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    Casa dos Algozes

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    Mensagem por Ankou Dom Jan 31, 2021 3:22 am






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    Quando ela toca o braço ele solta a garrafa, é como se o estímulo corresse o corpo todo como uma corrente elétrica, tudo é tão natural e tão rápido, ele deixa ela subir mas ele não enverga nem um centímetro, o primeiro impulso é a boca contra a boca dela, o segundo é jogar ela contra a pedra e o corpo por cima, mas ele mesmo se segura instintivamente, dá pra escutar o baque da própria mão contra a rocha.

    - É ele faz você se sentir a última bolacha do pacote. Querendo tocar o terror na porra toda. - ele sussurra enquanto arfa numa compreensão completa de como a falta do medo te deixa ousado.

    Finalmente ele cede a carregando pelas nádegas pro lugar usável mais próximo que eles coubessem  e indo ao chão, ele puxa a saia dela pra cima junto com o vestido, com todo o resto, o lugar é frio mas nem importa mais, ele morde o pescoço, e lambe parte do rosto não faz nem sentido, mas ele parece gostar mais ainda do rumo que as coisas tomam. A mão e a boca vão em todos os lugares bons que elas podem alcançar, o cheiro é hipnotizante, mas o cheiro de sexo sempre era.

    Quando ele sente que é a hora e que ela está pronta ele afasta a roupa íntima e deixa eles se tornarem um só. - Filha da puta já é a segunda vez que você monta em mim hoje. - O lado educado, galã tinha ido parar em algum lugar que nem ele sabia mais. Ele sorri com a piada que ele mesmo fez, mas ele não se importa o rosto, sorriso o corpo é pura satisfação A respiração é próxima, corrida, o olhar continua vidrado.

    Toda força que ela faz pra cima dele ele devolve, ele é bruto e grande em todos os aspectos, a força tão brutal que ele se levanta com ela por cima dele, até ele finalmente ter o controle, dá pra ver ele olhando pra baixo, o rosto vermelho, a respiração descompassada, ele vai a toda velocidade que tem, e se segura o melhor por que até mesmo os canalhas deveriam terminar por ultimo.

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    Mensagem por Bastet Dom Jan 31, 2021 3:53 am



    Samantha
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    Sam não responde à primeira provocação, sendo carregada de um lado pro outro pelo lobo, até que ele encontra um local que poderiam “usar”.  Ao contrário de todas as vezes, ali ela parecia gostar do toque, da pele roçando, das mordidas e lambidas. O beija com fervor enquanto sente suas as carícias brutas e firmes.

    - Cala a boca, Connor – ela diz quando ele fala aquilo, segurando uma risada e roçando os dentes no ombro dele. Quando sentiu ele a preencher, afundou os dentes na pele, abafando um gemido.  Só soltou  quando sentiu o gosto de sangue na boca. Os dentes dela doíam bem mais que o normal... Mas ela não mordeu a ponto de arrancar um naco de carne, mas sim pra arrancar gemidos de dor.

    (...)

    Já estava suada, com o vestido colando na pele e o cabelo cheio de mato.  A Floresta silenciosa ouvia os dois em seus últimos momentos de prazer... Um gemido mais fino dela e um grunhido feroz de alívio dele. E os dois corpos jogados, recuperando o fôlego.

    Sam se sentou – Porra, se eu soubesse que entrar na alcateia era tão divertido eu tinha o feito antes – ela riu, puxando a calcinha pelas pernas pra poder se limpar daquela bagunça toda. Logo riu com algo que lhe passou na mente - Então essa pedra aqui é o abatedouro de vocês, uh? Não acredito que cai nessa...



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    Mensagem por Ankou Dom Jan 31, 2021 5:16 am






    PThwhox.png

    No final ele se levanta com um nítido sentido de alerta, dá pra ver a expressão de quem fez merda estampada na cara dele – Não é o tipo de recepção que a gente costuma dar. - ele diz com um sorriso que ele não consegue tirar do rosto, mesmo ele sabendo que ele não devia ter feito aquilo, os instintos dele sempre arrastavam ele pro pior.

    - Tem um monte de merda acontecendo e você precisa saber de algumas, e a gente tem pouco tempo. - Ele joga a camiseta e a jaqueta por cima, para um instante e fita Sam – Eu to enterrado até o pescoço nessa loucura e tudo que eu consigo fazer é olhar pra você ter vontade de foder e caçar. - finalmente ele parece no lugar, com todas as peças de roupa, ainda tem duas garrafas de uísque da Olena que tintilam no bolso da jaqueta.

    - Pronta pra outra corrida? Vai ser a terceira vez… Você sabe. - ele não termina a piada, mas dá pra ver e ouvir os sons terríveis e ele tomando a forma de lobo gigante novamente, ele se aproxima dela e agacha seguindo os mesmos passos da primeira vez.

    Dessa vez ele vai mais rápido, ele não arrisca Samantha em nenhum momento, mas da pra sentir como ele corre muito mais do que da primeira vez, mas ele não volta pra onde haviam saído, ele está exatamente na cidade velha, a caminhonete prata dele está estacionada ali como se ele tivesse algo planejado, ele para atrás do carro e facilita a descida de Sam, ele saca o celular do bolso e manda uma mensagem de voz. - É sou eu, fala com a mãe que eu amo ela e to seguindo plano. - ele entra no carro e abre o carona pra ela.

    - Olha você agora é alcateia, você sentiu como o Caminhante reagiu a você, é todo mundo meio que sentiu, mas ninguém tá esperando, eles todos vão esperar uma explicação de mim, mas eu não posso mais ok? Você foi a última coisa boa que eu pude fazer pela alcateia. - Dá pra notar o transtorno na voz, e o quanto ele precisa falar – Amanhã você procura o Shaw, pede ele pra pedir discrição pra todo mundo, eles vão saber que a gente meteu, vão sentir meu cheiro em você e eu não sou exatamente solteiro, nem exatamente o cara mais controlado na minha lua. - ele aponta pro céu. - Tu entendeu a merda e ainda assim eu quero mais te jogar pro banco de trás e ir pro segundo round do que fazer o que eu preciso fazer. - ele para o carro na frente de um ponto de taxi, tira uma nota de cinquenta e coloca na mão dela, não por que não esperava que ela não pudesse pagar.

    Ele puxa bo bolso da jaqueta algumas folhas pautadas, que pareciam de caderno escolar ou alguma coisa assim – Entrega isso pro Shaw, você pode ler, deveria ler, talvez vai entender porque eu to indo embora por que eu não tenho uma escolha, eu achei que fosse ter mais tempo, mas eu não tenho. - a voz dele é mortificante, não é nada bonito ver um homem daquele tamanho verter em lágrimas.

    - Eu acho que a gente nunca mais vai se ver Sam, mas foi bom compartilhar essa noite com você. - aquilo tudo parecia loucura, mas ele tinha certeza que talvez um dia ela fosse entender, todos eles iam. - Eles vão cuidar bem de vocẽ Sam. Eu apostaria minha vida nisso. - ele fica em silêncio e espera ela descer, arranca assim que ela desce do carro.

    Carta de partida do Connor:

    Primeiramente eu preciso dizer que vocẽs são os caras mais leais, os melhores amigos e companheiros que alguém pode ter.

    Eu vou terminar o acordo em Londres pra limpar a barra do Franky, e não vou voltar mais, nunca mais. É um sacrifício que eu preciso fazer.

    Eu sei que parece covarde me despedir assim e talvez até seja, mas eu sei que só ia tornar as coisas muito mais difíceis se fosse pessoalmente e que talvez eu nem teria tempo.

    Eu tive sorte de conseguir ser alertado e conseguir ver a coisa vir na minha direção. Minha mãe sempre me avisou, mas eu demorei a acreditar.
    Essa coisa desgraçada desmonta a realidade daquilo que você vê e mais ama quando menos espera, começa pequeno, como no dia que eu, Franky e Silvia fomos atrás dos nazis, eu ficava com vontade o tempo todo de comer a orelha da Silvia só pra ver ela crescer de novo, eu sei que a gente tem impulsos malucos, mas eu nunca machucaria um companheiro de alcateia. A vontade de comer os nazi foi pior, por isso eu fiz o meu melhor pra eles não sangrarem.

    Quando Emillie foi dar a notícia de que tava grávida do bebê, eu quase matei todo mundo, ela, Silvia, Marco e Joe só queriam me fazer uma surpresa, e eles só não morreram porque eu preferi morrer antes deles, na minha mente eles todos tinham sido clamados por alguma coisa e tavam debochando da minha cara enquanto a coisa toda era um churrasco normal, no chão eu via uma poça de sangue do tamanho do galpão, as paredes completamente carbonizadas, tripas e pedaços de sangue na mesa do churrasco.

