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    3º passo - Alianças

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    Gakky
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    Re: 3º passo - Alianças

    Mensagem por Gakky em Ter Jun 13, 2017 11:08 pm

    - Passaram a tarde juntos! - Exclamou Yuki - Que lindo! Por que ele ficaria chateado? Não se preocupe com isso! Só que... E você Eun-ji, gosta do Dam?

    Então elas mudaram de assunto, Yuki fica pensando no que poderiam fazer e diz a amiga:

    - Ahnnn... Acha mesmo que eu encanto? Eu não sei, eu sou tão desajeitada... Mas o que vamos fazer essa semana? Quer vir na minha casa? Espere, nós temos que ensaiar, vamos marcar algum lugar para ensaiar e chamar o garotos também. Só que eu não tenho o telefone deles e nem tenho créditos... Será que você poderia avisar algum deles? Você tem o número do Dam? Assim marcamos um ensaio em grupo.
    shamps
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    Re: 3º passo - Alianças

    Mensagem por shamps em Qua Jun 14, 2017 6:42 am

    - Eu tive alguns problemas e ele me ajudou, foi isso. Não foi um passeio - Eunji ficou um pouco triste com essa informação. Ela não entendeu a pergunta da amiga, por que ela não gostaria dele? - eu gosto de todo mundo, Yuki, claro que dele também. 

    - Eu também sou desajeitada... Claro que quero ir na sua casa, mas não sei como vai ser porque minha oemma tá se recusando a me deixar sair... Tô com medo de não conseguir ir na audição... Bem, vou ligar para ele então. Foi bom falar com você, unnie!

    Ela usa a agenda e liga para Dam, fica bem envergonhada e demora um pouquinho para juntar coragem.

    - O... Olá, Dam oppa?! Me desculpe por incomodar, é que falei com a Yuki - ficou feliz nesse momento - e ela quer marcar um ensaio com o pessoal, mas ela nao tem créditos. Será que você poderia avisar os outros? Você tem o número deles ne? ... Por favor... Muito obrigada, oppa!

    Ela estava bem emocionada por falar com ele.

    - E você está bem? Chegou bem? Telefone é tão legal, muito obrigada, oppa... Se... Se cuida, oppa... B... Boa noite, Dam oppa!

    Ela queria falar mais, mas não sabia o que dizer.
    Luxi
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    Re: 3º passo - Alianças

    Mensagem por Luxi em Sab Jun 17, 2017 12:38 am

    ♪ Shin-Hee ♪

    Bem, se você teve que falar algo, eu acredito que foi necessário. Você nunca seria malvado com ninguém de graça. - sorriu. - Mas é claro que nem todo mundo está acostumado com a sua sinceridade. Haha - seu sorriu ampliou quando ele disse que se esforçaria para aproximá-la dos famosos e ela fez um “v” com os dedos. - Combinado~ - cantarolou.

    Myeon parecia uma criança crescida. Tendo vivido em um ambiente que aparentemente não tinha nenhum problema, a menina se empolgava fácil com as coisas e assim era também com as fotos.

    - Vou pensar no seu caso. Se bem que, se meu palpite estiver certo, em breve você também será uma pessoa tão famosa quanto Peach ou Tae!

    Os dois se despediram e a rotina de Shin foi restaurada. À noite, o programa foi exibido para uma plateia VIP composta de sua mãe e a cozinheira, que comentava empolgada sobre cada um dos detalhes exibidos.

    - Misericórdia! Que menino lindo demais é esse!! Se eu não tivesse 20 anos a mais que ele… Senhora, me perdoe pela sinceridade, mas essa criatura é linda demais. O senhor também, mas é como um filho!! - se corrigiu rapidamente. A mãe não se empolgava muito com os demais participantes, parecendo pensativa durante todo o programa, exceto quanto o filho apareceu. Nesse momento, as duas ficaram em silêncio, concentradas na televisão e no som que saía dela.

    Um corte rápido foi feito para a entrevista que ele dera depois do elevador e a mãe engoliu o choro, mantendo uma pose respeitosa na sala, com os olhos brilhando de orgulho. A cozinheira tapou a boca, impressionada.

    Então você cantou a música para uma namorada.. - a mãe sorriu, entrando na brincadeira.
    É verdade isso, menino? Pode trazê-la aqui, temos que conhecer a dita cuja.
    Acho que ele até deu flores para ela nesta manhã - a senhora Yoon sorriu, convencida, mas feliz.
    O senhor vai dar autógrafos para os meus meninos quando ficar famoso? Acho bom, se não fosse por mim, ia ficar comendo porcarias e nem ia crescer desse jeito!

    A ideia de que a imprensa começaria a falar do filho foi afastada o máximo possível, para curtirem o momento. A cozinheira se despediu dos dois e foi embora, e a mãe, como se adivinhasse o que viria a seguir, ficou em silêncio fúnebre. O celular de Shin Hee tocou ininterruptamente durante 15 minutos. Certamente ninguém em sã consciência já tinha feito isso antes com o Senador Yoon, que deveria estar muito frustrado no momento por não conseguir falar com o filho imediatamente. Foi a vez do celular de Seul-Bi tocar. Ela lançou um olhar significativo para o filho, mas não poderia deixar de atender, ou a fúria do homem seria gigantesca, ou pelo menos, era o que pensava.

    - Yoboseyo? (Alô?) … Não, ele já foi dormir…. Que absurdo? Não, não olhei as notícias… Tem certeza de que é ele? Hm…. ele já é quase um adulto, não tenho autoridade sobre tudo o que ele faz… eu entendo, mas agora é tarde… vamos falar sobre isso depois…. Duvido muito que isso aconteça… eu entendo… hm…. Não, não vou acordá-lo... Hm…. Está bem, nos falamos depois, pai do Shin Hee (*é uma forma que os coreanos se referem aos esposos as vezes). Está bem. Está bem…. - finalmente Seul-BI conseguiu desligar o celular. - Acho que consegui uma noite paz para nós dois. Seu pai está furioso agora, mas felizmente não pode sair de lá agora. Isso pode acalmar os ânimos dele até amanhã. Não sei o que vai acontecer, mas eu quero que saiba que eu nunca tinha te visto desse jeito… eu queria que isso continuasse. - andou até ele e acariciou seu rosto - Me desculpe por fazê-lo passar por isso… Queria que tudo fosse diferente. Agora vá para seu quarto, não quero que o Senador o encontre acordado quando voltar. Eu farei o mesmo.

    Após o conselho, a senhora Yoon voltou para o quarto, mas optou pelo de visitas para evitar atritos. Myeon mandaria mensagens em seguida, mas ela não era a única. De repente os amigos que praticavam esporte com ele também encheram as formas de contato que os conhecidos populares de Yoon tinha acesso, fosse diretamente no celular ou redes sociais.

    “Estava ótimo! Gostei bastante.

    É verdade aquela história da namorada?” - Myeon
    “Olha o cara na tv. Minha irmã veio comentar comigo”
    “É isso que você está fazendo nas férias então? Heheh”
    “Foi teu pai que te botou la? Me fala como que faz”

    O pai demorou para voltar para casa e, se ele ficasse acordado o bastante, ouviria um senador esbarrando nos móveis e resmungando alto com uma voz torta, claramente bêbado.

    Um novo dia chegou para a família Yoon e também representava apenas quatro dias até a nova etapa. Quando se aproximou para tomar café da manhã, encontrou uma cena peculiar: o senador aguardou o tempo que fosse necessário para encontrar o filho, agora lia jornal e ouvia a TV, ligada. A mãe acabou ficando por ali também, em silêncio e resolvendo seu trabalho pelo celular. Ela foi a primeira a olhar para ele um pouco alarmada. Na sequência, o pai abaixou o jornal e bateu o mesmo na mesa, iniciando uma leitura:

    “Parece que a família Yoon está tentando desviar as atenções do noticiário para o filho caçula, Yoon Shin Hee, que agora é uma estrela do programa KPOP Shine. Uma manobra interessante para os eleitores insatisfeitos com sua atuação na comissão do senado. Aparentemente, o senador Yoon não tem tempo para avaliar a emenda institucional, mas certamente tem dedicado seu tempo aos caprichos do filho”

    -É isso. É ESSE o tipo de vergonha que eu estive enfrentando a manhã toda! Tudo por causa de um MOLEQUE IMBECIL. - esmurrou a mesa. - O que tinha em sua cabeça? Você é deficiente? Eu disse para esquecer essa história de música, mas você quer me desafiar? Sabe de onde vem esse conforto todo que te permite brincar por aí sem nenhuma preocupação? Do meu trabalho! Se fosse o filho de um qualquer - rosnou agora para a esposa - talvez estivesse fedendo a peixe e trabalhando em três empregos temporários para sustentar a casa! E agora? O que eu vou fazer com você? Me diga como eu vou contornar essa sua atitude inconsequente.

    ♫♫♫

    ♪ Eun-Ji ♪

    Dam não pareceu muito convencido com a desculpa dela sobre seu joelho, mas não a incomodaria com isso, pelo menos naquele dia, mas guardava com ele a vontade de acertar contas com aquela família.

    - Ei. Eu não quero sair assim - resmungou, por causa de suas roupas desconfortáveis, mas estava feito o clique - Pra fazer coisa errada você aprendeu rápido a mexer nesse celular, hein sua espertinha? - brincou com ela, espiando sua foto, mas acabou sorrindo. - Pode guardar. Sinta-se especial. Não é qualquer pessoa que tem uma foto minha desse jeito.

    Isso deu a ele o gancho que precisava para desfazer um pouco daquele estilo e desabotoar um pouco da camisa, sem reparar que ela estava sem graça.
    - Acho que Deus não me aceitaria mais em uma igreja - respondeu simplesmente. - mas conversando com você, começo a pensar que talvez eu esteja errado. - Ficou feliz por ter conseguido desviar o assunto com o capacete lilás e a observou com gosto antes de partirem. Dam tomou cuidado de controlarem o tempo deles até a despedida.

    - Cuide bem desses joelhos. É assim que vai me recompensar. - cruzou os braços e sorriu para ela. - Se conseguir sarar, vamos sair para comer pizza.

    Dam ficou ali até que as costas dela sumissem de vista.



    Eunji ficou conversando baixinho com a amiga pelo telefone. Do lado de fora do quarto, ela podia ouvir o avô falando alto enquanto a avó bordava. Estavam distraídos o bastante para que ela pudesse conversar em paz. Quando ligou para Dam, três toques foram necessários para que ele atendesse, mas ela só percebeu isso porque ouviu sua respiração.

    - Oi. Que bom que o telefone foi útil. - notou sua voz alegre. - Hm. Pode deixar, eu aviso. - agora parecia um pouco mais formal, até que ela decidiu continuar o assunto. - … estou - sorria do outro lado e isso saía em sua voz. - Você… está bem? Tome cuidado… Você também. Hm. Boa noite. Eunji..ya. … - Um silêncio esquisito se formou na linha, mas ele disse. - ...Deve apertar o botão vermelho para desligar - falou em tom de brincadeira. - Boa noite.

    A porta da casa dela bateu e Jeong já chegava procurando por ela, reclamando sobre o jantar. Estava na hora de desligar e ajudar nas tarefas de casa. Para sua felicidade, nenhuma discussão em volta dela foi criada naquele dia. Pelo contrário, a mãe comentava sobre os fiéis que compareceram em sua sessão e a existência de Eunji se resumia a quase uma funcionária na casa, que devia manter tudo limpo enquanto a família conversava.

    Quando voltou ao quarto, havia uma mensagem nova de Dam em seu celular:
    “Amanhã a senhora Bora vai procurar sua mãe. Vamos ensaiar depois de amanhã.”



    Quatro dias faltavam para começar a nova etapa. Naquela manhã, tudo seguiu do mesmo jeito, até chegarem na porta da igreja, onde a senhora Bora aguardava sua família. Ela evitou sorrir para Eunji, parecendo apenas uma orientadora bem profissional e séria. Era até esquisito não receber nenhum sorrisinho. Ela entrou na frente de Jeong, segurando um papel com o carimbo da escola.

    - Senhora Won.
    - O que está fazendo aqui?
    - Bom dia. Desculpem por interromper a reunião em família. Esta é a relação de universidades que aprovaram nossos alunos por recomendação de professores…
    - Não estou interessada - Jeong tentou seguir.
    - Se Eunji continuar demonstrando sua dedicação, poderá ser indicada para qualquer uma dessas instituições. Não seria bom ver sua filha nas melhores faculdades do país?
    - Seria pedir demais para a filha daquele homem. - rosnou o avô, atrás delas. - Não sabe nem fazer kimchi.
    Alguma coisa na fala do avô fez com que Jeong parasse e pegasse o papel das mãos de Bora, pra lê-lo.
    - E quer que eu acredite que ficando até tarde da noite na rua ela vai conseguir entrar em uma dessas?
    - Na verdade, sabemos que a senhorita Eunji possui talentos especiais - Bora não especificou quais, mas a menina sabia muito bem do que a professora falava. - Estamos de olho em seu desempenho. Se ela continuar participando do treinamento extra, poderá sim se encaixar em uma excelente universidade. Eu mesma farei a recomendação.
    - Não pode ficar fora de casa à noite.
    - Bem, algumas vezes, nossos estudos se estendem um pouco, mas posso prometer que ela estará em casa antes das 10. Parece razoável? - Bora tentou negociar, Jeong não gostou muito da ideia, mas respirou fundo e continuou.
    - … E deve comparecer aos eventos da igreja.
    - Tenho certeza de que ela ficará feliz em fazê-lo.
    - Se quebrar o acordo… - Jeong deu uma bela olhada em Eunji e seu rosto contorcido de raiva lhe dava uma prévia do que aconteceria.
    - Podemos começar a partir de hoje, então, após o culto? - sorriu finalmente. - Agora vamos? Não queremos nos atrasar, não é?

    Em vez de ir embora, a senhora Bora acompanhou a família para dentro da igreja, mais ou menos como Dam tinha feito, mas ficou em um assento mais a frente. Mesmo que quisesse descumprir o acordo, sua professora estava lá para garantir que Eunji teria um dia bom. A avó se perguntava desde quando a orientadora da garota era religiosa, e o avô reclamava da presença daquela mulher ali, vestida tão diferente dos outros frequentadores. Mesmo assim, Bora respeitou cada uma das passagens e só se aproximou dela no final.

    - Hoje foi excelente. Estou surpresa. Devo comparecer mais vezes. Então, agora vou levá-la comigo, está bem? - sorriu e levou Eunji para o carro, lá fora.



    - Querida, me desculpe pelos modos. Como tem passado? Dam me disse que vocês têm um ensaio amanhã. Não sabia se conseguiria um acordo com sua mãe no dia de hoje, mas consegui um tempo livre para você. - sorriu. - Ele é um bom menino, não acha? Veja, fiz uma malinha com roupas para você, pois não vamos parar em casa. Está com saudades da sua amiga, não está? Vou deixá-la na casa de Yuki e irei buscá-la à noite. Vamos tentar voltar cedo hoje, para não abusar da boa vontade da sua família. Tudo bem? Tem docinhos na mala também, divida com ela.

    Quando estacionaram, estavam diante da casa de Yuki. Finalmente teriam um tempo para se divertir como duas meninas comuns.

    A senhora Shimada a recebeu em sua humilde casa e pediu para que se sentasse, oferecendo algo para ela beber enquanto Yuki estava no banho.
    - Desculpe, não preparei nada para recebê-la, mas vou pensar em algo. Sinta-se em casa. Yuki-chan sempre fala muito de você. Como seu cabelo é bonito~ ! Fico muito feliz por ser amiga da minha filha. Espero que ela não te dê muito trabalho.

    ♫♫♫

    ♪ Yuki ♪

    Um novo dia começou para Yuki, que tinha tentado organizar um ensaio em grupo. Dam ficara responsável para reunir todos. Já estava bem na hora, pois só tinham quatro dias para se preparar para uma etapa surpresa.

