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ATUALIZAÇÃO DO MÊS DE MAIO
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    Chloe Moore

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    Mensagem por Wordspinner Qui Mar 24, 2022 8:04 pm

    Chloe : Pode provar tudo que quiser…

    "Tudo" a voz da ithaeur é sussurro que escorre quente na pele de Chloe.

    Asia aceita o gelo. Ela se torce e se agita debaixo do toque da outra. O gelo desce pela roupa da loira e ela arranca a camisa em um movimento rápido e bruto. Ela pega a pedrinha transparente e coloca na boca. Segura as mãos de Chloe e as guia por seu corpo retirando com ela cada peça de roupa. Visitando cada curva e recesso.

    "Minha vez." As palavras atrapalhadas pelo cubo na boca. A loira retira o mínimo possível de Chloe para chegar onde queria. O gelado entre os lábios subindo na pele desde um dos pés até o rosto da ithaeur se perder atrás da barriga da gravida. As mãos de Asia levavam os dedos juntos e a ruiva os sentia todos sem olhar.

    --

    Sem nenhum sinal Asia olha para a porta. Os olhos ainda lentos. Os movimentos preguiçosos. "Tem gente chegando." Ela ainda tinha o cheiro de Chloe. Quando ela falava ainda dava para lembrar o que a língua tinha feito minutos antes. Ela não se veste, só coloca uma almofada no colo e se resigna a esperar.
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    Mensagem por thendara_selune Qui Mar 24, 2022 9:54 pm



    Chloe Moore




    Antes que chegue alguém.

    Chloe sentia calor que emanava do corpo dela invadindo o seu. O cheiro marcante dela misturando ao seu. Ela  olhava Asia profundamente e se divertia com cada toque e sensação nova que a preenchia de excitação. A loira sabia encontrar  aquela área divina que poucos sabiam reivindicar. A ruiva se sentia absorvida pela outra e cativa do momento.
    -Mmm ... gostoso.- Chloe ronronou sem vergonha alguma se deixando levar pelas ondas quentes que a inundaram.

    ***

    Depois da diversão.

    Chloe estava inebriada ainda, como se um feitiço misterioso tivesse sido lançado sobre ela minutos atrás. Depois tornou-se consciente de si mesma e sentiu uma sensação de ter desatado mais um nó que a prendia. A loira diz que tem gente chegando, Chloe olhou para porta um tanto surpresa. - Esperando visitas Asia?- Ela começa a se arrumar, prendendo o cabelo em um coque e depois levanta-se para achar um espelho para avaliar se estava apresentável. Ainda sentia o cheiro dela misturado ao da loira, não sentia vergonha, só tinha vivido um breve momento de euforia sem se sentir culpada com isso.





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    Mensagem por Wordspinner Dom Mar 27, 2022 9:00 pm

    Não. Não estava nada apresentável. O cabelo guardava a lembrança do que aconteceu na sua forma. As roupas eram mais faceis de se alinhar, mas foi nessa hora que a porta abriu. Amy entrou sem bater. Sem pedir licença. Ela só foi andando direto sem nem falar com as duas. Ela segura a garrafa de bebida com as duas mãos e olha para ela como se fosse começar a falar. A garrafa não diz nada. "Oi Amy, bem vinda a minha casa. Claro que não tá atrapalhando. Pode ficar, senta aí." Asia é irónica, mas não venenosa. Porém a diferença é tenue.

    A morena vai com a garrafa até o copo de Asia e enche. Então olha para Chloe e faz a mesma coisa com seu copo. A garrafa termina na mesa sem a Lua cheia tomar um gole. "A gente precisa conversar, lindona, e agora é uma hora perfeita." Os olhos dela sempre com aquela fome sem fundo. Azuis e famintos.

    "Amy, cê não veio jogar. Não fode. Eu to ocupada." Asia da um gole profundo como se isso fosse um protesto. "Ela tem um plano, não tem?" Asia vira o rosto bonito demais para ela. Era tão bonito que doia. Amy ainda olhava para Chloe, esperando. Ela não parecia ter percebido o que tinha acontecido, mesmo sendo óbvio pela falta de roupas em Asia.



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    Mensagem por thendara_selune Dom Mar 27, 2022 10:00 pm



    Chloe Moore




    Chloe fez uma cara de desagrado ao verificar que sua aparência indicava muito mais do que gostaria de transmitir ao espelho. Quando a maçaneta gira, quem entra é Amy, a ruiva olha ligeiramente desconfortável, mas depois não se deixa mais afetar  pela presença da outra. Não conhecia a Rahu bem, na verdade trocaram pouquíssimas palavras, a marca registrada de  Amy são os olhos famintos e predatórios do tipo intimidador, o que não combina com a idade que aparenta ter. Chloe bebe um pequeno gole limpando a garganta dos sabores vindos da loira e que a deixaram embriagada minutos antes. A ironia da Ithaeur pode ser lida como outra coisa, mas a Cahalith  mantém os olhos em Amy.
    -Sobre a caçada suponho?-  Só então os olhos âmbar de Chloe se iluminaram ansiosos por uma resposta. Para a ruiva os Crestwood são uma linha que não queriam ultrapassar nunca mais, porém como disse na reunião não fazia objeção a correr com ela , sabia separar as coisas muito claramente e esperava de Amy o mesmo.

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    Mensagem por Wordspinner Sex Abr 01, 2022 11:52 pm

    Amy chega o rosto mais perto ao mesmo tempo que inclina a cabeça e e franze o cenho. Subitamente ela vira para Asia. "Ela tá de sacanagem comigo?!" Sem deixar a loira responder ela vira de volta para ruiva como se fosse morder a cara dela, mas fala em uma voz surpreendentemente baixa e controlada. "Claro, lindona, a caçada e os dois coraçõezinhos que são a paixão do meu irmão batendo na sua barriga." Ela fecha os olhos no final e respira fundo como se esperasse algo muito ruim.

    "Cê tem um plano né?" Mas ela não parecia confiante. Nem um pouco confiante.

    "Edrick deixou a família saber Chloe. Todo mundo sabe. Claro que sabe, ele tá se despedindo e escrevendo cartas o dia todo. Diz que cê tem um plano e eu vou te ajudar antes que o James convença mais gente a te ajudar." De alguma forma aquilo parecia um pedido desesperado e uma ameaça entrelaçados em uma coisa só.
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    Mensagem por thendara_selune Sab Abr 02, 2022 3:04 am



    Chloe Moore



    - Se você conhecer alguém que faça uma intervenção cirúrgica em uma Uratha seria de grande ajuda, do contrário não tem outro caminho para eles ou pra mim!- Chloe não tinha muito para dizer, se fosse em Durham  ela teria ajuda, mas em Dover não sabia se havia alguém que conseguisse fazer aquilo. Ainda assim havia uma pequena dose de esperança no semblante dela, mas por outro lado a vida dos urathas sempre parecia banhada por um mar de violência que faz a ruiva agora sentar na poltrona esperando a resposta da outra como se buscasse uma  tábua de salvação.

