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    Samantha Doiley

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    Mensagem por Bastet Dom Maio 16, 2021 6:32 pm



    Samantha
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    - Nossa! Me surpreende que ela seja tão... Equilibrada – Sam só conhecia a face legal e calma de Amy até então, talvez se surpreendesse ao ver o lado mais lobisomem dela. Assentiu quando ele falou sobre a infância deles. – Você foi e é feliz, Jun? É algo que venho pensando... Por isso estou buscando sobre o meu passado... E tento aprender o máximo sobre vocês. Essa criança vai crescer nisso tudo, espero que tão bem quanto as crianças lá da vila.

    ----

    Samantha leva as mãos ao rosto, recebendo a informação e ficando um tanto perturbada. A verdade era que o fato de ter dormido com Connor deixava aquilo tudo ainda mais complicado. Apesar disso, o assunto seguiu para algo que mexia mais com a mulher... Sua família morta. Sam ainda andava pra lá e pra cá. Quando Amy falou que Adam não era mais Adam, ela deu um soco na mesa, bem do ladinho do braço de Jun (sem acertar ele, claro), irritada. Não ligou pra dor do soco naquele momento.

    - Se ele não era ele, por que deixar ele sofrer?! Você gostaria que as suas pessoas queridas te vissem definhar por sabe-se lá o que? – precisou respirar fundo. No fundo percebia o tom triste de Amy, mesmo que não decifrasse as minúcias dos sentimentos estampados no rosto dela. Cruzou os braços em seguida, parecia estar a ponto de correr ou jogar qualquer coisa pro alto. Mas não o fez.

    - Eu quero – disse apenas, após Amy oferecer a levar ao local onde os pais tinham sido enterrados. Ouviu o resto calada, um pouco triste em saber que a maioria dos nomes da lista não tinham tido um destino ou fim bom – Vocês ficaram de olho em mim? Antes? – o “vocês” tinha um nome muito específico incluso, que ela não disse, mas Amy provavelmente perceberia. Se a resposta fosse positiva, perguntaria – Não pensaram em me contar antes? – não sabia se isso era um alívio ou um ultraje... Novamente, tentou guardar pra si o que sentia sobre tudo isso. Estava cada vez mais difícil.

    Só se distraiu de sua própria raiva e perda quando a loba apontou um familiar vivo. Os olhos quase se convertendo num choro que ela tentou segurar – Essa é a ligação dele com esse lugar – falou pra Jun e logo olhou pra Amy – O que é esse tal de High Cup Hill? Tem como eu ir lá?  - parecia nem ter ouvido sobre o quão excêntrico o avô era.

    Suspirou com a última frase de Amy.

    - Eu acredito em você – disse, folheando os fichários em busca da foto de Stuarts e também da foto da praia – Eu não fui a única que perdi pessoas – ela finalmente se senta de novo,  olhando a mulher  - As marcas no seu corpo... São desse dia? – se referia às maiores, que tinha visto no primeiro dia quando Amy tava só de top de corrida – Essa Dazi chegou a conhecer algum deles? Eu queria poder ajudar... Essa coisa filha de uma puta... Tem como eu ajudar? – a Sangue de Lobo tinha esperanças, mesmo que possivelmente aquilo fosse impossível.


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    Mensagem por Wordspinner Ter Maio 18, 2021 6:44 pm

    Sam escreveu: Você foi e é feliz, Jun?

    "Eu sou japonês Samantha, o que você e eu chamamos de feliz não é a mesma coisa. Eu sou gaijin e meu pai é insano e meus irmãos são o que são." Ele pensa por alguns intantes. "Eu sou feliz Samantha. Muito feliz. Eu aprendi coisas estranhas e a lógica das pessoas não serve para o mundo e o que elas chama de feliz inclui coisas que não existem de verdade. Felicidade é algo que só pode ser dividido e eu aprendi a dividir e eu sou amado e respeitado e útil. Eu conheci compaixão e vi tantas coisas e lugares diferentes que a maior parte das pessoas não tem chance. Tenho irmãos de carne e osso que não tem uma gota do meu sangue e se parecem mais comigo que outros que tem metade do que eu sou." Ele para e olha para Sam por um instante. "Seu filho pode ser feliz, mas não sozinho. A solidão é remédio amargo ou um veneno doce. Cuidado com ela." Então sorri como quem acabou de contar uma piada.

    --

    Sam escreveu: Se ele não era ele, por que deixar ele sofrer?! Você gostaria que as suas pessoas queridas te vissem definhar por sabe-se lá o que?

    O rosto do outro lado se endurece. "Eu fiz um juramento Sam." Ela passa a mãos pelos braços como se as palavras estivessem escritas ali. "Eu tinha esperança." Ela diz no final com as mãos se fechando ao lado do corpo. "Hoje eu sei que nada poderia limpar eles. Quando aconteceu nós chamamos todos. Eu pesquisei e procurei. Eu pedi ajuda para o mundo todo e nada. Ninguém tinha qualquer ferramenta ou porra nenhuma." As ultimas palavras carregas de raiva, ou frustração.