    O irmão continuava com um ar fora do comum, um tanto desanimado com os últimos acontecimentos, mas se esforçava para ser gentil e o irmão mais velho de sempre. Ainda que não estivesse mais doente, parecia abatido.

    A família trabalhava junto e Yuki preparava o balcão para receber peixes frescos, quando um grupo um pouco fora do comum apareceu ali. Eram jovens, estudantes colegiais, que pareciam estar em um passeio de shopping, mas a menina não levou muito tempo para saber quem eram.

    - Sardinha - a menina falou com um sorriso estranho. Era Euntak. - Vou levar algumas - acrescentou ao ver a expressão de Yuki e a gêmea do rabo de cavalo riu. Com elas, estavam só a menina da franja e Yieun, que mais parecia uma múmia de tão séria.
    - Quando você chamou ela de peixe e falou que ela trabalhava aqui eu não imaginava que era uma coisa assim. Coitadinha… - Dayoung comentou. Ela estava sem Naya.
    - Esse lugar fede muito, Euntak. - a menina de franja torceu o nariz. - Podemos ir embora?
    Entre elas, outra bem conhecida de Yuki também estava: Yieun, que parecia uma múmia de tão quieta.

    - Posso ajudar? - Tae-gyu apareceu atrá de Yuki, com uma expressão fechada.

    - Ai meu deus, é o irmão dela!! - Euntak anunciou e cochichou para as outras - Às vezes ele aparece lá na escola.
    - Nossa, ele não devia estar tipo na faculdade? - Dayoung falou mais baixo, mas não o bastante para que Yuki não ouvisse.

    - Se não querem nada, vão embora. Estão atrapalhando os outros clientes.

    - Estávamos só de passagem - a menina da franja não desgrudava o olho do celular. - E ficando atrasadas.
    - Chan Hanbyeol. Não corte a diversão. De qualquer forma, era só isso mesmo. Eu não quero ficar fedendo a peixe o dia todo. Vamos, meninas! - Euntak anunciou e a trupe partiu. Somente Yieun ficou para trás.

    - E você, vai querer alguma coisa? - rosnou para a menina.
    - Não, eu só… - Yieun espiou Yuki, com beicinho. Queria dizer algo, mas não sabia por onde começar, só não teria tempo, pois o irmão da menina suspirou cansado.
    - Vai.
    - Tchau. Até depois. Ahn… é um lugar bem… er. - olhou em volta para buscar um adjetivo. - fresco. - deu um sorriso sem jeito, fez uma reverência breve para Taegyu e saiu correndo atrás das amigas.

    Taegyu observou Yuki, querendo captar como ela se sentia. Estava visivelmente meio sem graça, mas o que podia fazer? Secou a mão no avental e botou na cabeça dela.

    - Hoje eu estou bem, se você quiser, pode ir embora mais cedo. Precisa treinar, não é? - antes de dar as costas para ela, comentou baixo - Desculpe.

    O pai da menina continuava cortando peixes e a mãe fazia as cobranças e entregava sacolas para os clientes. Nenhum deles pareceu se importar com o que tinha acontecido, ou simplesmente não tinham visto.

    No almoço, comeram peixes fritos que não tinham vendido muito bem e poderiam estragar naquele dia. Taegyu comentou que tinha conseguido mais entrevistas e que tentaria de novo mais tarde.

    Quando voltou para casa com a mãe, o pai e o irmão ficaram mais um tempo organizando tudo. Elas puderam tomar banho para tirar o cheiro, mas logo Yuki foi chamada.

    - Yuki-chan, Eunji está aqui para te ver.

    ♫♫♫
    ♪ Eu Se ♪

    O pai demorou alguns minutos tensos quando ela pausou, mas o que parecia ser um momento de reflexão, na verdade provou-se apenas mais uma distração com o ambiente. Ela pôde ouvi-lo falando ao fundo com uma terceira pessoa.

    - É a minha filha. Não vou demorar - sua voz soou um pouco abafada. - Que bom que concordou. Sua colaboração a partir de agora será cada vez mais importante. Vai ser melhor para você se for feito de livre vontade. Tenha um bom dia. Não sei que horas são exatamente aí.

    “Lee Jong-suk? Ele não era tão bonito quanto eu. hehehe
    Eu imaginei que isso poderia acontecer. Pode deixar, vamos conversar quando eu chegar. Que hotel você está mesmo? “

    Eu Se não saberia dizer quanto tempo ficou ali escondida, mas o fato é que Minki deu um berro com ela, brincalhão, mas o suficiente para trazê-la de volta ao mundo.

    - GO MI NAM! Acorda. Tá se escondendo dos fãs??? Eu acabei de dar dois autógrafos! Uma das fãs era bem gatinha. Ela disse que prefe.. Ei. O que foi? Aconteceu alguma coisa? - abaixou perto dela.

    - Mi Nam, está tudo bem? - Amihan se aproximou da dupla, seguido por Bae.

    - Vamos sair daqui e ir para algum lugar divertido. Toda essa pressão chata da competição ainda vai matar a gente de tédio. Sugiro irmos a um parque de diversões.

    - Parque…? Agora? - Bae, como sempre, estava resmungando.

    - Vocês já viram alguém triste em um parque de diversões? Nós merecemos depois de tudo que passamos. E então, e então? - fez um sinal de positivo. - Topam??

    Amihan olhou para o alto, meio de saco cheio, mas acabou dando um meio sorriso.
    - De onde você vai tirar o dinheiro para ir?

    - Ah, vai, não estava pensando no Lotte World, mas alguma coisa mais simples.

    - Vamos jogar video-game - Bae decidiu falar - Tem um no shopping. Eu gostava de ficar lá com meus amigos.

    - Então está decidido. Fliperama no shopping. - Amihan declarou.

    O quarteto de amigos decidiu ir junto. Ir ao shopping era bem conveniente para ela agora, já que podia dar uma pausa, com a devida cobertura de Amihan, para comprar roupas e o que mais precisasse caso uma emergência que exigisse que ela fosse menina aparecesse.

    Além disso, todo o caminho do shopping dava fortes memórias a Eu Se sobre suas amigas e os jogos de compras. As belas jovens perfeitamente arrumadas que andavam por ali ao mesmo tempo que traziam a ela uma sensação nostálgica pareciam tão distantes do que ela era hoje. Como teria agido com Amihan, Bae e até mesmo Minki antigamente? Teria reparado naquele trio de amigos que ria junto em busca de diversão no fliperama?
    Aliás, o fliperama parecia um universo a parte, com luzes mais baixas e sons frenéticos de jogos. Estava lotado de meninos espinhentos enfiados em seus arcades favoritos, mas tinham casais apaixonados que tentavam capturar brinquedos de máquinas.

    Min-ki convidou Eu Se para jogar com ele seus games favoritos, um de corrida, outro de luta e um de música com um tambor. Ele também obrigou todo mundo a entrar em uma máquina japonesa para tirarem fotos com efeitos especiais, que ele mesmo editou.

    - Ei… Go Mi Nam… - Minki parecia intrigado com uma das fotos na mão. Nela, todos estavam com olhões, para ficarem mais femininos.

    - Min-ki, você é uma linda menina. - Amihan emendou, tirando o garoto daquele transe.
    -Ei, cala a boca. Você é feio de qualquer jeito. Olha isso. Hahahahaha. Olha, uma foto pra cada um. Eu vou ficar com essa aqui pra poder zoar o Amihan.

    Ele distribuiu as outras fotos com montagens diferentes para os outros três. Quando ficassem com fome, resolveriam por lá mesmo e, se dependesse da empolgação do loiro, ou mesmo de Bae, ficariam o dia todo ali dentro. O loiro estava bem descontraído e feliz, era nítido como ele se transformava quase em outra pessoa quando estava longe de Tae, ou talvez do próprio stress.
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    Re: 3º passo - Alianças

    Mensagem por Okley em Sab Jun 17, 2017 10:33 am

    Somente conseguia e encontrar com o Minsoo, afinal era o disponível. Enquanto Dam continuava com seus mistérios, não esperaria demais que Dam aparecesse, afinal estava bem enigmático e mais interessado nas garotas do que na amizade do grupo. Anda junto com Minsoo a receptividade do programa pareceu bastante positiva, assim como dos fãs, ele se destacava mais que Minsoo como esperava, por mais que acreditava que isso não demoraria muito.

    - Melhor se acostumando que vai ficar cada vez mais popular entre as pessoas. – Disse baixinho com um sorriso simpático no rosto. – De quem você está falando?

    Com uma cara de estranheza da pergunta feita sem realmente saber de quem falava, não entregaria de imediato uma resposta que entregasse o que sentia.

    - Foi algo precipitado, sabia que não se resolveria de forma tão rápida, mesmo assim decidiu fazer, por isso que houve tanto desentendimento, não passa de histórias mal contadas e medo. Na hora certa vamos resolver tudo isso, ainda sim voltarei a falar com ela.

    O que queria resolver agora era as pendências com a Peach, sua nova namorada. O caso do Minki e da Hyerin deixaria para o programa a menos que aparecer algo durante a semana.
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    Re: 3º passo - Alianças

    Mensagem por Persephone em Sab Jun 17, 2017 1:03 pm

    - Não conhecia esse seu lado, Srª Min. - Shin usou um tom de espanto, mas na verdade estava só provocando a cozinheira e amiga da família. - Mas quem sabe um dia eu não apresento a senhora a ele? Tenho certeza de que faria um almoço de rei para o Quan Lei e, logo, logo, ele se tornaria seu queridinho. - Fez um bico de ciúmes, mas a risada seguinte denunciou que estava só brincando com ela.

    Era engraçado saber como o amigo conseguia conquistar as mulheres das mais diversas idades com seu charme natural. Só não gostava de imaginar que Myeon pudesse fazer parte desse grupo. Já tinha dado seu aviso porque do pouco que conhecia Quan Lei, sabia que o amigo chinês era bastante ousado e não queria testemunhar algo entre ele e sua amiga. Sem perceber, enquanto ele pensava nessa possibilidade, seu semblante se fechava até ficar sério demais.

    A mãe e a Srª Min podiam pensar que ele estava só nervoso ou ansioso com sua aparição, mas a mente estava longe disso. Tanto que só voltou a si quando ouviu seu nome na TV e sua apresentação. Piscou algumas vezes e o silêncio tomou conta da sala. Shin estava morrendo de vergonha por aparecer na TV daquela forma, mas tinha se saído surprenedentemente bem. Parecia natural para ele, mesmo que aquilo fosse algo que jamais imaginaria antes. As bochechas estavam bastante coradas e, no fim das respostas, ele riu sem graça.

    Abaixou a cabeça e olhou de banda para a mãe.

    As implicâncias à respeito de uma possível namorada logo começaram. Ele passou a mão pelo rosto, esfregando e respirando fundo, sabendo que as piadas durariam por mais alguns instantes.

    - Sim, minha namorada é muito bonita. - Entrou na brincadeira. - A mulher mais bonita desse mundo, se querem saber. E com muito bom gosto para flores. - Olhou para a mãe e sorriu. - Pare com isso, Srª Min! Eu disse que não tenho namorada...

    Cruzou os braços e meneou positivamente para o pedido da cozinheira.

    - Claro que sim, nós brincávamos juntos. Nada mudou só porque apareci ali - Indicou a TV - A senhora fala isso pra mim, mas já tá de olho no Quan Lei que eu sei...

    O clima agradável da casa só foi interrompido quando o celular de Shin começou a tocar. Ele realmente não queria atender porque seria uma perda de tempo e energia, além de acabar com o clima festivo daquela sala. O pai não estava em casa para ter certeza de que estava sendo ignorado. O celular podia, simplesmente, estar carregando, longe dele, essas coisas. Não era um covarde, só não queria que as palavras maldosas de seu pai estragassem aquele momento. Voltou a atenção para a mãe e sorriu, mostrando que estava tudo bem.

    Até que o foco mudou e o celular de sua mãe foi o alvo. O rapaz voltou os olhos para o aparelho e lamentou. Deveria ter atendido porque agora sua mãe teria que passar por aquilo. Fechou os olhos, massageando a têmpora. Ouvia apenas as respostas cansadas da mãe e se martirizava com isso. Quando o celular finalmente foi desligado, Shin a encarou.

    - Eu deveria ter atendido. Perdoe-me. - Engoliu em seco e a encarou ao receber o carinho e aquelas palavras. Sua mãe estava orgulhosa dele, de verdade. - Mãe...- Voltou os olhos para ela. - Você não me deve desculpas e eu não quero desistir disso. Agora eu quero ir até o fim, mas...Se isso for doloroso e difícil para você, eu paro. Não quero vê-la sofrer com o seu marido por minha causa.

    A reverenciou e se retirou, como ela tinha pedido. Quando chegou no quarto, voltou a mexer no celular. Além das várias ligações perdidas, ele tinha uma grande quantidade de notificações de mensagens tanto pelas redes sociais quanto pelos aplicativos. Filtrou para responder os mais importantes primeiro e depois decidir como responderia aos outros. Era uma sensação estranha.

    "Fico feliz que tenha gostado, Myeon-shi. Você pode dizer que assistiu às duas versões da mesma música, hehehe.
    Eu não tenho namorada. Disse que não tinha encontrado a pessoa certa...ainda. Se eu tivesse uma namorada, você saberia."


    Por que? Porque ele contaria pra ela...né?

    Para os amigos do colégio, ele mandou vários: "kkkkk" "XDDD"

    "Meu pai não sabia de nada. Consegui tudo sem o nome dele rs. Vamos ver até onde isso vai"

    Para Quan Lei e Tommy, ele disse

    "Pelo visto a história da última audição ficará para o proximo capitulo, hm? Como se sente sendo o novo garanhão da Coreia, Quan Lei? XD"

    Depois de muitas trollagens, Shin finalmente dormiu. Ainda estava com o sono leve e ouviu quando o pai entrou em casa esbarrando em tudo e resmungando. Ficou ainda mais atento para ouvir se haveria algo relacionado à sua mãe. Não toleraria que algo acontecesse com ela. Ficou atento, mas felizmente não houve nada demais. O sono não tardou em alcançá-lo e seu corpo relaxou depois de toda aquela adrenalina.

    No dia seguinte, Shin já tinha retornado à sua rotina. Acordou antes do café, foi correr na esteira do prédio e retornou para o banho antes que todos acordassem. Quando saiu do quarto para o café da manhã - que geralmente era apenas dele com sua mãe - teve uma surpresa. Estava semi-pronto para sair, mas ao se depararo pai sentado à mesa, soube que demoraria um pouco mais. Respirou fundo e se aproximou dos dois, reverenciando de modo respeitoso e tomando seu lugar.

    O comentário que o pai lia calou qualquer voz interior de Shin. Ele ouvia no mais absoluto e respeitoso silêncio, até que o pai começou a explodir daquela forma. A mesa foi esmurrada, erguendo um pouco a louça e fazendo Shin levar um suave susto. Era xingado, chamado de inconsequente, os luxos eram jogados na cara dele..Ele nem conseguia contabilizar todos os impropérios que ouvia. Contudo, era a primeira vez que não se sentia tão mal...

    Por algum motivo, a última música que cantou estava ecoando em sua cabeça e aquilo dava forças...

    - O Senhor pode fazer o que fez durante toda minha vida, pai: continuar agindo como se eu fosse um ninguém na sua vida. - Encarou o pai. - Eu não usei o seu nome para conseguir absolutamente nada no programa, eles me conhecem como Shin-Hee, não Yoon Shin-Hee. Diga a verdade, que você não apoia, não aprova e não me dá nenhum tipo de recursos para nada. Sempre foi assim, afinal. A única pessoa que me deu apoio nessa vida foi minha mãe, sua esposa. Continue focando sua admiração, orgulho e recursos para meus irmãos, porque eles sim são os filhos que o senhor merece. São os filhos que pode controlar.