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    Mensagem por thendara_selune Seg Abr 04, 2022 11:11 am



    Acrescentando como combinado



    Chloe pega o celular os dedos passeando pela tela, até que enquanto espera Amy responder a ruiva a contragosto pensa na criatura que não queria ver nem pintada a ouro, mas seu compromisso em caçar a fazia ficar em uma encruzilhada, agora longe da presença resplandecente do Luno a ruiva sabe e sente que certo ou errado precisava recorrer a qualquer um que achasse que podia ajudar.

    ( ͡° ͜ʖ ͡°)  Mensagem pra William  ಠ_ಠ :

    É a mensagem mais difícil de escrever, o rosto dela mostra a clara insatisfação naquilo, quase como se alguém tivesse lhe dado um remédio tão amargo que a faz segurar a respiração para não vomitar. Só ela sabe o quanto é difícil pedir ajuda a ele. O coração ficava pesado, a cabeça parecia que fazia uma contagem regressiva tão medonha que tinha medo de ser descoberta e isso a fez ficar ansiosa. Seria no mínimo uma maldade extra do destino se as coisas fugissem do que planejou para os filhos.
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    Mensagem por Wordspinner Ter Abr 05, 2022 1:49 am

    As duas ouvem Chloe e nenhuma delas se move por um tempo. Um tempo longo que faz Chloe se perguntar se realmente tinha dito alguma coisa.

    "Não." Subitamente. Como um balão de festa esvaziando de uma vez. "Eu posso... Eu posso procurar do outro lado e forçar um monte de barras. Mas cê é medica né? Não tem ninguém? Uma cesariana não é a parte difícil." Ela deixa aquilo no ar. As palavras sem dizer. Abrir Chloe era a parte fácil.

    "Salvar os bebês é difícil." Era Asia. Muito séria. Falando baixo. A voz quase sem nenhuma emoção.

    A resposta da mensagem chega nessa hora e faz as mulheres ali perderem o som. Elas falavam e Chloe não ouvia.

    "Achei que nunca pedir. É caro, é perigoso e é longe. Faça as malas. Te encontro em Berlin." Claro que palavras não tinham tom. Não tinham voz. Mas ela conseguia ouvir ele ali. Como se estivesse sentado confortável no sofá ao lado dela. Era quase uma aventura pueril. Faça as malas. Misterioso e vago. Berlin distante e desconhecida. Faça as malas. Que ousadia daquele...

    "...oh, Chloe. Acho que posso conseguir alguém pra negociar a medica dos Corvos. Vai ser caro, mas é o preço que se paga pelo sangue. Além disso posso procurar qualquer coisa em algum lugar. Tem que ter."


    O celular vibra outra vez. "Certo e rápido. Não se atrase."

    Asia estava em algum lugar bebendo direto da garrafa.
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    Mensagem por thendara_selune Qua Abr 06, 2022 1:52 am

    thendara_selune escreveu:


    A voz das duas fica ao fundo enquanto os dedos dela bateram na tela até que a mensagem parecia se materializar no mesmo instante que pensava em recorrer ao que as duas diziam ali tão longe e tão perto dela.

    A resposta chega e era possível traçar na mente as linhas cínicas dele claramente. -Seu pai…ele pode ajudar.- Chloe disse quase sem expressão mostrando a mensagem para as duas. - Eu tenho que ir…- A ruiva deu uma olhada nas duas buscando uma serenidade em si para tentar acalmar o coração. Depois mandava uma mensagem para Axel, Sam, Joe e Connor precisava avisá-los.

    “Eu estou indo pra Berlin, pedi ajuda ao William sobre meus bebês, peço que cuidem de Aidan por favor, minha chave reserva está na clínica, as coisas todas dele estão no apartamento e assim que chegar lá os aviso.”  @Bastet  @Bravos  @Ankou

    Ela espera a resposta das duas, abraça Asia e se despedia de Amy um tanto sem jeito nunca trocaram nenhum tipo de afeto. - Mesmo assim obrigada por tentarem ajudar.- Ela ia embora um tanto ansiosa muito mais pela possibilidade das crianças nascerem do que outra coisa.


    Logo que chega em casa ela fala com a enfermeira que fica com Aidan avisando que estaria fora uns dias e que ele ficaria com amigos. Enquanto ele dorme, ela se move pegando os documentos em uma mesinha de canto, depois pegava dinheiro, além dos cartões e esbarra naquela foto de família que ficava escondida na gaveta do criado mudo enquanto olhava se tinha mais algum documento. Então ela pensa que gostaria que tudo fosse diferente, mas não seria assim e isso faz o coração pesar.

    Quando vai arrumando as coisas vai ligando para o consultório em Corona dizendo que não atenderia esses dias, fazia o mesmo com a Farmácia e na clínica mantinha as mesmas recomendações de antes de se afastar por conta da gestação. Então após pegar o suficiente para alguns dias, pegava a mala de Aidan, deixava dentro dela algumas recomendações, senhas da clínica, onde ficavam os medicamentos, anestésicos e tudo mais que precisassem em caso de urgência.  Quando chega na casa dos Algozes quem aguardava era um dos parentes, embora não encontre Axel sabe que em breve Sam aparecia e podia contar com Dulce a quem agradeceu várias vezes antes de ir. O menino é um pedaço dela e deixá-la para trás é como arrancar um pedaço de Chloe. O carro dela fica na casa dos Algozes, então se despedia de quem estava ali e pegava um uber para o aeroporto. Antes envia uma mensagem para William. “ Estou indo agora.” Era tudo que conseguia digitar, a mente dela ficava a mil e tentava obter um voo o quanto antes. O cansaço se mistura com ansiedade, Chloe conta as horas, os minutos e segundos. Depender da ajuda de William nunca fez parte dos seus planos, não era pra ser assim e pensou em James, mas não teve coragem para entrar em contato. Uma maleta grande e uma bolsa  média com seus documentos, enquanto tentava não surtar imaginando mil possibilidades cruéis.


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    Mensagem por thendara_selune Qua Abr 06, 2022 1:57 am



    A voz das duas fica ao fundo enquanto os dedos dela bateram na tela até que a mensagem parecia se materializar no mesmo instante que pensava em recorrer ao que as duas diziam ali tão longe e tão perto dela.

    A resposta chega e era possível traçar na mente as linhas cínicas dele claramente. -Seu pai…ele pode ajudar.- Chloe disse quase sem expressão mostrando a mensagem para as duas. - Eu tenho que ir…- A ruiva deu uma olhada nas duas buscando uma serenidade em si para tentar acalmar o coração. Depois mandava uma mensagem para Axel, Sam, Joe e Connor precisava avisá-los.

    “Eu estou indo pra Berlim, pedi ajuda ao William sobre meus bebês, peço que cuidem de Aidan por favor, minha chave reserva está na clínica, as coisas todas dele estão no apartamento e assim que chegar lá os aviso.”  @Bastet  @Bravos  @Ankou

    Ela espera a resposta das duas, abraça Asia e se despedia de Amy um tanto sem jeito nunca trocaram nenhum tipo de afeto. - Mesmo assim obrigada por tentarem ajudar.- Ela ia embora um tanto ansiosa muito mais pela possibilidade das crianças nascerem do que outra coisa.