    A coisa continuou ruim quando a gente caçou na treta dos Patas de Ferro, eu fui, mesmo sabendo que não deveria, eu fiquei com essa na cabeça de que não deveria abandonar vocês, sem perceber que eu era a maior ameaça, antes do rolo com Olhos Vermelhos a minha vontade era de empurrar o Ethan pra dentro, eu entrei na armadilha óbvia pelo meu gosto por violência, e sinceramente nem esperava sair de lá, eu não teria saído se não fosse pelo Axel, e talvez tivesse sido melhor assim, sem querer ser ingrato. Talvez eu deveria ter morrido numa caçada. A verdade é que depois do disco eu tenho minhas dúvidas se aquilo foi realmente minha vontade, o Cahalunim avisou da escuridão que vem de dentro.

    Hoje com o disco com o Rahulunim depois de ter sentido aquela dor toda e visto o que eu vi no Axel, eu consegui sentir o gosto dele de ossos velhos, e o cheiro de carne queimada, essa coisa é muito mais poderosa e medonha do que eu podia imaginar, é a coisa mais cruel, perversa e sem propósito que eu já pude ter um pequeno vislumbre, o filho da puta tava olhando pra mim, eu vi os olhos dele, é pior do que qualquer espírito que eu já vi, qualquer um.

    Eu não sirvo ao juramento morto, nem sirvo enlouquecido tentando matar vocẽs, eu tenho um bebê que eu quero ver nascer, eu sei que o pessoal de Londres é esperto, talvez eu consiga alguma informação por lá, se eu achar qualquer coisa eu entro em contato. A partir daí eu nem mesmo sei pra onde eu vou.

    Minha mãe achou que que deveria propor a gente sair de Dover, mas eu não achei justo com vocês, ela vai estar lá pro Axel caso ele precise, talvez ele tenha mais tempo que eu.

    Eu não vou poder mais contribuir com os afazeres do Caminhante, mas eu fiz minha parte hoje enquanto assava as carnes, vocês tem uma semana com sorte duas pra agradar ele mais, principalmente do jeito que ele ficou abalado quando eu cortei o Ethan, ele pode ser um traidor, mas era o favorito dele.

    No mais ajudem as meninas, a Samantha carrega um legado, ela veio do nada e cavou tudo que tem, ela pode ensinar mais a gente do que a gente a ela. A Chloe é difícil de ler, ela não é o tipo de pessoa com quem eu lido bem, mas dá pra ver que ela pode muito mais do que parece.

    Eu não sei se algum dia eu vou conseguir me curar dessa corrupção, mas eu espero que sim, espero não cause problema onde quer que eu vá.

    Deem o melhor de vocês, nãod eixem os Algozes quebrarem.

    Um abraço a todos vocês, do eternamente amigo Connor Mcleary

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    Mensagem por thendara_selune Seg Fev 01, 2021 12:28 pm

    @Bastet

    Ainda no churrasco


    (Quando Sam indica o entorno Chloe ri . Toda aquela  algazarra envolta a deixa um tanto fora do lugar. Os olhos observam tudo, muito mais pela curiosidade de ver até onde eles são capazes de ir quando querem se divertir do que com interesse em participar daquilo.  Ela destoa daquele ambiente, parece mais uma garota de uma outra época, de tempos mais contidos e cheios de regras de virtude que são consideradas ultrapassadas nos dias de hoje.)

    — Pode ter certeza que adoraria ajudar você, fica ao seu cargo o que vai decidir sobre isso acho que é uma maneira de retribuir tudo o que fizeram por mim desde que cheguei em Dover.( Ela bebe um pequeno gole da cerveja sentido o suor da luta contra as mãos quentes. Olhando tudo com incredulidade, pessoas perdendo peças de roupa, uma algazarra que ela não está acostumada e por fim olha para os rapazes da Alcateia  que  que deviam estar passando por ali depois se volta para Sam ) — Pode passar quando quiser, sobre ajudar nos dias que estiverem lotados, não quero sobrecarregar você, deve se cuidar, tentar evitar situações estressantes e pessoas irritantes (Ela ri) — Tenha cuidado, por experiência própria lhe digo, do mesmo jeito que essas criaturas podem ser sedutoras, guiadas pelo primitivismo que as fortifica tanto...   (Ela pausa como se buscasse as palavras certas) também cedem facilmente a violência( O tom de seriedade era evidente , os olhos perdidos em coisas que Sam não podia saber) você vai retribuir o favor se mantendo longe de problemas e cuidando muito de vocês.(Ela aponta pra barriga de Sam e dá um sorriso)


    (Ao se separarem,  Chloe observa Sam ir atrás de Connor, visivelmente preocupada com a garota, mas se limita apenas a transitar por ali evitando conversar com os mais eufóricos ou bêbados.)

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    Mensagem por Faor Seg Fev 01, 2021 3:48 pm






    Casa dos Algozes - Página 5 268_2610



    Amy diz a verdade, está na cara dele. Ele não sabe o que quer. - Pelo menos eu sei o que gosto... já é alguma coisa. - Ele consegue falar com cara de bobo, mas se incomoda com a verdade. O que o Shaw quer ser quando crescer? Será que ele não olha pra frente? Pro futuro?

    De braços dados com Amy, ele percebe a intensidade no olhar e na voz do pai dela. Ele é quase sempre assim, na visão de Shaw. Carrega uma paixão que o Garra Sangrenta não consegue acompanhar. Mas ele escuta Willian com atenção. A forma como o uratha mais experiente apresenta a Torre de Prata deixa claro que ele acredita nisso, que vive para isso, mas coloca o embate direto com os puros como uma consequência, uma forma secundária de enfrentar a questão. A mente de Shaw é muito mais estreita que isso e ele fica apreensivo. Ele acompanha até ser questionado e as palavras de Sombra Vermelha encerram a introspecção.

    Ele não está sorrindo quando responde, parece preocupado. - Eu sempre sou Amy. Isso nem sempre facilita as coisas, mas geralmente encurta a história. - Shaw é prático e direto e encara Willian com confiança. - Você sabe mais do que eu e você entende que eu posso ser útil na sua causa. Isso já seria suficiente para eu mergulhar enquanto confiar em você, e eu confio. - O raciocínio de Shaw sempre foi rápido e ele raramente confrontava duas alternativas. A primeira consideração que levasse a algum fim era suficiente. - E desde que entendi alguma coisa sobre o mundo, eu senti que enfrentar os puros é o meu norte. Mas sim, eu quero caçá-los, quero derrubá-los. - Ele fala como o outro irraka, rápido e baixo. - Se você diz que há como se preparar melhor, conquistar vantagens, reunir inteligência, manobrar com mais firmeza e certeza... ora, nós dois somos irraka, certo? Esse é o jeito certo de lutar.

    O olhar fica determinado e ele chega a dar um passo de ajuste em direção a Willian, deixando claro a ansiedade na próxima pergunta. - Eu vivo para derrotar os puros. Mas como esse seu convite mexe com os Algozes? O que representará para a minha alcateia, para o meu totem? - Na voz, apenas lealdade. Ele não se importa com sacrifícios e como será sua vida com essa escolha, mas entende que a luta da alcateia pode ser ao mesmo tempo mais ampla, contra mais presas e ao mesmo tempo mais restrita ao território ou às ameaças a Dover. Seria possível conciliar? Possível, não confortável ou seguro - essas não são preocupações de Shaw.






    - Amy, você fica com a gente hoje? Sem planos, além de carne e álcool. - Com ela Shaw já estava totalmente à vontade, mesmo no meio de toda a merda. Ele faz um gesto para a correntinha pendurada no pescoço da Rahu. - É bom ver isso em você. - Ele ainda se pergunta se veriam isso nele um dia. Por enquanto não, pelo menos.






    Circulando pela festa, ele se concentra nos urathas entre os Algozes. O alfa está envolvido demais com a noite, se mantendo ocupado. Axel e Francis estão mais acessíveis. O elodoth escuta as palavras de Shaw em sua mente. - Você cortou a língua mas não fez um voto de silêncio, não é? Se cansar do papel, faz um gesto para mim. - Ele encontra Lobo Partido próximo à Olena e não se aproxima muito. - A porra com o disco foi séria, não foi? Lembro que entramos num trem que vai direto pro meio da merda, mas vamos juntos, ok? Vamos colocar essa porra na mesa... todo mundo tem que saber o que cada um está carregando...

    Ele chega pelo lado de Francis dando uma ombrada no outro Garra Sangrenta, cumprimento suave. - Eu não sou o melhor cara para escutar uma conversa e devolver algum bom conselho, mas estou na área. Se você preferir só cair na porrada ou fazer alguma merda para espairecer, aí minha ajuda é mais útil ainda.