    Franziu as sobrancelhas, encarando-o seriamente. Antigamente via aquele homem como alguém inacessível, gigante. Não sabia quanto isso tinha mudado, mas...tinha.

    - Eu não vou desistir do programa por sua causa, pai. Eu não precisei do seu nome para começar nisso.

    Gakky
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    Re: 3º passo - Alianças

    Mensagem por Gakky em Sab Jun 17, 2017 2:19 pm

    Yuki nota que o irmão ainda não parecia totalmente bem, mas o entendia. Sabia como era se sentir azarada na vida. Ainda mais para ele, que nem uma faculdade podia fazer. Ela queria poder ajudar nisso, mas por enquanto não tinha o poder de mudar, apenas se esforçaria para ganhar no concurso, sua oportunidade de ouro.

    Ela cuidava do balcão, quando de repente um grupo de garotas apareceu, sentiu seu coração apertar ao ouvir o apelido. Yuki olhou para Euntak, e viu que Yieun estava junto. Os comentários das garotas faziam o coração de doer, por isso nunca conseguia ter amigas e com o tempo preferiu nem tentar mais, se afastava na escola para se proteger. Embora agora tivesse Eun-ji e Chaesoo. Yuki não era o tipo que respondia, preferia ficar calada até elas irem embora, mas seu irmão veio, provavelmente tinha percebido algo. O comentário de Dayoung sobre o seu irmão a fez se sentir mais mal, ele não merecia isso, ainda mais por causa dela.

    Yieun ainda hesitou antes de ir, ela era uma garota difícil de interpretar. Yuki suspirou desanimada, pelo menos elas haviam ido embora. Lançou um olhar pra os seus pais, esperava que eles não tivessem visto isso. Taegyu foi gentil como sempre e acariciou o topo de sua cabeça com ternura, não gostava de deixá-lo preocupado.

    - Não precisa pedir desculpa, a culpa não é sua...- Respondeu ao irmão - Prometo que vou treinar muito para valer a pena o seu esforço. Eu vou ficar mais um tempo, quero ajudar o máximo que posso.

    Apesar do almoço ter sido peixe frito, sua mãe cozinhava bem. Yuki saboreou o prato, ficou feliz pelo seu irmão ter conseguido mais entrevistas, iria torcer por ele. Ela volta pra casa com sua mãe e vai tomar banho. A água quente caindo sobre seus cabelos a fazia ficar pensativa. O comentário das garotas voltavam a sua mente, se sentia inferior, elas nunca paravam de implicar. Yuki não queria ter vergonha do seu trabalho na peixaria com os pais, mas era difícil. Todos pareciam ter uma vida tão melhor que a dela, talvez fosse sua culpa, se fosse mais confiante, talvez as pessoas sentissem isso e a respeitassem. Ela secava o cabelo com a toalha quando ouviu o aviso de sua mãe. Logo se sentiu mais animada, terminou de se vestir e correu para ver a amiga:

    -Eun-ji!! - Yuki chega de cabelos molhados e uma toalha ao redor da cabeça - Que saudade!

    Ela abraça a amiga, depois enche a ruiva de perguntas:

    - Você está bem? Que bom te ver!! A minha casa é bem simples, não repare... Mas pode se sentir a vontade. Quer ver o meu quarto?

    Yuki puxa Eun-ji para o quarto, e quando chegam, ela arruma o futon no chão, pega um mangá e senta em cima com as pernas em posição de lótus.

    - Vem Eun-ji!!! Vamos conversar enquanto te mostro esse mangá! E então tem visto o Dam? - Quando termina de perguntar isso, fica com os olhos brilhantes ansiosa pela resposta.
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    Re: 3º passo - Alianças

    Mensagem por shamps em Sab Jun 17, 2017 2:39 pm

    A menina ruiva ficou um pouco chateada por ter de recontar o acontecido para Dam, mas ela não podia falar simplesmente que sua mãe a empurrara.

    Eun-Ji deu risada com a brincadeira que o rapaz fez sobre a foto.

    - Então sou especial... tenho uma foto do Dam de camisa fechada, hahaha... obrigada, oppa, por me deixar guardar a foto – e sorriu muito feliz ao saber que era considerada especial para Dam, pelo menos naquele momento.

    - Não se preocupe com isso, oppa, Deus aceita a todos que procuram por ele, até aqueles que não procuram – ela ficou bastante comovida com as palavras dele, estaria ela fazendo o bem a alguém? – puxa, fiquei sem palavras agora, Dam oppa... que bom que estou ajudando de alguma forma... seu nome já está em minhas orações desde o primeiro dia, quando você foi gentil em ir tentar me acalmar... foi muito precioso – e sentia-se muito bem e leve ao ver que ele também se soltava um pouco mais ao conversar com ela.

    - Cuidarei bem deles, sim – disse por fim em sua despedida. Ela estica os braços para o alto, como quem grita ‘’yuuppiie’’ de felicidade com a proposta dele – ah Dam oppaa, que felicidade... eu quero ir comer pizza com você quando eu estiver melhor... obrigada por esse convite... você é sempre tão gentil comigo, desde o início – mal cabia em si de tanta emoção e felicidade. Seguiu seu caminho e antes que sumisse de vista, ela acenou para ele.

    Mais tarde, em seu quarto, ficou feliz ao falar com Yuki e com Dam, onde, novamente ele fez uma graça com ela. E uma nova mensagem dele, que a deixou bem animada, não só por ser dele, mas pela informação que trazia: que Bora a ajudaria.
    Animada de tanta felicidade, ela abre a foto que tirou do rapaz e a admira por algum tempo, dando risada das situações que envolveram aquele momento até que finalmente ela beija a imagem e guarda o celular, indo finalmente dormir com as lembranças boas do dia.

    Na manhã seguinte, como sua mais nova rotina, Eun-Ji pega o telefone e o admira, bastante feliz pelo gesto de Dam em querer ajuda-la. Novamente dá uma espiada rápida na foto e decide enviar uma mensagem de bom dia para seus três contatos.

    “Bom dia senhora Bora. Que seu dia seja iluminado! E obrigada por tudo, o oppa já me avisou.”
    “Bom dia querida Yuki, que seu dia seja abençoado!”
    “Bom dia caro Dam oppa, que seu dia seja repleto de felicidades!”


    Cuidou bem dos joelhos como prometido, já que precisava estar, senão 100%, ao menos 95% para o dia da prova e também porque queria comer pizza com o rapaz de que gostava. Seria um sonho.
    O dia estava normal, com ela preparando o café e buscando atenção da família sem sucesso, limpando a cozinha e seguindo para a igreja, onde, para sua felicidade, avistou Bora, como dito por Dam. Ela praticamente ignorou a jovem, seria estranho se ela já não soubesse que tudo fazia parte de um plano para ajuda-la. Permaneceu de cabeça baixa por toda a conversa entre os quatro adultos, sendo mortalmente ferida com as palavras rudes do avô, que além de ofenderem o pai, também a deixou triste porque ela fazia um kimchi tão gosto e com tanta dedicação. Não imaginava que o avô não gostasse.

    - Vou melhorar vovô. Prometo.

    Engoliu em seco com as palavras e o olhar da mãe, ela sabia perfeitamente o que aconteceria. Sentiu muito medo e gostaria de saber até quando suportaria aquilo, já que, aos poucos, aquelas atitudes já pareciam ruins demais para ela.
    Voltou a sorrir quando Bora sorriu para ela e entrou na igreja, como Dam o fizera ontem. Foi tão lindo vê-la lá, ouvindo a palavra do Senhor. Sabia que seria um dia abençoado.

    Eun-Ji não pode deixar de abraçar sua professora assim que estavam longe das vistas de Jeong. No carro dela, a ruiva era só felicidade.

    - Tudo bem, professora, eu entendi tudo. O Dam fez a mesma coisa ontem – sorriu ao lembrar do dia anterior – sim professora, concordo. O Dam é uma pessoa maravilhosa. Estou muito feliz de ter feito um amigo feito ele, gosto muito dele. Olha – ela mostra o pequeno aparelho – ele veio aqui ontem e me deu isso, para eu poder me comunicar com vocês – e ela conta tudo, nos mínimos detalhes, tudo o que fez com o rapaz, não deixando nenhum detalhe de fora. Mostra até a foto que tirou dele – ele disse que sou especial porque quase ninguém tem uma foto assim dele. Legal, né? Já tenho essa foto como um tesouro, professora. Agora, mesmo longe, posso saber que ele está perto de mim – e não conseguia conter sua felicidade ao dizer essas palavras.

    - Uma malinha para mim? Hahaha, obrigada senhora Bora! Vou dividir com ela sim – ficou muito surpresa e feliz ao saber que iria para casa de Yuki, desde o primeiro dia de audição ansiava por esse momento. Tinha tantas coisas que queria fazer e perguntar para a amiga. Seria a primeira vez que iria à casa de uma amiga que não fosse a Bora. Na casa de Tae apenas conheceu o salão, mas não desmerece o dia, que além do ensaio e da ajuda, também foi quando começou a se aproximar do seu príncipe solitário.

    - Ah que felicidade, senhora Bora... essa é a casa da Yuki? Que gracinha – por não ter muito conhecimento sobre o mundo exterior, ela não reparou na simplicidade da casa da amiga, a única coisa óbvia que percebia era a diferença de tamanho entra as casas que conhecia – a sua própria, da Bora e do Tae, que mesmo sem entrar lá, já percebia pelo tamanho do espaço em que estavam – mas estava muito feliz por estar lá – claro professora, vamos voltar no horário sim. Não quero machucar mais meus joelhos e nem quero que oemma me machuque em outro lugar.

    Na casa de Yuki, a ruiva ficou um pouco receosa sobre como a senhora Shimada a receberia, não sabia como eram outras mães. E se ela fosse como Jeong? Teria que andar na linha. Permaneceu de cabeça baixa após uma reverência respeitosa até que a própria senhora mostrou simpatia e gentileza, deixando Eun-Ji muito comovida.

    - É um prazer conhece-la, senhora Shimada! Eu posso ajuda-la em algo? Não se incomode comigo, por favor
    – já ia oferecendo seus préstimos à gentil senhora – ah, obrigada – agradeceu o elogio, não esperava por aquilo – a Yuki é minha melhor amiga, senhora Shimada. É uma honra para mim ser amiga dela, ela é um anjo. Eu que espero não dar trabalho.

    Aceitou a bebida oferecida e aguardou ansiosa pela amiga, correndo para abraça-la assim que a viu.

    - Unnie! Que saudade... nem acredito que estou aqui... olha, eu trouxe doces para nós. A senhora Bora pensou em tudo. Roupas para eu trocar e doces para dividirmos – Yuki pode ver como a ruiva era bem diferente dos ensaios e dias de prova em matéria de roupas. – Eu sinto que dou tanto trabalho para ela – olhou o que tinha na mala e se surpreendeu, eram roupas diferentes das que já tinha usado – nossa! Só nessa mala tem mais roupas do que na minha prateleira. Ah... eu tenho tanta coisa para te contar hahaha ah... também quero que me conte sobre o dia da pizza – muito animada já foi contando sobre a carona de Dam depois da prova e tudo que aconteceu depois, até os dias que se seguiram àquilo, como a igreja e o hospital, tudo. Achava que a amiga tinha direito de saber de tudo e também porque nunca tinha contado coisas para uma amiga. A senhora Bora era sua única confidente – então, a senhora Bora não é um amor?
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    Re: 3º passo - Alianças

    Mensagem por Larissa Aprill em Sab Jun 17, 2017 4:29 pm

    As últimas palavras de seu pai ainda ecoavam em sua cabeça, agir por vontade própria, o que ele queria dizer com isso? Não seria apenas um jantar para apresentar a família? Eu Se perdeu a noção de quanto tempo ficou escondida, mas a voz de Min-ki a fez abrir os olhos e levantar a cabeça, seu rosto ainda estava marcado pelas lágrimas.

    -Naneun ajig ... Dangsin-eul moshage ...Eu não quero deixar vocês...Ainda não...

    O loiro que estava ajoelhado ao seu lado entendeu o que ela disse como se fosse medo e a pressão psicológica que o programa fazia com os candidatos, talvez apenas Amihan entenda a real intenção da garota. Mas quando os três começam a debater sobre a ideia de irem a um parque, a jovem não consegue deixar de sorrir. Eu Se se levanta e seca as lagrimas com a manga da roupa, seria divertido irem no fliperama.

    -Ttohan akeideue gago sipda. Eu quero ir pro fliperama também.

    Quando eles chegaram no shopping e caminhavam pelas vitrines, a garota observou um grupo de colegiais um pouco mais a frente. Ela conseguir reconhecer com clareza, as meninas eram de classe média-alta e estavam na frente de uma loja de griffe de roupas, pelos risinhos estavam escolhendo qual roupa cada uma pegaria. O grupo passa por elas, nesse momento nem as garotas e nem os meninos trocaram olhares, era como se vivessem em mundos diferentes. Apenas Eu Se que continuou a olhar um tempo para as meninas. Isso a fez pensar se algum dia, teria notado os três rapazes ao seu lado.

    Se ela agisse como antes, iria ignorar completamente Amihan e Bae. Pois eles seriam classificados como fracassados em seu grupo de amigos. Talvez ela pudesse encontrar Min-ki em uma das baladas que frequentava, poderiam dançar juntos e flertarem, mas não passaria disso, pois ela sabia que ele não estaria a altura de sua família. Seria uma curtição de uma noite e pagina virada. Nenhum dos três teriam importância para ela. Mas agora que ela agia como um menino e precisava da ajuda deles, ela não imagina como poderia viver sem eles por perto. E mesmo quando seu momento acabar, o que ela teria que abrir mão para continuar ter seus amigos ao seu lado?

    Ela estava o caminho todo quieta e pensativa, até chegarem ao fliperama. Ela nunca tinha entrado num lugar daqueles, as luzes neon davam um ar divertido para as pessoas. Havia muitos adolescentes jogando e até mesmo alguns casal atrás de bichinhos de pelúcia como recordação do encontro. Min-ki estava animado e a chama para jogar alguns jogos, ela o segue sorrindo.

    O primeiro jogo foi o de corrida, Eu Se tentar controlar o carrinho, mais passava mais tempo batendo nas paredes do que correndo na pista, sendo assim Min-ki ganhou facilmente da jovem. O próximo jogo foi um de lutas, era uma maquina com vários botõezinhos, esse a garota até se saiu bem. Pois mesmo que não soubesse o que cada botão fazia, ela apertava todos freneticamente e com sorte conseguia criar combos e conseguiu derrotar os personagens dele algumas vezes. Ela sorria e dava gritinhos para cada golpe que acertava.

    -Naega igyeossda!!!Eu ganhei!!!

    Por fim foram jogar Taiko, onde tinham que acompanhar o som da música e bater as batutas no tambor, nesse jogo Min-ki conseguiu ganhar porque tinha mais ritmo do que ela. Mas no fim, eles tinham passado uma tarde divertida e ela já havia esquecido seus problemas. Quando o grupo se reuniu novamente, decidiram entrar numa cabine de fotos. Ela fez várias caretas e na última foto apenas sorriu e fez um sinal de V ao lado do rosto. Justo nessa foto, a edição que Min-ki escolheu teve um efeito mais feminino. Ela sente o rosto corar quando Min-ki comentou sobre sua foto. Mas Amihan a salvou novamente e o loiro esqueceu as fotos por enquanto.

    Ao grudar uma das fotos na capinha do celular, ela viu a mensagem do seu amigo, que ele havia mandado a horas atrás. Ela se desculpou pela demora e mandou o endereço do hotel para ele. Isso a fez lembrar que precisava comprar algumas roupas femininas para quando fossem sair juntos.

