Ago 11, 2016 2:07 pm

Igor Radesh



Igor via-se no passado, mas da ultima vez não teve aviso para ter a oportunidade de se cagar de medo, olhando por um ângulo diferente, aquela situação era mais favorável, ainda tivera a oportunidade de falar e ainda tinha seus poderes, que mesmo que fossem incríveis ainda eram passíveis de falhar já que o cigano não tinha certeza de como exatamente funcionavam, e aquela era uma péssima hora pra dar errado...

Igor começava a falar, embora estivesse falando um pouco desengolçado pelo medo, ainda tinha sua voz bela que fazia todas as palavras terem um valor diferente, maior. Todos olhavam a situação e mesmo após propagar as palavras, o cachorro louco que estava em sua frente ficava naquele mesmo olhar por alguns segundos, e Igor já imaginava que algo ruim fosse acontecer... Subitamente seus olhos de curvados e tensos ficaram levemente erguidos, uma expressão bem passiva e amigável. Ele abaixava a arma imediatamente e dizia como se fossem bons amigos e erguendo a mão para cumprimento das ruas:

- Cara, foi mal! Agora faz sentido... Me desculpa mesmo, as merdas ficaram insanas nos ultimos dias e todo cuidado é pouco... Foi mal mesmo! Se tiver alguma coisa que eu possa fazer pra te compensar cara, é só falar e considere feito!

Ele falava com uma expressão já amigável e verdadeiramente arrependida, como se um enorme mal entendido tivesse sido completamente desfeito. Todos em volta erguiam as sombrancelhas estranhando a situação e o clima tenso se alterara para um clima bem melhor, para Igor.


OFF:
Com o transe sendo obviamente efetivo, Igor não está mais sob o efeito da penalidade do medo
John Milton
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Re: Santa Mônica

Mensagem por John Milton em Qui Ago 11, 2016 2:27 pm

Sabe aquela sensação de quando o orifício circular corrugado localizado na parte ínfero-lombar da região glútea relaxa depois de ter sido travado em razão de uma situação estressante? Pois é... Igor Radesh sentia a mesma coisa...

A situação passara da fatidica morte de seu lindo corpinho a de dono da situação mais uma vez.

Ele gaguejara, tinha ciência disso, mas mesmo assim seus poderes não lhe faltaram. Talvez não fosse sua voz que controlasse as pessoas.

Maldição! Deveria aprender o quanto antes como essa porra toda funcionava.

A mente do Cigano era um turbilhão de pensamentos e sensações. Mas a sua frente ele só via o rosto servil daquele cão que, momentos antes queria dilacerar sua jugular. E o sorriso que havia momentaneamente desaparecido, retornava mais alvo e forte como nunca, enquanto ele apertava a pata, não mão, do Cão Rosa.

Ainda apertando a mão do Traficante, fazendo vezes de Senhor magoado com o ato de um serviçal, mas disposto a perdoá-lo, Igor fala:

- Claro que eu te entendo irmão! Segurança em primeiro lugar! Eu teria feito o mesmo, apesar de que, claro, teria reconhecido na hora um bom amigo como você

Ele dá uma piscadela com apenas um dos olhos, e, após olhar os demais ocupantes da sala ele comenta:

-Acho que temos negócios a discutir, não é verdade? Que a gente se falar sem essa galera toda a nossa volta?

Ele enfim solta a mão do Traficante, aguardando e olha em direção aos seus capangas apontando com a cabeça para que saissem



Luxi
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Re: Santa Mônica

Mensagem por Luxi em Sex Ago 12, 2016 2:44 pm

Jade olhou compreensiva ao padrasto. Entendia a vontade de ir para rua, mas estar presa por algum motivo. Para ele, que estava distante até mesmo das investigações, deveria ser pior ainda. Ela ouviu atentamente, já imaginando qual seria o pedido dele e ao final não pareceu surpresa. Seria simplesmente o natural e a capitã tentaria fazer o mesmo. Um meio sorriso apareceu em seu rosto, com um misto de orgulho e um certo prazer de fazer algo "secreto".