    Amy saiu antes da festa começar e Shaw ainda não tinha mudado de ideia. Carne e álcool eram as escolhas óbvias, mas como o efeito do álcool é demorado e suave, ele cedeu ao apetite assim que conseguiu. De qualquer forma, não demorou a pegar a garrafa que Connor desprezou. Samantha chega oferecendo um copo de suco e o Lua Nova sorri de volta. Ele se livra de um pequeno osso bem limpo de uma costela que estava em mãos. - É a terceira vez que eu vejo vocês e ainda me surpreendo. - Ele cumprimentava também Chloe, que acompanhava a morena. - Primeiro em uma reunião bem intensa, depois na praia, num encontro arranjado esquisito pra cacete. - Ele pega o copo de suco e deixa por perto, e claramente cheirou o conteúdo antes de apontar para o largo copo com uma dose do whisky vagabundo que estava numa prateleira cheia de plantas ao lado dele. - Eu não estava longe disso... eu só neguei a cerveja. Nunca gostei muito, na verdade. Isso aqui é bem pior até, mas tem algum significado para mim... - Ele deixa o copo em repouso e sorri para elas. - Eu fico surpreso porque vocês têm fibra, têm espírito. Não tão por aí à passeio. Provavelmente vão se dar mal por isso, mas sem graça vocês não são!

    Shaw pega o copo de whisky e dá alguns passos com as duas, circulando pela festa. - Nem sempre á animado assim, mas é um lugar bacana ou não? - Ele ri e estende os braços para a frente, convidando as duas a aproveitarem a noite. Ele ainda lembra da sensação de vomitar lâminas afiadas, da adaga que está no bolso de dentro da jaqueta e de todo o caminho que o expresso do rio de merda fez até ali. Carne e álcool.



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    Mensagem por thendara_selune Seg Fev 01, 2021 4:52 pm

    @Faor @Bastet




    —  Se nos encontrarmos uma quarta vez é sinal  que terá muita sorte( Chloe tinha uma lata de cerveja na mão. Bebia devagar, os olhos passeando pelo lugar, uma leve careta quando olhava as pessoas perdendo peças de roupa e cora um pouco imaginando o que aconteceria depois daquele festejo todo. Os cabelos soltos, cachos rebeldes e uma roupa delicada demais para o ambiente festivo.)

    — Acho que Sam tem mais senso de humor, sou do tipo que prefere evitar  whisky e situações que eu possa perder peças de roupa,(Ela sorri parece mais tranquila embora um tanto deslocada ali). — Tenho que admitir que vocês sabem extravasar!(Chloe dá um risinho baixo e olha para Sam enquanto andam pelo lugar junto com Shaw.)


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    Mensagem por Wordspinner Ter Fev 02, 2021 9:38 am



    "Pra sua alcateia? Se você entrar para a Torre fica mais fácil a gente ajudar e você aprender o que a gente sabe." Ele fala como se fosse óbvio. "Agora, fazer parte de uma aliança? A parte chata é limpar a bagunça dos outros e ter que se preocupar com o território deles como se fosse seu. Decidir agir juntos pode ser bem complicado também, ver o que você acha ser o mais importante ser jogado para segunda ordem." Ele parece fazer algum esforço para pensar nisso. "Mas a parte boa? Tem alguém pra limpar a sua bagunça quando você não consegue. Você não vai negociar os acordos com quatro urathas do seu lado, mas toda uma aliança com dez, quinze, vinte lobos? Mas seus territórios tem que se tocar, isso é necessário. Além disso toda aliança tem um juramento que deve ser dito e mantido por todos e isso é definido no seu ritual de criação. Só quando as palavras são ditas ela realmente existe. " Ele diz isso como se fosse um aviso importante. Ressaltando o valor que urathas dão a juramentos.

    --

    Amy dá um sorriso de lado quando se fala dá correntinha. "Minha alcateia não é bem vinda, eu não sou bem vinda também. Eu cumpri meu dever aqui agora tenho que ir." Ela fala sem nenhum veneno na voz. "A gente se vê sem lua..." Ela diz bem de perto e se afasta rindo quando o irraka acreditou em um beijo. Mas piada dura um segundo e depois ela o puxa para um beijo rápido e curto onde ela respira fundo o cheiro dele.

    --

    Repetição:



    "Claro que não, se tivesse morrido não tava aproveitando que tá mais alto pra olhar pros meus peitos..." Ela sorri com a própria piada. "O mundo é muito maior que o nosso juramento, todo resto muda. Tudo está, nada é. Eu sei, papo de tratador de bicho*, né? Ei, eu ensinei... Eu tentei... Cê tem a porra do meu telefone. Me liga quando tiver em dúvida." Ela finge estar irritada. Pega a placa e ajeita. "Fica bem em você."

    Quando Franco faz a piada do Strap on Amy e Asia riem alto e ao mesmo tempo. Como se tivessem ensaiado. Richard começa a mesma risada, mas a engole olhando para Connor. William dá um tapinha de leve no rahu obviamente tomando aquilo como verdade. A cara de pena do irraka suaviza o seu chamado para mais um deles.

    *-Jargão pejorativo para Mestre do Ferro, normalmente usado por outras tribos.

    --

    O alfa logo começa a fazer a coisa acontecer. Algumas ligações. Algumas mensagens. A campainha começa a tocar. A carne começa a ficar pronta o bastante. Olena é uma das primeiras a chegar, ela trás Chloe e Laura. Millie chega logo depois com Silvia. Era uma festa então a policial tinha transformado a florista completamente. As duas estavam vestidas para matar. Joe e Judas chegam juntos com um monte de maconha e ninguém tem energia para reclamar. Muito pelo contrário. A erva acaba sendo bem popular entre os urathas, até Ash fuma e bem mais do que o esperado. Simon chega mais tarde, mas a coisa já saiu completamente do controle. Connor sentiu a festa tinha vida própria. Não uma onda de destruição, mas seguia seu próprio rumo. Brendan se mostra o melhor jogador de pong e só para quando começa a parecer bêbado. Hild e George chegam juntos. Assim como Jun e Sam. Chegam ao mesmo tempo e Hild e Jun começam uma discussão sobre suas motos que termina em uma estranha aposta com cerveja e sake.

    Mas o que ele ia fazer? Mandar Judas parar de tocar? Impedir as pessoas de jogarem tiro ao alvo apostando peças de roupa? Pelo menos estavam dardos. Marco nunca pareceu tão feliz falando com não urathas, ele e Rebeca falavam sem parar alguma coisa em um espanhol rápido. James e Sebastian por outro lado não davam nenhum trabalho, ajudavam a conter a bagunça que os outros faziam e garantir que todos pudessem comer.

    --

    Olena fica chocada quando vê Axel. Ela fica brava e depois sente pena. Ela se revolta e "Você é um idiota cara. Que porra é essa!". Mas quando ela acha o Elodoth de novo a loira tem uma garrafa de cerveja e uma caneca personalizada e sorriso amarelo. "Eu que fui idiota. Me perdoa. Eu queria tanto conversar com você... só fui egoísta e eu não entendo o que você fez. Mas quando a gente faz merda é sempre bom um abraço... Quer um?" A caneca era de madeira escura com uma banda de ferro por fora com o nome dele, por dentro ela tinha uma camada de chifre e cheirava a cera de abelha. Bem no fundo o símbolo da tribo e dá lua marcados com fogo. Os olhos dela piscam bem rápido enquanto ela tenta não chorar.


    'Continuando' a festa. Jun está desmaiado em uma cadeira e a felicidade de Hild vai embora assim que ela percebe o quão derrotado ele está. Ela chuta a cadeira e ele nem se meche. Ela vê as pessoas jogando dardos na árvore e atira uma faca entre os dardos. Imediatamente George arremessa o consolo que acaba derrubando a pontuação e causando uma explosão de risadas. Ash está fazendo truques com a fumaça e tem um sorriso leve e alegre no rosto. Judas e Joe estão hipnotizados pelas formas que ela faz. Millie anda de um lado para o outro falando com todo mundo. Marco quer fazer todos comerem. Simon só de cueca resolve que perdeu o bastante.

    "Não quer perder roupas, não jogue dardos com a Silvia." Ele diz para Chloe e Shaw. A voz alta e forte não afetada pelo álcool. "Vou pegar um pouco também." Ele diz pegando a garrafa mais próxima na prateleira. "Você é nova, não é? Eu ia lembrar de você."

    --

    Sam está na calma e arborizada de um bairro suburbano. No ponto de táxi uma mesa coberta com bancos de madeira e sem encosto. Ela fica pensando com papel na mão por um tempo. Quanto tempo? Mais o que o suficiente para ler tudo e continuar pensando nas transformações recentes na sua vida. Ela mal percebe quando o carro para na sua frente. Mas quando o vidro desce lentamente ela reconhece o motorista. Richard. "Quer uma carona. Cê não parece normal." A voz neutra como se nem se importasse muito. Mas como diabos ele estava ali?

    OFF:
    a parte de repetição é só pra ajudar a responder e lembro que Shaw interagiu com Axel e Francis.
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    Mensagem por thendara_selune Ter Fev 02, 2021 11:56 am

    (Chloe se volta para olhar o homem só de cueca. O rosto cora violentamente, ela dá espaço para que ele se movimente e fica ali diante de uma cena impensável em sua vida Durham. Quando ele pergunta se ela é nova ali, ela bebe o resto da cerveja e depois responde ainda pensando na situação dele vestido só com aquilo.)

    —Sim…(Ela fala sem olhar pra ele e desviando sua atenção para o entorno.)você precisa de roupas urgentemente!


