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    A Viagem até a Cripta

    Lucas Corey
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    Mensagem por Lucas Corey Seg Set 11, 2023 1:02 pm

    OFF: Eu acho interessante se o Namfoodle NÃO perceber a Razzley ouvindo. Creio que esse mal-entendido (a Razzley achar que o Nam se referiu a ela como "Rainha da Morte") é a justificativa para ela acompanhar o grupo. Afinal, ela desconfia de que há algum tipo de conspiração contra ela e também que Nadien pode estar sofrendo ameaças ou chantagem para participar do engodo, e então vai acompanhar o grupo para salvar Nadien. Por mim, ela pode continuar acompanhando o grupo com essa desconfiança, e deixamos para resolver o mal-entendido quando ela já estiver dentro da Cripta, sem possibilidade de retorno...

    E será que o Nam vai ter de se preocupar com a possibilidade de um segundo membro da expedição atacar na calada da noite, além do Nimb? Pobre Nam! kkkkkk
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    Mensagem por Dycleal Seg Set 11, 2023 2:24 pm

    Garona te protege! Fica tranquilo
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    Mensagem por Dante Seg Set 11, 2023 3:42 pm

    — Muito interessante... Eu já imaginava que uma Paladina logo notaria, mas não pensei que fosse tão rápido e preciso. Você esta quase que totalmente certa. Nomes são importantes para interações sociais. Pode me chamar de Cortana.

    Cortana se porta de maneira muito diferente de Nimb. Sua postura é era com olhar afiado e atento. Procura sempre olhar nos olhos do seu interlocutor. Com suas mãos nas costas ou por vezes no queixo como se pensando algo.

    — Bem podemos então ficar em vigília. O fato é que não posso dormir. Faz muito tempo que estive aqui em cima e não quero voltar agora. Bem, na verdade não era minha intenção, mas foi preciso e agora vou poder avaliar tudo melhor.

    — Por favor Barbara eu estou perfeitamente bem a perspicaz Paladina pode atestar. Eu ficarei bem ok? Agora por favor se afaste. Não quero ser rude, mas preciso de espaço. Muito bem, muito bem. Se insiste irei me deitar com você.

    Eu não quis causar um grande tumulto e achei por bem acompanhar a Barbara até sua tenda. Fingi um sono e após muito custo consegui me desvencilhar da guerreira e pude sair da tenda. Eu não arriscaria dormir. Não podia...


    OFF: Eu considerei que não dormi e por isso nada falei sobre os sonhos. Caso o sono tenha sido obrigatório, por favor me informe que altero a postagem.
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    Mensagem por GM Sex Set 15, 2023 7:11 pm

    Mandhros escreveu:Off: Por mim, adiante! Para fechar a cena, só seria interessante saber como terminou a interação da Garona com o Nimb/Cortana, e se o Namnack e a Nadien perceberam a Razzley espreitando. Para adiantar, caso tenham percebido, a Nadien vai questionar a elfa sobre um possível sonho com uma certa necromante...

    Acho que a Garona pode nos guiar adiante. Ela é a mais apta a traçar o caminho até a Cripta.

    @Mandhros @DariusDarkLord

    Geralmente eu prefiro dizer a CD e depois vocês fazem o teste, pois se eu sei, de ante mão, o valor da rolagem dos dados, posso manipular os resultados e, mesmo sendo o mestre, eu não gosto de fazer isso. No entanto a CD padrão é 10, considerando ela para ambos os testes, você não passou no primeiro, mas sim no segundo.

    Obs.: Neste caso em especial, como não há nada injusto envolvido e é de acordo mútuo, podem escolherem se passam ou não no teste, para fazer o roleplay que desejarem, mas se houver discórdia, sigam os resultados dos dados.
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    A Viagem até a Cripta - Página 8 Empty Re: A Viagem até a Cripta

    Mensagem por GM Sex Set 15, 2023 7:25 pm

    Dante escreveu:— Muito interessante... Eu já imaginava que uma Paladina logo notaria, mas não pensei que fosse tão rápido e preciso. Você esta quase que totalmente certa. Nomes são importantes para interações sociais. Pode me chamar de Cortana.

    Cortana se porta de maneira muito diferente de Nimb. Sua postura é era com olhar afiado e atento. Procura sempre olhar nos olhos do seu interlocutor. Com suas mãos nas costas ou por vezes no queixo como se pensando algo.