- Eu não deveria fazer isso - começou, contornando a mesa. - Além dos motivos profissionais, eu deveria dizer que é perigoso e na realidade não sabemos nada sobre os mutantes que nos torne capazes de enfrentá-los. - A chave já era virada na gaveta confidencial - Mas nós pensamos parecido. As pessoas estão morrendo e se seguirmos todos os protocolos, acredito que não vamos achar nada. - Pegou as três fichas e empurrou para ele na mesa. - Parecem saídos de um pesadelo coletivo. Eu estava pensando em sair pessoalmente para investigar o próximo incidente mutante.
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Re: Santa Mônica

Mensagem por Convidado em Sex Ago 12, 2016 4:24 pm

Igor Radesh


Por pouco Igor não estava em péssimos lençóis, em muitos momentos de sua vida foi assim, por um fio, situações que poucos escaparam e que Igor tinha a malandragem correta e o esquema certo pra se livrar mesmo que a situação não fosse nada favorável.

Agora Igor era dono do dono do pedaço, o que significava que ELE era o dono do pedaço, não importava quem achasse isso ruím, não importava mesmo, porque no final todos iriam gostar disso, quer queiram ou não!

O momento ainda era estranho para a maioria ali, sendo que um dos capangas que estava com Pink antes, ao lado dele na mesa, abria a voz protestando:

- A gente não vai a lugar nenhum meu chapa, se quiser vai ter que falar com todo mundo aqui.


Antes que Igor se manifesse Pink olhava para o protestante com reprovação, e não tanta hostilidade como tinha feito com Igor antes de ele se tornar seu senhor:

- Cap, você não manda em nada aqui... Meus manos, peço pra que nos deem licença por um tempo, logo voltaremos aos negócios.

Outro dos aliados de Pink, próximo à mesa dizia:

- Meu chapa você realmente tá falando sério?


E Pink retrucava:

- E eu alguma vez não falei sério quando se tratou de negócios?

Ninguém mais respondeu, mas estavam obviamente discordantes daquilo, eles se entreolharam e a reprovação naquilo era evidente, mas ninguem mais quis contrariar Pink, e por fim... Eles começaram a se movimentar pra saída, todos... Tudo estava nos conformes conforme Igor queria, logo iria dar ordens ao novo lacaio para comandar seu novo pequeno império de tráfico, fazer um exército maior que o de K e com um líder muito mais poderoso.

Alguns já estavam na porta, passando por Igor para saírem, mas aí é que subitamente algo que aconteceu tão rápido e de forma tão inesperada que Igor demorou a entender o que aconteceu. Um som estrondoso, tudo com um som de um apito de tão alto que fora aquele estrondo, dor... Igor olhou para o seu peito, não estava sentindo-o, e então ele o tocou e viu o sangue escorrendo... Dor... Muita dor... Igor caía de joelhos e começava a sentir frio... Um frio amedrontador que queria fugir com todas as suas forças, forças que começavam a se esvair rapidamente, o frio da morte... Igor olhava para Pink com sua visão começando a ficar turva. Ele estava com a arma apontada para Igor, a fumaça saindo do cano, Pink com uma expressão séria. Agora o raciocinio de Igor entendia... Pink havia se virado rapidamente quando todos já tinham abaixado a guarda, quando nem mesmo Igor esperava que houvesse alguma ameaça, e então disparou no peito do cigano sem pensar duas vezes.

Ele não entendia... O que tinha acontecido? Seu poder tinha falhado? Dessa vez? Justo dessa vez? Mas jurava que Pink tinha sido afetado, ou aquilo foi atuação? Parecia muito real... Pink era um exímio ator? Ou o efeito tinha passado tão rapidamente assim? O que de fato tinha acontecido, Igor ainda não sabia... E agora estava com uma bala no peito e de joelhos, próximo da morte... Havia uma coisa ainda que poderia fazer, mas... Depois de fazer, ainda adiantaria de algo?


Vitalidade:
Vitalidade de Igor - Ferido gravemente - Letal - Igor tem 10 minutos até que sua vitalidade caía para Espancado, e a cada 10 minutos ela caírá mais um nivel até finalmente morrer.

Iniciativa:
2016-08-12 12:55:59 Pink rolls 1 die for Initiative 9 [initiative roll]

2016-08-12 12:55:44 Igor rolls 1 die for Initiative 5 [initiative roll]
John Milton
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Re: Santa Mônica

Mensagem por John Milton em Sex Ago 12, 2016 6:54 pm

Igor não acredita na sequencia dos fatos.

Tinha, mais uma vez, descido do céu ao inferno, e, agora, o inferno o esperava receber de braços abertos.

O Cigano olhava para o buraco deixado em seu peito e sentia a friagem correr a patir dali, em direção a todas as outras partes o seu corpo.