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    A cara da Chloe vendo esse homi de cueca:
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    Mensagem por Bastet Ter Fev 02, 2021 6:18 pm



    Samantha
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    ~No churrasco~

    (Interação com Chloe e Shaw)

    Sam sorri com as palavras de cuidado da ruiva.  – Eu sei que pareço franquinha, mas sou forte ó – fez um muque com o braço magrelo que tinha zero músculos.  Deu uma risada – Esse bebê aqui também é forte. Não precisa se preocupar tanto. Fico feliz em ajudar, é bom pra fugir um pouco de tudo isso aqui... – O trabalho dela não ocupava tanto do dia pra colocar a mente dela no lugar. Quando ela deu o conselho sobre a natureza violenta e sedutora, Sam assente – Eu confesso que isso é uma das coisas que me atrai neles... No “mundo real” ser assim é bem mal visto né... Aqui é normal. Claro, levando em conta as proporções deles as coisas podem ser catastróficas... Vou me cuidar e não me meter em confusão... prometo – sorriu, acariciando a barriga quando Chloe apontou pra ela. Mal sabia que estava prestes a se meter em uma confusão bem grande....

    Quando encontraram Shaw,  ele faz um comentário que a intrigou, mas logo explica o motivo de ele ficar “surpreso” com elas.  Ele também explicou sobre a bebida, Sam deu de ombros – Bem, se é pra beber, que seja algo de qualidade e que possa tentar te deixar tonto – ela ri, imaginando quantas garrafas de Whisky era preciso pra deixar um lobisomem bêbado.  Assentiu ao comentário de Chloe sobre o quarto encontro. Talvez até fosse mais tranquilo... Até então tinham sido coisas meio arranjadas ou em ambientes loucos como aquele da festa.

    - A gente foi colocada nisso, sem muita escolha. Não nisso – indicou a festa – mas em toda a coisa de ter o sangue de vocês... ah, você entendeu. Não sei se temos fibra ou sabemos agir sob pressão – Sam da uma risada, bebendo o restante do suco enquanto andavam, pensando nas palavras dele sobre se darem mal por terem fibra.

    Chloe comentou sobre ela ter mais humor e Samantha negou – Acho que você só escolheu a bebida errada. – sorriu. Sam costumava usar da bebida, no passado, pra se entrosar mais. Talvez se estivesse bebendo, estaria junto ao pessoal dos dardos meio pelados.

    Quando outro homem desconhecido chegou no grupo, Sam pediu licença e se afastou.

    ----

    ~Na pedra da Raposa / No Ponto de táxi ~

    Interação com Connor e Richard:
    Samantha não tava esperando que fossem ficar de amorzinho após a foda no meio do mato... Mas Connor mudou de excitado e sexy pra paranoico e apressado em dois segundos. Começou a juntar as roupas dele no chão, falando um monte de coisa que nem fazia sentido pra ela e  indicando pra ela subir nele de novo. Imaginou que voltariam para o churrasco... E aquele final estranho de uma noite legal ficaria pra trás... Mas as coisas só pioraram. Ela só reparou que não era o caminho de volta quando viu que estavam chegando numa caminhonete e não na entrada secreta da casa.

    - Eu não vou entrar aí, tá doido? – O cara tava agindo muito estranho... Não queria entrar no carro com ele. Ouviu sobre um “plano” quando ele falou no telefone e começou a achar, realmente, que tinha caído no papinho dele. Acabou entrando, por não fazer ideia de onde estava... A bolsa tinha ficado no churrasco, nem conseguiria chamar um Uber dali.

    Mais palavras que pra ela não tinham contexto. Que explicação ele precisava dar? – Cara, isso tudo é por que você me comeu? Relaxa, não vou chegar espalhando pra tua esposa não – era o que tava parecendo pra ela... – E você fez isso pela alcateia? Que tipo de tarados são vocês... – já tava soltando o cinto, pronta pra pedir pra ele a deixar sair. Por sorte, um ponto de táxi tava logo a frente e ele parou antes de ela falar. Deu um tapa na mão que surgiu em frente a ela, com dinheiro.

    - Vai a merda, Connor... você.... – Começou, mas parou. Não valia a pena compartilhar mais algo com ele... Ele tava fugindo. Mesmo depois de prometer que ela não tava sozinha. Pra que fazer toda aquela merda então? - Não importa.

    Pegou o papel de forma nada delicada e saiu da caminhonete, sem nem responder às últimas palavras dele. O lobo tava fazendo zero sentido pra ela.

    Esperou ele vazar com o carro, se sentando em um dos bancos, com raiva explodindo em sua mente. Amassava o papel entre os dedos, quase decidindo por jogar ele fora, mas por fim abrindo pra ler. A cabeça ficou ainda mais confusa. Além dos Totens e algumas coisas que ela via, não sabia que existiam espíritos capirotescos capazes daquelas coisas. Tinha tanta coisa que precisava aprender ainda... Agora ainda fazia parte de uma alcateia que o alpha fugiu e o resto nem devia saber o motivo do convite.

    Sentiu a cabeça doer. Procurou o celular no bolso intintivamente, mas não tava de calça... Por que cismou de ir de vestido naquele dia? E usar bolsa e tudo mais...

    Apoiou a cabeça na mesa, esperando algum táxi aparecer.

    ***

    Quando ouviu um carro parar e viu que não era um táxi, já foi se levantando pronta pra correr. Só faltava ser assaltada naquele dia. Ao ver que era Richard, se sentiu aliviada. Enfiou a carta no bolso interno da jaqueta, e se aproximou.

    - Eu tava querendo ir pra casa... Cê tá indo pra vila? – perguntou, torcendo pra que sim. Não sabia se conseguia lidar com o churrasco depois daquilo tudo.

    Após a resposta, entrou no carro, sentando meio encolhida. No caminho, não falaria muito se ele não perguntasse. Só perguntou uma coisa:

    - Tem o número do Shaw no seu celular? Posso mandar uma mensagem pra ele?

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    Casa dos Algozes - Página 5 Empty Re: Casa dos Algozes

    Mensagem por GodsCorpse Qua Fev 03, 2021 3:37 am










    Franco gargalha com a piada da garota. Sequer estava tentando - Tá manjando dos truques. Beleza, tenho mesmo, salvo como "Lobinha de Dover", heh. - ela ajeita a placa - Teu cu guria. - falou no tom mais amigável possível, com um sorriso. Era besteira. Mas, antes dela sair, segurou a cadeira e olhou de canto para ela antes de se aproximar agachado - Não acha que te esqueci garotinha... E você? Cê saiu daquele buraco, carregando as tripas no antebraço... E outra... Tô cheirando tua mudança. O que tá rolando? Não precisa me dizer, mas não me engana.





    Shaw escreveu:Eu não sou o melhor cara para escutar uma conversa e devolver algum bom conselho, mas estou na área. Se você preferir só cair na porrada ou fazer alguma merda para espairecer, aí minha ajuda é mais útil ainda.

    - Mas que porra gay é essa Shaw? Logo tu? - caiu na gargalhada e pegou na bunda do Shaw e largou rapidão quando o irraka o afastou - Heheheheh... Asia veio nesse mesmo papo. Era isso que a Amy tava falando contigo? Não vi que tu fez mas se o que tua cara me diz, pesou, né? Eu me meti fundo a enfiar as garras no cu do espírito que tava fazendo aquela merda toda esperando salvar alma de todo mundo e minha parceira saiu nas rodas. Vocês foram pela surdina, o que aconteceu? Aqui. - deu um tapa com as costas da mão no peito do Shaw.


    Mais tarde...


    Franco recebeu cada um dos participantes que chegava com entusiasmo de uma criança como chegassem no seu aniversário. A placa incomodava cada vez que alguém olhava para ela, claro, mas como os pelos do peito estavam saltando para fora, ele fingia para si que era seu peitoral que estavam olhando. Quando a festa já havia começado, Seb tinha que chamar atenção dele de vez em quando, especialmente quando usou uma faca no arremesso de dardos.



    Connor escreveu:Era dela que eu tava falando cara, mas chega com cuidado, ela consegue ser mais escrota que você.

    - Heh, cê suberestima- soberestima- superestima, não subestima caralho, meu poder. heheheh. E é sua lua brother, aquieta os quengo. Millie te arranca o outro olho e fode o cego com areia. - Francis chega se aproximar com dedo para cutucar a órbita vazia, mas deixa de fazê-lo antes que fosse perto demais ou o protesto de Connor, o que viesse primeiro.



    Sam escreveu:Ainda longe das bebidas?

    Shaw escreveu:Primeiro em uma reunião bem intensa, depois na praia, num encontro arranjado esquisito pra cacete.

    - É sério que tá perguntando isso para um escocês? - o cahalith levantou a garrafa que tinha atrás dele - Um golinho para o bebê não deve fazer mal. Olha eu. - apontou para si antes de cair na gargalhada de novo - Porra, teve a praia. Eu juro que era para eu ter ido e devo ter me confundido. Água jorrando. Bar. Mesma coisa. Mesmo sonho da dona lua. HEH!