    — Bem podemos então ficar em vigília. O fato é que não posso dormir. Faz muito tempo que estive aqui em cima e não quero voltar agora. Bem, na verdade não era minha intenção, mas foi preciso e agora vou poder avaliar tudo melhor.

    — Por favor Barbara eu estou perfeitamente bem a perspicaz Paladina pode atestar. Eu ficarei bem ok? Agora por favor se afaste. Não quero ser rude, mas preciso de espaço. Muito bem, muito bem. Se insiste irei me deitar com você.

    Eu não quis causar um grande tumulto e achei por bem acompanhar a Barbara até sua tenda. Fingi um sono e após muito custo consegui me desvencilhar da guerreira e pude sair da tenda. Eu não arriscaria dormir. Não podia...


    OFF: Eu considerei que não dormi e por isso nada falei sobre os sonhos. Caso o sono tenha sido obrigatório, por favor me informe que altero a postagem.

    A Cortana pode não ter sonhado, pois ela estava acordada, mas o Scar e o Nimb não estavam na superfície, da consciência. Quando, qualquer um dos dois, assumir o controle, eles se lembrarão do sonho. Entendeu?
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    A Viagem até a Cripta - Página 8 Empty Re: A Viagem até a Cripta

    Mensagem por GM Ter Set 19, 2023 6:04 pm


    Na barraca do acampamento, antes do amanhecer, na intersecção do caminho de Hillsfar e seu lago, encontramos Garona e o enigmático Nimb. Aqui, a fronteira entre sonho e vigília na mente de Garona é tão tênue quanto o véu entre as múltiplas almas que habitam o corpo franzino do gnomo. Então a bárbara adormece.

    Em meio à quietude da noite e ao cochilo de Garona, Nimb repousa nos braços da vigilante Garona. Ainda que o pequeno corpo esteja imóvel, um caos silente permeia a vastidão de sua mente. Ocorre, então, um inexplicável fenômeno: a entidade dominante que desperta no limiar da consciência de Nimb não é a que costumava ser, mas sim Cortana, um eco pulsante e estranho, que parece dançar de maneira errática nas profundezas da psique. As demais personas, em um sono turbulento, vagueiam pelo infinito do plano onírico, lar de Morpheus e da sua Coruja Cósmica.

    Com movimentos ágeis e precisos, Cortana desliza para longe do abraço que antes era protetor. O sussurro das águas do lago se torna um canto sedutor, levando-a para os seus arredores. A intuição, tão afiada em Garona quanto a lâmina que carrega, a faz despertar minutos após a fuga. Ela, percebendo o vazio a seu lado, inicia uma perseguição silenciosa, guiada pelo reflexo da lua sobre a água e o farfalhar dos juncos à margem do lago.

    Em um exercício de furtividade digno de um conto ancestral, Garona localiza a silhueta de Nimb – ou melhor, Cortana. Mas o confronto é inevitável. A astúcia da entidade dentro do Svirfneblin se manifesta em movimentos rápidos e travessos. No entanto, a destreza e força de Garona prevalecem, e ela consegue conter o gnomo. E ali, à beira do lago, com a lua banhando ambos em sua prata líquida, o futuro de seus destinos torna-se um enigma. Será moldado pela determinação de Garona e pela argúcia da persona de Cortana. A eternidade do momento paira, e o universo parece aguardar, com expectativa, o próximo movimento no xadrez do destino.

    OFF: @Dycleal e @Dante o que vocês vão fazer e falar como seus PdJs neste momento? (Só um conselho, se a Cortana realmente sair e fazer alguma coisa, deixa a ir... RPG é liberdade, mas você é que sabe. É só um conselho...)
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    Mensagem por GM Sex Set 22, 2023 2:32 pm

    Olá, seguindo viagem com Garona liderando. @Dycleal pode ser o caminho que tracei no mapa? Ou tens uma melhor ideia? (Obs.: Os círculos vermelhos com números marcam quantas horas foram gastas de um até outro. A cada 3 horas algum evento pode acontecer. Note que não estou levando em conta apenas a distância, mas a dificuldade do terreno para o cálculo das horas. Se você concordar com este caminho, já irei rolar os dados.)