O Rom de joelhos, de olhos esbugalhados, tentava recuperar todos os atos praticados ate ali para, então, tentar entender onde tinha falhado. O maldito tinha sido afetado pelos seus poderes, ele podia afirmar. Niguem era tão ator assim!

Os pensamentos do Malandro eram um turbilhão. Ele se forçava a se manter consciente, mas quando focava sua visão, somente, via a fumaça saindo do cano da arma.

Aquela fumaça, tomava forma dos sorrisos dos capangas de K quando os tinham atacado. Mais uma vez era traído, era jogado no poço da trairagem, ma dessa vez não deixaria barato.

No mesmo momento que a friagem lhe tomava o corpo, a furia nascia dentro de si. Não terminaria ali, um saco preto de corpos. K que deveria sentir sua raiva e isso que o manteria de pé.

A vingança era mais forte que a morte. Ainda que o Ceifador viesse na sua intenção, era não era seu momento.
"
Sua mente, enquanto lutava, lembrava oq um antigo traficante lhe dissera: "O que dissemos para o Deus da Morte?" Hoje não!"

A vontade de Igor era mais forte. Ainda ajoelhado, sentia a cura se espalhar pelo seu corpo. Não daria esse gostinho para Pink.

Enquanto se curava ele gritava para seus capangas

- Me protejam! Derrubam Pink! A todo custo!

Em sequencia ele se concentra para se curar

OFF::
Narrador, infelizmente, gastando mais um 1fdv para ativar a regeneração.

A cara do Igor ficou, mais ou menos, assim

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Re: Santa Mônica

Mensagem por Convidado em Sex Ago 12, 2016 8:50 pm

Jade Starling


Apesar dos deveres como capitã, Shamu ainda dava mais valor ao que era necessário. Definitivamente seguir protocólos era sinônimo de atraso, a burocracia americana era um bicho de sete cabeças, e tudo o que não precisavam era mais um bixo de sete cabeças.

Ray já parecia elevar o ânimo com uma leve erguida das sombrancelhas quando Jade dizia "Eu não deveria fazer isso", mas se mantem em silêncio até que ela contornasse a mesa e pegasse os arquivos confidenciais e os expusesse a sua frente. Ray com um olhar interessado porém sério pegava o primeiro arquivo, o do lobisomem, ele lia enquanto Shamu falava e ao fim ele diz:

-Ah, minha querida, perigo é meu nome do meio, mas não vamos precisar esperar outro show de horrores... Eu ainda tenho alguns favores pra cobrar por aí. Vamos comigo pra Downtown amanhã de manhã encontrar umas pessoas, se precisar usamos da sua autoridade, e se precisar usamos da minha falta de necessidade de imagem pra conseguir o que precisarmos.

Ray abre um leve sorriso malandro, Shamu sabia que aquilo poderia dar problema para ela, mas não podia negar que sentia falta da ação em campo, claro que no final, arriscar seria uma escolha inteiramente da capitã do DPSM.
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Re: Santa Mônica

Mensagem por Luxi em Sex Ago 12, 2016 9:01 pm

Fazia tempo que Jade precisava de um bom motivo para desrespeitar as regras. Uma bela desculpa como "estamos em meio a uma guerra contra a humanidade e você está preocupado com protocolos" parecia excelente.

Observava atentamente suas reações, ansiosa para que ele tivesse alguma ideia de onde começar e tinha. Uma excelente por sinal. Sorriu. Adorava fazer coisas fora do esperado pois isso surpreendia também a bandidagem.  Finalmente alguém que entendia como funcionava de verdade seu método de trabalho.

Sabia que não era o caso, mas correspondia o jeito malandro. Tinha sido muito bem ensinada e começava a sentir a adrenalina acordar em seu peito. Os tempos de mesa e anotações estavam entrando em recesso. Agora faria trabalho de uma policial de verdade. Puxou o telefone para contatar sua secretária do lado de fora (eu acho que é do lado de fora, se não for, ela só fala mesmo)

- Amélia, desmarque qualquer compromisso de amanhã - desligou. - Acho que estou livre.
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Re: Santa Mônica