    Sam pergunta se ficaram de olho nela antes. "Primeiro a gente percebeu Adam de olho no orfanato e em Ash. Não foi a tanto tempo Sam. Isso aconteceu a pouco mais de dois anos. Eu não queria isso, mas eles tiveram todo esse tempo pra encontrar você. Pra ver você. A gente te descobriu antes da noite do ataque, mas você não era uma criança. " Sam pergunta sobre contar a ela. "Contar o que Sam? Que pessoas que eu acho que são seus pais biologicos estavam mortos? Que você tinha o sangue da lua? Que seu mundo era uma mentira?" Ela suspira. "Era tarde Sam, tarde demais. Dazi eu conheci antes mesmo de vir para Dover, o pai agia como se ela fosse nossa irmã. As vezes ele aparece uma criança e fala isso e ninguém questiona, olhos azuis ou não. Nunca vou saber se seu pai tava esperando a hora certa, se sua mãe tava. Não tenho essa resposta. Só que eles decidiram não ficar com você e o que aconteceu não foi a tanto tempo. Anne sabia quem você era antes de se apresentar, mas os motivos por trás disso ela não me contou." Ela adiciona como se tivesse acabado de lembrar. "Ela gosta de você de verdade. Eu sei." As emoções desaparecem.

    "Quando você sabe, você é sugada para dentro e aí corre com a maquina ou ela te tritura, te devora e nãos cospe nem os ossos." Ele fala aquilo como se fosse uma acusação e Amy confirma com a cabeça como se estivesse sendo forçada a beber algo acido de bateria. "É na inglaterra, é frio. Um vale com pedras e árvores. Lobisomens também. Você pode ir, mas não tem muito que encontrar lá. Nós perguntamos sobre você e ninguém veio." Era fácil ver que a resposta era amarga, reprovação ou algo parecido espalhado por todos os cantos. "Dazi, é diferente, ela não viveu aqui. Ninguém queria nada com ela eu acho ou ela não queria nada com eles. Eu sabia que a mãe dela era daqui, mas ela não é a primeira criança sem família que acaba com a gente. Ela não vai saber muito mais que você. Sua mãe tinha uma irmã que pode ser a mãe da Dazi." Ela usa aspas com as mãos quando fala a palavra mãe. Toda vez. Ela não responde imediatamente sobre as marcas. "Você pode ajudar ficando longe de problemas, catando os cacos da destruição que seus companheiros de alcateia causarem." Ela empurra a porta com o calcanhar.

    Ela abre os botões do vestido no pescoço. "Você não vai ajudar com a luta. Com a perseguição e a matança." Ela puxa os ombos do vestido para baixo. As marcas sobre a pele pálida. Ela traça uma com uma forma estranha com o dedo na clavícula. "O lugar onde a luta vai acontecer não é um lugar onde você deva ir." O dedo dela aponta para outra na costela, reta e simples como uma queimadura. Ela faz que sim com a cabeça. Puxa um pouco mais o vestido e mostra uma marca longa e fina descendo para a perna pela lateral do corpo. "Mas você pode aprender uma parte dos rituais do povo. Do nosso povo. Deixa as marcas e o sangue pra gente." A voz dela não triste, só calma. Jun se levanta e confirma como se Amy tivesse falado com ele. A ponta de um dos dedos dele encosta em uma das marcas mais escuras no ombro dela, vermelha como sangue. Olhar para ela fazia o mundo perder um pouco o foco e o sentido. "Eu lembro dessa, de quando você era pequena." Ela olha pro irmão que um pouco mais alto, quase todo mundo era. "Minha primeira."
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    Mensagem por Bastet Ter Maio 18, 2021 9:59 pm



    Samantha
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    Sam ouviu o conceito de felicidade de Jun, ficando pensativa. Não interrompeu... Nem perguntou algo depois disso. Apenas assentiu, enquanto ficava imersa em seus pensamentos por uns momentos.   “A solidão é remédio amargo ou um veneno doce”.   Aquela frase ficava em sua cabeça, rondando vários momentos de sua vida, mas sempre caindo no momento atual. Sempre se virara bem sozinha, não precisava de ninguém.... Só que agora não estava sozinha. Literalmente. Tinha uma vida dentro de si, que estaria ligada a ela pra sempre... Tinha uma companheira e uma alcateia.  Possivelmente tinha algum parente... E amigos? Samantha não tinha certeza. Queria acreditar que sim. Até aquele momento não tivera dúvidas sobre, mas sua mente sistemática, quando provocada, começou a questionar coisas nas quais ela naturalmente acreditava.

    ----

    Saber que não tinha sido há muito tempo deixava as coisas ainda piores. Se tivesse voltado um pouco antes... Ou os procurado. Talvez pudesse ter os conhecido vivo ou os impedido de sofrer. É sua culpa algo dizia em sua mente. – Era tarde – ela repetiu, a raiva se esvaindo em uma postura cabisbaixa. Só deu um pequeno sorriso quando Amy falou de Anne – Eu gosto dela também, de verdade – não tinha dúvidas naquela resposta. Apenas ergueu o olhar para Jun, quando ele disse aquilo, como quem mostrava que talvez estivesse em processo de virar carne moída. Apesar disso, não parecia que desistiria.

    – Você ainda tem esperança, Amy? Ou o Axel e o Connor vão acabar como meu pai? – Não queria falar sobre o passado. Precisava de tempo para encontrar como lidar com o próprio luto. Quando ela fala sobre o avô, Sam assente. – Como é o nome dele? Você sabe? – a voz embargada, pela terceira? Quarta? Rejeição na vida. Não chega a comentar nada sobre a possível prima, não conseguindo se concentrar naquilo no momento.  – É tão pouco – parecia frustrada, observando Amy começar a abrir os botões do vestido, vendo as marcas que iam surgindo. Já estava sentada nesse momento, sentindo a raiva voltar. Dessa vez não era raiva de Amy, provavelmente raiva pela mulher – Não é um lugar que eu deva ir aindadisse com uma determinação que ela não conhecia, nem sabia explicar. – Mas eu não vou causar problemas até lá. Como posso aprender esses rituais? – estendeu a mão para Amy, talvez em um acordo de paz. Se a mulher pegasse, a conduziria pra perto, pra olhar as marcas atentamente no corpo dela. Após Jun comentar sobre a primeira marca dela, Sam estica os dedos da mão direita, aguardando uma confirmação de Amy pra tocar o corpo dela. Se ela assentisse, tocaria na cicatriz maior. – O que causou essa primeira? – perguntou, só por curiosidade do assunto. Não insistiria se ela não quisesse contar.