    A Viagem até a Cripta - Página 8 Viagem10

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    Mensagem por Dycleal Sex Set 22, 2023 4:03 pm

    Estamos evitando o forte Zenthil, certo? Então, se fizermos isto, parece coerente com a visão de Garona, atravéz do pássaro...
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    A Viagem até a Cripta - Página 8 Empty Re: A Viagem até a Cripta

    Mensagem por GM Sex Set 22, 2023 7:41 pm

    @Dycleal @Lucas Corey @Dante @DariusDarkLord @Mandhros






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    A Viagem até a Cripta - Página 8 Mestr140



    A Estrada de Moander, sinistra e repleta de suspiros, desenrola-se ao sul como uma serpente, perdendo-se na espessura da floresta de Cormanthor, onde os murmúrios da natureza ocultam segredos tão antigos quanto o próprio tempo. Saindo de Hillsfar, as 7 da manhã, liderados por Garona, depois de três horas, sem maiores problemas, a comitiva chega em Yûlash, a cidade dos necromantes. Numa terra antiga e desolada, onde os ventos carregam ecos de histórias esquecidas, ergue-se a cidade fortificada de Yûlash, uma pérola escura entre as titânicas potências de Zhentil Keep e Hillsfar. Esta cidade, de muros altos e alma mais escura ainda, guarda em sua fundação o peso da decadência e da corrupção. A sua pedra fundamental, imersa no sangue e na traição, repousa sobre as ruínas de um templo sombrio, um relicário profano dedicado a Moander, o inominável deus da ruína, dos mortos e da pestilência.

    Ao longe, um espectro emergia, um vulto quase etéreo que parecia se erguer das profundezas da terra: era Yûlash. A cidade se delineava na linha do horizonte como uma visão inquietante, uma aparição que instigava tanto admiração quanto um inexplicável temor. Yûlash, que outrora fora regida pelo jugo de senhores e damas em lutas incessantes por supremacia, agora estava sob a batuta de um conselho de líderes, uma esperança efêmera de ordem em meio ao caos. Mas mesmo sob esse novo regime, a sombria mão dos Zhentarim, esse sinistro e inescrutável sindicato do submundo, ainda moldava o destino da cidade, manipulando as sombras e as almas que nela habitavam.

    À medida que se aproximavam, os pormenores da cidade tornavam-se mais discerníveis, revelando uma estética de degradação e beleza melancólica. Os altos muros, já erodidos pelo tempo e pelas guerras, contavam histórias de batalhas anteriores, de destinos interrompidos e de desespero silenciado. Estas barreiras, outrora impenetráveis, agora ostentavam cicatrizes, como a pele de um ancião que viveu além de sua época. As torres, erguendo-se em direção ao céu nublado, pareciam dedos esqueléticos, alcançando o vazio, enquanto o som distante de sinos, melódicos mas graves, ecoava na brisa, anunciando a chegada de estranhos. O ar ao redor de Yûlash estava carregado com uma névoa pesada, uma bruma que parecia esconder seus segredos mais profundos. Era uma cortina de mistério que provocava um leve arrepio na espinha daqueles que se atreviam a se aproximar.

    No fatídico ano de 1367 DR, o estandarte das Plumas Vermelhas de Hillsfar veio como um corvo sobre a cidade, sua presença uma maldição e uma promessa. Esta ocupação desencadeou paixões fervorosas e divisões entre os habitantes da já atormentada Yûlash. Surgiu o grupo Purge Yûlash, um remanescente ardente da lealdade a Zhentil Keep, espreitando nas sombras e movendo-se como fantasmas vingativos, lançando-se em atos de destruição, traição e morte contra os invasores.

    Em contrapartida, a Rebelião Yûlash emergiu, fervorosos defensores da nova ordem, buscando restaurar uma paz efêmera e ilusória sob o domínio de Hillsfar. Mas em Yûlash, a verdadeira luta não era de espadas ou escudos, mas sim de corações e almas, num eterno jogo de intrigas, esperanças traídas e segredos sepultados. A atmosfera em torno da cidade era saturada com uma energia palpável - uma combinação de reverência, desolação e uma melancolia profunda que penetrava até mesmo as almas mais endurecidas. Era como se Yûlash sussurrasse para os viajantes, prometendo tanto maravilhas quanto horrores inomináveis.

    Ocorreu aos membros da comitiva, enquanto seus olhos se fixavam na entrada sombria da cidade, que estavam prestes a adentrar um reino onde a realidade se entrelaçava com pesadelos, onde os murmúrios do passado e os sussurros dos mortos poderiam ser ouvidos se prestassem atenção suficiente. E com um misto de apreensão e determinação, eles avançaram em direção ao coração de Yûlash, preparados para enfrentar os mistérios que ela guardava. E assim, em meio a penumbra e ao silêncio, Yûlash permanece, eternamente atormentada, eternamente desejada.