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    Mensagem por Bravos Qua Fev 03, 2021 10:28 pm




    Axel Brown

    Ele escreve: Acredito que caçar isso sozinho é sinônimo de sucumbir à essa loucura infecciosa para Meninnas. E depois: Confio em Franco, mas não quero expô-lo ao risco. Se for preciso posso encontrar um caçador cahalith de fora, que não esteja influenciado pelo que quer que seja. Ele parece pensar um pouco no que escreveu. E continua: Ou um outro, se for expressamente impossível que seja um Meninna. Por que precisa ser um cahalith? Era evidente que o elodoth tentava compreender as articulações que precisaria fazer. Ele estava disposto. Só precisava pegar o fio da meada.

    * * *

    Antes que pudesse responder, Olena estava revoltada e sumia. Agora parecia evidente que as penas auto impostas iam atingir não só ele, mas os que ele amava. Deixou a confusão tomá-lo um tempo. Ela ressurge então com um presente e um abraço que Axel não nega. Provavelmente serviria melhor que os analgésicos de Connor. Ele não o abrevia e quando o finaliza, dá um beijo na testa dela. Um sorriso atravessado enquanto pega nas mãos a caneca. Ele a olha com afinco. Coisas feitas com as próprias mãos. Ele pensou isso e imaginava que ela havia lido seu pensamento de certa forma. Axel gira a caneca, olhando-a de todos os ângulos possíveis. Era visível a satisfação. Ele pega então o celular e digita, enviando uma mensagem para Olena, então aponta para a bolsa dela. Podemos conversar, só vai ser mais quieto hoje. Isso vai passar.

    * * *

    A coisa começa a ficar louca na festa. Judas estava feliz da vida queimando erva como se fosse invocar Jah no corpo de Bob Marley a qualquer momento. As pessoas tiravam a roupa e bebiam. Axel estava no canto, com Olena. A dor ainda incomodava. Quando Shaw passa e lhe fala nos seus pensamentos, ele responde: "Isso é uma maravilha, mas relaxa, não vou te fazer porta voz hoje. Mas quando formos discutir os territórios com Richard e Amy, vai ser sua voz que vão escutar.

    Sam e Chloe também chegaram e Axel acenou só de longe. Talvez ficou ressabiado quando Connor e a grávida se afastaram. Enviou mensagem para Olena: Isso não vai prestar... Limitou-se a isso porém. Cada um festeja da sua maneira. Depois enviou uma outra mensagem: Aliás, olha o que eu fiz. - Puxou o maço de cigarro. Era fumo com algumas ervas locais. Umas medicinais, outras aromáticas. Nada de maconha. Acho que dá para melhorar a mistura de fumos, mas você que é a conhecedora dos produtos locais.






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    Mensagem por Faor Qui Fev 04, 2021 11:50 am






    Casa dos Algozes - Página 5 268_2610



    - Willian, vamos em frente com isso. - Ele nunca esperaria saber tudo, controlar tudo, antes de dar um passo. - Você conhece a Torre e me conhece, pelo menos um pouco. Sua avaliação sobre eu ser útil ou não é melhor que a minha. Sim, eu prefiro caçar, mas meu sangue ferve e me joga na direção de enfrentar os putos. Construir vantagens para bater mais forte é óbvio demais para eu recusar. - Shaw só acena concordando com a importância do juramento. As dúvidas que ele teve sobre os territórios ele não comentou.






    - Não é bem vinda? - Shaw recusa o comentário de Amy, mas claramente não quer discutir. - Aqui não tem isso, não pode ter. - Ele cai no jogo dela mas ela se desarma antes dele tentar puxá-la de volta. - E não vai demorar. - Ele sabia que logo teria que discutir fronteiras dos territórios com ela. Ficou plantado vendo ela se afastar, muito pais interessado nos contornos dela do que do território...






    Para Axel ele apenas acena com a cabeça, concordando. Logo depois Francis sacaneia ele. - Cara, você foi com uma escopeta e eu com os dentes. Fosse o contrário, era eu com a plaquinha. Acho que cada um fez o que tava no alcance... o julgamento aqui, não era entre a gente... - Ele nem investiu na linha de raciocínio. - Eu vou te dizer uma coisa... eu não tô usando uma placa porque eu tô cagando para como outros vão olhar pra mim. Também não vou cortar nada fora, não vai fazer eu ficar pensando mais ou menos no que eu fiz. Mas cara, eu enfiei a pureza no cú. Não preciso falar sobre, saca? Eu sei o que eu fiz, minha reprovação já é suficiente.






    Ele ria e conversava com Chloe e Sam. Só faz um brinde pelos comentários sobre whisky. - Todo mundo foi colocado nisso. Um dia a gente fala sobre o nascimento dos Algozes do Escuro... Eu costumava chamar de expresso do rio da merda, era um bom nome, eu ahco. Parecia que não tinha nada mais para fazer além de mergulhar de cabeça. - O irraka não parece se importar muito. - Sobre dar conta ou não, isso vocês vão descobrir um segundo depois do ideal, não é? Mas até aqui vocês não estão evitando esse mundo maluco... bem vindas ao expresso!

    Francis se aproxima e Shaw apenas ri e aproveita para tomar seu whisky tranquilo. - Porra Francis, sério que você confundiu isso?! Cacete. Aí você deixou o Connor ser o cara legal da alcateia... surpresa elas terem vindo aqui hoje. - O tom claramente era divertido. Na sequência ele se esquiva da aproximação de Simon. - Esses caras sabem extravasar, nós somos os caretas. Samantha, Chloe, esse é Simon. - Ele vê o efeito que o outro Garra provoca nas meninas e abraça ele o afastando delas, usando o whisky como chamariz para apontar para onde tem mulheres com menos roupas. Shaw definitivamente não está para extravasar ali.

    Ethan, é você?:

    Shaw está na boa. Não fica bêbado, não tira a roupa, não gruda em ninguém. Circula com galera e só está esperando chegar a porra da cartinha do grandalhão.



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    Casa dos Algozes - Página 5 Empty Re: Casa dos Algozes

    Mensagem por Wordspinner Qui Fev 04, 2021 1:59 pm

    “Mas e se já for louco?” Ele lê as outras palavras de Axel e o rosto dele vira de um lado para o outro. "Você ainda não viu um cahalith caçar a presa dormindo, não é? Fantasma, deixa eu te contar um segredinho, tem mais do que dois mundos onde eu você podemos caçar... O cahalith estende o seu faro por um caminho diferente." Ele devolve o papel para Axel. "Eu acho um, minha alcateia é grande e o Sindicato maior ainda. Só não vai ser tão rápido quanto eu gostaria. " Ele olha para a casa esperando Axel escrever de novo. "Não sei qual é a ligação dessa coisa com vocês, mas aposto que funciona melhor pessoalmente. Quando Lyall veio pra cá achei que ela tava escolhendo um caminho mais seguro. Irônico isso."

    --

    Olena dá língua para Axel, depois segura o rosto dele. "Quando você tiver bem vou gravar a sua voz. Me manda uns audios bem bonitos e melosos." Ela faz uma careta. Mais tarde com os outros ela passa o fumo na mão. "As plantas são coisas do Sebs, ele nem parece, mas é tipo muito bom de química. Especializado em lobos sem noção." Ela cutuca Axel com falsa acusação e um sorriso bobo. "É melhor eu nem fumar hoje." então ela fala bem baixo "Eu tenho medo da Ash e ela tá fumando."

    A mensagem sobre Sam e Connor ela responde pelo celular com carinhas bravas. Desde esse momento os olhos dela ficam sempre procurando Emillie.

    Ela faz questão de manter a caneca nova cheia. Sempre cheia e se Axel demora para beber ela o ajuda com goles bem pequenos muitas vezes.

    --

    Simon sorri para Chloe e é levado para longe por Shaw sem resistir. "Meu amigo, vocês deviam ter chamado mais gente. Chaya não gostou nada de não ter sido convidada." Ele aceita a garrafa. "Eu não ia passar a chance de espiar vocês. " Ele diz com um sorriso botando a garrafa na boca. Ele coloca a mão no ombro de Shaw como quem pede tempo. "Se o seu traidor tiver realmente feito algo pesado, a gente pode ir atrás dele por vocês. É só falar." Ele diz como quem fala sobre dividir a conta do chope. Leve e com camaradagem na voz.

    --

    "Mudar é inevitável. Atualmente eu to querendo mudar de duas rodas para duas pernas. To tentando fazer o certo e se eu tivesse na sua pele ia me preparar pro mundo virar de cabeça para baixo. Tem um monte de jogos na mesa e não dá pra acompanhar tudo. Cê tá cercado de mestres do ferro, alguma merda tem que mudar, garotão." Ela empurra a cadeira. "Te ligo quando eu der os primeiros passos. Se eu não tiver ocupada demais dançando." Dessa vez ela não ri.