    - Eu já esfaqueei a Anne na mão. Uma arma comum não deixa essas marcas. E essas não são de garras – forçava um pouco a pele pra sentir a textura – Como vocês podem ser feridos dessa forma? Prata? – se lembrava dela ter citado prata quando falou de Sebastian e da morte da mãe de Sam – Algo mais? – Afastaria o rosto do corpo da loba, talvez querendo saber demais.



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    Mensagem por Wordspinner Qui Maio 20, 2021 6:58 pm

    Amy balança a cabeça confirmando quando Sam diz que gosta de Anne, mas Jun ri sem som como se ela tivesse dito algo engraçado e um tanto ridiculo.

    Sam escreveu: Você ainda tem esperança, Amy? Ou o Axel e o Connor vão acabar como meu pai?

    "Eu tenho medo. Mas Richard me convenceu que a gente pode ser rápido o bastante." Ela suspira. "Os puros não tem ajudado. O tamanho do que eles estão fazendo é gigantesco e pode fazer a gente perder a hora de intervir. Pode distrair Axel e Connor dos detalhes." Ela pergunta o nome do avô. "Voz da sombra. Não dá nem pra dizer que ele já teve outro nome. Não tem muita coisa lá Sam."

    Quando Sam oferece a mão Amy a aceita e quando é puxada ela se deixa levar e se manobra para ficar com a luz entre as duas. Amy nunca assente, mas toca a mão de Sam com a dela e leva até uma das marcas e aplica pressão. "Não doi." Ela recolhe a prórpia mão e assiste os dedos de Sam irem até a marca maior. "A mudança causou a primeira, quase nada deixa uma marca e elas podem muito bem sumir depois. Nenhum trauma é realmente permanente no corpo de um uratha." Ela fecha os olhos como se estivesse fazendo um esforço mental. "Nossa pele carrega marcas que parecem cicatrizes, mas são nossos dons e nossas histórias. Nossas vitórias e nosso orgulho. Essa primeira diz que eu sou uma lua cheia, já ouvi que ela é dessa cor por causa da noite que eu me transformei e também ouvi que é por causa da minha tribo. Elas não passam por tatuagens comuns nunca, sempre causam algum incomodo pras pessoas que resolvem olhar com cuidado."

    Ela assente quando Sam faz as ultimas perguntas. "Prata é o maior perigo. A coisa mais fácil para marcar um de nós. É intenso como fogo, mas doi muito mais. Nada que você sentiu chega perto, digo isso medo de errar. É uma agonia que não pode ser sentida por um corpo como o de vocês." Ela sorri meio sem jeito. "Isso é bom, eu acho. Porque não é algo que eu deseje a ninguém." Quando Sam se afasta ela levanta o vestido e abotoa. "Usaram uma lança para atravessar o Sebastian. Partiram a coluna dele com ela." Sam aceitaria raiva vindo da lua cheia nesse momento, mas ela parecia só frágil. Como se atacarem Sebastian não fosse algo certo, como se fosse uma fraqueza dela o companheiro ter sido atacado. Teria sido seu pai do outro lado da lança? Sua mãe? "Não poderia te dizer tudo que machuca a gente tanto quanto prata Sam, nem se eu soubesse, nem se eu quisesse. Mas outros de nós também podem." Uma campainha abafada e chata enche o ouvido dos três. "Minha hora de ir Sam, pegue o que quiser. Pode levar. Jun, o que sobrar pode descartar. A resposta não tá aí." Ela dá de ombros e se vira para a porta e depois de três respirações curtas e rápidas ela sai pela porta com um sorriso radiante e gentil.
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    Mensagem por Bastet Qui Maio 20, 2021 8:37 pm



    Samantha
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    - Você acha que isso tem a ver com os puros? – perguntou, confusa – Eu espero que ele esteja certo... – parecia pesarosa, não querendo perder os membros de sua alcateia... Mesmo que Connor fosse um babaca. – Voz da Sombra... Eu entendo, eu só... preciso ir ver isso com meus próprios olhos, mesmo que talvez ele não se agrade de ver no meu rosto a lembrança do passado. – suspirava, não podia deixar de procurar mais uma vez. Perder mais uma pessoa não era uma opção.

    Sam fica mais atenta quando Amy força seus dedos em uma das marcas. Acha curioso que nem todas sejam de batalhas, mas sim de orgulho.  Ela fez uma careta, como se forçasse a memória pra lembrar de algo sobre a primeira marca de Amy.