    - Yaedeul a ... Nan joh-a, geuleom naneun uliga pudeu koteueseo yeogie myeoch sigan-eul chungjog saeng-gag, naneun myeoch gajileul gu-ibhaeyahandaneun geos-eul gieog?Pessoal... eu lembrei que preciso comprar algumas coisas, então acho melhor nos encontrarmos daqui algumas horas na praça de alimentação, ok?

    Ela se despede dos rapazes e caminha em direção as lojas, iria comprar algumas roupas para sair com Go Mi Nam, para as atendentes iria dizer que era presente para sua namorada. Quando estava voltando ela para em frente a uma loja de presente e vê uma medalha que dizia:" Dançar é como sonhar com seus pés"

    Spoiler:

    Ela compra como um presente de agradecimento para Amihan e esperava que ele fosse gostar.  Então ela se encontra com os meninos e deixaria para entregar o presente para Amihan quando os dois estivesse sozinhos.  Então ele pede um cheeseburguer e o ambiente continuava descontraído e divertido entre eles. Quando voltassem para o hotel, ela mandaria uma mensagem para a mãe e uma para o amigo, que a avisasse assim que ele chegasse.

    Gakky
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    Re: 3º passo - Alianças

    Mensagem por Gakky em Sab Jun 17, 2017 9:10 pm

    Yuki fica animada por Eun-ji ter trazido os doces. Ela observa as roupas da amiga que estavam na mala e diz:

    - Que roupas lindas! É a senhora Bora é mesmo ótima. Sobre o dia da pizza? Não foi o mesmo sem você. Eu te falei, foi bom, apesar da minha mãe ficar contando coisas constragendoras da minha infância logo para o Minsoo! Podia ser para Chaesoo, mas não, tinha que ser para o Minsoo. Mas ele disse algo bonito, disse que sou gentil...

    Yuki deita no seu futon com o olhar sonhador por um momento, mas ele logo se apaga:

    - Ele devia estar sendo só educado... Acredita que hoje eu tava na venda de peixe dos meus pais, e a Eun-tak apareceu com a Yieun e a outra garota gêmea. Elas me chamaram de... de sardinha... - a voz de Yuki fica triste - E falaram outras coisas que me deixaram triste... Eu nunca consigo ser alguém legal que as pessoas gostem e esqueçam do que trabalho... E estou preocupada com o meu irmão, ele anda tão abatido.

    A japonesa fica pensativa por um tempo, depois muda o assunto:

    - Mas o importante é que você está aqui comigo, não podemos perder tempo. Vamos ter o ensaio hoje não é? Me conta direito o que aconteceu entre você e o Dam...

    Yuki dá uma piscada na direção de Eun-ji:

    - Você vai ser uma princesa e o príncipe...
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    Re: 3º passo - Alianças

    Mensagem por shamps em Sab Jun 17, 2017 11:35 pm

    Ir à casa de sua amiga foi uma das maiores felicidades de Eun-Ji, era algo tão simples e tão valoroso.
    Ela nunca tinha visto um mangá na vida e até o foleou do lado errado. Se estivessem em coreano com certeza ela já estaria lendo. Se estivesse em japonês mesmo, ela teria maior dificuldade, apesar do seu conhecimento em chinês ajuda-la a entender os kanjis.

    - A sua mãe é tão boazinha, Yuki. Gostei muito dela.

    As duas concordaram com o bom gosto que Bora tinha para roupas e ela ficou muito feliz pela amiga ter gostado dos doces.

    - Ah, me desculpa unnie. Eu queria ter vindo, mas minha eomma não deixou. Ela ficou bem brava por que eu cheguei tarde. Me bateu e tudo, até machuquei meus joelhos – e mostrou os joelhos enfaixados para ela – mas agora já está tudo bem. Já fui até no médico. Teremos outras oportunidades para lancharmos juntas, tá bom?

    Yuki falava sobre Minsoo e ela achou muito bonitinho. Mesmo sendo um pouco tapada nesse assunto e não notar de cara que a amiga também já tinha um grande amor, ela percebia na maneira que ela falava dele o carinho que sentia.

    - Mas Yuki, veja isso como uma forma dele te conhecer melhor – tentou acalmar a amiga – se ele foi gentil é porque teve motivo para ele ser assim. Tenho certeza que ele adorou ouvir. Com certeza ele, como qualquer pessoa, também deve ter feito coisas de crianças... então não se preocupe com isso, unnie – Yuki estava contente com o elogio de Minsoo – ele disse uma verdade, você é realmente muito gentil.

    Eun-Ji deita ao lado amiga e continua ouvindo suas histórias.

    - O que??? A Euntak aqui? Eu não estava aqui para ajuda-la... – ficou triste – desculpe unnie por não poder te defender... A YiEun também? Que garota mais estranha. Vamos, não ligue para elas. Lembre-se que sardinhas são deliciosas e saudáveis e aposto que ela deve adorar peixe – sorria tentando animar a amiga – lembre-se que ela é uma mosca varejeira asquerosa – a amiga ainda se sentia triste e a ruiva tentava de tudo para anima-la – unnie, você é uma pessoa maravilhosa e já fez amigos maravilhosos, não precisa mais se preocupar com o que elas falam. Eu sou sua amiga e tenho certeza que o Minsoo shi, o Dam oppa, o Tae sunbae, a Rin e Chae shi também pensam assim. E tem os outros meninos também.

    Sua amiga também estava preocupada com seu irmão e Eun-Ji só podia orar por ele.

    - Tenho certeza que é só uma fase ruim para o seu irmão. Vou orar por ele, não se preocupe. Acho que ele já tem o que precisa, o amor de uma irmã muito amorosa.

    Yuki muda de assunto e a ruiva respeita. Por sorte o assunto eram os ensaios e ela estava muito ansiosa por eles.

    - Os ensaios são amanhã. O dia hoje é só nosso, unnie. Sabe, acho que para o ensaio de amanhã vou poupar meu joelho, quero estar 100% para o dia da prova. Creio que só ensaiarei minha voz. Acha que eles vão ficar chateados comigo? E eu prometi para o Dam cuidar deles – e sorri ao lembrar do amigo – ele disse que se meus joelhos estiverem recuperados, ele me levará para comer pizza! Ai, unnie... eu quero tanto comer pizza... e com ele.

    O assunto voltar para ela e Dam foi super fácil, já que ela, Yuki, estava ansiosa por saber de tudo o que aconteceu entre eles.

    - Entre eu e o Dam? Bem, ele me ajudou muito ontem, você não vai acreditar – ela se anima facilmente ao falar dele – eu estava lá rezando e ele apareceu ao meu lado, vestido com camisa toda fechada e de óculos. Eu não o reconheci logo de cara, mas eu sabia que era ele e viu que eu notei e fez de conta que não era com ele. Disfarçamos muito bem. De repente, quando estávamos todos de olhos fechados para a oração, ele colocou um telefone na minha mão e disse para eu esconde-lo – ela mostra, toda empolgada, o pequeno telefone – ele disse que tinha o número dele, o da senhora Bora e o seu. Não é fofo? Depois tivemos que disfarçar para sairmos da igreja. Nós conversamos um pouco em uma pracinha ali perto e depois eu pedi para ele me levar ao hospital para o médico ver meu joelho. Fiquei muito feliz por ele estar lá e segurar minha mão na hora da dor. Não queria ter dado tanto trabalho... eu só causo incomodo mesmo – ficou um pouco entristecida – e depois ele ainda me levou em uma outra igreja para conversar com um padre, alguém que não iria me julgar. Depois ele me levou para casa. Eu tirei uma foto dele e ele disse que sou especial por ter uma foto dele de camisa. Ah... nem te falei... ele tem uma moto – e sorriu animada – nunca tinha andado de moto. No dia da dança ele tinha um capacete só, agora ele tem dois e o outro é lilás... é a cor que eu mais gosto. Ele é mesmo muito gentil. Eu fico tão feliz e perdida ao mesmo tempo, perto dele. Mas é uma sensação boa, sabe...

    Ela olha para Yuki e suspira.

    - Espero que ele não me ache uma chata
    – continua , já melhorando o humor – ele tá conversando cada vez mais comigo. Ele é bem misterioso, não sei quase nada sobre ele. Ué... na verdade eu não sei nada sobre ele, só que anda de moto e... que não gosta de camisa? – fez uma cara sem graça – e que não gosta de religião, mas que está repensando isso ao conversar comigo. Você acha que eu estou sendo chata a esse ponto? – ela ficou um pouco preocupada, ela não tinha vergonha de sua fé, mas não queria ser uma fanática religiosa que sua família era – também descobri que ele cantou aquela linda canção para uma pessoa... será que é uma namorada? – ela não quis pensar naquilo, era muito doloroso pensar que seu príncipe tinha alguém já. Ficou um tempo em silêncio olhando para o teto do quarto da amiga.
    Luxi
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    Re: 3º passo - Alianças

    Mensagem por Luxi em Dom Jun 18, 2017 3:46 pm

    ♪ Tae ♪

    - Isso é muito bom de ouvir. Pode contar comigo se precisar de alguém para intervir por você. Eu acho que entendo mais ou menos como você pensa. Já que começamos a falar sobre isso, eu vou perguntar: e sobre Peach? Foi uma surpresa pra todo mundo. Espero que ela não decida implicar com as meninas depois do que aconteceu. Sei que você vai ajudar se for necessário.

    Enquanto isso, Tae sabia que estavam sendo fotografados ao longe e que suas fotos iriam parar na internet, mesmo que não estivesse fazendo nada de mais. Um pouco depois, Dam ligou para encontrá-los e apareceu com uma sacola de uma loja de acessórios esportivos.

    O trio reunido atraiu muito mais atenção, e novas fãs se aproximaram para tirar fotos com eles, o que arrancou algumas horas deles. Finalmente após despistarem mais um grupinho, Dam contou a eles que se fossem treinar, precisariam esperar um pouco, pois Eunji estava com problemas para sair de casa. Ele disse que já estava resolvendo isso e, se tudo desse certo, conseguiriam marcar um treino completo. Minsoo aproveitou o assunto e quis saber o que Tae tinha de informação sobre a nova etapa, mas Dam parecia ainda preso no assunto anterior. Ele demonstrou preocupação com Eunji, mas não podia revelar o plano dele para resolver as coisas.  Minsoo disse que tinha vontade que isso acabasse logo, pois ainda queria reunir todos para um piquenique, como tinha prometido para Yuki. Com a perspectiva de sairem todos juntos, o encontro terminou de forma positiva e em seu caminho para casa, Tae sentiu o celular vibrar, recebendo uma mensagem de Peach.

    “Tem um filme que eu quero ver que está no cinema.
    Hoje minha agenda está lotada, mas amanhã estou livre.
    Vamos sair.
    >3< “

    Chegando em casa, Doyun estava sedento para que pudessem brincar com suas miniaturas de dinossauros e heróis, mas a brincadeira acabou assim que a mãe chegou e disse que o menino precisava acordar cedo para as aulas de música pela manhã. Apesar de ter 5 anos, Doyun tinha aulas particulares de inglês, artes, coreano, estudos sociais e matemática. Por isso, estava sempre querendo brincar nas poucas horas livres e claramente não gostava dessa rotina, que Tae conhecia muito bem, embora a impressão era de que o segundo filho seguia uma grade mais previsível.

    Em seu celular, J. J. enviava também partes interessantes de matérias que o envolviam, inclusive as fotos que foram tiradas mais cedo, citando seus amigos como provável “melhor formação” do programa. Sua influência estava atraindo fãs para eles também.  Seu romance com Peach já sugeria um marketing em volta de um suposto drama novo que envolveria Tae e a atriz. É claro que não passavam de boatos, por hora, mas J. J. quis saber seu interesse no tema, caso virasse uma proposta real.

    Com a parte da noite livre, Tae ouviu o pai voltar para casa e assistir à TV acompanhado de um whisky e jornal. Era como se estivesse sozinho em casa, meramente assentindo caso ele passasse. A mãe fazia a mesma coisa, mas tomando chá em uma poltrona giratória em outro cômodo e cercada por revistas internacionais de moda. Cada um concentrado a sua maneira.

    No dia seguinte, marcando 5 dias antes da etapa final, chegava seu encontro com Peach. A menina aguardou por ele para que pudessem almoçar antes do filme e estava impecável da cabeça aos pés, mas sem desgrudar do celular até que ele a encontrou. A menina sorriu e aparentemente já tinha uma lista do que fariam no dia. Ela o levou até um restaurante nos moldes do Village Garden, onde os funcionários já o aguardavam por algum motivo e receberam mimos especiais nas bebidas. Peach conversava sobre os lugares que tinha planejado de ir, mas não levantou por conta própria o tema da competição.

    - Nosso filme começa às 15h. É uma comédia romântica maravilhosa de um colega meu. Queria muito estrelar um filme desse diretor. É claro, eu já fiz uma participação menor em uma novela dele, mas eu espero que no futuro isso mude. Sabia que estão pensando em fazer um filme com a gente? Eu vou fazer de tudo para que isso se torne realidade. Eu tenho muita experiência com as câmeras, não deve ser um problema me chamarem e você está comigo agora, com certeza é uma ótima jogada para quem pensar nisso.

    O passeio era um pouco esquisito, não parecia que muita coisa tinha mudado desde a primeira vez que almoçaram juntos. Exceto que agora havia gente em todo canto murmurando coisas perto dele.

    - Não ande à minha direita, é meu melhor ângulo e vai tapar o detalhe da minha bolsa. - recomendou ela em determinado momento.

    Quando chegaram no cinema, grande parte das pessoas queria saber o que os dois iam assistir e a sessão, se não estava lotada antes, facilmente ficou depois, mas para o público geral não foi vendida a mesma sessão que a deles, que era realizada em uma sala com cadeiras ultraconfortáveis e cliente mais do que especiais. Mesmo assim, para a segurança deles, nenhum assento foi vendido em volta de suas poltronas premium, que possuíam serviço VIP, com garçons que serviam churros, pipocas de chocolate e soda italiana gaseificada na hora.

    Quando a sala escureceu, demorou belos 20 minutos de filme, mas ela encostou a cabeça sobre o ombro dele e continuou assistindo à cena como se nada tivesse acontecido. Não parecia tão tímida naquele ambiente, nem abalada por ter tomado uma iniciativa daquela, o que era bem raro, se não pela própria natureza coreana, então pelo status dele, que intimidava grande parte das pessoas.

    referência das poltronas do cinema:


    ♫♫♫
    ♪ Shin-Hee ♪

    A cozinheira Min ficou toda envergonhada, mas logo entrou na brincadeira e sugeriu que ele trouxesse os “amigos” para tomar um lanche em casa. Ela parecia mais parte de sua família do que os irmãos, que quando vinham para jantar, eram como estranhos em uma reunião de negócios… com perguntas capciosas sobre a vida pessoal.

    Após o difícil telefonema, a mãe o ouviu sem sair do lugar, seus olhos focavam os dele, parecendo tomar uma decisão importante internamente.

    - Não. Está tudo bem. Meu marido… seu pai. Não quero que abra mão de mais uma coisa por causa dele. Eu ficarei bem. Só peço que não faça nada imprudente, querido, por favor. Você tem uma ideia de como ele fica quando perde a cabeça. Evite que exploda demais, é só o que eu peço. - seus olhos transbordavam preocupação.

    Mais tarde, precisou lidar com seus amigos na internet, mas a maioria já falava coisas previsíveis, sendo que vários não botavam muita fé em uma carreira como essa.  

    “Ah que bom. Como seu contato de mídia, tenho que te aconselhar a não namorar.
    As fãs não gostam
    Vou sempre falar para os outros que fui no seu primeiro show. ^o^ “, respondeu Myeon.

    “Eu sinto que minha asas chinesas vão alçar voo neste país”, disse Quan Lei
    “No próximo capítulo vamos saber se viramos mocinhos ou vilões. Espero que o blog da sua amiga me faça ganhar fãs antes disso. Hehehe”, respondeu Tommy.