    Logo que chega em casa ela fala com a enfermeira que fica com Aidan avisando que estaria fora uns dias e que ele ficaria com amigos. Enquanto ele dorme, ela se move pegando os documentos em uma mesinha de canto, depois pegava dinheiro, além dos cartões e esbarra naquela foto de família que ficava escondida na gaveta do criado mudo enquanto olhava se tinha mais algum documento. Então ela pensa que gostaria que tudo fosse diferente, mas não seria assim e isso faz o coração pesar.

    Quando vai arrumando as coisas vai ligando para o consultório em Corona dizendo que não atenderia esses dias, fazia o mesmo com a Farmácia e na clínica mantinha as mesmas recomendações de antes de se afastar por conta da gestação. Então após pegar o suficiente para alguns dias, pegava a mala de Aidan, deixava dentro dela algumas recomendações, senhas da clínica, onde ficavam os medicamentos, anestésicos e tudo mais que precisassem em caso de urgência.  Quando chega na casa dos Algozes quem aguardava era um dos parentes, embora não encontre Axel sabe que em breve Sam aparecia e podia contar com Dulce a quem agradeceu várias vezes antes de ir. O menino é um pedaço dela e deixá-la para trás é como arrancar um pedaço de Chloe. O carro dela fica na casa dos Algozes, então se despedia de quem estava ali e pegava um uber para o aeroporto. Antes envia uma mensagem para William. “ Estou indo agora.” Era tudo que conseguia digitar, a mente dela ficava a mil e tentava obter um voo o quanto antes. O cansaço se mistura com ansiedade, Chloe conta as horas, os minutos e segundos. Depender da ajuda de William nunca fez parte dos seus planos, não era pra ser assim e pensou em James, mas não teve coragem para entrar em contato. Uma maleta grande e uma bolsa  média com seus documentos, enquanto tentava não surtar imaginando mil possibilidades cruéis.


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    Mensagem por Wordspinner Qua Abr 06, 2022 9:14 pm

    "Quem o que?" Ela diz com a voz subindo e afinando. "Ele tem o que a ver com isso?"

    Elas olham a mensagem e reagem de formas muito diferentes. Asia deixa os lábios formarem uma expressão maliciosa, mas relaxada. Já Amy fica tensa e preocupada. As linhas do rosto se fechando. "Berlin é perigoso." Ela abre e fecha a mão como se quisesse segurar Chloe. Suspira quando Asia segura a mão que abria e fechava. "Tá certo. Cuidado. Pai é esquisito, mas vai fazer o melhor que puder." Ela levanta a mão de Asia e quase a beija, mas faz uma careta. "Preciso de um banho." As duas dizem ao mesmo tempo e se afastam rindo.

    Quando Chloe se despede Asia mordisca sua orelha brincalhona enquanto a aperta num abraço forte.

    Amy abaixa e abraça a barriga de Chloe sem pedir permissão. Como uma criança sem modos. O beijo carinhoso na pele esticada não era mais esperando que o que veio antes. Nem as palavras. "Vai ficar tudo bem. A gente logo vai poder brincar juntos e vocês tem uma família enorme te esperando. Te esperando com muito amor." A voz da Lua cheia quebra no final.

    "Não some." Ela diz para Chloe. Metade pedido. Metade ameaça.

    --

    Dulce é tão gentil e prestativa o quanto consegue aquela hora da manhã. As crianças estavam estudando. Melhor assim.

    Quando ela sai da casa dos Algozes sentes os olhos da pequena Skye vigiando ela e as malas. Marco fez questão de ajudar a carregar. Judas achou estranho, mas continuou fumando um fininho e dedilhando o baixo. Ambos alheios ao coração atormentado da moça.

    "Tá saindo da cidade?" A mensagem de Silvia a alcança ainda no aeroporto. "Skye disse que você não volta mais. Que levou tudo que tinha."

    --
    O avião era apertado, mas a viagem rápida. Na area de desembarque, com uma placa de papel escrito 'Chloe', estava um William relaxado e sorridente.

    "Bem vinda, Chloe." Ele diz amigável e caloroso quando ela chega perto o bastante. "Uma bela cidade cheia de segredos e coisas antigas. Diria para ter cuidado. Mas eu estou aqui. Então tenha muito cuidado." Cheio de humor. Nem um pingo de seriedade.

    Ele oferece uma das mãos para Chloe. "Temos um carro esperando e um quarto também." Então chega mais perto e acrescenta em tom conspiratório: "um carro roubado e um quarto em um motel fechado pela vigilância sanitaria." Uma risadinha. Uma risadinha calorosa e divertida. Quase contagiante.

    Como ele tinha chegado ali antes dela?


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    Mensagem por thendara_selune Qui Abr 07, 2022 9:43 am






    A ruiva faz um esforço para não ruborizar quando nota a reação de Asia, fica pensando se a loira tinha alguma teoria, então logo Amy diz o que esperar e a ruiva fica tensa. A loira sabia lidar com a outra e isso é um traço marcante em Asia.

    Chloe deu um sorriso quando Amy falou de banho, mas o que realmente a surpreendeu foi o gesto carinhoso da Rahu para com aqueles bebês. Quando pensava em Amy era como estar diante de olhos azuis intensos espreitando uma presa na escuridão e tudo nela parecia remeter a violência. A ruiva não tem uma reação ou palavra que pudesse de alguma maneira alcançar a outra como Asia. As palavras dela entram e marcam algo dentro de Chloe mesmo com aquela ameaça dosada feita para lembrar a ruiva que sempre poderia dar um jeito de acha-lá.
    -Diga para ele que é um casal…Não escolhi nomes ainda, ele pode pensar nisso com carinho se assim quiser...- Era tudo que ela dizia porque sentiu-se culpada demais para tecer qualquer outra palavra feia ou bonita pro momento. Asia a mordisca e o abraço dela  trazia aconchego forte como se fosse um laço em volta das duas.



    ***

    A viagem a fez pensar muito na alcateia, naquela breve despedida e como admitiu ali que podia confiar neles e queria ser digna disso. Na casa dos algozes muitos sentimentos surgiam, satisfação em saber que o menino ficaria bem com Dulce, o gesto de Marco, o olhar vigilante de Skye. Até Sílvia entrou em contato e a ruiva respondeu “ Preciso resolver algo com meus bebês, mas volto em breve Sílvia se cuide e fique de olho nos outros.”

    Era tentador sumir no mundo? Claro que sim, tantas vezes pensou nisso, mas agora é diferente tem Aidan e com ele a dívida que tinha seria eterna, com todos daquela noite, a ruiva não tinha tido coragem de voltar lá depois do que aconteceu, imaginou se tinha partido ou se esperavam confusos nas sombras para reivindicar um julgamento por sua vidas ceifadas. Ela se odiou, continuava sentindo vergonha, culpa e em Aidan encontrava algum alívio, mas ainda não era suficiente, tinha que caçar para apaziguar a própria alma e tudo ligado a sua família. Queria se sentir digna de ser mãe, como Sam disse
    “agarrar com unhas e dentes o que vale a pena” e assim como Connor ela não acreditava em coincidências. Lembrou das palavras de Axel na praia “uma família disfuncional” eles tinham que fazer dar certo ou se fragmentaram.