Mensagem por Convidado em Sab Ago 13, 2016 3:04 pm

Igor Radesh



Igor via-se num terrível looping, uma tragédia que num passado não muito distante lhe tinha ocorrido, e que novamente estava acontecer. Via-se cercado por inimigos, em sua mente, novamente vítima da traição. Até quando isso duraria? Isso perduraria mesmo em insistir? O universo era assim mesmo tão cruel a ponto de não dar ao cigano um momento de vitória mesmo com toda a vantagem lhe foi proporcionada? Aquilo era triste, não, não era triste... Era inadmissível!!! Igor não podia perder denovo, não denovo no mesmo tipo de situação! Havia conquistado muito em tão pouco tempo e em um tempo menor ainda iria perder absolutamente tudo novamente e até mais, sua vida! Ele não podia deixar isso acontecer, de forma alguma! Pink talvez não tivesse sido afetado, talvez ele tivesse resistido de alguma forma... Não interessava mais! Igor levava sua voz de fúria aos altos comandando aqueles que pertenciam a ele para impedir aquele rato louco que iria para o inferno!

Logo após a ordem de Igor... um segundo estrondo, seguido de um terceiro... gritos ao fundo, de seus lacaios... Não havia como eles reagirem mais rápido que dois simples puxões de gatilho de uma arma. O frio começava a tomar conta do corpo de Igor mais rápido do que antes, não sentia mais seu peito, suas pernas, seus braços, seus olhos começaram a ceder para um turvo escuro, as trevas que o capturavam e o envolviam. Estava tudo perdido... Absolutamente tudo... sem chance de volta, sem chance de arrependimento... Igor via que os boatos que diziam sobre a morte era verdade, parecia que você via toda a sua vida como num filme de cinema antigo, em escala sépia, e você é o unico na sala escura do cinema assistindo a sua vida, porque ninguém se importa com esse filme, só você. O projetor atrás de si, você no meio de todas aquelas cadeiras vazias, até o momento em que o projetor começava a parar e a luz do filme que iluminava a sala cedia rapidamente, todas as luzes desligadas... Era hora de ir embora. O filme acabou.

- Oi Igor!

Ele escutava uma voz feminina e jovial atrás de si chamando-o na escuridão, ainda escutava, mas estava em uma espécie de sonolência e choque. Abria seus olhos e estava bem, olhava para os lados, ignorando a voz que o chamara, e via que estava na casa de Pink, e lá estava Pink, beijando a garota de cabelos platinados, com sua arma na mão. Os capangas estava levando algo pro outro lado da casa.

- Oh Igor! Vai me ignorar mesmo???

Ele olha para traz, dentro da casa, uma linda garota... Parecia ter seus dezessete ou dezoito anos. Ela parecia muito bem humorada, parecia ter um ar até alegre... Mas aquela garota era diferente de qualquer uma que Igor já tivesse visto, ele se sentia atraído por ela, mas não de uma forma sexual e sim de uma forma fraternal, como se ele e aquela garota fossem amigos de longa data... Como se tivessem sido os melhores amigos desde sempre, e com ela, Igor não se sentia sozinho de forma alguma, ou derrotado, ele se sentia bem, sentia-se liberto e mais leve, como se tivesse tirado um enorme peso de responsabilidade de seus ombros, e tudo porque estava com aquela garota que emitia uma aura tão confortável e amistosa, antiga e confiável. Igor não sabia como, mas sentia que aquela era como se fosse sua melhor amiga, sempre fora e sempre seria, sentia como se sempre tivesse esperado por ela, e agora chegara.

- Parece que não deu muito certo, né?


Ela dizia apontando para seu corpo sendo carregado junto com outros dois corpos, os de seus ex lacaios que tinham cada um vários tiros no corpo, seriam levados pro mesmo lugar em que o corpo de Igor estava sendo levado na casa. A porta já estava fechada e o terceiro lacaio estava em choque, parado, obviamente com uma expressão melancólica pelos seus parceiros, não tinha levado nenhum tiro, o único que restara além do outro que fora buscar o tal garoto Kevin... Tanto Igor quanto a menina pareciam invisíveis a todos eles, como se não estivessem ali.

Garota - Aparência 4:
[/spoiler]
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Re: Santa Mônica

Mensagem por John Milton em Sab Ago 13, 2016 6:48 pm

O Cigano sentia a dor no peito e sentia seu esforço em tentar se recuperar. O esforço do seu poder curativo corria nas suas veias e tentava fechar o ferimento...

Raiva, fúria, perdição...

O grito de Igor morre em seus lábios quando, mais uma vez, o cano da arma expele os projeteis, todos eles com o nome de Radesh neles escrito. A fumaça da pistola era como o sopro de vida do Rom que deixava seu corpo, expelido na eternidade caótica do limbo.

Esquecimento...