    No dia seguinte, as consequências ruins também apareceram, mas a forma com que ele respondia a tudo de forma pouco alterada faziam o pai tremer o supercílio em raiva, absorvendo cada frase. A mãe arregalou os olhos, pronta para o campo de batalha que se formava ali.

    - Sempre foi assim? Sempre foi assim? - olhou para a mãe, transbordando raiva. - A essa hora, seu moleque, você deveria estar pedindo dinheiro na rua se não fosse por mim! Só foi capaz de ter educação, o que comer, e até saber da existência desse programa graças a MIM. Agradecer a sua mãe…. Pergunte a ela onde ela deveria estar agora se não fosse por mim. É o MEU nome que sustenta a vida de vocês. Sua mãe NÃO atenderia UM cliente importante se não fosse esposa do senador. Você NUNCA atrairia atenção de ninguém se não se vestisse com roupas importantes, se não tivesse essa maldita língua afiada por causa da educação que EU te dei. FUI EU. - afastou a cadeira e apontou para ele. - Não posso tirar de você tudo que eu já leh dei até hoje, mas posso parar agora mesmo de te sustentar. SAIA DESSA CASA.

    - Querido! - Seul-Bi se levantou também. - Não faça isso. Vai alimentar ainda mais os tabloides com histórias sobre…

    - Sobre você? - o pai apertou os olhos, rosnando para a mãe. Havia uma conversa silenciosa acontecendo entre os dois que Shin simplesmente não conseguia captar.

    - O que está acontecendo…? - a irmã apareceu assustada na cozinha. Estava vestida para ir à fáculdade.

    - Yoon In-Na… meu orgulho, diplomata. E enquanto isso, um artista vagabundo morando no mesmo teto!

    - O que foi que você fez? - In-Na olhou confusa para o caçula. - Papai, por favor, não faça escândalos. Não quero que fiquem olhando torto pra mim na faculdade. Por favor. - resmungou a moça.

    - Isso. Querido. In-Na vai ser prejudicada também. Todos nós vamos….

    - Então o que vocês querem que eu faça? Que eu aplauda essa palhaçada? Que eu veja um filho que carrega meu nome… rebolando na televisão e se vestindo como um palhaço?

    - … Façam um acordo.  - falou In-Na com uma simplicidade de quem estava acostumada a tempestades dos pais. - Encontrem um ponto em comum entre o que vocês querem. Estou aqui há cinco minutos e já entendi que o maninho quer fazer alguma besteira de adolescente, e papai não quer passar vergonha. Pronto. O senhor tenta permitir que ele termine o que começou, mas em troca, não vai fazer nada estúpido na televisão. Lembra quando eu pintei meu cabelo de rosa? Só durou o verão…

    O pai bufou e deu um último soco na mesa, pensativo.
    - Vou precisar de um tempo para digerir isso.  Sumam da minha frente. - disse isso e saiu do ambiente como um touro. A irmã deu um pequeno sorriso.

    - Se quer ser rebelde, precisa ser inteligente, maninho.

    ♫♫♫

    ♪ Eun-Ji ♪

    Na casa da senhora Bora, Eunji recebeu uma mensagem bem curta em seu celular, mas vindo de Dam, sabia que ela tinha sido escrita com alguma dedicação e demonstrava que ele estava ciente dos últimos acontecimentos.

    “Será.
    Espero que divirta-se hoje.”


    Sua professora sorria muito enquanto ela comentava suas alegrias da nova amizade. Conseguia perceber o que acontecia entre eles, mas era melhor que os dois jovens descobrissem sozinhos.
    - Essa foto me parece bem especial. Por que não manda uma foto sua para ele também? Assim ele também poderá tê-la por perto quando precisar - sorriu. - Posso ajudá-la com isso e mandar uma bem bonita.

    Na casa de Yuki, a mãe da menina era muito diferente de Jeong. Era carinhosa, sempre falava baixo e fazia muitas reverências, além de parecer um pouco mais velha também.

    - Não, querida. Só de estar aqui já está fazendo algo maravilhoso. - sorriu. - Pode me pedir o que precisar.

    ♫♫♫

    ♪ Yuki ♪

    - … Você vale, donsaeng...  imouto. Não esqueça disso. - Tae-gyu falou meio baixo, mas valia cada palavra.

    ♫♫♫

    ♪ Eun-Ji  e Yuki ♪


    Não demorou muito para que a mãe de Yuki as chamasse para a cozinha. Tinha preparado suco e colocado salgadinhos de pacote em potinhos coloridos, mais uma vez improvisando uma toalha de mesa “de visitas”. Pela sacola em cima da pia, Yuki percebera que ela tinha saído para comprar aquelas coisas em uma vendinha perto de casa para agradar a amiga. Mesmo sem ter muito dinheiro para isso no dia a dia, sua mãe era um amorzinho com visitas.

    - Sirvam-se, meninas. Eunji, o que gosta de comer? Yuki-chan ama kimchi, sabia? Ela sempre me pede para fazer e, pessoalmente, acho muito gostoso. Acho que ela terá uma boa mão para cozinha. Esses dias me pediu para ensinar a fazer bibimbap. Será uma esposa maravilhosa - como sempre, a senhora Shimada gostava muito de falar.

    (meninas, vou deixar vocês conversando um pouco, pois quero virar o dia de vcs junto com o do tae Very Happy podem resumir o que fizeram até irem deitar, se preferirem, ou podem jogar mesmo enquanto isso.)

    ♫♫♫
    ♪ Eu Se ♪

    - Está tudo bem? - Amihan perguntou para ela assim que pediu a vez para jogarem na mesma cabine juntos. - Se eu puder ajudar em algo, é só me dizer. Está bem?
    Mesmo assim, não havia muito o que ele poderia fazer, já que não podia SER ela por um dia e enfrentar o que quer que aquele jantar em família representasse.

    Ela recebeu um áudio muito empolgado da mãe no telefone que talvez a fizessem ter mais tranquilidade quanto a isso. Poderia aproveitar o momento na cabine para ouvi-lo em segurança.

    “Querida! Vamos nos ver! Seu pai me deu a notícia que de estaremos juntas no próximo final de semana. Por favor, tome cuidado na viagem. Já até pedi para marcar o cabelo. Quero estar bem bonita para guardar nossas fotos com carinho. Eu normalmente o faria mudar de ideia, mas estou com tanta saudade que --”

    “Até que parte eu consegui falar? Bem, querida, estou muito animada. Eu te amo! Não te liguei para não atrapalhar. Um beijão”

    Quando Minki perdia para os meninos, ele ficava irritado, queria jogar de novo e quase quebrava as máquinas, mas quando foi a vez dela… Ele pareceu sem reação diante de seu jeito comemorativo.
    - V-você… Foi só sorte, Mi Nam! Você vai ver da próxima - mas sorria, divertindo-se muito. Era como uma criança.

    Os outros também pareciam se divertir com a ideia do fliperama. Era como se o programa nem existisse e todos fossem da mesma escola (ainda que o dançarino fosse o mais velhos de todos). Estavam tão empolgados que não reclamaram quando ela foi embora, mas Minki ficou emburrado por uns 10 segundos, até ouvir que iriam se encontrar na praça de alimentação.
    - Vê se não demora.

    Quando todos se reencontraram, revezaram para pedir os sanduíches, mas não sem antes receber uma chuva de perguntas.
    - O que é isso aí, hein? Vai dar presente para uma namorada? Quê? Você tem mesmo uma namorada Que injusto. O que você comprou? Quero ver.
    - Por que está interessado nas coisas do Mi Nam? - Amihan tentou ajudar.
    - Não estou. Eu...ahn… só quero umas dicas pra.. Saber o que comprar também.
    - Você está mentindo - declarou Bae, sem interesse.
    - Não estou não! Vocês nem sabem o que aconteceu ontem. - Ele mesmo pareceu não gostar do assunto que levantou e deu de ombros -  Vai, vamos pegar comida. Deixa pra lá.

    Ela teria que esperar estarem no quarto para presentear o amigo, que não fazia ideia do que ela tinha comprado. Assim que voltaram para a mesa, Minki já tinha mudado de assunto, e o fenômeno de pessoas que ficavam olhando de longe e tirando fotos se repetiu. O quanto isso cresceria em alguns dias?

    Quando voltaram para o hotel, o amigo avisou por mensagem de que faria a viagem de madrugada, mas ela não precisaria esperar por ele, exceto para tomar café da manhã.

    Minki correu para o banho e Bae saiu para conversar com os pais no telefone. Era um bom momento para entregar o presente, que deixou o rapaz muito surpreso.

    - É pra mim? - ele riu um pouco, mas de surpresa. Seu rosto ficou mais sereno em seguida. - Muito obrigado. Eu espero que você também continue sonhando, sempre. Vencendo as dificuldades. Não deixe que ninguém permita que você pare de sonhar.

    A partir do dia seguinte, faltavam cinco dias para a nova etapa, mas ela tinha planos com seu amigo, que a aguardaria para o café da manhã.
    Gakky
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    Re: 3º passo - Alianças

    Mensagem por Gakky em Dom Jun 18, 2017 4:09 pm

    Yuki sorri quando sua amiga fala de sua mãe:

    - Ela é sim uma boa mãe.  Só que ela não acreditava que eu ia conseguir passar... Eu acho...

    A japonesa presta atenção as próximas palavras da amiga e vai respondeu aos poucos. Quando falou sobre a mãe bater nela e sobre os joelhos, Yuki diz surpresa:

    - Ela te bateu? Só porque chegou tarde? Sinto muito Eun-ji... Eu vou tentar o máximo não te prejudicar. Eu só acho que eommas não deveriam bater assim em seus filhos, a minha eomma nunca me bateu nem meu abeoji... É uma coisa séria...

    Então Eun-ji comenta sobre o ocorrido com Minsoo e sua mãe. Mas não a convence sobre a cena constrangedora:

    - Me conhecer melhor? Eu não sei... Ele conheceu meu lado engraçado e desajeitado... Todos já fomos sim crianças, mas não ficam falando disso para todos ouvirem... Por falar nisso, o Minsoo deveria ter tão fofo quando bebê!

    Sobre Euntak, Yuki escuta e ri quando a amiga chama elas de varejeira. Não gostava de ser chamada de sardinha, mesmo que Eun-ji a tentasse ver o lado bom desse nome. E a ruiva tinha razão, apesar de tudo, agora ela tinha conseguido amigos, mesmo não sendo alguém tão especiail e confiante. Quando falou sobre orar pelo seu irmão, os olhos de Yuki brilham de esperança:

    - Vai mesmo orar por ele? Que ótimo, obrigada Eun-ji! Preciso mesmo de um milagre, não um... talvez vários...

    Quando falam dos ensaios, ela responde:

    - Sim, você tem que descansar para não piorar os joelhos. Não vão ficar chateados, não tem porque ficarem. Ahh que bom que hoje o dia é só nosso!! Quando você for comer pizza com o Dam, me conte tudo!! Tudo! Somos amigas, hein.


    Eun-ji então conta tudo sobre o Dam, Yuki ouve com os olhos brilhantes já imaginando como se fosse uma novela. Ela deita e se cobre com a toalha, tem os olhos sonhadores quando fala:



    - Que romântico!! Um amor proibido!! - Exclama Yuki com um sorriso largo - Eun-ji! Falando sério agora... - Yuki se aproxima e fala baixinho - Você está apaixonada por ele? Sabe o que é apaixonar? É quando você sente batendo bem forte aqui...

    Yuki leva a mão até o meio do peito enquanto explica, e depois diz:

    - Não acho que ele te acha chata, se achasse não seria tão legal com você. Mas é verdade, não sabemos muito sobre ele... Eu também não sei muito sobre o Minsoo... Que? Ele não gosta de camisa? Mas então ele gosta de andar seminu??

    A japonesa arregala os olhos surpresa:

    - Isso é uma informação bem quente!

    Então quando fala da canção de Dam:

    - Namorada!? Não pode! Temos que descobrir! Pensando bem... Não conheço muito também do Minsoo, só que ele toca violão e gosta de fazer dobradura... Já sei nossa próxima missão!!

    Yuki fica de pé em cima do futon e faz um pose de lutadora típica, parecida com as de power ranger:

    - Nossa próxima missão será descobrir mais sobre os garotos! Temos que pensar em estratégias! Talvez se fizermos perguntas certeiras. Combinado Eun-ji? Vamos concluir essa missão!

    Então a mãe dela as chama, as duas vão para a cozinha. Yuki fica feliz ao ver que a mãe tinha preparado um lanche, embora se sentisse culpada pela despesa.

    - Obrigada kassann! Você é a melhor!

    Yuki dá um beijo rápido na bochecha da mãe, e quando ela falava sobre ela ser boa esposa, suas bochechas coram. Ainda bem que não tinha falado isso para o Minsoo, ainda bem mesmo. Mas em Eun-ji podia confiar:

    - É... Okasan. Não diga isso na frente dos meus amigos... Quer dizer, na frente da Eun-ji pode... Mas na frente dos garotos não...
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    Re: 3º passo - Alianças

    Mensagem por Persephone em Dom Jun 18, 2017 6:49 pm

    Se tinha uma coisa que Yoon Shin-Hee não tinha, era sangue de barata. Qualquer pessoa que começasse a gritar com ele daquele jeito e dizer aqueles absurdos, já estaria sendo rebatido num tom três vezes mais alto - ele sabia que crescia quando entrava numa discussão, pelo menos era o que seus amigos dizia a ele. Porém, naquele momento, ele se lembrava das palavras de sua mãe na noite anterior. Já tinha descumprido parte do pedido dela, pois tinha aborrecido o seu pai. Não podia continuar alimentando aquele ódio.

    O problema é que o ódio era fomentado dentro dele e o rapaz tinha que fazer um esforço quase que heróico para não virar aquela mesa e sair como o filho mais ingrato e rebelde que a Coreia já teve em seu território. Shin ouviu tudo, calmamente, placidamente. Os olhos dele estavam avermelhados, transformando raiva, mas a postura ainda era de guarda baixa. Era bom que o pai direcionasse todas as broncas para ele, não para a mãe. Até que ouviu aquele veredicto.

    Shin-Hee tinha acabado de ser expulso de casa.

    E não sabia dizer o que sentia em relação aquilo. Era uma vergonha que o relacionamento com seu pai chegasse aquele ponto, mas, ao mesmo tempo, era uma janela de oportunidade para que um se visse livre do outro. O problema era que o lado triste pesava mais, não por ele, mas por sua mãe. Shin nunca teve preguiça ou medo de trabalhar - por mais que sua condição fosse um tanto quanto complicada, relacionado principalmente às frequentes dores que sentia.

    O rapaz não reagiu, mas quando estava para se levantar e recolher suas coisas, ele ouviu alguma indireta no ar que não entendeu completamente. Trocou o olhar entre o pai e a mãe, finalmente expressando alguma coisa: muita dúvida, sem saber o que estava acontecendo ali. Antes que ele conseguisse falar qualquer coisa, a irmã surgiu como uma salvadora do mundo. Shin voltou a se sentar. A irmã, uma diplomata nata, tentava fazer com que eles chegassem a um acordo. Por incrível que parecesse, o pai recuou diante da sugestão dela.

    Quando o pai deixou o lugar, a expressão preocupantemente série de Shin não se alterou. A irmã parecia feliz com aquela pequena vitória e até esboçava um sorrisinho. O irmão a encarou e forçou um sorriso no canto dos lábios - mas estava evidente que não tinha humor.

    - Parece que não sou tão inteligente quanto minha irmãzona, não é? Você herdou essa parte da família, eu herdei tudo o que sobrou.

    Levantou-se.

    - Sinto muito por esse espetáculo logo cedo. Não vou incomodá-las mais por hoje.