    Fazia tempo que não viajava, ficou ansiosa e perdida em pensamentos que assombravam e quando desembarca os olhos dela vagueiam meio segundo até vê-lo parado ali. O sorriso conhecido que mexeu com ela naquele dia e acabou sentindo os passos ficarem pesados até chegar perto dele. - Olá William.- A voz baixa saiu desconcertada e nervosa.

    “ Magnético, presunçoso, zombeteiro e…” O pensamento se perde quando ele chega perto demais e a faz lembrar do cheiro dele. Ele fala com bom humor e se fosse em outra ocasião ela adoraria ouvir sobre a cidade, sobre as sombras e a cortina de fumaça que escondia seus ossos antigos como se fosse um vestido provocante. Chloe teria embarcado no humor dele antes, mas agora tudo parecia tão perigoso pra ela mesma que preferiu dar um sorriso em concordância com as palavras dele.

    A ruiva tenta se manter indiferente, mas admitia que não era uma tarefa simples. Porque ela fica assim perto de alguém que mal conhece? No fundo ela sabe a resposta, eles compartilham algo e ninguém sabe disso além dos dois ali.
    -Pare de zombar de mim senhor Crestwood!-  Ela o observou estreitando o olhar e curvando os lábios em um sorriso provocante que não conteve. O fitou interessada em entender desde quando ele se importava em acalmá-la? Não recusou a mão dele enquanto sentia que devia mesmo ter cuidado com William ou talvez consigo mesma. Depois imaginava onde ele estava antes, como chegou tão rápido ali e tantas outras perguntas ficam martelando em sua mente enquanto ele fazia aquele tom conspiratório perto demais que fez Chloe arregalar os  olhos pensando no que tinha absorvido da conversa com Sebastian “ usar as regras para se beneficiar, quebrá-las ao mesmo passo que quer vencer e sobreviver.”

    Então sente que estava presa naquele sorriso que é uma curva perigosa que a levou ao erro meses atrás. Os olhos dele lembravam os de Amy, tinha algo dele em James, mas eram opostos enquanto o outro transborda segurança aquele ali tem um letreiro vermelho alertando sobre uma estrada para o desconhecido. A ruiva afasta os pensamentos confusos e aperta a mão dele com força e disse timidamente. -Obrigada William...Não sabia a quem mais recorrer.-  Estava verdadeiramente agradecida por ele ajudar e torcia que desse certo. Apesar de ter sido difícil recorrer a William, foi o que lhe pareceu ironicamente mais seguro. Precisa se policiar, tudo que mais deseja é ter as crianças em seus braços e não importava o preço que fosse pagar por isso.


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    Mensagem por Wordspinner Dom Abr 10, 2022 1:50 am

    Chloe: Diga para ele que é um casal…Não escolhi nomes ainda, ele pode pensar nisso com carinho se assim quiser...

    A Lua cheia faz que sim com a cabeça. Abre a boca para falar, mas desiste e suspira no lugar.

    --

    Chloe: Preciso resolver algo com meus bebês, mas volto em breve Sílvia se cuide e fique de olho nos outros.”

    "Eu to sempre vigiando. Sempre."


    Chloe: Pare de zombar de mim senhor Crestwood!-

    Ele ri em resposta e acompanha o riso dela com os olhos. "Jamais, minha cara." A voz doce, o cheiro de flor e madeira. Mas sangue por baixo.


    Chloe: Obrigada William...Não sabia a quem mais recorrer.

    "Pode chamar de Will, você sabe, não é? Até gente que quer me matar me chama assim." Leve e brincalhão. Quando Chloe aperta sua mão ele a envolve com as duas dele. Quentes e secas. Reagindo com um aperto afetuoso ao firme de Chloe. Um passo e ele está com o braço entrelaçado com o dela. Andando pertinho.

    "Melhor ajudar a dama com isso." Ele abre a mão livre na direção da maleta de Chloe, mas não a toma. Espera. "Não fica mal em você, a gravides. Confiança tambem." Ele já não olhava para ela, mas ainda segurava seu braço como se fosse m velhos amigos confortaveis um com o outro. "É uma especie de força isso. Não acha?" Os passos dele cuidadosamente iguais aos dela, como ela guiasse uma dança e ele casualmente mudava a direção dos dois. Para onde?

    O carro não era nada especial. Era um modelo preto e simples. Um sedan. "Feito na Alemanha." Ele diz como se sinal de qualidade. O irraka abre a porta do lado errado e aponta para ela entrar. Porém o banco do motorista também estava do lado errado.

    "É, eu sei. Tudo ao contrário aqui." Como se se ela só pudesse estar pensando naquilo e não nas sombras marcadas no concreto pelas luzes de led. Ou os sons da cidade. Ou as luzes. Ou Amy dizendo que Berlin era perigoso. Ou até ele cheio de segredinhos.


    "Ninguém vai saber que é roubado. Quer dirigir?" Ele diz se oferecendo para guardar a mala no porta malas que um botão tinha aberto. O carro cheiravam a novo. A novo e a ele. Ele cheirava como algo de morder, de comer. "A Chave está no painel se quiser." Os olhos azuis esperando pacientes nos dela.

    --

    "Precisamos passar por uma rua especial. Um segundo, mamãe." Ele coloca o rosto para fora do carro. "Ali." Ele aponta para a parede, mas tem uma rua completa com calçada e tudo onde antes eram só tijolos. "Não tem outra entrada para gente." Ele pisca como se os dois estivessem compartilhando um segredo divertido. Uma travessura inofensiva.

    A rua era escura e ficava mais a cada momento. Era um claustrofobico mar de sombras. Nenhuma janela. Nenhum céu, exceto concreto. Alto demais para ser visto direito. "Ali." Ele diz animado. " Não é bonito?" Era. De uma forma sombria e antiquada. Mas era. Completamente no escuro.

    O predio era um hotel que teria sido luxuoso e moderno no passado. Talvez cem anos atrás. Talvez duzentos. Mas agora a única luz vinha dos farois do carro. "Vai adorar o quarto." Como se ela não percebesse as sombras. Como se ela não percebesse o motor do carro roncando sozinho no silêncio. "Você precisa perdoar a falta de funcionarios. Como eu disse, interditado. Mas tem luz e é bem cuidado, se não um tanto antiquado. Mas sabe como eles são, não é?" Como se, claro, ela soubesse exatamente. O sorriso afiado e branco.

    "Nós estamos sozinho por enquanto Chloe. Se é difícil acreditar em mim acredite que eu quero essas crianças tão vivas e bem o quanto possível." Ele diz subitamente sério. "Isso é fácil, não é? Acreditar nisso?" Novamente o ar animado de uma conspiração só dos dois. Só dos dois presos naquele lugar cercado de paredes e presos dentro do carro. Ela sabia que podia sair. Ela sabia o caminho.
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    Mensagem por thendara_selune Dom Abr 10, 2022 4:46 pm




    “Jamais, minha cara”. Chloe dava um sorriso, mas não sabia se devia achar graça ou guardar uma pontinha de receio. Ele já tinha zombado dela, contudo nem mesmo William sempre estando dois passos à frente de todos entenderia o que ela queria dizer ou pensava agora. O cheiro dele gostoso do tipo difícil de esquecer, os dois tão perto em uma redoma de intimidade confortável. -Tudo bem Will.- Chamá-lo assim lhe soava estranho, a sonoridade contida em William é provocativa e o diminutivo o fazia parecer fofo coisa que de longe o irraka não parece ser.  A proximidade passava uma onda de calor que a faz desejar que cheguem logo onde deveriam, mas com ele nada é fácil de ler ou entender. Com James o caminho é tranquilo, doce e gentil, mas no final das contas não havia espaço para uma relação normal entre eles. Agora estava de novo perto da fonte inicial de seu problema e era ele que poderia ajudá-la.