    - É igual a da Anne – Apesar do aviso sobre a marca deixar incômodo, Samantha a olhou atentamente, querendo entender que tipo de incômodo era aquele. Só parou de olhar quando ela falou da prata, prestando atenção para entender bem, dando espaço para a mulher se vestir. – A cicatrização de vocês é assustadora. O Axel com a língua cortada com prata está demorando tanto pra voltar... Para o Sebastian deve ter sido muito tempo. E hoje... Tá novo. – assentiu quando ela disse que não falaria se soubesse ou quisesse – Você não acredita quando eu digo que não vou causar problemas – deu um pequeno sorriso, realmente não julgando, pois nem Sam acreditava nisso. Ouviu a campainha e se levantou – Obrigada Amy. Mesmo – agradeceu, vendo ela sair da sala. Suspirou, começando a pegar os arquivos dos pais dela, aquele com a foto de Ash pregada também e a foto de Stuarts.

    - Obrigada também, Jun – olhou pra ele, como se tentasse entender o motivo de ele estar tão sério – Por que você riu quando eu falei que gosto de Anne? – perguntou, enquanto guardava as coisas na mochila.

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    Mensagem por Wordspinner Ter Maio 25, 2021 3:53 am

    Sam escreveu:Você acha que isso tem a ver com os puros?

    Jun fica preocupado olhando para Sam. "Não, não são os puros. Eles fariam isso em outro lugar. Eles não tinham nenhuma influência na ilha quando isso começou. Eles vieram na segunda guerra. Pelo que dizem. " Ela não parece incomodada com a pergunta.

    Sam escreveu:Tá novo.

    "Ele nem ficou marcado, mas sentiu dor durante o ano todo." Quando Sam fala sobre causa problemas os dois irmãos riem juntos.

    Quando Sam faz a ultima pergunta o outro vira o rosto para o lado como alguém tentando entender algum problema geométrico complexo. "É porque é bonitinho." Ele olha para porta e espera alguns segundos, quando os dois ouvem uma outra porta ele continua. "Isso e porque a Amy e ela transam. Transavam. Eu não to atualizado, mas o Yukito morria de ciúmes." Agora ele tem um sorriso muito natural e bobo. "Acho que ele ficou com as duas, sabe? Acho que era o trato deles. Mas antes que fale alguma coisa afiada e ácida o cara largou a vida e o pais pra vir atrás da Amy." Jun espera a reação de Sam e balançando a cabeça ele aproveita o primeiro espaço que ela deixa para dizer. "Isso e ele morreu antes dos filhos falarem papai."
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    Mensagem por Bastet Ter Maio 25, 2021 2:45 pm



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    Sam assente sobre os puros, ainda um pouco confusa com a cronologia das coisas, mas sem mais perguntas no momento. Baixou os olhos quando Amy fala sobre Sebastian, suspirando – Você disse que seu pai está estudando essa coisa. Sei que não é assunto de Sangue de Lobo, mas se possível, se descobrir mais algo, eu gostaria de saber. – Já tinha atingido seu pai, talvez sua mãe, agora seu possível irmão... Tinha de acabar. Sam não podia fazer muito, mas detestava ficar no escuro.

    Ao ver a mulher sair, Samantha ficou vermelha com o comentário de Jun, sobre ser “bonitinho”. Depois ficou realmente surpresa. Não esperava a fofoca que ele acabara de soltar. Tentou se lembrar se conhecia o tal marido da Amy.

    - Não é de hoje que a Anne curte um ménage – ela comentou, talvez um pouco sem graça por saber aquilo por Jun, mas, pensando bem, não era difícil de imaginar as duas juntas. Na verdade, imaginar isso fez a veterinária dar um sorriso não tão inocente. Amy tinha um corpo bonito, comprovara há poucos instantes. - O marido... Oh... que merda. Morreu nessas guerras que aconteceram?

    Após as perguntas mais sérias, Sam olhou Jun com uma expressão afiada – Você sabe bastante né... Quem a Anne pegou mais aqui na cidade? – podia perguntar diretamente a ela, é claro, mas já que Jun estava ali e disposto a fofocar...

    ----

    Sam estava apoiada no portão, após mandar uma mensagem pra Anne. Tamborilava os dedos da mão esquerda no metal, mexendo em qualquer coisa no celular, como se não quisesse deixar os pensamentos irem pra onde queriam ir.

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    Mensagem por Wordspinner Qui Jun 03, 2021 8:23 pm

    Os dois fazem um barulho na garganta quando Sam fala sobre a coisa. O som é quase uma risada, quase um engasgo, quase um sobressalto de surpresa. “Não dá pra tirar muito do velho. Como ele diz?” Jun pergunta a irmã e ele mesmo responde. “O que seus amigos não sabem seus inimigos não descobrem. Com o tempo você aprende a não perguntar tudo, é sempre um pouco aterrorizante quando ele responde que não sabe.”

    “Anne é uma Itazurana” A palavra em outra língua saindo no meio da fala como se pertencesse ali. “Danadinha.” Ele corrige logo depois. “Muito danadinha.” Ele ouve Sam falar sobre o marido de Amy. “Não precisa Samantha. Ele viveu com orgulho. Ele morreu protegendo a família, com honra.” Ele fala sério de novo por um instante. “Não sei nada sobre guerras, não achei nada assim nos arquivos. Só sobre o medo, a corte do medo em guerra. Mas isso não é assunto pra gente.” Ele dá ombros com leveza.

    Ele ri alto e fica imediatamente vermelho com a última pergunta de Sam. Coloca um dedo na frente da boca no sinal universal de silêncio. Logo depois balança a cabeça em negativo. “Não sei nada.” Ele diz com sotaque forte. “Non falá ingêis.” Os olhos escuros piscam de forma boba.