    Reverenciou as mulheres presentes e saiu. Como estava semi-pronto, só precisou passar pelo corredor para pegar um boné, a carteira, celular e as chaves de casa. Saiu sem dizer mais nada, nem par aonde ia. Enquanto descia, cancelava os compromissos daquele dia - os ensaios, mais especificamente - e tomou as ruas para si. Usava uma roupa básica: um jeans e uma camiseta sobreposta, agora tinha acrescentado o boné e sapatos. Dispensou o motorista e tomou o caminho de um dos bairros que frequentava, onde havia a lanchonete que foi cenário de uma tarde agradável com os amigos.

    Quando passou em frente a uma banca, comprou os classificados por pura pirraça e logo entrou na cafeteria, procurando um lugar ao fundo e lendo os anuncios de meio período. Não tirou os óculos escuros, nem o boné e esperava por um café bem forte para seu estômago vazio. O celular ficou no silencioso enquanto todas as chamadas e mensagens eram ignoradas. Só não tinha pensado muito bem que era normal que ele frequentasse esse lugar - era uma de suas primeiras opções, geralmente. Fato era que não pretendia ficar ali muito tempo. Só queria ter um tempo para ler os classificados enquanto a imagem de sua bela manhã repassava em sua mente.

    Por trás do óculos escuro, as lágrimas se acumulavam a escorriam pela bochecha. O nariz se abria e fechava rapidamente enquanto via aquele desprezo de seu próprio pai e todas aquelas "verdades sujas" jogadas em cima de si. Parecia que Shin só tinha chegado aonde chegou porque tinha dinheiro, como se não estivesse uma pessoa de carne e osso por trás da forturna de sua família.

    Deu um soco forte na mesa, levantando os objetos que ficavam nela e também assustando outros clientes. Bufou, passando os dedos indicador e polegar por baixo dos óculos, massageando a extensão do nariz e também limpando as lágrimas.

    "Desgraçado", ele pensava do proprio pai. Antes tivesse nascido numa família humilde e esforçada do que num antro podre da politica. Ele se preocupava com a imagem que tinham dele, mas se esquecia da imagem que passava pra própria família. E Shin nem tinha usado o nome dele para nada, até mesmo as roupas foram escolhidas para não chamar tanta atenção.

    Era fácil para qualquer arruinar o veneno do Senador, mas Shin era tão ferido com as palavras do pai que realmente duvidava de si e começava a achar que só valia o que tinha no bolso.

    shamps
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    Re: 3º passo - Alianças

    Mensagem por shamps em Dom Jun 18, 2017 7:33 pm

    Receber uma mensagem de Dam foi uma alegria inesperada, ela não esperava que ele respondesse, mas ficou animada por saber que o dia de ambos seria feliz.

    “Também quero se divirta!”

    Ela procurou uma ‘’carinha’’ entre as letrinhas do celular e mandou junto à mensagem: =D

    Estava mexendo e aprendendo a usar as funções do aparelho, era muito interessante poder ver essas tecnologias tão perto, ao alcance de suas mãos. Era muito divertido.
    Mostrou a resposta dele para sua professora, bastante feliz com isso, até que sua professora fez a proposta para ela mandar uma foto para ele.

    - U... uma foto minha? – ficou um pouco espantada, pois não costumava tirar fotos. A primeira foi aquela do parque com a Yuki – mas eu posso fazer isso? E se ele não gostar? Será que ele ia me querer por perto também, senhora Bora? – ela começa a ficar encabulada – a senhora conseguiria me deixar bonita para a foto? Não... e se ele tiver namorada? Ela pode ficar chateada né...

    A jovem se sentiu cheia de inseguranças, mas permitiu que Bora a arrumasse para a foto. Perguntou se deveria fazer uma pose ou se era só ficar parada sem fazer nada, afinal, ela não sabia se portar para fotos. Mas as fotos pareciam gostar muito dela, já que saía magnifica sem fazer esforço.

    “Oppa, a senhora Bora tirou uma foto minha para mandar para você! Espero que não seja um incômodo e não quero causar problemas caso alguém não goste.”

    - A senhora acha que ele vai gostar? Essa foto tá bonita mesmo? Tô envergonhada, professora.

    Mesmo com vergonha e medo, ela envia a foto para o garoto, não querendo saber a resposta dele. E se ele a achasse uma boba? Seria certo mandar uma foto para um garoto?
    Foto da Eunji:

    - Isso é certo, senhora Bora? Uma menina mandar uma foto para um garoto? Se minha souber ela vai me matar e me chamar de coisas horríveis... e se o oppa não gostar?

    Na casa da amiga, ela fica encantada com a gentileza da mãe de Yuki, nunca imaginaria mães generosas assim. Porque será que Jeong a tratava de forma tão ríspida? E desde quando ela duvidava do amor de sua mãe? Era certo aquele tipo de pensamento? Deveria pedir muito perdão a Deus por duvidar de sua mãe.

    - Ah, senhora Shimada... a senhora é tão amável! – disse muito feliz para a mãe de sua amiga – maravilhosa é sua filha... minha melhor amiga. Já sei que ela herdou tamanha gentileza da senhora.

    No quarto da amiga, a conversa flui pesada no inicio por falarem de Jeong e depois mais leve e vergonhosa por falarem de garotos.

    - Não se preocupe Yuki, a senhora Bora já cuidou de tudo. Partirei no horário combinado para que minha mãe não fique chateada – ela deu um leve sorriso, acreditando que tudo daria certo dessa vez – não foi uma suuuurra surra, foram só uns tapas. Normal... e o joelho eu machuquei na hora de rezar quando cheguei. Ela foi me colocar de joelho e... ela me empurrou  um pouco forte, mas foi sem querer. Eu extrapolei também né? Eu mereci! – ela abraça os próprios braços e fala entristecida – essa não foi a pior surra que levei... mas não vamos falar de coisas tristes né, isso é passado... e passado é... bem, passado – e sorri sem graça, querendo mudar logo de assunto.

    Ela não entendia porque Yuki ficava tão sem graça por Minsoo conhece-la melhor.

    - É bom ter um lado divertido, né! Tenho certeza que quando conhecer a mãe dele, ela também vai falar muitas coisas sobre a infância dele e sei que ela dará risada junto. Minha mãe nunca mencionou nada sobre minha infância... acho que fui um bebê chato e sem graça – ficou um pouco pensativa, de fato em sua casa coisas assim do cotidiano não eram mencionadas – também acho que ele foi um bebê fofo... será que o Dam era fofo também?

    O papo prossegue, falar de Euntak lhe causava asco, mas ficou feliz pela amiga ter sorrido e aceitado que tinha amigos agora.

    - Rezarei sim, teremos muitos milagres então, amiga. O fato de eu estar aqui já é um milagre. Deus nunca abandona os seus. Acredite!


    A conversa agora era sobre ela e Dam, por que sua amiga era tão curiosa sobre esse assunto? Não tinha para falar na verdade, mas ela respondia feliz, já que gostava falar sobre Dam.

    - Contarei sim, pode deixar – estava animada até a próxima cartada da amiga – a... amor proibido? O que quer dizer? Romântico? Como nos livros? – a amiga continua falando e explicando e Eun-Ji vai ficando cada vez mais vermelha – ap... apa... apaixonada? Eu não... bem... não sei... eeeeeh... bater forte? Sim, meu coração bate forte sim quando estou perto dele e sinto um frio na barriga... não sei explicar. É uma vontade de querer vê-lo outra vez, de que ele esteja bem... acho que é isso... quando ele me olha nos olhos eu não sei bem o que fazer... e ele faz isso muitas vezes... aí eu só sorrio... – ela se sente uma perdedora.

    Yuki fala que também não sabia quase nada sobre Minsoo e Eun-Ji dá risada.

    - Estamos bem, hein, unni! Como não sabemos nada sobre eles?

    De repente ela fala algo que deixa a ruiva desconcertada, mas ela ri em seguida, cobrindo o rosto com as duas mãos.

    - Seminu? Não... camiseta... ele não gosta de camisas fechadas até o colarinho... ele gosta mais de camisetas, acho... aaah unni, olha só, me deixou sem graça hahahahah – ela ri descontraída, achando engraçado ter aquele tipo de conversa com uma amiga. Algo que jamais imaginaria a tempos atrás, nem mesmo com sua mãe – eu até fiquei bem sem graça quando ele começou a desabotoar os primeiros botões da camisa... que boba que eu sou... ainda bem que ele não viu – Yuki prossegue e a ruiva dá um tapa de brincadeira na amiga – informação quente é?  Não quero que pense no Dam seminu hahahahah – e mostra a língua para ela – por um acaso você pensa no Minsoo desse jeito? – perguntou um pouco curiosa, mas a pergunta saiu naturalmente.

    Pensar que Dam podia ter uma namorada a deixava um pouco triste, mas não entendia a empolgação de Yuki, por mais que ela quisesse muito saber.

    - Yuki, isso é segredo tá! Acho que o Dam não gostaria que eu falasse sobre essa pessoa misteriosa... mas, como não sabemos nada sobre nossos amigos? Acho que o Dam já sabe tanto sobre mim e o Minsoo já veio até sua casa e conheceu sua família... acho que nunca vou poder apresentar minha família ao Dam... queria conhecer a família dele... – ficou pensativa. De repente Yuki pula e a ruiva se espanta, mas logo senta dando risada – missão? Que difícil! Fazer perguntas certas? Mas eu prometi não fazer perguntas pro Dam... como farei? – mas ainda sorria com a ideia, seria divertido.

    Logo a mãe de Yuki a chama para lancharem. Eun-Ji fica comovida com a gentileza e dedicação que a senhora Shimada a trata e à filha.

    - Ah, que amor, senhora Shimada... posso ajuda-la em algo? – a garota oferece-se para ajudar a mãe de sua amiga – eu gosto de comer de tudo... sério? Também adoro kimchi. Eu achava que fazia um bom kimchi, mas vovô falou que não... uma pena. Que bom que cozinha bem, Yuki hahaha... se depender de meu avô eu não me caso nunca. Eu gosto mesmo é de gaji muchim – sorriu – deixa sua mãe falar... tenho certeza que ela tem muito orgulho de você, Yuki – e ria com a falta de graça da amiga – nossos amigos devem conhecer nosso melhor, né!

    Eun-Ji se serve e agradece pela comida, estavam muito deliciosos e elas continuam conversando e quando a mãe de Yuki se afasta, ela confessa:

    - Eu queria cozinhar para o Dam, mas agora acho que não devo... se eu realmente cozinha mal, ele vai me odiar...
    – estava um pouco amuada – eu sempre cozinhei lá em casa... não que eu recebesse algum elogio, mas eu gosto da minha comida, então achava que eu cozinhava bem... sou um fracasso total...
    Larissa Aprill
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    Re: 3º passo - Alianças

    Mensagem por Larissa Aprill em Dom Jun 18, 2017 9:43 pm

    Eu Se aproveita que Min-ki e Bae estavam distraídos jogando e responde baixinho para Amihan. Estava um pouco sem jeito de falar isso com ele, afinal não sabia o que Amihan pensava dela como mulher.

    - Naega dasi yeoja in-e ... Gajog jeonyeog sigsa-e gal pil-yogaEu preciso ir num jantar em família...Voltar a ser uma menina.

    Logo depois que tiraram as fotos, seu celular vibra no seu bolso, junto com a mensagem de Go Mi Nam, havia um áudio de sua mãe. Iria responder a mãe quando chegasse no hotel, mas estava feliz de poder reencontra-la. Depois de mandar a mensagem para o amigo e colar a fotinho no celular, ela guarda o aparelho novamente. Min-ki estava irritado por não admitir que perdeu para Amihan na luta, ela ria com o jeito do rapaz. Eles estavam animados jogando juntos, até mesmo Bae parecia feliz por estar de voltar ao fliperama. A garota estava se sentindo muito feliz, que queria que esse momento não acabasse nunca.

    Então foi sua vez de jogar com o loiro e quando conseguiu ganhar dele, já esperava uma reação explosiva de sua parte, no entanto ela achou fofo o modo como ele disse aquilo para ela. Quando ela retornou das compras com as sacolas, Min-ki fez menção de olhar as roupas, mas ela logo abraçou as sacolas contra o corpo e óbvio que ele deduziu que seria presente para uma menina ou namorada. Sem saber o que responder ela somente cora. Mas quando o loiro dá a entender que aconteceu algo a mais, ela não consegue se conter.

    -  Dangsingwa hamkke hyelin? Você e a Hyerin estão juntos?

    Mesmo que Min-ki não quisesse confirmar isso na frente dos garotos, poderia dizer que a garota tinha um sexto sentido para essas coisas. Eles foram buscar o lanche e o assunto ficou no ar. Enquanto eles comiam, ela percebeu que algumas pessoas tiravam foto do grupo, o que a deixou ela um pouco desconfortável.

    No hotel ela encontrou um momento a sós com Amihan e lhe entregou a medalha, ficou feliz dele ter aceitado seu presente e suas palavras foram como um incentivo para não desistir tão facilmente da competição. Quando estava sozinha no quarto, ela respondeu o áudio de dua mãe, disse que estava feliz por revê-la e que estava ansiosa pelo fim de semana.

    Como não estava com sono, ela pegou na sua mala um caderno de partituras e começou a escrever. Ela tinha essa mania, sempre que estava com a cabeça muito cheia, passava as frases para o caderno isso ajudava a acalma-la. Nesse momento Min-ki entrou no quarto, ela não queria pressionar o loiro, pois sabia que ele falaria quando fosse a hora.

    - Dangsin-eul doulyeogo yagsog eotteon munje na sel su issseubnida.Você pode contar comigo, seja qual for seu problema, prometo tentar te ajudar.

    Ela iria esperar uma resposta do jovem, mas mesmo se ele não quisesse lhe contar nada, ela decidiu que não iria atrapalhar sua vida, ele tinha o direito de ser feliz com quem ele escolhesse, por mais que isso pudesse machuca-la. Depois de algum tempo ela pega no sono.

    Na manhã seguinte, ela levanta cedo, pois tinha combinado de se encontrar com Go Mi Nam, ou melhor dizendo Lee Jong-suk. Eu Se coloca as roupas femininas numa mochila, preferiria se trocar longe do hotel. Se tivesse alguém acordado ela iria avisar que iria encontrar um amigo ou então deixaria um bilhete no quarto.

    Quando ela encontra o amigo na recepção do hotel, ela corre em sua direção e o abraça forte.

    - Idong mi ... Naneun ... Li yong eolmana ... Nohchil museowo uimi?Go Mi...Quer dizer Lee Jong, quanto tempo...estava morrendo de saudades... Então como estou?

    Ela dá uma voltinha para o amigo ver seu visual masculino, depois iriam se sentar no refeitório e tomar o café da manhã lá mesmo. Ela queria saber se ele estava acompanhando o programa, se estava gostando de ver sua versão na teve. Queria saber todas as novidades do amigo de infância. Depois iriam dar uma volta por Seul para ele conhecer um pouco a cidade, nesse meio tempo se os rapazes aparecesse, ela iria fazer o convite para eles também.

    Gakky
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    Re: 3º passo - Alianças

    Mensagem por Gakky em Dom Jun 18, 2017 11:28 pm

    Quando Eun-ji fala que mereceu os tapas, Yuki não acha isso verdade, mas não queria falar mal da família da amiga. Ela continuam conversando sobre várias coisas:

    - Ah você devia ser uma bebê muita fofa também, é que sua mãe é diferente. O Dam bebê fofo? Ai não sei, ele tem cara de perigoso, mas isso é tão empolgante!

    Yuki ri do que falou. Então ela começava a falar de como se sentia quando via o Dam, Yuki conhecia muito de shoujo e sabia que isso só podia ser uma coisa:

    - Eun-ji, tenho que lhe informar! Você está apaixonada! Esses são os sintomas certos! E pode acreditar, sou profissional nisso, minha formação em romance foi concluída com sucesso de tantos shoujos que já li. E é um romance proibido, a religiosa garota e o rapaz motoqueiro! A sociedade não permite que fiquem juntos, mas o amor falará mais alto que tudo!