    A ruiva entregava as maletas e ficou olhando para ele. -Obrigada me sinto uma abóbora com pernas.-  A risada dela é doce. - Sim, é bem isso uma espécie de força infinita que faz você ver o mundo inteiro de uma maneira diferente e, em simultâneo, se sentir uma alienígena porque bem. Não sou a típica gestante.- Afetuoso demais, gentil e aquele sorriso que a desarmou, mas em breve tudo terminaria e não precisaria mais lidar com William tão perto como agora. Quando chegam ao carro o toque entre eles termina, ela quase lamenta aquilo, mas é o lado trouxa de Chloe resquício da mesma Chloe que estava apaixonada pelo marido e pensava que se o amasse cada vez mais ele mudaria. Do lado de fora ela respira fundo, tentando captar aquele pedaço de mundo. Os olhos âmbar atentos a tudo, imaginando o som que habitava as paredes, as mensagens perdidas nas luzes de led, imaginando que coisas podia encontrar, que olhos podem espreitá-los ali e lembrou de Amy dizendo que Berlim é perigosa.

    Então voz dele a alcança tão perto, tão seguro de si e a faz se desconectar do entorno para dizer com bom humor. - Will você me deve uma história de como consegue estar em todos os lugares. -  Podia imaginar os dois em um dia hipotético em que ele contaria algum segredo ou quem sabe apenas iria falar entre linhas como sempre faz. -Roubado é?- O tom dela tinha uma dose de travessura pensando em tudo que ele já roubou e o quanto já tinha obtido de bom grado por aí. Se tivesse o conhecido em outras circunstâncias as coisas seriam diferentes. Ao entrar sentia o cheiro dele de novo é uma provocação, a fome lenta fazendo o corpo formigar e os olhos dela ficam perdidos nos dele. Sente a garganta seca e sabia que aquilo era errado de todas as formas possíveis. “Isso é péssimo Chloe!” O pensamento liga o alerta e a faz querer quebrar o efeito que ele causava nela. - Não tem medo de uma grávida com os hormônios à flor da pele dirigindo por aí?!- Um novo sorriso tentando afastar a confusão dentro dela enquanto ligava o carro.

    Um tempo depois o carro desliza em busca de um caminho. Chloe seguiu as instruções dele e adentrou a rua sem nem questionar nada. Tinha que confiar nele. A mente da ruiva ficava elétrica, parecia entrar em uma floresta de concreto, onde sombras acariciavam o metal e não havia nenhum ponto de luz. Sentia ondas de excitação e desejo arranhar seu íntimo. O escuro, o silêncio, o motor do carro e a voz dele alinhando-se em uma música que só a Cahalith escutava. Ela se perguntava como resistir ao tom dele? Para William tudo é uma doce travessura, um convite divertido para adentrar o escuro sem ter medo de consequências e seu tom animado chega até ela como se fosse um raio de luz queimando sua pele. Ainda perdida na voz dele, a ruiva então olhou para onde ele apontou. Aquele lugar devia ter tido uma história, conseguia imaginar luzes na entrada, passos, murmúrios e emoções em turbilhões de cores pulsando dentro dele como se sinalizasse os desejos de cada indivíduo que ali entrava. Então ela pensa em seus desejos, das vontades cheias de culpa não conseguia se desprender das escolhas que fez e ironicamente mais uma vez estavam compartilhando um momento desses com William. Não devia ser ele ali, devia ser outro, mas, ao mesmo tempo, era o certo a se fazer de muitas maneiras.

    A luz do carro parecia tremular assim como a voz dela. -Sozinhos?!- O ronronar metálico se divertia com a ansiedade da ruiva. Ela se dava conta que estariam sozinhos ali. Depois quando ele falava das crianças tocou a mão dele e a sua inquietação morria enquanto falava com um tom sério. - Acredito em você. Não vou mentir que alimentei sentimentos que não deveria, acho que precisava descontar em alguém minha frustração com o que me aconteceu, você me pareceu o alvo perfeito ou vai ver foi outra coisa, mas agora são águas passadas.- A mão macia dela apertava a dele.- O importante são os bebês, tudo que mais quero é que nasçam e assim vou cumprir o que devo sabendo que eles estão bem. Vão ter uma família, se tudo der errado vão estar seguros e com o pai deles sempre por perto…- A voz falha nesse ponto, malditos hormônios ela queria dizer que era só culpa disso, mas também a possibilidade de morrer deixando assuntos inacabados que a fazia sentir o coração pesado de um jeito que a sufocava. Então ela solta a mão dele forçando um sorriso e saia do carro. -Preciso de um banho, então adorável lorde mostre-me meus aposentos.- Escorou o corpo na porta do carro segurando a vontade de chorar, não faria isso na frente dele. Preferia respirar fundo e acalmar os sentimentos, estava emotiva e cheia de coisas para desaguar, mas não queria que fosse a ouvir tudo.
    O lado santa dela:

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    Mensagem por thendara_selune Dom Abr 10, 2022 5:03 pm

    "estava emotiva e cheia de coisas para desaguar, mas não queria que fosse ele a ouvir tudo." Pena que não podemos editar aqui Crying or Very sad da um desconto que postei aqui de novo tongue What a Face
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    Mensagem por Wordspinner Qui Abr 14, 2022 3:46 am

    Chloe: Sim, é bem isso uma espécie de força infinita que faz você ver o mundo inteiro de uma maneira diferente e, em simultâneo, se sentir uma alienígena porque bem. Não sou a típica gestante

    "É, você não é. Espero que eles peguem uma parte dessa força. Vai ficar bem neles." As palavras tinham um tom otimista. Mas ditas baixo, como um segredo. Ou só um jeito de faze-la ouvir mais de perto e com mais atenção.

    Chloe: Will você me deve uma história de como consegue estar em todos os lugares.

    "Eu corro nas Sombras e no espaço entre os mundos." Ele diz com um tom misterioso e enigmatico forçado enquanto balança os dedos em zombaria a alguma magia. "Eu tenho muitos amigos e muitos acordos. Muitos recursos e muitas trapaças. Regras não são o meu forte, resultados são." E dá de ombros como se isso fosse tudo realmente, como se não pudesse perceber o quanto não explicou nada. "Claro que é roubado. Ainda nem tem placa, mas é roubado, então melhor não estragar demais. Depois a gente devolve ou sei lá." Ele nem se importava. Só mais dano colateral. Indiferente. Ele coloca a mão na cintura de Chloe e a empurra para direção como se empurra uma criança para a bicicleta. "Você vai adorar, é rápido. Seus hormônios vão ajudar." Um sussurro instigador. Dava para sentir o sorriso dele.