Igor é lançado na ante sala de uma cinema. No mesmo instante que ali entrara, percebera que aquela era sua morte e não havia ninguém para chorar ou sentir sua falta...

O filme em que ele era o ator principal contava como miserável sua vida fora... Uma gota de lágrima corre do seu olho direito quando percebe que ali, como no filme, estava sozinho, digno a se perder, ser esquecido.

Todas as criaturas vivas dessa terra morrem sozinhas ele, enfim, percebe.

As luzes se acendem... O filme acabou... Era hora de dar tchau...

Consciência...

Ele mais uma vez estava na casa de Pink, mas pairava e via seu corpo morto no chão.

Três orifícios saiam do seu peito... Não... não do seu peito... Não era possível! Ele estava ali, mas mesmo tempo sabia que não estava e que aquele, de fato, era seu corpo.

A tristeza só aumentava...

Uma voz chamava seu nome. Seria mesmo o seu? Ou ela chamava por aquele corpo?

Chamara mais uma vez. Ela não via que estava morto e não teria como responder? Mas, no entanto, desacreditado ele mesmo assim olha para trás.

Não sabia se ainda tinha olhos, mas se os tivesse estariam arregalados. A voz vinha de uma moça mais nova, uma irmã de alma.

Sua voz lhe trazia paz a alma, mesmo vendo seu corpo abaixo de si. Ela era um porto seguro e ele se agarrava nisso tal qual um bebe ao seio da mãe

- Verdade... Não deu muito certo... Mesmo sem eu saber o porque... Acho que nunca tive muita sorte na vida... Tudo que construi foram castelos de cartas.

Um sorriso melancólico preenchia sua face e ele se esforçava para manter sua atenção somente nela.
Brujah Girl
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Diana - Narração

Mensagem por Brujah Girl em Sab Ago 13, 2016 7:26 pm

A conversa com a próxima vizinha é feita na porta mesmo. Ao contrário do primeiro “interrogado”, a sra. Florence não revela nada que fosse útil e a sua antipatia pela vítima não fazia dela a assassina, disso Diana já sabia.

O alerta ainda estava presente, mas o seu radar sobrenatural não era capaz de levar-lhe direto ao ponto, por mais que Diana quisesse e estivesse atenta enquanto seguiam falando com as possíveis testemunhas. E quando já imaginava que tudo seria uma perda de tempo para Sean, o que nesta situação não era mal, eis que um dos vizinhos, o sr. Welch, havia visto Kevin, mas felizmente, parecia não saber de quem se tratava. Curiosamente, é neste instante que a sensação do “maligno” desaparece, sem mais nem menos. Seria uma mera coincidência? Intrigada, mas curiosa e preocupada pelo que mais o sr. Welch poderia saber, Diana seguia ouvindo o senhor que fazia um grande esforço físico em sua condição bastante debilitada, de forma que, demonstrando preocupação pelo estado do senhor, Diana comenta reservadamente com Sean:

– O sr. Welch não parece bem, talvez seja melhor deixá-lo descansar por agora... Seu estado requer cuidados.

Esperava que Nancy, a filha, aproveitasse a deixa, e se manifestasse corroborando com a preocupação de Diana. A anjo tentava convencer Sean a parar com os questionamentos para o senhor, mostrando que isso poderia fazer mal ao idoso. A verdade era que a anjo não queria que Sean conseguisse juntar as peças e descobrisse a identidade de Kevin. Isso era um trabalho para ela, somente para ela.
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Re: Santa Mônica

Mensagem por Convidado em Dom Ago 14, 2016 11:03 am

Jade Starling


Ação! Finalmente... Ficar infernada no departamento parecia que uma hora ou outra travaria completamente suas juntas e nem mais uma corrida poderia dar. Esticaria os músculos e sentiria realmente a coisa ser feita como devia ser, sem malditas burocracia para dar tempo aos criminosos de armar e botar em prática seus esquemas.

A resposta de Jade não podia ser melhor para erguer mais um sorriso de Ray. Após pegar o telefone e falar com Amélia do outro lado da linha, a mesma apenas diz:

-Sim senhora! Devo dar alguma justificativa em específico?

E então, após a capitã declarar qual seria sua justificativa ou não, ela encerra a ligação com sua assistente que estava apenas do lado de fora do seu escritório, em sua mesa.