    Ela da risada quando notam que não sabiam nada dos garotos. E cai na gargalhada quando falam o Dam seminu. Mas quando ela pergunta do Minsoo, Yuki cora, não tinha pensado nisso antes:

    - Eu? Eu não penso nessas coisas! Acho que ficaria com muita vergonha se visse... Mas agora entendi o que disse do Dam! Ainda bem que ele gosta de camisetas!

    Eun-ji fala então que era segredo sobre a música do Dam. Mas era verdade que os garotos as conheciam mais do que elas conheciam eles, isso teria que mudar.

    - Tudo que me contar Eun-ji - Diz Yuki seriamente para Eun-ji - Eu não contarei para ninguém, pode confiar, eu sei guardar segredo e de mim não passará. E você também guarde os meus segredos. Eu tenho um segredo também...

    Yuki olha para baixo corada e continua:

    - Quando eu vejo o Minsoo... Meu coração bate acelerado também... Eu ficaria feliz só de poder andar ao lado dele... É uma pessoa com um pensamento tão incrível da vida...Eu o admiro muito...

    E sobre a missão ela diz:

    - Vai ser difícil sim, mas temos que tentar. Da próxima vez vamos fazer perguntas! Eu acho que o Dam não vai se irritar tanto... Mas se você prometeu fica difícil... Tente perguntar coisas simples, como o prato favorito dele! Acho que isso não pode incomodá-lo!

    ~~~~

    Na cozinha com a mãe dela, Yuki pega os salgadinhos e começa a comer, oferece também para Eun-ji enquanto conversam. Yuki ouve a amiga e diz depois:

    - A minha eomma faz um ótimo kimchi! Você pode ensinar ela seus truques, okasan? Eun-ji é especial.
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    Re: 3º passo - Alianças

    Mensagem por shamps em Dom Jun 18, 2017 11:59 pm

    Eun-Ji fica sem entender porque Yuki acha Dam com cara de perigoso e porque isso seria empolgante, e pisca algumas vezes.

    - Um bebê não pode ser perigoso... e porque ele tem cara de perigoso? Ele só é quieto. E porque seria empolgante? Puxa, fiquei curiosa agora... ver uma foto do Dam bebê... será que ele tem uma?

    Yuki continua falando de seus shoujos e deixando a ruiva cada vez mais envergonhada.

    - Eu??? Não... não pode ser... você sabe disso tudo só pelos mangás? – Eun-Ji esconde o rosto com as mãos e balança os pés, negando tudo que a amiga diz – garota religiosa e o motoqueiro? A sociedade não permite? O amor vence... que complicado... essa seria minha história??? Mas nem sabemos o que o D... nem sabemos nada sobre ele... e...

    Ela estava com o rosto pegando fogo já, ainda bem que já mudavam de assunto.

    - Ah sua espertinha... nunca pensou? Nem eu... e que outra coisa eu diria sobre Dam, hein!? Camisetas... camisetas... que bom que entendeu hahahaha.

    Depois ela sorri e concorda com o segredo entre elas. Isso era muito sério para ela.

    - Então você também está apaixonada pelo Minsoo... que lindo isso, unnie... acho que estamos encrencadas – ela se acalma e fita o teto pensativa. Que coisas difíceis eram aquelas – você acha que posso perguntar esse tipo de coisa sem chateá-lo? O prato favorito? Acho que posso tentar... e o que você vai perguntar para o Minsoo?

    Na cozinha, ela sorri com a proposta da amiga.

    - Eu adoraria se não for um incomodo para sua mãe! Senhora Shimada, seria uma honra para mim aprender.
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    Re: 3º passo - Alianças

    Mensagem por Luxi em Seg Jun 19, 2017 2:46 pm

    ♪ Shin-Hee ♪

    Yoon In-Na deu de ombros, deixando que o irmão fosse embora. Não era a mais carinhosa dos irmãos, mas certamente não era uma maldita. Era racional demais, talvez, mas tinha muita coragem para bancar todas as coisas que fazia.

    - Filho. - a mãe pediu, levantando-se da cadeira quando ele saiu da cozinha - Shin Hee! - chamou uma última vez, mas desistiu ao vê-lo saindo de casa.

    Os classificados até que não eram ruins, para alguém que quase foi expulso de casa. Poderia tentar ser garçom em restaurantes ali perto, ou simplesmente "ajudante", como um dos anúncios dizia vagamente sobre alguma coisa. O curioso é que a maioria pedia por experiência, mesmo aqueles que queriam as funções mais básicas. A única mais "livre" era para "jovens belos" para trabalhar "à noite" em Gangnam, com "excelente salário".

    O celular acumulava chamadas da mãe, mensagens de Myeon e dos amigos. Era muita gente querendo falar com ele ao mesmo tempo, por motivos distintos.

    Ele teve todo o tempo do mundo para repensar sua vida na solidão daquele café. A mãe poderia achá-lo, se quisesse, mas dessa vez não o tinha feito. A garçonete do local, já incomodada porque ele não pedia nada há um tempo, apareceu para oferecer algo para comer, até que ele o fizesse ou liberasse a mesa, mas antes de ser mais incisiva, ela espiou o anúncio em sua mesa e, compadecida, decidiu falar.

    - Ei, espera… você está procurando emprego? Desculpa me meter, eu não sou a gerente, mas ainda tem uma vaga. Se quiser, eu chamo o gerente. Ele é meio grosso, paga meio mal, mas você parece triste. Ficar sem emprego é uma droga. Eu mal consigo comprar meus livros lá em casa…  

    ♫♫♫

    ♪ Eun-Ji ♪

    - Bem, se ele tiver uma namorada e isso chateá-la, então vamos desfazer o mal entendido depois. Está tudo bem, Eunji. Tenho certeza de que ele vai gostar - a professora a reassegurou enquanto arrumava seus cabelos. - Linda. Está linda. - sorriu com doçura.  - Está tudo bem.  Dam me pareceu um rapaz direito. Se não o fosse, eu nunca sugeriria algo assim. Não se preocupe.

    Estranhamente, Dam não respondeu à foto. Pelo menos, não naquele período.

    ♫♫♫

    ♪ Eun-Ji  e Yuki ♪

    - Você quer dizer por causa daqueles rapazes que vieram aqui? Não seja boba, Yuki-chan, você é muito bonitinha, as pessoas gostam quando eu falo sobre você e é exatamente como eu me sinto: quero mostrar ao mundo o melhor da minha filha. Aquele menino... Minsoo, era esse o nome dele? Pareceu gostar das minhas histórias.  - deu uma bela risada diante da reação envergonhada dela, então virou-se para Eunji - Os mais velhos são mais difíceis de agradar e nem sempre é possível agradar a todos. O pai de Yuki sempre gostou muito de minha comida, e meus sogros também. Infelizmente, ele veio a falecer. Consegui me reerguer e quando me casei novamente, estava cheia de confiança quando fui me apresentar aos meus sogros, mas eles não gostavam da minha comida no começo, pois diziam que tinha muito “tempero japonês”. Eu ficava muito chateada, mas em vez de chorar, eu treinava bastante, aprendi que precisava me adaptar.  Acho que é por isso que hoje cozinho bem - falava com orgulho da própria comida. Era um hobby e um talento. - Mas isso foi na minha época. As meninas de hoje não precisam só pensar em se casar, não é verdade? Meu marido não pensa assim o tempo todo, mas eu entendo que vocês, jovens, estão lutando por outros sonhos. Então façam o que aquece o coração de vocês com muita dedicação! Ah, acabei falando demais...  - sorriu mais uma vez. Sua forma simples de ver o mundo talvez explicasse por que Yuki era tão doce. - De qualquer forma, um kimchi pode alegrar o dia de uma pessoa. Tae-gyu está meio para baixo nesses dias. Então... me ajudem a preparar o jantar, meninas! Vou sair para comprar algumas coisas que estão faltando antes que o mercadinho feche. Eu já volto, podem ir conversando. Yuki, cuide bem da sua amiga, deixe que ela fique à vontade.

    A mãe saiu de casa para fazer as compras e elas puderam conversar mais um pouco. Logo o pai da garota chegou acompanhado de Taegyu. Os dois cheiravam fortemente a peixe, era inevitável reparar. O irmão de Yuki passou na mesa, deu uma olhada em quem estava ali, por um momento achando que era a menina ruiva de antes, mas ficou aliviado por não ser. Sorriu.
    - Oi, baixinha, está cheia de amigos, hm? Que bom. Olá. Eu me chamo Tae-gyu. Obrigado por cuidar da minha irmã. Conte-me se ela estiver com problemas, está bem? Ela tem mania de guardar as coisas, mas eu gosto de resolvê-las. Pai, pode ir primeiro.

    O padrasto de Yuki era um senhor de seus 60 anos, ou era o que aparentava. Já tinha a coluna um pouco curvada, por repetição de movimentos, e calos nas mãos. De fato, um trabalhador. Ele tinha uma expressão sisuda que lembrava um pouco o avô de Eunji. Chegou perto das duas e olhou a ruiva. Se ele fosse como o avô, então a xingaria de alguma coisa ou daria um tapa gratuito em sua cabeça antes de ir embora. No entanto, o que ele fez foi uma mesura respeitosa.

    - Obrigado por cuidar da minha filha.

    Todos eles falavam essa frase, demonstrando o quanto Yuki era importante para cada membro daquela família. O pai de Yuki deu um minúsculo sorriso e sua expressão, ainda que cansada, demonstrou alguma alegria, enquanto ele apertava com carinho a bochecha da filhota sorridente, partindo em seguida para o banho. Definitivamente não era um beliscão. Se parasse para pensar, Eunji lembraria que em nenhuma vez sua família agradeceu Bora por cuidar dela. Pelo contrário, era como se fosse um tipo de obrigação que eles jogavam um para o outro.

    - E então, sobre o que conversavam? - Tae-gyu sentou-se à mesa com elas, mas arrastou a cadeira para longe de Eunji. - Acho que não quero saber - fez uma expressão brava e roubou batatinhas do pote da irmã. -  Hoje eu vou fazer três entrevistas. Por que todos os lugares pedem experiência se nenhum lugar contrata sem experiência? - resmungou, mas ainda levava no bom humor. - Vou ter que contar com meu charme natural. Acho que vou levar minha irmãzinha para convencê-los. “Me contratem, minha irmã é extremamente fofa” - fez cócegas na barriga dela e riu. - Não vou ficar aqui enchendo vocês. Vou separar o que eu preciso. - Levantou-se e foi organizar suas coisas.

    Quando o pai de Yuki saiu do banho, ele se enfiou na sala, que era dois passos ao lado da cozinha e ficou quieto vendo televisão antiga, mas acabou dormindo. A mãe de Yuki voltou com uma sacola com os ingredientes que faltavam. Taegyu foi tomar banho e tão logo saiu de lá vestido em sua única camisa social surradinha, se despediu das meninas, com um beijo na cabeça da irmã e um pedido de boa sorte, partindo com sua bicicleta. A senhora Shimada desejou que o filho fosse com cuidado, depois foi até o marido e carinhosamente o acordou, levando-o para dormir no quarto. O homem resmungou um pouco, mas aquietou quando ouviu a palavra “kimchi”, saindo com um sorriso. Ela até tentou dar alguma privacidade para as garotas, mas não tinha muito o que fazer, pelo espaço físico. Ficou sentada assistindo quietinha à TV até que achou que era tempo de cozinharem.
    Na hora da “aula”, a mãe de Yuki pediu ajuda para separar os ingredientes e utensílios primeiro, depois foi explicando passo a passo, assessorando as duas e dando dicas especiais do começo ao fim, a principal era “amor” - um clichê válido. Ao final, montaram a mesa com capricho e chamaram o pai para comer.
    Eunji notou alguns hábitos diferentes ali naquela família também. Primeiro, todos se esforçavam para comer juntos. Em sua casa, não era raro que comessem sem ela - e não havia preocupação em deixar uma marmitinha separada, como a mãe de Yuki fez para o filho. Ninguém iniciava uma oração antes de comer, mas se ela sugerisse, não seriam contra, nem fariam cara feia. O pai de Yuki fazia barulho para comer, mas isso era um sinal de que gostava muito. A mãe disse que o jantar tinha sido feito pelas meninas e ele assentia de forma prazerosa enquanto degustava seu kimchi. A mãe dela também elogiou as meninas, algo tão raro na casa dos Wong que a menina não fazia ideia de quando tinha sido a última vez que alguém agradecia ou falava bem de alguma coisa que ela cozinhara. Geralmente os adultos não comentavam nada, e isso significava apenas que não tinha nada de errado.

    Quando estava terminando de comer, o celular novo tocou. Era a senhora Bora, avisando que a buscaria em 1 hora, para ter tempo de se arrumar, pois iriam direto para casa. O celular também tinha uma mensagem nova de Dam, que dizia simplesmente “Obrigado.” seguido de um emoji, meia hora depois, com a mensagem: “ Vou guardar. : ) “

    (off: Meninas, podem fazer as conversas antes e depois do jantar, pra não ficarem sem joguinho Smile )


    ♫♫♫
    ♪ Eu Se ♪

    - E eles conheciam você com cabelo comprido… -  Amihan completou e ficou pensativo, realmente tentando pensar em uma solução. - Bem, eu namorei uma mulher uma vez que de um dia para o outro apareceu com um cabelão até o meio das costas quando eu disse que gostava de mulheres de cabelo comprido. Magia não foi, então deve ter um jeito… Acho que você sabe o que ela fez. Desculpe, não sei ajudar mais.

    (...)

    - Qq-q-quê!?- o loiro começou a tossir alto, engasgado com a menção do nome da menina. - … É-É complicado. Não enche o saco. Depois a gente conversa. - e levantou para buscar o lanche. Ninguém quis discutir isso mais, pelo menos, Minki fez um esforço tremendo para falar de outros temas.

    (...)



    - Hm... tá... - Minki deu uma inflada na bochecha, meio emburrado por ser pego de surpresa com o assunto desagradável. Era claro que tinha alguma coisa na mente dele, mas não era agora que ele gostaria de conversar. Ele sentou de qualquer jeito na cama e ficou pensativo um bom tempo, até conseguir devolver um:  - Valeu... Você é um bom amigo, Go Mi Nam.

    (...)

    No dia seguinte, Minki foi a criatura mais pentelha que ela poderia achar pela manhã. Ela tinha acordado mais cedo que o restante, então ninguém estava pronto para sair ainda.
    - Onde você vai? Com quem você vai sair? É? Que amigo é esse? Por que você não apresenta ele pra gente? É segredo, é? Por que você não vai com a gente? - franziu a testa e fez biquinho.
    - Ele vai voltar, moleque chato. - Amihan brincou de forma paternal.
    - Mas por que não podemos ir juntos? Eu quero ir.
    - Depois deixa a gente conhecer, divirta-se. - Bae acenou para ela, ainda se arrumando para sair.
    Ignorado pelos dois, Minki ficou resmunguento no quarto, e sentou de braços cruzados na cama.

    “Lee Jong-suk” estava bem vestido, com uma blusa sem manga, jeans bonito… havia um esforço ali para não ser um garoto da roça. Ele levou um susto ao vê-la assim, mas não perdeu a oportunidade de abraçá-la de volta, estava cheiroso, e bem mais fortinho do que se lembrava, a puberdade e a vida no campo tinham feito bem a ele.

    - Não me abrace tão forte, vão me achar esquisito. - Mesmo assim, não parecia nem um pouco incomodado e deu um peteleco em sua testa para se afastarem, abrindo um sorriso. - Um macho-alfa. Ouvi muito desse tal de Go Mi Nam na escola.  - e fez um toque secreto com a mão com ela, o mesmo da infância. - Pensei que ia me apresentar os marmanjos que estão com você. Andei treinando Taekwondo. Vou dar um jeito em quem você quiser. Aquele engomadinho está por aí também? - referia-se a Tae, mas estava brincando.