    Chloe: Vão ter uma família, se tudo der errado vão estar seguros e com o pai deles sempre por perto…-

    Ela sente os dedos dele deslizando do seu ombro, pelo braço, escorre do entre os dedos. Nenhuma palavra. A porta do outro lado abre quase sem som. Ela ouve ele suspirando enquanto anda até o por malas que abria devagar, provavelmente acionado por um botão. Os passos do irraka não faziam barulho como os dela. Arranhando o concreto liso. Logo as rodinhas começam a rolar e o som ecoa a distância. A rua por onde eles vieram escura demais para ver. Nenhuma Luz no fim do tunel. Como se existisse somente na lembrança de Chloe ainda refletida no vazio.

    "Não precisa ter medo do escuro aqui, bela dama." Ele diz brincando enquanto vai direto para porta com as malas. "Nós somos os monstros espreitando nas sombras." Um sorriso afiado no rosto. Olhos escuros como poços na Luz refletida dos farois. Ele tinha achado que era medo a soma de suas emoções. Isso ou a confusão era uma cortesia.

    Os passos dele sobem sem esforço a pequena escada até a grande porta dupla. A area aberta com pilares era um pouco antiquada, mas bonita e imponente. Séria livre, fresca e iluminada. Era escura, uma floresta com árvores de pedra mergulhada em sombras. Nenhuma brisa. Mesmo assim o ar frio não era mofado ou ruim. Cheirava a produto de limpeza e verniz. Cheirava a cera e quente também.

    Ele empurra as portas que abrem sem um som. Os passos no piso de madeira não fazem barulho ou são esquecidos na visão que é o salão de entrada. As cores dançando sob a luz das velas. Pontos de clareza e cor em um mar de penumbra quase funcional.

    "A luz aqui não tem qualquer função pratica. Essas velas são como pinceis e a sala é tela. Pintura muda levemente enquanto diminui até sumir. Apagada, nas sombras onde todas as formas existem. As vezes entender o mundor nos faz insensíveis a sua beleza." Ele diz sem parar de andar, apontando detalhes aparentemente ao acaso. A borda dourada de uma moldura com vidro escuro que revela apenas contornos do quadro que aprisiona. Vinhas, que escalam madeira ou veludo vermelho, de um dourado coberto por reflexos multi coloridos que avançam e recuam com a luz do fogo. A constelação feita com as velas acesas e o espaço vazio deixado no escuro.

    "Sente o cheiro?" Ele diz já com um pé na escada e levantando as malas. "Tem um design até para isso. Como se fosse um hotel para monstros que SE deleitam em detalhes. Uma certa poesia sensorial, mas também uma precisão matematica das partes e moveis, cada movimento e interação planejada e posta cuidadosamente em seus trilhos no tempo." Ele parece impressionado e ao mesmo perdido. Ele mesmo some e reaparece enquanto anda. Ela também deveria provocar o mesmo efeito. A luz pareceria caminhar por ela de um lado para o outro.

    Os dois sobem até o terceiro andar. O silêncio era quebrado pelos sons das entranhas do hotel. A água nos canos, a luz nos fios, o gás em seus tubos de metal. As madeiras estalando com o frio crescente da noite. Os corredores eram uma extensão da sala de entrada, mas as velas tinham chamas de cores direfentes, cores que dançavam entre o que é natural para o fogo e outras que pareciam pintadas com aquarela.

    A porta abriu tirando ela da atmosfera estranha e móvel criada por sombras e luz. Ele entra sem dizer nada empurando as malas até uma porta dentro do quarto. Ela era de madeira e estava entreaberta deixando ver uma banheira grande de pedra.

    "Acho que vai ficar confortável aqui." Ele se senta na cama grande, muito grande com docel. "Eu fico lá em cima, no divan do mesanino. Tem..." As luzes do quarto acendem assim que ela entra. "... tudo que você precisa lá dentro." Ele meio se estica, meio aponta para o banheiro. Tirando isso não parece disposto a se mover muito. Deitando languido na cama. Preguiçoso como grande felino pegando sol em uma pedra.

    Uma pequena escada levava ao mesanino com uma varanda de vidro. Nenhuma televisão no quarto amplo. Nenhum aparelho eletrônico visível exceto pelas lampadas que pareciam mover animadas por chamas e não eletricidade. As paredes de pedra encaixadas com cuidado. Cinza. Magenta. Bronze. Mas aço também, escuro. As janelas para escuro eram pretas.

    Uma lareira, em frente a cama, vazia e fria. Um quadro realista logo acima em uma moldura Clara e simples: uma porta aberta exatamente igual a porta do quarto, mas nada além de sombras dentro desse quarto de oleo.
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    Mensagem por thendara_selune Qui Abr 14, 2022 8:53 pm






    As respostas dele são primeiro algo que a faz sentir uma comoção vibrando no coração, torcia que as crianças herdassem algo dele de alguma maneira, ela não tinha medo de morrer, a mudança arrancou dela esse temor, tudo que queria era se provar, uma espécie de jornada para purificar os erros e quem sabe encontrar um caminho do meio para sanar o que fez no dia da mudança. Ainda lhe faltava coragem para voltar até lá e encarar aquele pedaço de história tão cruelmente desenhado quando devorou tudo como se estivesse uma fome invernal macabra. Então as palavras dele tiveram um significado maior, porque desejava fortemente que eles tivessem muito dos Crestwoods.

    A outra resposta é esperada, uma coisa de entre linhas, zombaria sobre o que ele realmente é e sabe que é. — As regras são feitas para serem quebradas e os mais aptos sabem como fazê-las se curvar. - Foi um sussurro direcionado só a ele e reafirmando mentalmente a conversa com Sebastian.


    ***

    No hotel




    Cada toque era um sussurro íntimo ecoando dentro dela, tentava se recompor porque meses atrás dissera a si mesma que não queria mais nada dos homens ou feras daquela família. Era uma questão de sobrevivência afastar de si a possibilidade de cultivar a ideia que podia ter os dois, aquilo lhe soava egoísta e maldoso. Os dedos deslizando do seu ombro, pelo braço e se perdendo no suspiro dele que a ruiva não decifra. Olhou para trás como se aquele túnel escuro escondesse mais segredos que ela não podia entender, assim como irraka ali aquele pedaço de mundinho de concreto, sombras e coisas indecifráveis era como se fosse um perfume que William usava desde sempre incapaz de abandonar o que foi moldado para ser. “Ele sabe disso, aprecia isso e adora como tudo se mescla a ele de um jeito impossível de rastrear.” O pensamento é cortado pelos sons das botas caras e as rodinhas pareciam ecoar mais alto, mas isso era apenas a imaginação de Chloe. Quando ele brincava, a ruiva dizia embarcando no humor dele. — Com você não tenho medo da escuridão é outra coisa que me faz ter medo.- Havia uma flutuação de sentimentos ao redor da ruiva e os lábios dela se curvam em um sorriso amistoso tentando disfarçar o que sentia.  O seguia sentindo o coração acelerado. O olhando lembrou de quando estava no último ano da escola secundária, chegou a ver na rua um rapaz que chamou sua atenção foi aquela visagem rápida que a fez se perguntar como seria sair com ele?! Tinha um quê de rebeldia, um ar despreocupado, tão alheio ao mundo que a adorável princesinha Moore pertencia. Estava reclusa em uma escola só para garotas e  ela lembra o quanto desejou ser como ele tão livre das regras que lhe foram impostas. William era justamente isso, um perito em desdenhar das regras, sequer devia entender o que acontecia com Chloe de fato, mas ela vivia um verdadeiro acabrunhamento emocional em meio ao fascínio que odiava admitir que nutria  por ele.