    --

    O ar fresco era preenchido pelo murmúrio formado por dezenas de vozes infantis se somando aos sons sempre ignorados da cidade. Um carro distante, o vento entre os prédios e árvores, os passos apressados… Todos aqueles sons juntos eram um ruído indistinto no fundo do mundo quase impossíveis de perceber. “A gatinha tá sozinha? Te levo pra dar uma volta.” O homem de moto na sua frente era quem ela esperava, mesmo que a voz saindo do capacete fosse abafada e estivesse pingando humor. O sorriso do outro lado era sincero. “Vem cá Sam, dá um abraço.” Os braços bem abertos de Juan são um convite que nem precisava de palavras.

    --
    Mais tarde em um dos esconderijos dos Lobos a Diesel. Uma sala em um prédio comercial bem no fim da cidade. Pela janela ela via as fazendas a distância e shopping novo e o estaleiro velho. “Diz aí, como foi com a Ash e porque eu te achei cheirando a Crestwood em um viveiro de crianças?” O jeito debochado e leve era quase natural. Quase. Juan senta na janela aberta e aponta com o pé para uma cadeira com rodinhas. Era uma das poucas coisas na sala, uma das poucas coisas que não era uma caixa empoeirada. Uma pilha delas ia até o teto num dos cantos da sala, uma mesa branca e velha encostada na parede oposta, dois machados de bombeiro, uma pilha de sacos de dormir com duas mochilas em cima e um baquinho.

    Ele espera com as mãos no colete jeans que fica melhor nos ombros ligeiramente mais largos dele do que de Anne. A camisa preta com um símbolo dos guns&roses meio gasto. Uma calça apertada quase preta que talvez seja um reflexo do modo de se vestir de Anne ou simplesmente uma calça comprada para a mulher. As botas altas cheias de rabiscos. As mãos e pulsos livres. O celular brilhando ignorado em uma caixinha de acrílico sem tampa pregada do lado da porta. Era normal, porém mesmo assim reconfortante e desconcertante ter a atenção total de Anne ou Juan. A intensidade daquela atenção que estava sempre à beira de um desafio ou subversão.


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    Mensagem por Bastet Qui Jun 03, 2021 9:44 pm



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    Sam ficou satisfeita com a resposta de Jun, não negava que era uma boa tática. Ainda estava curiosa, mas entendeu que não conseguiria arrancar nenhuma outra informação dali.

    A mulher deu uma risada quando Jun chamou Anne de “danadinha”. – Como fala? Itaruzana? – claramente iria usar a palavra depois. Apenas encolheu os ombros sobre o marido de Amy – Não é questão do legado que ele deixou com a morte, Jun... Eu não consigo ver como vocês, apenas o orgulho. A morte de alguém da família ou amigos próximos é algo triste, mesmo que tenha sido honrada.  – não insistiria no assunto, de qualquer forma.

    Quando ele não respondeu a última pergunta dela, Samantha deu uma risada – Não fala, né? Kpop safado – brincou, dando uma ombradinha nele enquanto saiam da sala.

    ---

    Estava mexendo no celular quando ouviu a moto e uma foto que não reconheceu de imediato. Já tava pronta pra xingar o cara abusado, quando olhou e viu Juan, abrindo um sorriso. Fazia tempo que ele não aparecia. Não podia negar que a face masculina de Anne a lembrava de tempos mais simples e leves.

    Foi até ele, puxando o capacete pra dar não somente um abraço, mas um beijo também.

    ---

    No esconderijo, Sam não se sentou logo de cara. – Vocês não tem rinite também, né? – coçou o nariz com a poeira.  Parou na frente de Juan, que estava sentado na janela, fazendo um carinho no rosto dele, depois olhando pra paisagem.  – A Ash foi gentil comigo. Depois que eu contei o porquê de procurar ela, ela começou cheirar meu cabelo, perguntar sobre minha aparência, meu passado. Esquisito isso de cheirar o cabelo, aliás... Ficou tocando nele também. Achei até que eu tinha esquecido de lavar – ela deu uma risada. – Ela saiu meio doida depois de ver uma foto minha criança. Não sei se foi por isso, mas eu acho que sim.

    Olhou nos olhos de Juan, sem nem saber por onde começar a contar o motivo de estar na escola – Ah, eu vi a Amy pelada também – disse séria e logo deu uma risada alta – Quase pelada na verdade, mas soube que você gosta... - tinha um tom brincalhão e curioso. Por fim, deu um beijo nos lábios do homem e foi se sentar na cadeira, começando a fuçar na mochila.

    Contou que Stuarts a tinha levado na escola, pois os Uivadores tinham um arquivo particular. Contou o que encontrou também, as listas, as fotos, as possíveis ligações entre os lobos. Até que puxou as duas fotos, uma de seu pai e uma de sua mãe.

    - Adam... Aria. Meu pai e minha mãe. Eles faziam parte de um das alcateias que piraram por ser Hunter... O mesmo bichão do Connor lá. Minha mãe morreu por um tiro que era pra acertar Amy... E...meu pai... Eles não mataram. Deixaram pra morrer... – baixou o olhar, encolheu os ombros – Amy e Ash foram lá todos os dias pra ver a tortura dele... – a voz agora já não tinha nada de brincalhona. A expressão ficando culpada quando falou de Ash.

    Mostrou o arquivo de Adam que tinha a foto da Ash pregada.

    - Eles podem ter sido amantes. Amy tem quase certeza... – aguardou pra ver se Anne fazia a ligação que incomodava tanto Sam. Ela ia arrastando a cadeira pra perto de Juan, não querendo, de fato, ficar longe.