    --

    Francis sente as batidas estranhas no ombro quando George o cutuca com o dildo recuperado. "Oh herói, disseram que é o brabo." Ele diz balançando o consolo como se fosse uma arma. "Me salva da sobriedade e diz onde tá a pinga boa." A cara seria se transforma em um riso ébrio. George explode em uma gargalhada enquanto olha para as pessoas em volta para ver se também estão rindo.

    Hild aparece atrás dele puxando a sua camisa que George tinha posto no bolso. "Vai ter volta." A voz cheia de ameaça enquanto ela coloca a que tinha perdido no jogo de tiro ao alvo.

    --

    "Aproveite a noite então Ed. Amanhã temos apresentações a fazer. Amanhã a noite espere uma visita. " Ele aperta a mão de Shaw e depois aponta para o seu telefone no bolso. "Não vou deixar de avisar."

    --

    Shaw escreveu:Aqui não tem isso, não pode ter.

    "Não foi você que fez os convites. Eu sei disso." Ela também não parece disposta a insistir. A voz é baixa e soa arrependida.

    --

    Os minutos correm rápido, um atrás do outro. Silvia segura Axel primeiro com cara de que vai falar algo sério. Os seios a mostra fazem cada movimento ter gravidade. Para alívio de Axel Olena fica com os olhos grudados nos piercings. Porém Silvia ao invés de falar alguma coisa séria, olha Olena de cima a baixo. "Tá bonita hoje do bar. " Depois se virando para Axel "Não deixa ela solta, Simon tá por aí e ele não perdoa..." e então ela sai como se nunca tivesse outro objetivo.

    Assim que ela se vira Olena ia falar algo, mas ela espera alguns segundos olhando a outra ir. "Ela mora com você?" Ela tenta deixar a voz inocente, mas o ciúme é claro. "Ela anda assim o tempo todo? É tudo plastica, não é?" Ela não espera Axel responder e quase continua falando mais, porém inesperadamente abraça o elodoth. "Esquece, eu to sendo uma idiota doida. Não quero ser uma idiota doida. Mas porra..." Ela fala sem largar ele. "To curtindo essa sua onda de silêncio." Ela se deixa afastar só o bastante para olhar ele com uma cara travessa.

    --

    Francis e Shaw estavam juntos quando Silvia os alcança. "Meninos, me ajudem por favor. A Millie tá procurando o grandão e eu to com alvo a vista e ela tá atrapalhando..." Silvia olha para Emillie que está se vestindo da forma mais sexy que vocês já viram ela se vestir. Produzida para algo especial. "Não vejo ele faz um tempo e ela tem essa coisa que deixa vocês doidos e vai ser tudo mais divertido quando ela tiver trancada num quarto com ele. Agora diz aí, onde ele tá?" Ela não se incomoda de botar roupas. Ela só está vestindo uma calcinha já que perdeu todo o resto nos dardos. Shaw estaria aproveitando o show tanto quanto Francis, mas nesse momento o irraka sabia exatamente onde Connor estava e também sabia que Sam era um deles e ele sabia exatamente o que os dois estavam transando no mesmo lugar. "Olha, eu vou tentar levar alguém pra um teste drive, mas eu arrumei ela toda. TO-DA! Mas não pra ficar chupando dedo sem nem poder beber." Ela não espera uma solução de verdade. Ela ouve os urathas só por um instante antes de ir fazer companhia para Emillie contrariando o que tinha acabado de dizer.

    --

    Richard dirige em silêncio por um tempo mesmo depois das perguntas de Sam. Eles passam pelas ruas tranquilas. A iluminação pública é a única mudança do lado de dentro. Ele anda devagar, não como uma velhinha meio cega, mas como alguém sem pressa. Sem nenhum compromisso ou pressão. "Posso te emprestar o celular." Mas ele não voluntaria nada. "Eu não li esse bolo de papel amassado. Mas acredita em mim, eu sei reconhecer um covarde quando eu vejo um." Ele faz uma curva suave e Sam sabe que ele não está indo para a vila. O magrelo tira o celular do bolso, um pedaço mal tratado de plastico arranhado."Eu vi um covarde metendo o pé hoje. Eu to dando carona pra outro ou posso guardar o telefone?" Todas as palavras tem a mesma intonação. Calma. Ponderada. Como se ele falasse sobre escolhas para o almoço. Ainda menos intenso que isso.
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    Mensagem por thendara_selune Qui Fev 04, 2021 3:39 pm

    (Enquanto via Shaw se afastar delas Simon, Chloe agradecia com os olhos pelo gesto e  então viu Axel bem acompanhando as cumprimentando de longe. Ela acenou educadamente, enquanto aproveitava o momento em que Shaw falava aquilo apenas para dar um sorriso gentil em brinde às palavras dele que lhe faziam criar muitas teorias na mente. Quando vê o outro homem, ela se limita a dar mais um sorriso. Simon recebe dela um olhar de reprovação bem evidente.)


    — Seria impossível não notar o quanto eles sabem extravasar (Ela parece ainda desconfortável com Simon. Porém em uma atitude nada típica pega a garrafa das mãos de Simon assim que ele acaba de beber, para ela mesma beber um gole. Não havia malícia nela, na verdade existia uma necessidade de não se intimidar mais diante de qualquer um deles. A voz  é agridoce, cheia de coisas que só alguém que a observasse muito entenderia.) —  Sobre seu líder…(Ela fica pensando se deve falar algo, mas acaba dizendo o que pensa) admito que ele me causou uma péssima impressão, agindo como se fosse um executor em uma cela escura, mesmo após falarmos que não diríamos nada sobre isso(Chloe olha o entorno deixando claro que falava sobre lobisomens) —  Não aprovo ameaças vindo de um sujeito que nem sabe quem sou, imagino que nem deveria falar dele assim, já conheço o temperamento explosivos de muitos de vocês, mas mesmo correndo o risco, me prometi há um tempo não tolerar esse tipo de coisa de novo!(Chloe não desvia o olhar deles, havia uma certa afronta no tom de voz dela. Aquela mulher aparentemente tão frágil parecia decidida a não ceder a ninguém ali)




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    Mensagem por Bastet Qui Fev 04, 2021 8:12 pm

    SAM:


    Samantha
    Doiley

    Spoiler:
    Povo, resolvi pular parte da Sam antes de sair do churrasco. Considerem que ela ficou de papo com Chloe, Shaw, Franco e Axel até que ela foi atrás do Connor (fazer merda kkk).

    ~No carro do Richard~

    Samantha tamborilava os dedos na porta do carro, sem dizer nada após pedir pra ele o celular. Quando ele se manteve em silêncio, mesmo assim, ela suspirou, olhando pra fora... Estranhando o caminho que ele tomava. Entendeu pra onde ele tava indo quando o homem começou a falar.

    Se ajeitou no banco, fechando os dedos de uma das mãos, irritada com outro palestrinha querendo dizer a ela como levar seu próprio destino. – Olha, eu não faço ideia do motivo de você aparecer naquele ponto de táxi logo depois de me deixarem ali. Ou o quanto você viu e ouviu – respirou fundo – E isso é bem creepy ficar stalkeando os outros. Mas o que está nesse papel que você não leu e nem vai ler, diz respeito  primeiramente  às pessoas a quem ele é destinado. Minha alcateia sentiu um arrepio ao dizer as últimas palavras. Era estranho... Mas soava como uma verdade incontestável, após ela dizer em voz alta. – Depois, o que eles vão fazer com a informação, já não tá na minha mão.

    - Eu sei que estou vivendo na sua vila,  onde todos vocês me acolheram com carinho e eu sou grata por isso. E já disse que quero ir pra lá. – Além da raiva por ser chamada de possivelmente covarde, não parecia mudar de opinião – Se for um problema que eu fique lá, eu amanhã procuro um apartamento – pegou o celular que ele tinha oferecido. Procurou o número do Shaw.

    Mensagem:
    Oi Shaw. É a Samantha. Me encontra depois das 3am na praia. Traz os meninos se quiser, mas acho que pode dar merda.  É sobre o Connor.

    OBS: Deixei minha bolsa com meus remédios e meu celular perto de onde estávamos conversando. Se encontrar, traz por favor. Esse celular não é meu, não responde pra ele.

    O Richard me deu uma carona. Se sentir meu cheiro aí perto da casa novamente, ele me levou de volta pro churrasco contra minha vontade.

    Escolheu um horário em que daria tempo de tomar um banho, trocar de roupa e por os pensamentos no lugar. Apagou a mensagem após aparecer que ela foi enviada e devolveu o celular para Richard, vendo se ele tinha tomado o caminho de volta.






    Não era a primeira vez que recebia aquele tipo de olhar que estava recebendo de Richard no momento. Muito recentemente o médico tinha feito a mesma coisa. Sam detestava aquilo. Talvez estivesse alterada por toda aquela coisa que tava rolando... Mas as palavras de Richard não tocaram seu coração como ele deve ter pensado que atingiriam. O tamborilar dos dedos na porta do carro aumentava a medida que ele falava coisas desconfortáveis sobre ela. Se ele olhasse atentamente, poderia até ver algumas lágrimas querendo se projetar do olho dela, mas Samantha pisca e elas não estão mais lá.