Ray então pegava outro dos arquivos confidenciais e lia enquanto dizia:

- Você está fazendo a coisa certa, garota! Amanhã nós vamos ver o Kevin... Ele é só um garoto, mas é um garoto que sabe das coisas... Eu conhecia o pai dele, era também das ruas, me ajudou em alguns casos... Não conseguiu evitar que o moleque caísse nas ruas também. Hoje tá debaixo da terra, se xingando por não ter feito a droga do dever dele, criar o moleque direito.

Ele apenas terminava de ver os outros casos, lamentando a situação, Jade podia ver que Ray tinha um certo apresso pelo garoto mas ela sabia que quando a molecada adentrava de vez nessa vida e já estava conhecida... Não era algo que os de fora pudessem fazer para ajudar, principalmente quando se eram esses jovens. Ray falava com um certo pesar, ou talvez fosse devido a relação que teve com seu pai.

Finalmente Ray terminava de ver os arquivos... Ele então os fechava, se levantava e dizia:

- Então amanhã as 07:00 vou passar na sua casa, e vamos direto resolver essas merdas. Feito??

Ele então aguardava a resposta de Jade, que após confirmando, Ray se despediria e iria embora. Jade poderia usar o restante do seu dia para preparar as coisas que quisesse para amanhã, talvez apenas levar uma dia de rotina comum.

OFF:
Se Jade não for fazer mais nada além da rotina comum de seu trabalho pode considerar que nada de mais aconteceu, seguiu o dia até chegar em casa, se preparar como preferir e dormir. A próxima cena, se não for fazer nada relevante que exija a intervenção da narração, será no próximo dia.
Convidado
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Re: Santa Mônica

Mensagem por Convidado em Dom Ago 14, 2016 1:04 pm

Igor Radesh






Um réquiem seria a trilha sonora daquele momento... Igor Via que Pink terminava de beijar aquela garota e dizia alguma coisa para ela em seu ouvido e aquilo a fez sorrir e abracá-lo com um sorriso de contentamento.

A garota que conversava com Igor responde apontando para a amante de Pink:

- É por causa da garota. Seus poderes funcionaram muito bem, mas sabe... Você não é o unico com dons, e ela tem um dom especial, que usa favor de quem ela ama. Foi por isso que seu plano não deu certo... Ah e claro... Porque você se precipitou, se tivesse implorado pela sua vida talvez houvesse chance do bandidão te deixar viver, a garota seria a garantia dele de que você não tentaria escravizá-lo denovo, ou aos amigos dele, mas acho que você seguiu um caminho mais digno. Lutou até o fim.

Ela então da uma pausa e continua:

- Mas mesmo depois você ainda sorri, mesmo depois dos seus castelos caírem, sempre sorriu, isso é qualidade sua sabia? Você sorri o tempo todo, mesmo depois de uma coisa que acha ser ruím. Bom humor nunca foi um defeito.

Viam então que a bandidagem se reunia ali, a garota ficava abraçada ao braço de Pink e ele dizia a todos que devido ao que acontecera deviam continuar a reunião no dia seguinte. Os capangas começavam a conversar sobre o que tinha acontecido, e era a garota que iria começar a explicar.
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Re: Santa Mônica

Mensagem por Convidado em Dom Ago 14, 2016 1:51 pm

Diana Winters


Definitivamente Diana previu certo, Nancy já não parecia querer que seu pai se esforçasse e então vendo que a consultora estava ao seu lado, ela se manifesta:

- Sim, pai. Você não devia ficar se esforçando... Eu posso falar pelo senhor.

Sean alterara um pouco sua expressão, ele parecia não ter gostado daquilo, não dava pra dizer se era por Diana ter sugerido primeiro, ou Nancy por ter concordado, o que atrapalharia as investigações. O sr. Welch virara então para Nancy, bem devagar e dizia após uma tosse e um certo esforço:

- Menina... Você não pode dizer o que meus olhos viram, só eu eu posso...


Diana poderia não gostar daquilo, o sr. Welch acabara sendo um tanto grosso com sua filha que só queria seu bem, nesse momento Diana também notara que a expressão de Sean ficara um pouco menos enrigecida, e o sr. Welch dizia:

- Mas... Na verdade isso é tudo o que posso falar... O senhor pode procurar saber desse rapaz talvez por ai... Eu não sei... Não sei nada sobre ele...

Sean então diz:

- Está bem, obrigado pela ajuda sr. Welch, srta. Welch... Se tiverem algo que possam lembrar, o sr. e a srta. podem me ligar nesse número.