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    Mensagem por Wordspinner Ter Jun 08, 2021 9:24 pm

    Sam escreveu:Vocês não tem rinite também, né?


    Ele olha para Sam como e ela tivesse dito algo muito estranho e depois faz uma imitação de esnobe. "Nada tão pedestre, docinho. Agora, volte para porão de onde você saiu com seus carvões." E balança os dedos de uma mão tentando segurar o riso, o que estraga completamente a cara esnobe. "Ponto número um do passeio Dover express, Mcleary doido é Mcleary normal. Ash é uma gata, aposto que você ficou toda molinha com ela pegando seu cabelo." O olhar fica intenso e ele estica a mão no ar como se pegasse o cabelo dela, com muito mais desejo que Ash tinha feito.

    Ele ri de lado quando Sam fala sobre Amy. "É bom de ver, mas me faz sentir flácida e um bebê. Não que ela pareça velha, a vagabunda tá congelada no fim da adolescência. Pelo menos meu bronze é melhor." Ele olha a própria pele e mesmo sendo bem branco aquilo era verdade. Amy parecia o tipo de gente que foge do sol enquanto Anne tinha a pele tocada pelo sol, um beijo breve bem acima da cintura, mas o que se esperava em Dover? "Minha bunda também." Ele subitamente aponta para o traseiro. "São os hamburguers de beira de estrada, impossível queimar aquilo tudo..." Ele fala algo em espanhol e passa um dedo no rosto de Sam. "Eu disse que o sangue latino joga tudo que sobra pro meu quadril lindo. Não fico estreia feito vocês." O sorriso lateral de novo. A provocação. O olhar brincalhão. A expectativa.

    Ela ouve a história de Sam. "Claro que o Teo te levou pra fuçar o passado. Porque já temos problemas o bastante no agora e chegando também." O veneno na voz era falso. A lua cheia não falava com raiva de seu alfa. "Eu sei tudo dessa luta Sam, cada detalhe. Eu..." Ele suspira e se aproxima testando os limites da distância. "Não quero diminuir a sua dor, ela é válida. Só não sente ela sozinha e... merda. É uma merda enorme isso. Quase todo mundo foi lá Sam. A gente precisava acreditar. A gente precisava deixar a esperança morrer. Teo não teve coragem, mas Aponi tentou falar com ele, ela foi lá e chegou bem perto e ele tentou pegar ela, mas não queria ajuda." Ele estende uma mão para Sam quando ela se aproxima. "Nunca foi sobre a dor dele. A gente só não sabia o que fazer para ajudar e é uma droga, tudo isso é uma porcaria enorme."

    Ele passa a mão nos ombros da morena. "Cê é perfeita Sam. Sabe disso? Não tem nenhum defeito em você, no seu DNA quer dizer. Pelo menos a gente sabe que o nosso bebê vai ter todos os dedinhos e braços e pernas e olhos e orelhas." Ele ri aliviado, os dedos apertando Sam um pouco mais que o confortável. "Agora..." Ele rapidamente passa para trás dela. As mãos habilmente subindo para o pescoço de Sam. Pressão e afago alternando em uma massagem lenta. Sam meio sente e meio vê quando ele fecha os olhos sentindos a pele da morena. Ela meio vê e sente também o sorriso torto voltando. "Não tem problema você ter chupado o pau do seu irmão..." O riso passa do rosto para a voz. As mãos seguram firmes os ombros da morena. "Ninguém liga pra isso." Ele espera a reação de Sam.

    "Sabe que você tem sangue romano? Ou é melhor dizer italiano? Tem diferença?" Ele procura as mãos de Sam com as dele. "Mais uma pra eu riscar da minha lista, vou contar você como italiana, ok?" O sorriso torto volta de novo, ele tenta aproximar Sam dele. Os olhos procurando os dela e se prendendo neles.
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    Mensagem por Bastet Ter Jun 08, 2021 10:49 pm



    Samantha
    Doiley

    Sam revira os olhos quando ela faz aquela imitação toda cheia de pompas, não fazendo ideia de onde tinha saído aquilo... Mas só bufa quando o assunto muda rapidamente para a calcinha dela ao ver Ash. –Ela é gata mesmo... Mas prefiro morenas com um cintaralho natural – mordeu de leve o lábio inferior de Juan, a mão pegando no local e enchendo a mão – E bem dotado – murmurou, dando um beijo leve, antes de mudar o assunto para Amy.

    Tocou a pele “morena” dela, que Anne mostrava com orgulho, e negou quando ela disse ser flácida – Você é gostosa... Gostoso também – se corrigiu, dando uma risada sobre a própria confusão e, em seguida, sobre aquele homenzarrão mostrando a própria bunda. Não se fez rogada em conferir com os olhos – Hm, é mesmo? Então não gosta do meu corpinho estreito? – se levantou do colo dele, dando uma voltinha lenta, se exibindo.

    --

    Depois que as pequenas provocações cessaram, o assunto tenso teve início. Sam suspirou – Ele me levou, mas não queria que eu entrasse. Tem tristezas dele naqueles arquivos também – respondeu sobre Teo, assentindo ao que o homem disse em seguida. – Eu sei... Não culpo ela ou vocês. Talvez eu culpe um pouco sim, na verdade... Mas é pela frustração de perder algo que nem tive oportunidade de ter e dessa forma tão... tão horrível, sabe? – Sam não olhava ele nos olhos, mas não se afastou quando Juan se aproximou. Aceitou sua mão, ficando pertinho – Isso atingiu meu pai... Tá atingindo os meninos aqui de Dover... E se um dia atingir nosso lobionho, Juan? E a gente não souber como ajudar... Eu não consigo nem pensar em perder ele também... Ou pior... – não terminou, mas não era difícil perceber que “o pior” era perder como eles tinham perdido Adam.