    Ela não fala nada.  Nem quando virou na rua nada agradável. Nem quando parou no beco bastante perigoso. Claro, ele podia sentir ela ficar com medo daquilo... Mas ela não falou nada.

    Quando ele saiu do carro e foi pro outro, ela hesitou um pouco.  Talvez ele visse ela socando o painel se tivesse prestando atenção. Logo saiu, ajeitando a jaqueta e andando até o outro carro, entrando no banco do carona e sentando.

    - Tá bom – foi tudo o que disse. Se sentou meio encolhida no banco, com os braços estirados pro lado do corpo.

    Veria ele retomando o caminho com o novo carro roubado. As ruas estranhas sumindo e as ruas mais conhecidas tomando o lugar, depois de um tempo de silêncio constrangedor. Quando visse que estava em um lugar conhecido e mais ou menos movimentado, pousaria a mão no freio de mão do carro, sem alarde... Pois já estava ali do lado.

    - Para o carro – fala, com muita calma. Se ele falasse algo, se mexesse pra fazer qualquer coisa que não parar o carro, ela apertaria o pino do freio de mão e tentaria fazer ele parar a força. Levando em conta que ele tava dirigindo, ela tava quieta e a mão muito próxima, acreditava que ia conseguir.

    - Você é bastante presunçoso, não é? – pergunta, olhando Richard nos olhos. Não explicou o porquê disse aquilo – Se tá todo mundo sabendo, pra que essa urgência em me levar de volta? Você não seguiu o Connor atoa – solta o cinto. Caso tivesse conseguido fazer ele parar o carro, abriria a porta – Valeu pela carona – e sairia, batendo a porta e se abaixando com um pequeno sorriso, na direção da janela.

    - Você pode até me achar covarde, mas idiota eu não sou – e fez um gesto antes de começar a andar. Dali, imaginava que conseguiria chegar na vila, no haras ou na praia... O que fosse mais perto.

    gesto:
    Casa dos Algozes - Página 5 68077abcbb4a6b6bb87d5c58452624ad8a39f800r1-245-245_00 Casa dos Algozes - Página 5 9afc03848db18336d813b3dc3db87170630f6c24_00

    Mestre lê aqui:
    Mestre, se por acaso ele não parar ou ela não conseguir puxar o freio de mão, cê pode considerar até a parte que ela ainda não saiu. Ou se quiser eu altero esse finalzinho. Só me avisar


    Quando o homem acelerou o carro, Sam se assustou. Com isso e com o grito dele, fora de toda compostura que havia mostrado antes. Logo ele não deixa a mulher desistir de parar o carro, devido a velocidade... E o veículo roda na pista. Ela, sem cinto, sentiu o corpo bater contra a porta... Tudo parecia em câmera lenta. E muito rápido... Difícil de explicar.

    Ao parar o carro, ele veria ela abraçada na barriga, com uma mão na parte em cima do porta-luvas, com receio de voar pela janela. Sua mente estava trabalhando de um jeito estranho. O medo parecia não tá ali, onde devia tá. Sabia que a situação toda era perigosa, mas não tava se cagando.

    - Puta que pariu, Richard! – disse, olhando com mais raiva pra ele,  realmente tentando a porta quando avisou para não o fazer. Ia xingar alguma coisa, quando ele perguntou para onde ela iria. O tom era raivoso também, os olhos dele, mesmo de relance, estavam amarelos e ferinos... O volante tinha sido quase destruído pelas mãos dele.

    - Pra onde eu quero ir? Você deve tá me zoando – falou quase pra si mesma, enquanto ouvia a voz dele mudar de feral pra humana de novo. A mão apoiada no rosto, fazendo carinho na têmpora – Você me pega, diz que sou covarde por não levar isso tudo a público... Me leva pra porra de uma boca de fumo em um carro roubado sem nem me falar nada... Quase sai de lá sem mim. Acha que eu ia pensar o que, caralho? Puta que pariu – segurou uma risada que queria sair de seus lábios. – Eu pensei que você ia sair me arrastando pelos cabelos naquela casa, inferno! Ou deixar a porra de um traficante me comer até ficar com a porra do pau assado e me largar em qualquer esquisito dessa cidade.  – supirou, prendendo o cinto.  – Sabe que não consigo ler seus pensamentos né? – Ela cruzou os braços,  olhando pela janela.

    - Em casa – respondeu à última pergunta dele. Ainda tava muito cedo pra ir pra praia.



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    Casa dos Algozes - Página 5 Empty Re: Casa dos Algozes

    Mensagem por Wordspinner Sex Fev 05, 2021 12:02 am

    Sam:


    Sam escreveu:Olha, eu não faço ideia do motivo de você aparecer naquele ponto de táxi logo depois de me deixarem ali. Ou o quanto você viu e ouviu


    "Obrigado." Dá para sentir uma satisfação genuína.

    Sam escreveu: E isso é bem creepy ficar stalkeando os outros.

    "Obrigado de novo."

    Quando ela pega o celular ele sorri como criança que ganhou brigadeiro. Ele pega o celular de volta e coloca no bolso onde pegou. "Esse argumento da alcateia é bom. Mostra que cê não entendeu nada, mas é bom. Vai ver ele muitas vezes ainda justificando todo tipo de bobagem. Porque ele cola com a gente. Com o povo." Ele entra em uma rua nada agradável. "Eu te machuquei e você ficou cheia de espinhos. Doeu tanto que você tá querendo fugir da vila correndo. Tentando me machucar de volta, se afastar." Ele faz uma outra virada pior que anterior. "Mas quer saber? Fica com essa, doeu mesmo essa retração. Nossa hospitalidade ainda tá de pé. Nunca vacilou." Ele desfia um pouco a manga da camisa. "É a sua primeira vez. Mas aquele cara foi embora, a essa hora o pessoal todo já sabe. Sua alcateia. A garota gravida é sua alcateia, a que ele deixou pra trás. O imigrante que não fala inglês. O músico maconheiro. A policial pelada. O traficante medroso também." Ele para o carro no pior lugar possível. Você consegue ver os traficantes dali.

    "Eu sou um covarde. Todo mundo sabe. Você ser uma covarde também não quer dizer que eu te odeio e te acho nojenta, sacou? Mas pensa na sua alcateia e dá o seu primeiro passo com algum orgulho. Agora a gente deixa esse carro roubado aqui e pega outro, pode ser?" Ele não espera a resposta de Sam. Ele só sai do carro sem levar a chave. Por um segundo a ideia de pegar o volante e fugir dali... O carro tá sem chave e morre assim que ele dá dois tapinhas no capô. Como quem faz carinho em um gatinho. O irraka não espera e nem corre, mas anda até um carro próximo. Ele não olha pra ver se ela tá seguindo. Ele anda como se o lugar fosse dele. Como se o carro fosse dele. Ele abre a porta sem usar chave. O motor liga e as duas mãos dele estão no volante. Cinco dedos da mão direita levanta... quatro... três... dois... O carro sai devagar sem reclamar. As duas mãos dele ainda no volante.


    --

    Quando ela diz para o carro ele rosna alguma coisa e o cinto de Sam solta. Mas o pé dele já estava até o fim no acelerador. A mão dela sentindo o freio vibrar com o motor. "Vai porra! Puxa!" Ele grita com olhos amarelos. O rosto vermelho irritado. Ela aperta o botão sentindo o braço tremer. Ela ia puxar? A mão dele se fecha sobre a dela e puxa com um rosando cheio de raiva. Ela ouve ele gritar e sente o carro virar bruscamente.

    Ela não sente o carro capotar, ela nem sente que fechou os olhos. Ela sente o veiculo desacelerando. Chegando perto do meio fio com calma de novo. "Parabéns, é isso? Vai me ameaçar agora? Sabe quem ia sair andando e quem ia ser raspada do asfalto, né? Porque eu perdi o suficiente essa semana pra você tirar a porra da minha paciência!" No começo ele faz a congratulação genuína, mas no fim dá para ver ele lutando com a raiva enquanto aperta o volante arranhado. "Nem tenta a porra da fechadura." Ele bate a cabeça no volante e fica um segundo ali. "Não quer mais ir pra vila? Diz onde você quer ir e eu te deixo lá. Mas não. Você não vai ficar sozinha agora." A voz dele ainda inumana e cheia de raiva. Ele respira e levanta o rosto sem olhar para Sam. "Tá cheio de puro por aí, tá ligado? Você só sai desse carro pra um lugar seguro e foda-se o que cê tá pensando. Pode me dizer onde cê quer ficar? " Finalmente a voz vazia e calma que ele normalmente tem.