    Assim que chegaram à entrada era possível confirmar sem menor erro que o lugar tinha aquela imponência, ela deslizou os dedos sentindo os pilares, o lugar todo parecia engolido por história particular que ela só conseguia imaginar. O cheiro do verniz e produtos de limpeza invadia suas narinas. A ruiva o seguia se perdendo no interior do hotel mesmo que ainda estivesse atrás dele. Ele falou das velas comparando-a a pincéis e o resto que William disse a fez beber tudo de jeito prosaico. Um lado dele que a ruiva não imaginou existir se descortinou brevemente. — O lugar inteiro parece saído de uma mente que sabe arquitetar artisticamente.- A voz dela tinha um timbre impressionado. Chloe tomou o ar do lugar para si e compreendia o que ele disse sobre ‘design’ do cheiro. Ela já sentira a composição e efeitos instigantes em outros hotéis e ambientes que frequentava, mas agora era prazeroso entender cada nota nos cheiros daquele lugar como se desbravasse um pouco dele apenas com o olfato. — Dá para traçar um mundo só sentindo o sensorial desse lugar em meio a penumbra e gosto da sensação que me passa. Se fechar os olhos posso até sentir como ele ficaria cheio de pessoas, mas, ao mesmo tempo, parece tão satisfeito com a solidão que lhe foi imposta quase como se dissesse ser dono de si e mais ninguém pode tê-lo.- Lirismo na voz da ruiva. Depois ia  analisando tudo que ele apontou tão presa nas palavras dele sobre o lugar.

    Aquele hotel a fazia ficar dentro de uma cena entre “Em Algum Lugar do Passado e Casablanca” ela deu um sorriso prazeroso para si mesma ignorando a realidade além daquelas portas e muito além do caminho que fizeram até ali.

    Ao chegarem ao terceiro andar, ela agradecia por ser Uratha agora, porque conseguia manter os passos mesclando-se aos sons que vem das entranhas do hotel sem sentir o peso total da gestação. Quando adentrava o quarto era como se deixasse para trás as luzes que criavam pontos de luz dançantes na penumbra do lugar, mas ainda sentia como se o colorido delas a alcançasse desenhando então uma constelação bruxuleante em seus movimentos enquanto entrava no quarto.  

    Ele aponta os lugares, William parecia tão despreocupado e Chloe o observou tão dentro do cenário como se fosse algo proposital, deitando-se ali tal como um felino ciente do encanto que exerce. A ruiva sabia o quanto podia mexer com os homens, embora não tivesse vivido quase nada dos flertes comuns às outras mulheres, nela residia uma paisagem de pureza inalcançável, mas agora divergia de quem foi antes  e se pegou várias vezes pensando em romper com tudo. Suspirou ao pensar nisso porque a mudança desacelerou tudo dentro dela, os eventos violentos abafaram muito do que ela afrouxou.  Por isso, horas atrás estava disposta a jogar com Asia. “Afinal podia morrer na caçada”. O pensamento vinha enquanto o olhava como se fosse uma chama que ela queria tocar mesmo que acabasse se queimando.


    Então a banheira lhe pareceu um refúgio gentil, talvez ele realmente estivesse cansado, chegou tão rápido que mesmo ele tão cheio de segredinhos também devia se sentir cansado como qualquer um. Chloe abriu a bolsa de mão pegando seu  "Kit viagem" , a bolsinha delicada continha alguns cosméticos, vaidosa, sempre fora e nem escondia isso. Bastava que alguém lhe olhasse que notaria os modos perfeitos, um conjunto delicado de beleza provocante decorada com  luxo.
    Ela prepara o banho quente, o fio dourado do óleo cai lento misturando-se a  água, bolhas refletiam a ruiva, a fragrância oriental é sensual, quente e provocante. O perfume é um convite que se lança no ar fazendo questão de mostrar que sua composição tem uma densidade instigante demais para se resistir.  A cahalith abre um sorriso ao sentir seu olfato captando aquilo que é uma fusão exótica de frutas refrescantes e notas intensas misteriosas ao fundo. Pega o achando  justo evocar  Lana Del Rey e logo em seguida “Art Deco” preenchia o ambiente.  Depois sentou-se na cama,  apreciava a falsa naturalidade dos dois ali, como se fossem apenas pessoas e não monstros usando pele humana. Queria tocar o rosto dele, mas se conteve pensando que antes de William nunca foi imprudente, nunca magoou ninguém, nunca  se deixou levar antes, mas agora a palavra “nunca” parecia um peso morto que doía de alguma maneira.  Então deitou ao lado dele e virou o rosto para murmurar como se fosse fazer uma provocação inocente. — Milorde finge ser um felino, mas, na verdade, é um predador, mesmo assim a boa dama que vos fala preparou-lhe um banho.-  Ela sussurra, a luz de dentro do quarto fazendo seus olhos brilharem. “Ele é ótimo. Sabe como usar tudo que tem e a língua dele desvendou bem mais que meus lábios. William toca cada nervo.” Chloe pensa sobre isso e sente como se uma dose de razão alfinetasse seu corpo a alertando-a de novo que o uratha ali é um fio tênue que ela quer romper com mordidas famintas. “É errado e você sabe disso!” A voz da razão implorando bom senso por parte dela.  Pode até sentir os lábios tremerem e os apertou fechando os olhos por um momento respirando fundo. Maldosamente a Lana acaba de cantar para dar espaço a Nina Simone impondo-se no ambiente cantando "Feeling Good". A música vibra através dela e a faz abrir os olhos para observá-lo por mais um tempo antes de buscar um mecanismo de fuga.  Parte dela sabe que aquilo é errado, assim como sentiu o mesmo quando o observou no aeroporto. — Vamos lá rapazinho, tome um banho eu vou depois.-  A voz tem um esforço de causalidade como se aquilo não afetasse em nada. “ Um inferno lidar com ele”, O desejo de afastá-lo bate fundo em um alerta bem-vindo. — Amanhã quero me conte como vai me ajudar.- Ela o olha com cautela e depois tirava o casaco esperando que ele fosse tomar  banho primeiro. Depois que ficasse sozinha ia tirar a meia calça, daria algum trabalho, mas teria tempo para alinhar as ideias sem ficar inclinada a outras coisas.



    Musiquinha porque to na vibe narrador Smile:

    OFF: Adorando o solinho  Cool :

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    Mensagem por Wordspinner Seg Abr 18, 2022 8:47 pm

    Chloe: Com você não tenho medo da escuridão é outra coisa que me faz ter medo.

    "Só nós dois." Ele diz como se fosse para confortar. A voz do irraka deslizando para longe devagar.