    --

    Ela relaxa com a massagem nos ombros que Juan fazia, fazendo uma careta com a mão pesada dele – Ai... – reclamou, mas não fez menção de se esquivar das mãos – A genética de vocês é incrível... Oh – percebeu a movimentação do homem pra trás de si, se arrepiando quando as mãos dele foram para o seu pescoço, com carinhos e mais massagem. A própria expressão se traduz em um sorriso satisfeito, que se desfaz quando ele fala aquilo. – Filho da puta – deu um tapa na mão dele, se virando de frente agora, tentando empurrar ele pra se sentar na cadeira que ela tava agora pouco.

    - Eu não chupei dele – disse, sentando de frente no colo de Juan, com uma perna de cada lado – A gente só fodeu com força, sabe? Tipo bicho... Mas ele sabe fazer gozar bem – estava dando detalhes desnecessários, que sabia que Anne não queria, pra deixar ela desconfortável também. Mas, no fim, Sam mesmo fez uma careta, pensando quão horrível era falar aquilo de um irmão.

    Sente o olhar intenso do homem sobre o seu fez Samantha corar de leve.

    - Eu tenho? – deu uma risada Mamma mia...fala perto dos lábios dele, sem desviar o olhar, ajeitando a bunda “estreita” no colo de Juan.


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    Mensagem por Wordspinner Qua Jun 09, 2021 1:12 am

    "Gosto, mas sabe que gosto mais quando sou mulher? Muda tudo. Só as experiências ficam, claro que eu ainda sei como é ser eu, mas é tudo diferente. Homens são outra coisa. Tem uma pressa..." Ele segura a bunda de Sam no meio do giro com as duas mãos. Uma expressão séria.

    --

    Ele não reclama do tapa. Parece satisfeito. Quase feliz. "Ele se move direitinho? Olhando assim parece que tem o quadril duro, vigor e energia no lugar de..." Ele move o corpo empurrando a pelvis para frente em ondas lentas e sinuosas. "Claro que vigor tem a sua hora, muitas horas. Mas eu lembro como é ter um clitóris e fico de pau duro de te imaginar gozando."

    Sam faz a pergunta sobre o sangue. "Claro que tem, deixa eu mostrar." Ele morde o pescoço de Sam e as mãos firmes puxam a morena contra a ereção, subindo e depois empurrando para baixo. Os dentes arranham o pescoço e a língua acaricia a pele. Sam sente a pressão da boca sugando sua pele e descendo pelo ombro. Uma das mãos tinha descido até o joelho e sobe de novo apertando como se pudesse rasgar a calça, os dedos se encaixam no cós e puxam para ele fazendo a pressão entre os dois aumentar e liberando a outra mão para subir debaixo da camisa. A respiração ofegando enquanto os dedos exploram o corpo de Sam, as costelas, a cintura, os seios. Eles passam pelo botão da calça e o sutiã sem abrí-los. A paixão crescente de Juan esperando, um esforço óbvio de medir o ritmo de Sam e aproveitar cada fase com dedicação ardente. Ele beija a garganta de Sam com um selinho e sobe com beijos mais fortes e intensos até morder a orelha bem embaixo e deixar a língua contornar a forma da mesma. A respiração quente se misturando no cabelo de Sam.

    O corpo de Juan alternava entre intensidade rígida e flexibilidade hábil. O membro rijo entre as pernas de Sam, duas camadas de tecido e mesmo assim ela sentia o calor familiar. O rosto de Juan regia como se estivessem diretamente ligados, quando ela chegava a parte mais alta ele gemia e as linhas de esforço apareciam e até as mãos ficavam mais firmes, quase brutas. Sam conseguia ouvir o próprio coração e conseguia sentir o dele sob a pele do pescoço ou tocando no peito.
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    Mensagem por Bastet Qua Jun 09, 2021 7:47 pm



    Samantha
    Doiley

    Sam sorri, quando Juan pergunta se Connor move direitinho. Começa um vai e vem leve, no colo dele, como que pra demonstrar. Não consegue conter um gemido quando ele força a pélvis contra o corpo dela – Você é um safado, isso sim... E devia me fazer gozar... – murmura perto dos lábios dele, ficando mole quando ele começa manipular o corpo dela, pra mostrar que ela tinha sangue italiano.

    Deixa as mãos e os lábios dele explorarem a pele sob sua blusa, os lábios brincarem em seu pescoço, rosto, ombros... A língua. Ela solta um grunhidinho quando ele morde sua orelha, as mãos descendo pelo pescoço dele, forçando as unhas na pele, deixando rastros vermelhos que logo sumiriam. As mãos entraram pela jaqueta, fazendo o movimento pra tirá-la e jogar a roupa pesada no chão. Procurou os lábios do homem, o beijando com avidez.

    Os movimentos da cintura dela ficavam mais intensos, sentindo Juan como uma pedra entre suas pernas. Parecia gostar do toque firme, quase bruto, das mãos dele. A pele ficando vermelha pela pressão dos dedos de Juan, as intimidades sento atrapalhadas pelas maditas calças jeans. As bochechas da Sangue de Lobo estavam vermelhas, não só por tesão. Ela gostava de estar perto de Anne/Juan e não conseguiria negar isso nem se quisesse.