    O que vocês vão fazer?



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    Mensagem por GM Sáb Set 23, 2023 10:21 am


    A Viagem até a Cripta - Página 8 Mapa_d10

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    Mensagem por Ignis Angelus Sáb Set 23, 2023 10:16 pm

    Razzley

     
    Trilha Sonora:
     

    Durante a jornada saindo de Hillsfar e seguindo pela Estrada de Moander em direção a Yûlash,
    liderados por Garona, aproveitei o tempo para conversar um pouco com Nadien, primeiro sobre
    trivialidades, até chegar no foco que era meu objetivo, a missão que aquele grupo que ela fazia
    parte estava envolvido, e após um breve relato das aventuras que ela participou antes de eu
    entrar, Nadien me disse que estavam indo até a A Cripta do Eterno Silêncio. Aquele nome não
    me era estranho mas não me recordava exatamente do por que.
    Chegando nos arredores de Yûlash, visto o tempo de viagem e o horario que saimos, disse:

    _Vamos fazer uma pausa por aqui, daqui a pouco o sol vai alcançar seu apice e seria
    desgastante seguir viagem, além disso vamos fazer alguns preparativos, pois duvido
    que depois daqui teremos outra oportunidade.

    O que de fato não era uma completa mentira, até por que com a diversidade de integrantes
    do nosso grupo, dificilmente conseguiriamos andar em Hillsfar, porem Yûlash era outra historia,
    principalmente quanto ao seu passado...
    Nisso decidi explorar os arredores em busca de informações. Em regiões rurais como aquelas
    dificilmente encontraria um bordel aberto, pelo menos não durante o dia, afinal os militares que
    acampavam ali proximo teriam que ter alguma forma de diversão. O interior realmente tinha
    um ar diferente das grande cidades, o cheiro de frutas e vegetais frescos, bem como o ar puro
    com o cheiro das arvores e flores proximas, alem disso as pessoas eram incrivelmente receptiveis,
    e sempre com um sorriso no rosto, era um bom lugar para se morar, nisso continuei andando
    pelo mercado, minha busca se mostrou frutifera ao encontrar algumas "garotas" comprando
    algumas roupas e tecidos, não foi dificil me aproximar delas, após um pouco de conversa elas
    me levaram ao local onde trabalhavam.
    Era um lugar simples que lembrava muito mais uma taverna do que um bordel, mas era bem
    cuidado e organizado, tinha uma boa iluminação e o cheiro que vinha da cozinha de lá tornava o
    lugar incrivelmente aconchegante, as garotas locais eram todas curiosas em relação ao mundo
    exterior, e as grandes cidades como Deepwater entre outras, principalmente as mais novas, era
    nitido que elas nunca tinham saido daquele lugar, foi divertido contar minhas historias para elas,
    as vezes aumentando e algumas diminuindo meus feitos, nisso aproveitei para levantar informações
    sobre os arredores.
    Foi uma surpresa descobrir que lá era o lar de tantos seres lendarios, entre eles o Sábio do Vale
    das Sombras e Storm Silverhand, além de conseguir informações do governo local, que entre eles
    se destacava  Lorde Darius, era um jovem e ambicioso nobre que herdou uma pequena propriedade
    no lado oeste da cidade, perto da floresta de Cormanthor. Ele fazia parte do Conselho de Yûlash,
    o grupo de líderes locais que mantinham a ordem e a paz na cidade. Era uma figura curiosa, seria
    interessante conhecer ele posteriormente, mas naquele momento meu foco era outro, e me informei
    melhor sobre Elminster, era notorio pelo que as garotas falavam que ele era um mulherengo de
    marca maior, aquilo até poderia vir a calhar, me informei onde ele morava e logo após almoçar com
    elas, uma das garotas de lá me fizera um mapa de como chegar no local.
    Antes de parti conversei com a proprietaria do estabelecimento, ela assentiu que eu poderia trabalhar
    e pernoitar lá se eu quisesse, deixando claro que não era nenhum estabelecimento de luxo, mas iria
    me reserva o melhor quarto, visto que eu poderia atrair uma clientela mais seleta e de mais alto nivel
    para o local.
    Após as despedidas segui meu caminho até a Torre do Sábio do Vale das Sombras, foi uma longa
    caminhada, eu realmente não estava acostumada, definitivamente teria de conseguir um cavalo, essa
    vida de aventureira nomade não era para mim, até que finalmente cheguei a torre, o lugar não encorajava
    muitos visitantes, principalmente pelo fato de ficar proximo do Velho Crânio, mas eu tinha um objetivo
    em mente e estava determinada a seguir enfrente. Reunindo toda a coragem que eu tinha bati na porta
    na esperança de ser atendida.