    Chloe: ...como se dissesse ser dono de si e mais ninguém pode tê-lo

    "A ausência de hospedes é uma parte do todo. A perversão da função. O santuario seguro para qualquer um transformado no refúgio de nós dois. Monstros querendo trazer em segurança dois inocentes. Uma contradição atrás da outra." Ele falava enquanto percebia, sem tempo para pensar e organizar, se divertindo com o que via.


    Chloe: “Em Algum Lugar do Passado e Casablanca”

    Ele não responde, mas olha para Chloe e parece fazer uma nota mental.

    Chloe: Milorde finge ser um felino, mas, na verdade, é um predador, mesmo assim a boa dama que vos fala preparou-lhe um banho

    Um sorriso largo e lento. "Mais eficiente dos mamiféros em sua caça é um pequeno gatinho do deserto." O sorriso aumenta mais um pouco como se pudesse ler em Chloe algo divertido.

    Chloe: Vamos lá rapazinho, tome um banho eu vou depois.

    Ele estava mais perto ou maior ou os dois. Ocupava mais espaço no quarto. "Como queira, minha dama." Doce e obediente. Ele confirma quando ela fala sobre ele contar como vai ajudar. O Lua nova se move preguiçoso fincando os joelhos na cama. Um de cada lado de Chloe. "se incomoda?" Ele pergunta puxando o casaco para ela e logo desfazendo o primeiro botão da própria camisa. Fazia um barulho metalico e pequeno, mas enorme no silêncio. Mais um. Então todos de uma vez.

    Ainda ao lado dela. Mais perto que antes. Perto o suficiente para tocar com os lábios. O cheiro da pele mais livre que antes. A respiração do outro tocava a sua pele.

    "Posso te ajudar com o seu se me ajudar com o meu." O som da roupa dele escapando dos braços e caindo na cama. O som calmo da água na banheira. "Se não conseguir dizer sim..." Ela sente a ponta dos dedos tocando os ombros, a antecipação é quase uma corrente elétrica. "... Não precisa dizer nada." A oferta de isenção que faria a velha Chloe mergulhar nela. Ele se movia devagar. Mas sem hesitação. Cada vez que falava estava mais perto, mais fácil para ela sentir a voz dele na pele. Sentir o calor dele.

    O Lua nova não parecia entender os planos de Chloe. Mas parecia compartilhar a atração e não demonstrava nenhum pudor, nenhuma hesitação e nenhum julgamento. Não parecia se importar com o gravides, mas claramente queria provar e Chloe que via.


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    Mensagem por thendara_selune Ter Abr 19, 2022 1:12 am




    Tão perto como da última vez  é praticamente impossível desviar os olhos dele. Aqueles  olhos azuis tão intensos, cheios de segredos que não podia ler, com ele sempre se sentia em outro mundo. Chloe sempre teve uma queda por homens assim, personalidade forte, sem arrodeios e cheios daquela presença que invade mesmo que você tente fugir. Por isso foi tão fácil casar com Ian, por isso era tão natural se submeter a ele e o mesmo ocorria agora com a diferença que William sentia prazer em se deixar dominar também. Aquele sorriso a fez ficar hesitante, mas em seguida o cheiro dele a entorpecente ou era o fato de estarem cada vez mais perto que fazia o corpo dela implorar pelo dele. -Sempre tem uma resposta sobre tudo na ponta da língua não é mesmo Will?.- Quando ele fala do tal gatinho do deserto ela dava uma risadinha. Ainda podia lembrar de cada segundo que estiveram juntos, não tinha como esquecer e agora por estarem de novo no mesmo cômodo ficou parecendo que foi ontem que ele esteve dentro dela. -Não é incomodo algum…- Aquilo era uma provocação maldosa que William fazia. A ruiva sente o coração bater cada vez mais forte. As mãos dela o ajudam a se despir e em algum momento já não conseguia se conter. O calor da  pele dele era como um inferno contra os dedos dela, as unhas arranham a pele do Irraka.   Respondia à pergunta com um sussurro manhoso.   -Sim, tudo bem espertinho você me ajuda e faço o mesmo.-  A ruiva lambe o lábio superior dele antes de rapidamente pegar o inferior entre os dentes. Em seguida, ela o roçou os lábios nos dele e se afastou só para poder olhá-lo cheia de excitação. - Precisa me compensar. - Chloe diz sentindo a voz cheia de desejo vibrando entre eles. -Você sabe que  nenhuma parte do corpo de uma mulher deve ser deixado sem beijar.- O som da roupa dele escapando era como se uma barreira inconveniente estivesse desmoronando. Ela sentia uma umidade crescente entre as pernas e aceitando então a isenção agradável na voz dele. A respiração da ruiva treme conforme o sente cada vez mais perto e o calor sobe para seu rosto  Chloe podia ler a diversão nos olhos de William. Ela geme, suplicante a espera da oferta dele. A pele da Cahalith queimando, e suas roupas a irritam. É quase doloroso. A gibosa às queria fora de seu corpo. - Quero senti-lo contra o meu corpo…-Estendia a mão, tocando o rosto dele, a mão correndo pela mandíbula e para baixo atrás do pescoço puxando-o para perto. O sentia tão quente e suave, mas a ruiva quer muito  mais que aquilo. Ela arrasta as unhas arranhando a pele dele com possessividade agora, “Ele é tão suave e quente”,  então sentia um formigamento bater nos seus lábios, se espalhando por todo o seu rosto e em todo o seu corpo.  A sua boca roçou na dele, o mordisca de novo, mordeu  a curva de seu pescoço com vontade de devorá-lo inteiro.
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    Mensagem por Wordspinner Dom Abr 24, 2022 8:52 pm

    Chloe: Você sabe que nenhuma parte do corpo de uma mulher deve ser deixado sem beijar.

    "Eu sei. Você sabe. Eu vou." A voz ficava mais baixa e grave a cada palavra.

    Chloe: Quero senti-lo contra o meu corpo...

    Ele se deixa beijar e morder sem dizer nada. Mas o toque respondia pela voz. O corpo dele se encaixando nela. As pernas. Os braços. As mãos. A pele esfregando contra a roupa que ela ainda vestia. As pontas dos dedos passavam perto de tirá-las, só para continuar provocando com essa fina parede entre eles.

    Os dedos entram no cabelo da ruiva e a empurram contra o peito devagar, descendo pela barriga até ela sentir ele entre os seios perto o bastante para por na boca. A percepção é afastada quando os dedos seguram firme o cabelo dela, devagar e com força. A mão livre passa pela garganta exposta com um toque leve como uma pluma. "Eu primeiro." A boca encostada na dela enquanto fala, a mão que tinha tocado a garganta descia pelos ombros, pelos seios, sendo seguida de perto pelos lábios, pela boca.

    A mão forte continuava presa na sua nuca enquanto ele descia pelo corpo da ruiva ainda brincando com a sua roupa, puxando cada limite, traçando todos os contornos.

    Ela sente os dedos afrouxarem quando ele alcança a umidade entre as pernas. Os dentes sobre o tecido. A língua quente apertando contra ela e mesmo assim sem a tocar. As duas mãos dele desciam pelo corpo para se firnar nos quadris. Os olhos azuis fechados se abrem por um instante, os dedos dos dois lados engancham entre a pele o tecido que os separava.


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