    Os dois tomavam café normalmente, enquanto o amigo contava que estava assistindo e gravando tudo, que fez um perfil falso na internet pra elogiar ela e estava pensando em fazer um fã clube. Disse que gostaria muito de vê-la no palco de verdade e tentou evitar os assuntos difíceis, ainda mais em um ambiente daqueles, onde Eu Se viu até Quan Lei passando por eles e dando um aceno rápido. Não era dia de dar deslizes. De repente, “Lee” começou a rir.

    - Estamos sendo observados…

    Ao olhar para trás, veria Minki escondido atrás de um vaso de plantas do hotel, mas Bae e Amihan estavam bem tranquilos ao lado, sem tentar se esconder. Amihan revirou os olhos, mas demonstrou que não tinha como controlar o loiro. Com autorização para se aproximar, Minki era o mau humor em pessoa e foi o único que não se apresentou primeiro, até ser introduzido.

    - Entendi… Bem, eu sou Lee Jong-suk. Eu moro no interior. Sou amigo de longa data do Mi Nam.
    - Hm… - Minki estava emburrado, como uma criança trocada por amigos novos.
    - Nós vamos passear, venham com a gente.
    - Não sei...acho que estou meio ocupado… - ele esperou até que Eu Se parecesse querer convidá-los, então mudou de ideia. - Acho que posso ir um pouco sim.

    - … Mas não vamos ficar muito, não se preocupem, vocês devem ter muito a conversar - Amihan emendou, compreensivo.  Minki fez uma careta.

    O novo quinteto saiu para passear junto e queria saber o que eles faziam por lá e suas histórias resumidas. Em seguida, chegou a vez de receber as perguntas.
    - E vocês são amigos desde quando? Ele sempre foi pequeno desse jeito? - Minki ainda estava aborrecido.
    - Desde a escola. Sempre. Sempre pequeno. Tão pequeno que eu às vezes não o achava na escola - sorriu para ela. - Mas era muito inteligente. A gente brincava de ser astros da TV, mas só ele tinha talento de verdade. Vocês ainda não viram do que esse menininho é capaz.
    - Você o trata como irmão mais novo… - observou Bae.
    - Sim, eu tomei como missão pessoal proteger esse… moleque. - bagunçou seus cabelos.
    - Isso é idiota. Não precisa tratar outro cara desse jeito depois que ele nem é mais teu donsaeng… - cruzou os braços.
    - Go Mi Nam é meu pequeno minion. Algo assim. Eu mataria algum otário que mexesse com ele. Aqui não é tão longe de onde eu moro, sabe? Heh… - Lee comentava bem confiante, brincando com a situação, mas Minki levou aquilo como uma grosseria e ficou mais de cara fechada.
    - Você conhece a namorada do Mi Nam? - Bae reviveu a história por algum motivo.
    - Namorada? Ah, sim. Ela é uma princesa. Tem as roupas mais caras, as amigas mais ricas, os pais mais perfeitos… mas sem nunca perder o que ela é de verdade.
    - Você pareceu até um cara apaixonado… - Bae observou. Amihan era o único que não conversava muito, com medo das saias justas.
    - Ah, não me entendam mal. Eu respeito muito o meu amigo Go Mi Nam aqui - deu tapinhas em seu ombro, puxando-o para perto. - Mas hoje eu consigo ver… o quanto ele é um cara sortudo.  - Um silêncio constrangedor subiu no grupo, já que metade dele tinha entendido aquilo como um amor não correspondido pela namorada de Go Mi Nam, mas só a garota sabia realmente o que poderia ser. De repente, ele começou a rir. - Gente, é brincadeira, o que é isso? Ficou todo mundo sério…

    Eles andaram um pouco pelas ruas, mas basicamente só jogaram conversa fora e compraram comida de rua.  Um bom tempo depois de terminaram de comer lá pela tarde, sentados na porta de um estabelecimento, como um grupo de garotos marginais, Amihan decidiu que era hora de irem.

    - Bom... a gente já tomou o tempo de vocês. Tem muito tempo que não se veem, então acho legal não ficarmos aqui atrapalhando. Bae, vamos repassar a coreografia. Minki...
    - Não preciso. Já sei as coreografias todas.
    - Então te desafio a dançar aquela do Taeyang.
    - É fácil.
    - Du-vi-do.
    - Ah, pelo amor.  Você vai ter que me pagar se eu dançar e...

    Amihan acenou para os dois e saiu andando com os dois amigos, convencidos com sucesso. À sós, "Lee" começou a rir.

    - Eles são divertidos. Seok Minki é uma praga. Por favor, tome cuidado com ele. - riu alto. - Precisa de uma babá para cuidar deles. Amihan é como a "omma" do grupo. É... eu não podia imaginar isso pela televisão. Eles mudam muita coisa. Bem... e agora? Vai me levar a algum lugar realmente legal agora?
    Gakky
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    Re: 3º passo - Alianças

    Mensagem por Gakky em Seg Jun 19, 2017 8:24 pm

    - Eu acho que você deveria tentar perguntar essas coisas ao Dam... - Respondeu Yuki corada - Eu não sei o que vou perguntar ao Minsoo... Talvez onde ele estuda, ou se ele gosta de shoujo! Mas é melhor essa última não, vai que ele não gosta, seria um desastre total... Acho que ser japonesa ainda piora tudo... O Minsoo deve querer uma coreana perfeita, que ele merece. E não alguém desajeitada como eu...

    ~

    Na cozinha, suspira e faz um careta fofa quando a mãe insiste que era legal falar sobre sua infância, não concordava com isso, mas não queria deixar sua mãe triste, então não vai insistir. Ela ouve atenta o que sua mãe dizia, principalmente sobre o seu pai biológico. Quando a mãe diz que vai fazer kimchi, Yuki grita animada:

    - Obrigada kaasan! Mas lembra, eu ainda quero aprender a fazer bibimbap!


    Quando sua mãe sai para comprar as coisas, Yuki comenta com a amiga:

    - Vai ser ótimo não é Eun-ji, aprender a fazer kimchi. Assim resolve os seus problemas e você pode surpreender sua família.

    Então seu irmão chega e vem as cumprimentar. Ela sorri e fica feliz por Eun-ji conhecer finalmente o seu irmão. Logo depois o padrasto fez uma mesura e sorriu discretamente e apertou a bochecha dela antes de ir tomar banho. Apesar de não ser seu pai verdadeiro, Yuki gostava muito do padrasto, era gentil, honesto e humilde. Era fato que era um pouco calado, mas sabia ajudar quando precisava e trabalhava muito. Além disso, a considerava como uma filha verdadeira.
    Taegyu logo se sentou curioso com o que tinham conversado, Yuki mostra a lingua para ele e diz:

    - É assunto de garotas. Nossa três entrevistas? Que bom oppa! Mas é... Esses lugares são tão contraditórios... Se eu fosse o chefe te contrataria, é o melhor emprego que tem!

    Yuki então ri quando o irmão lhe faz cocégas na barriga e tenta revidar:

    - Ei, pare! hahaha! Boa sorte irmão!

    Depois quando ficam sozinhas, ela se vira para Eun-ji e diz baixo:

    - Temos que pensar em perguntas boas para fazer aos meninos, mas o que...?

    Yuki deita a cabeça na mesa suspirando por não ter uma boa ideia. Até que tem uma ideia melhorzinha:

    - Já sei, vou perguntar se eles tem irmãos, acho que é um bom começo, ai talvez ele fale do resto da família dele.

    Depois chegou o momento de cozinharem e Yuki acha divertido e presta atenção. Ficou feliz de fazer isso com Eun-ji. No final o kimchi ficou delicioso, se sentiu orgulhosa por fazer algo assim tão bom.

    - Tivemos uma ótima sensei, quer dizer, uma professora, não é Eun-ji? - Comentou Yuki na mesa quando sua mãe as agradecia.

    Uma pena foi quando estava chegando a hora de Eun-ji ir embora. Yuki se despede um pouco triste:

    - Passou tão rápido... Mas fico feliz que tenha vindo. Amanhã tem o ensaio, vamos fazer aquela missão também certo? Ash.... Será que se eu levar o bibimbap para o Minsoo, não vai ficar estranho não ter levado para os outros? Mas fazer para todos vai ser muito difícil... Eu vou pensar em outra coisa... Quero que ele se sinta especial... Mas sem parecer...

    Yuki percebe que o celular de Eun-ji tinha tocado e se junta para ler, logo fica boquiaberta ao ver que era do Dam e fala baixo:

    - O que foi isso?
    Larissa Aprill
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    Re: 3º passo - Alianças

    Mensagem por Larissa Aprill em Seg Jun 19, 2017 10:14 pm

    Encerrando o dialógo com Amihan, ele havia lhe dado uma ótima idéia, pois ela sabia exatamente do que ele estava falando, então ela faz um ok com os dedos. No quarto enquanto estava ela e Min-ki ela apenas suspira um pouco alto com as palavras do loiro, era exatamente isso que significava para ele, um bom amigo.

    No dia seguinte. ela pula da cama logo cedo, todos estavam dormindo então ela tenta pegar suas coisas sem fazer muito barulho, mas ao pegar algumas roupas ao lado da cama do loiro acaba o acordando. Então o avisa que sairia cedo com um amigo de infância e ficou surpresa com a tonelada de perguntas que recebeu, ela arregalou os olhos, mas antes que pudesse responder alguma coisa, Amihan e Bae havia acordado também. Ela faz uma pequena reverencia de desculpa aos rapazes. Então colocou  o que tinha comprado ontem, roupas femininas, acessórios e maquiagem na mochila sem que Bae ou Min-ki percebesse.

    Quando ela finalmente conseguiu descer encontrou Go Mi Nam a esperando. Ele estava diferente do que lembrava, mais moreno e encorpado e o abraçou feliz de finalmente terem se encontrado, mas deve ter se empolgado demais, pois precisou que ele a afastasse com um peteleco na testa. A jovem fez cara de indignada, mas logo sorri e fazem o cumprimento secreto, nem pareciam que tiveram afastados tanto tempo.

    - Uliga geu dong-an keopileul gajil su junbi ajig issseubnida. Eles estão se arrumando ainda, podemos tomar café enquanto isso.

    Ele disse que estava lutando, Eu Se levou a mão a boca para esconder a risada, Go Mi Nam nunca tinha se metido em brigas, era do tipo que se visse alguma confusão na sala, era o primeiro a chamar os professores.

    - Jinjihan??  Naega hihihi mid-eul su eobs-eo won-in naneun 'dangsin-i ssaum-eul bol pil-yoga Sério??  Preciso ver você lutando, porque não dá para acreditar hehehe

    Quando perguntou sobre Tae ela negou com a cabeça e disse que ele não frequentava o hotel. Então foram para a fila do buffet, Eu Se pegou torradas, ovos mexidos e suco de laranja. Deixou que eles escolhesse a vontade e depois foram se sentar na mesa, enquanto comia ela ria alto do amigo. Já ficou imaginando qual era o perfil fake  dele, a garota vê o chinês passando do outro lado do salão e apenas acena. Então Go Mi Nam chama a atenção dela.

    Oloiro estava mesmo se escondendo atrás de um vaso?? Ela acenou para o trio e logo todos se acomodaram a mesa, Min-ki estava emburrado e de braços cruzados, ela ficou sentada entre Go Mi Nam e Bae. Já que Min-ki encarava seu amigo de infância frente a frente. O único que parecia estar despreocupado naquele lugar, era Amihan. Assim que acabaram de tomar café, decidiram andar um pouco pela redondeza para mostrar o bairro para o amigo. Min-ki continuava sentado de braços cruzados, não queria nem olhar para o grupo.


    - Dangsin-i oneun geos-i?  Eoseo, jaemiiss-eulgeoya Você não vem?? Vamos, vai ser divertido

    E abriu um sorriso quando o loiro aceitou ir junto, pois ela queria que todos conhecessem Go Mi Nam e que passassem um dia agradável. Afinal todos eram importante para ela de alguma maneira. Quando Amihan disse que ficaria pouco tempo, ela insistiu para que aproveitassem o dia com ela.

    Durante o passeio, eles pararam numa barraquinha para comprar chá gelado, a menina estava entre Min-ki e Go Mi Nam, Bae e Amihan vinham logo atrás. Ela estava se deliciando com seu chá de yakult e pobá, quando começou o interrogatório sobre sua pessoa.
    Ela sorriu quando Go Mi Nam afagou seus cabelos, pois ele mantinha esse habito desde a escola. Ela percebeu que o clima tinha ficado um pouco tenso entre os dois. Achou um pouco desnecessário quando Lee Jong disse que mataria alguém. Pra que tudo isso se estavam entre amigos, ela olhou feio para o colega.

    Nessa hora Bae pergunta sobre sua namorada e a garota se engasga com o chá, ela começa a tossir loucamente e a ficar vermelha de vergonha, Amihan veio rapidamente bater nas costas da jovem, enquanto ela escutava aquela conversa absurda entre os rapazes. Ela olha assustada para seu amigo, com medo que ele falasse demais. Então de um jeito super natural ele dá uns tapinhas em seu ombro e a abraça meio de lado, o que deixa o clima mais constrangedor ainda.

    - Naega yeoja chinguga-eobsneun ... Jalmos ... Bangbeob-eulo ... Naega joh-ahaneun yeojaleul-wihan seonmul-ida. Eu não tenho uma namorada ... Err...de certa forma... é um presente...para uma menina que eu gosto.

    Ela fala de maneira apressada e sente o rosto corar de vergonha, mas naquele momento era a melhor solução. Então eles caminham mais algumas ruas e param para comer Tteokbokki, um bolinho de arroz com molho picante. Depois que todos comeram e pararam para sentar e descansar, o sol já estava quase se pondo. Amihan consegue levar os amigos embora, ficando apenas ela e Go Mi Nam. Ela ouve a opinião dele sobre os novos amigos.

    - Choeso gi nappeun salam-i anida, geuneun maeu jabaljeog-igo bunmyeonghi jiltuhaessda. Baeneun maeu geoui yeollyeo issji, joyonghajiman, joh-eun salam-ibnida. E Amihan-eun imi gajang olaedoen geos-eulo, ulileul dolbwahalyeogohabnida. Byeolching-eun geuga nae bimil-eul yujihagi wihae doum-idoeeossseubnidahandaneun geos-ibnida. Min-ki não é uma má pessoa, ele é muito espontâneo e pelo visto estava enciumado. Bae é muito quieto, quase não se abre, mas é uma boa pessoa. Já Amihan, por ser o mais velho, tenta tomar conta da gente. Alias é ele que tem me ajudado a manter meu segredo.

    Quando o amigo fala sobre saírem ela se lembra que tava carregando as roupas na mochila e que essa altura já deveriam estar todas amassadas. E eles precisavam se arrumarem, já que andaram o dia inteiro.

    - Uii pojang hotello gaja. Geugeos-eun dangsingwa hamkke gago sip-eun balladeu-ida. Vamos para seu hotel, nos arrumamos por lá. Tem uma balada que quero ir com você.

    No hotel dele, ela fica esperando enquanto ele se arruma. Depois ela vai para o banheiro, toma uma ducha bem rápido, faz uma escova no cabelo para alonga-los e se arruma para sair a noite. Enquanto ela se maquiava, achava estranho ver sua imagem refletida no espelho.

    Spoiler:

    Lee Jong estava a esperando na sala, ele também estava bem estiloso.

    Spoiler:

    - Gaja!!  Very Happy Let´s Go!!  


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    Re: 3º passo - Alianças

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      Data/hora atual: Sex Set 22, 2017 1:33 am