Como sempre, Sean entregava o cartão do seu contato e Nancy o pegava... Se Diana não fosse perguntar nada a nenhum dos interrogados, Sean e Diana já iriam sair, dessa vez veriam que a policia já não estava mais ali, apenas a faixa no apartamento de George, impedindo a passagem de civís. Eles iriam até o carro e seu caminho seria a delegacia, lá eles fariam a burocracia de sempre, não antes de pegar o ultimo depoimento que faltava, a da senhora que encontrara o corpo de George, só depois, Diana poderia estar livre para conduzir sua própria investigação, por conta...


OFF:
Se Diana não for perguntar nada mais aos interrogados, e não for falar nada a Sean no caminho, ou interpretar/observar, é só falar que já posto a cena seguinte.
Brujah Girl
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Diana - Narração

Mensagem por Brujah Girl em Dom Ago 14, 2016 6:43 pm

A anjo até poderia se sentir mal, por de certa forma estar “boicotando” o trabalho de Sean, mas os fins justificavam os meios e felizmente o sr. Welch não tinha mais nenhuma pista para entregar para Sean. A conversa chegava ao fim, para o alívio de Diana.

Do lado de fora via que os outros já tinham partido e o apartamento de George já estava devidamente lacrado pela polícia. No carro Diana tentaria sondar Sean, era normal discutirem sobre suas impressões do caso quando terminavam parte do trabalho, era importante manter as coisas como costumavam ser, para que Sean não suspeitasse que ela já sabia quem era o assassino. Queria ver quais eram os palpites de Sean enquanto seguiam para a delegacia.

Esperava que chegassem logo à delegacia para que ela pudesse ter acesso a caderneta telefônica de George, onde pretendia pegar o número de Kevin e também desejava assistir as gravações das câmeras da rua para ver se Kevin estava com algum carro ou qualquer outra coisa que pudesse dar-lhe mais pistas.

Durante o depoimento da senhora que encontrou o corpo, estaria bastante atenta para “sentir” se ela estava ocultando coisas e se falaria algo sobre Kevin...

Esperava sinceramente que conseguisse juntar mais algumas peças capazes de levarem-na na direção do demônio. Desejava resolver isso por conta própria, mas se não conseguisse mais nada, talvez precisasse buscar auxílio através de outros meios... Não podia simplesmente ficar a espera do próximo assassinato de Kevin.

______________________________
OFF::

OFF: Tentei resumir as ações de forma mais dinâmica. Lembrando que ela está sempre atenta para pistas, comportamentos, perigos, etc e etc...

Luxi
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Re: Santa Mônica

Mensagem por Luxi em Seg Ago 15, 2016 2:56 pm

- Conflitos de agenda. Obrigada. - respondeu simplesmente. Não queria dar detalhes a ninguém sobre onde estava ou fazendo o quê. Se alguém queria atrapalhar, então no mínimo precisava ser esperto o bastante para descobrir sozinho.

- ...Arrependimento é um ótimo motivo para que as pessoas decidam se dedicar a fazer o certo -comentou enquanto concordava com a cabeça. Não era a melhor pessoas para ter empatia por um caso daqueles. Achava que estava sendo um tanto motivacional.

- Fechado. Estarei pronta - E estaria mesmo. Era bastante pontual. - Cuide-se - pediu na despedida.

A capitã passaria o restante do dia normalmente, apenas ligando no fim do dia para o departamento responsável pela linha especial para obter um relatório das novas informações sobre mutantes e manter-se atualizada.

No mais, apenas conferiu o equipamento de ação local de praxe (como balas e arma) antes de voltar para casa. Não queria levantar suspeitas, então concluiu seu trabalho e de forma regrada, foi dormir cedo.
Convidado
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Re: Santa Mônica

Mensagem por Convidado em Seg Ago 15, 2016 3:21 pm

Diana Winters


Durante o caminho o vento ainda era um pouco quente, a tarde ainda brilhava embora Diana visse no relógio que não tardaria para o sol começar a descer. No carro Sean e Diana discutiam sobre as impressões que tiveram, como de costume... Não fora uma conversa tão longa já que as investigações ainda estavam bem no começo, mas o que certamente tensionara Diana fora apenas de que o maior suspeito de Sean era o jovem rapaz que o sr. Welch tinha citado. Sean era um bom policial, era eficiente, normalmente mais cedo do que mais tarde ele juntaria as peças e Diana talvez não fosse capaz de protegê-lo.