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    Casa dos Algozes - Página 5 Empty Re: Casa dos Algozes

    Mensagem por GodsCorpse Sex Fev 05, 2021 10:21 pm










    Se a festa já não tinha alcançado algum ápice, a aparição do George e seu consolo mágico - Mcleary, cê achou o brinquedinho do Connor. Eu estou tão orgulhoso de você. - Franco encara aquilo com olhos arregalados e um sorriso debochado. Mesmo com a cara séria, não tinha George a sério e apenas gargalhou um pouquinho quando o outro cedeu ao riso interior - Cuidado para não perder e, se perder, cuidado onde sentar. - alcançou para ele uma garrafa de algo um pouco mais pesado para dar um gole.


    Hild chega, ótima vista, Hild sai se vestindo. Connor citou, opção na reta. Uma mulher que poderia dar uma surra no Franco, isso ele gostaria. Mas... Connor zicou tentado criar essa química previamente. Toda vontade que Francis poderia ter antes agora está perdida - Ouvi valar que tem histórias boas para me contar, Georginho. É verdade?


    Em outras, Silvia vem perguntando do Connor e Francis imediatamente tampa o nariz diante da garota dele. Na cabeça (levemente) embriagada dele, qualquer coisa pode ser um problema - Pô Silvia. Para de passar vergonha: essa calcinha não combina com sutiã, tem que tirar. - riu e então absorveu a pergunta do Connor. Olhou para um lado, olhou para o outro, olhou para o bolso - É não... Não vi. Nem vi a outra guria mais também. Pessoas tendem a ficar invisíveis quando a festa está esquentando, não?


    Ele volta a sorrir. O sorriso desconfortável que faz as pessoas evitarem ele na rua. Era piada? Era intuição? Estava sendo inocente com que dizia? Nem ele sabia.


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    Mensagem por Bravos Dom Fev 07, 2021 1:52 pm




    Axel Brown

    Axel pensa. Ele não tinha uma resposta, mas respondeu ainda assim: Ao que parece, isso só afeta os Meninna em Dover. - Era o que sabia, afinal, não estavam todos os caçadores das trevas corrompidos. William dizia que ele mesmo acharia o cahalith. Axel responde: Não me oponho. Agradeço. Só me deixe fazer alguma coisa. - Não poderia ficar de braços cruzados e não ficaria. Se William pudesse direcionar sua ação, ela seria útil. Não adiantava fingir que ele sabia o que fazer. Você acha que aquele não-lugar corruptor estava de alguma forma ligado a isso?

    * * *

    Continuava digitando mensagens: Você me dar língua é uma forma pesada de bullying. Envia a mensagem sorrindo com a auto chacota. Esse fumo ai não é como o do Judas. Nada entorpecente. - As pessoas em geral estavam gostando do que Judas tinha arranjado. Axel olha para Ash e de fato é inusitado. Por que ela te assusta?

    * * *

    Quando Silvia chega com seus seios à mostra, é até difícil não dar uma conferida. Os olhos de Axel escorregam para ver os de Olena que parecem ter tanta dificuldade quanto ele. A policial diz para ele ficar alerta, ele pisca um dos olhos e bate a mão no próprio peito como que dizendo 'deixa comigo'. Olena pergunta se ela mora com eles. Ele ri. Dói um pouco. Mas ele balança a cabeça negativamente e cruza as mãos diante de si, negando. Quando a pergunta é a plástica, ele dá de ombros. Ela o abraça e ele retribui. Quando ela diz que é uma idiota, diz que o curtiu mudo e sorri travessa, ele pousa a mão na cabeça dela, bagunça o seu cabelo e termina escorrendo a palma na mão no seu rosto. Ele também sorria.






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    Casa dos Algozes - Página 5 Empty Re: Casa dos Algozes

    Mensagem por Faor Dom Fev 07, 2021 5:34 pm






    Casa dos Algozes - Página 5 268_2610



    Shaw se despede de William e Amy. Os dois trouxeram mais sabor para a noite do Garra do que qualquer outro. Até agora.

    A ruiva brilhava enquanto esboçava uma crítica à postura do alfa. O esforço era nítido e ela mantinha sua presença. Shaw apenas sorri e pisca um olho para ela enquanto afasta Simon. Ela logo tenta se impor e ele aprova enquanto abre distância de vez.

    Quando Sílvia chega perto deles, no meio da festa, Shaw fica quieto até Francis quase entregar o ouro. Ali Shaw já sabia de parte do que tinha acontecido e ele brinca com o outro Garra e a Parente. Ele aperta o ombro do irmão e mergulha o rosto atrás dele, se escondendo da policial. - Cacete Francis, circula, circula! Os dois tão juntos mesmo, porra. - O irraka só surrurra nas costas do Franco para mais ninguém ouvir.

    Depois disso ele encontra Chloe sozinha. - Mais cedo você falava do Connor e eu não vou aliviar a barra dele. Ele é um filho da puta às vezes, bem... Porque ele é bom em ser um filho da puta. - Não tinha nenhum sobressalto na voz, era um comentário qualquer. - Por que eu voltei no assunto? Relaxa... Antes de te falar isso... Bom, fiquei pensando um pouco. Não tem nada a ver ele ser o líder. Lembra que falei de papéis? - Ele já não carrega nenhum copo e observava os outros em volta. Daria para dizer que Shaw estava evitando a algazarra. - Guardião. Ele meio que tem que defender o jeito da gente andar. Pode ser fazendo merda ou não, mas tem o jeito certo de fazer as coisas. Não é minha vocação... - Ele sorri para ela. - Você vai ver um mundo de diferenças entre eles, mas Amy tem disso também. Pureza. - Shaw não se explica muito, estava meio reflexivo. - Ah sim.. por que? Bom, Sam já é um Algoz do Escuro. E eu não sou muito sensitivo, mas penso que o caminho de você não tá separado. - Ele ainda fala sem emoção na voz, como se mal se importasse. - E não tem essa de última chance, não tem pressão nenhuma, zero. Mas eu diria que AGORA é um ótimo momento para você decidir algo assim. - As últimas palavras eram cheias de paixão. Ele olhava no fundo dos olhos dela de uma forma intensa. Quem conhece o olhar do caçador sabe que ele imaginava como arrancar a vida dela da forma mais rápida e silenciosa possível. Logo ele sorri e abre os braços, dando um passo para trás, se afastando dela. - O alfa já te convidou e o nosso totem gostou do sabor do seu medo. O próximo passo é seu.

    Sozinho mais tarde ele recebe a mensagem da Sam e procura Francis e Axel. - A porra do Connor tá fazendo alguma merda, e é bem fedida dessa vez. Se vocês souberem para onde ele foi, é bom a gente conversar. Mas ele colocou a Sam para dentro do bonde cagando para Millie e agora a Sam está com medo do Richard e com medo de chegar aqui. Ela está fedendo a medo e está muito puta da cara. E eu diria que ela não é nosso assunto mais importante nesses dias. Ainda assim, 3 da manhã na praia... - Há urgência na voz dele, e ele evita todos os outros presentes para conversar com os urathas dos Algozes.

    Shaw passa os próximos minutos avaliando a festa, as reações dos demais evita se distrair. Por mais de uma vez ele checa o celular e entrada da casa, esperando um sinal de Connor, de Sam ou de Richard. O irraka está em absoluta prontidão.



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    Mensagem por thendara_selune Dom Fev 07, 2021 9:57 pm

    (Os olhos redondos cor de âmbar cintilam. Após beber o Whisky se sente levemente tonta. Toca no ombro de Shaw antes de se afastar deles.Vê a loira desinibida com seios de fora, da com ombros, compreendendo que aquela altura tinha que entender que aquele grupo era o oposto do grupo de Durham. Ela pega uma outra cerveja, sentando-se longe da algazarra, estava cansada, a bebida a deixou relaxada, mas não deveria arriscar beber demais ali, mesmo que quisesse fazê-lo por vários motivos que tinha em mente.
    Algum tempo depois Shaw a aborda. Ela ficou em silêncio e ouviu os murmúrios suaves de ar que ela soltou pelo nariz delicado.Chloe definitivamente sabia o que significava aceitar aquilo, o que todos eles eram beirava a selvageria  e ela faria parte disso. Aquela intensidade no olhar dele parecia algo predatório, já tinha visto aquele olhar em outra pessoa há um tempo atrás antes da sua vida sair dos eixos.  Ela encolheu os ombros depois de um momento, olhando para frente, recusando-se a encará-lo.)


    —Me prometa que não vão me obrigar a ser companheira de ninguém,não quero ter filhos com um lobisomem e não vou aceitar que qualquer um venha me tratar como uma reprodutora ou um brinquedo!(Ela estava corada e trêmula) quero continuar trabalhando, tendo uma vida, não vou prejudicar vocês em nada e peço que cuidem bem da Sam...(A preocupação está na voz)e nunca ousem agir com violência conosco! (Ela soltou em um só fôlego havia medo na voz e inquietação enquanto falava). —Sei uma ou duas coisas sobre sua espécie, e no caso de não ter notado, eu sou um terço do seu tamanho.( Ela o encara agora com expectativa) — Se aceitar essas condições, serei leal e prometo ajudá-los no que puder...(Ele vai sentir o perfume do medo nela por mais que ela tente se manter calma diante dele)


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