    – Que tal me mostrar que tem sangue latino em você? – murmurou contra a pele dele, dando um beijo em seu pescoço e sentindo que a pulsação de seu coração estava tão agitada quanto a dela. Os dedos compridos desabotoando o jeans, querendo dar espaço ao membro que estava preso ali.

    Quando finalmente conseguiu, começou a afastar o corpo, pra se ajoelhar entre as pernas dele.

    - Tem problema chupar o lado masculino da minha mulher? – sorriu, se apropriando da frase dele com um toque levado, enquanto as mãos começavam a estimulá-lo.

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    Mensagem por Wordspinner Qui Jun 10, 2021 7:06 pm

    "Problema?" Ele diz com a voz ofegante. "O único problema é quão linda você fica com meu pau na boca." Sam sente ele contrair nas suas mãos. O momento cheio de espectativa. O dedo dele toca os lábios dela em uma volta lenta. Os olhos se fecham concentrando a atenção em outras sensações. Sam via o corpo retesar reagindo ao seu toque.

    --

    Ele puxa Samantha para cima e avidamente procura sua boca com a dele. As mãos rápidas puxam a calça até os joelhos da morena enquanto a linguá explora sua boca sem qualquer cerimônia ou hesitação. Só desejo. A pressão na camisa mostra o momento no qual ele quase a arrancou sem paciência. Os dedos descem juntos pelas costas correndo a cintura onde ele a segura coloca em cima da mesa branca. As mãos descem pela bunda da morena e ele abaixa com todo corpo para se livrar das calças presas nas pernas. Ele a beija entre os joelhos e as mãos trabalham para libertar os pés de sam. A pele dele quase morena comparada as coxas de Sam. "Tira a camisa, deixa eu te ver... Sua barriga, seus peitos... É..." Ele finalmente se livra do último pedaço de pano esquece as palavras levando os beijos para cima. Os olhos bem fechados em um instante e no outro bem abertos olhando para Sam como se pudesse marcá-la a fogo na sua memória.

    A respiração quente de Juan chega antes dos lábios e da língua. Ele provoca com a proximidade. Os braços sob as pernas, uma das mãos deslizando dos seios até bem perto do clitóris e a outra separando as pernas de Sam com os dedos tangenciando os lábios. Ele olha para Sam com fome nos olhos. A mão de cima faz um pouco de pressão para expor o que ele logo esconde com a boca. A língua lentamente, resistindo ao desejo de correr, caminha em volta. Então finalmente o beijo que lança correntes quentes pelo corpo de Sam fazendo músculos tensionarem e relaxarem sem sua permissão ou controle. Ela sente quando ele bate o corpo contra a mesa a vontade irracional de se aproximar ainda mais.

    A sobre a virilha alterna entre seu trabalho de exposição, puxando para cima e um carinho suave e ondulado no clitóris quando a língua segue sua exploração mais abaixo. A outra mão invade Sam com dedos mais longos e grossos que os de Anne, mas tão habeis e familiares quanto o da lua cheia. A respiração de Juan sai pelo nariz quente contra a pele molhada de Sam. Os movimentos alimentando um ao outro e seguindo o corpo ou a voz de Sam. Tanto o esforço quanto a excitação de Juan eram claros. Dedos procurando dentro dela as reações que queria causar, do lado de fora encontrando o ritmo e pressão que a fizesse ficar mais excitada. Ele não dizia uma palavra, a boca estava ocupada demais lambendo e sugando.
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    Mensagem por Bastet Sex Jun 11, 2021 1:21 pm



    Samantha
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    Sam dá um sorriso com a resposta, continuando os movimentos com a mão no membro dele, abrindo de leve os lábios quando ele passa o dedo ali, chupando de leve enquanto o olhava e sorrindo ao ver o corpo dele reagir.

    Começou a chupar Juan, atenta ao que fazia ele gostar mais, beijos, lambidas, chupões... Se dedicando bastante, até provocar o primeiro orgasmo no homem.

    ---

    A mulher não ofereceu resistência quando ele abaixou suas calças e a colocou sobre a mesa, o beijando sempre que possível durante todo o processo. Ela observa enquanto Juan termina de se livrar das suas calças, dando um suspirinho quando ganha um beijo entre os joelhos... Querendo que aquele beijo subisse mais... E ele o fez, antes pedindo pra mulher terminar de se despir.

    Ela puxa a blusa rápido,  jogando em algum canto que nem se preocupou de verificar. Usava um sutiã de tecido leve, preto, quase transparente. Se livra dele também, sem nunca desviar o olhar do de Juan. Gemeu alto quando ele começou a provocar e estimular sua intimidade, deixando o corpo ceder levemente pra trás, apoiada nos covelos, aproveitando todas as sensações proporcionadas pela língua e dedos hábeis em seu corpo.

    Quando os dedos dele começaram o ponto G, ele podia sentir o corpo dela se contorcer em sua mão e boca. Usou uma das mãos pra fazer carinho nos próprios seios... A uns segundos de chegar lá. Os pés se apoiando nele, as coxas apertando contra a sua cabeça... O gosto de prazer invadindo o paladar de Juan.... E um gemido longo e gostoso.

    Puxou Juan pra cima, passando a língua pelo rosto melado dele, até chegar em seus lábios, com um beijo voraz, ainda cheia de desejo, mesmo após o orgasmo.

    - Me fode, Juan... Quero você em mim – falou contra os lábios dele, os pés abraçando o quadril dele e o trazendo pra perto.

    Não se faria de rogada ali... Deixando o homem usar e abusar dela ali.


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