O trânsito não estava grande coisa, muitas pessoas evitavam sair com seus carros nas ruas graças aos ataques mutantes, com excessão dos jovens... Esses que provavelmente estavam andando pelas praias sem se importar que alguma criatura estranha possa aparecer e estragar suas festas, se passassem por lá talvez os vissem aos montes contrariando as recomendações básicas de segurança da capitã Shamu.

Terça Feira - 28 de Agosto de 2015 - 17:28


O fim de tade chegara e o crepúsculo bateu às portas de Santa Mônic, demorou um tempo, não mais do que o necessário para chegar até o DPSM. Diana e Sean viam a uma boa distância algumas vans da mídia. Hoje havia sido a coletiva da capitã com a imprensa, ela precisara dar explicações à população sobre os mutantes e Diana estaria incerta se a capitã conseguiria mesmo acalmar a população, ela não tinha muito geito com as pessoas, embora fosse bem firme, ainda poderia confirmar como fora procurando na internet ou atenta a reportagens que rolariam mais tarde na TV.

Por fim, no estacionamento, Sean e Diana deixaram o carro e seguiram para o interior do departamento, eles viam várias pessoas por lá, tanto pessoas fazendo boletins de ocorrência, suspeitos detidos e algemados às cadeiros, funcionários do departamentos, policias e burocratas. Sean e Diana cumprimentaram todos os colegas ao passar e Sean já perguntava um dos policias que esteve na cena do crime de George mais cedo se a senhora que encontrou o corpo ainda estava por ali. Ele dizia que sim e estava na sala do interrogatório esperando a algum tempo, ambos podiam seguir para lá, seu nome era Ingrid Murphy.

Sem pestanejar, a dupla seguiu para a sala do interrogatório, uma sala cinza onde no corredor havia um vidro com insulfilme do lado de dentro, permitindo que a dupla visse a senhora mas não o contrário. Ao entrarem a senhora apenas cumprimentava os policias e Sean fazia o mesmo.

- Sra. Murphy, boa tarde... Sintimos muito tê-la feito esperar, tentaremos ser breves para que a senhora seja dispensada logo. Meu nome é Sean Mackenzi, essa é Diana Winters.

E assim, Sean dava espaço para que Diana cumprimentasse a senhora que já cumprimentava Sean e logo já cumprimentava Diana.


John Milton
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Re: Santa Mônica

Mensagem por John Milton em Seg Ago 15, 2016 3:54 pm

Ele se obrigava a não prestar atenção na cena que se desenrolava atrás de si...

Se olhasse para trás saberia que sucumbiria ao pesar de ver seu algoz. Nunca imaginou que haveria uma pós-vida... Ainda mais que estaria consciente depois dela.

Ele revira os olhos, ou aquilo que tinha nas órbitas oculares e responde ao espirito

- Esse poder me subiu muito à cabeça, me deixou descuidado... Até mesmo na hora da minha morte.

Um pesar, misturado com raiva contida se delineia no rosto do espirito cigano. Uma transformação que nunca tinha visto em sua breve vida adulta.

- De que adianta ter essa qualidade se agora ela não me servirá para mais nada... A menos que algo além daquela carcaça que deixei para trás...Ou será que tem um túnel de luz escondido em algum lugar e isso e o fim?

Ele olha ao seu entorno como se procurasse algo a mais....
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Diana - Narração

Mensagem por Brujah Girl em Seg Ago 15, 2016 6:22 pm

Não era surpresa que as suspeitas de Sean recaíssem para o único elemento que fora visto por uma testemunha no local. E Sean não estava errado em suas suspeitas, a Anjo bem sabia. Isso por outro lado fazia com que ela até preferisse não encontrar novas pistas na delegacia, assim ele permaneceria no escuro e em segurança até que ela resolvesse a questão.

Finalmente chegavam a delegacia e seguiam para uma das salas de interrogatórios, onde falariam com a sr. Ingrid Murphy, quem encontrara o corpo da vítima. Ela cumprimenta a senhora tão logo é introduzida:

– Boa tarde, sra. Murphy.

Após o cumprimento, sentaria-se em sua cadeira e começaria a observar o desenrolar do interrogatório que Sean fazia, sempre atenta as palavras e expressão corporal da interrogada. Sabia que ela não era a assassina, mas quem sabe talvez conhecesse Kevin. Por mais conflituoso que fosse, honestamente, Diana até preferia que não, a idéia de seu amado correndo atrás de um demônio, deixava-a tensa.

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Re: Santa Mônica

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