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    Mensagem por GM Dom Set 24, 2023 10:34 am

    @DariusDarkLord



    Você gastou 3 horas de viagem. Lembre-se que o grupo pode não lhe esperar. Como foi gasto este tempo eu preciso rolar os dados para ver se não aconteceu nenhum evento durante sua viagem.





    GM efetuou 1 lançamento(s) de dados A Viagem até a Cripta - Página 8 D10010 (d100.) :
    85
    >>>Se o valor for menor ou igual à 20% um evento aleatório irá ocorrer.<<<







    Na região pitoresca e majestosa de Shadowdale, onde as colinas ondulam e os céus se estendem em um azul eterno, encontra-se um local de renome e reverência. É aqui que o lendário mago Elminster chama de lar, e é esse refúgio que serve como um bastião da sabedoria no mundo de Toril.

    O que antes era um velho moinho, com suas engrenagens e mós, agora se ergue como uma torre. Ed Greenwood nos guia por esta morada com sua narração rica e detalhada, extraida de seu livro, Os Segredos de Blackmoor. A primeira coisa que chama a atenção é a forma da estrutura. Enquanto ainda retém a robustez e a forma circular de um moinho, a construção foi habilmente ampliada e remodelada para servir como uma torre mágica. As pedras, embora desgastadas pelo tempo, exalam uma aura de força e durabilidade. Grandes janelas arqueadas salpicam a estrutura, permitindo que a luz do dia permeie o interior e ilumine os muitos tomos e artefatos mágicos dentro.

    Ao se aproximar da entrada, uma grande porta de carvalho maciço se apresenta. Intrincados entalhes adornam sua superfície, contando histórias das eras passadas e das muitas aventuras de Elminster. Com a força de sua batida a porta se abre rangendo a madeira... Aqui, um dragão se enrola, ali, estrelas e luas brilham em um tapete de magia e história.

    O interior é tão impressionante quanto o exterior. Estantes altas repletas de livros e pergaminhos se estendem do chão ao teto. Tabelas de runas, poções borbulhantes e instrumentos arcanos pontuam a sala, enquanto tapeçarias místicas decoram as paredes. Um grande lareira domina o espaço central, sempre crepitante e acolhedora, com uma poltrona confortável posicionada estrategicamente próxima, onde Elminster muitas vezes pode ser encontrado, lendo ou contemplando, mas nesse momento ele não está lá.

    O que você faz?
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    Mensagem por Dycleal Dom Set 24, 2023 2:06 pm

    A terra dos Vales era a terra natal de sua amada Shave Meliamnne, e Garona, mesmo antes de ir para essa região a sua procura, já conhecia muitas histórias e locais dessa região nas conversas com sua amada, que buscava educa-la e abrir sua mente para outras terras e outros costumes, e nestes tempos de busca pela amada, trabalhou por toda essa região como batedora e guia, conhecendo bem a região...

    Garona pensava muito na sua elfa enquanto guiava os seus companheiros na direção da cripta e a visão que obtivera pelos olhos do pássaro, lhe lembravam das narrativas contadas sobre cada lugar e estava curiosa para se aproximando de Yulash, conhecer Storm Silverhand, uma barda experiente e poderosa arcanista, que sua amada descrevia e contava várias histórias pitorescas sobre as suas aventuras e a sua fazenda ficava a esquerda da estrada do caminho que adentra aquela antiga e decadente cidade e pensou consigo em convidar Nimb e o Sr. Nam para irem a fazenda com ela, seria interessante para ela examinar o pequeno e cura-lo dos vermes que moram na sua cabeça e decifrar o pergaminho de Lysander que o Sr. Nam quebrava a cabeça para decifrar e deveria ter informações sobre o cemitério sombrio e a cripta que era o nosso destino principal...

    Ao pararem, depois daquelas três horas estressantes, ela se aproxima do Sr. Nam e apontando na direção da fazenda, não tão distante do ponto onde estavam e diz: - Ali, segundo a minha Shave, mora a Barda Storm Silverhand, uma arcanista poderosa e uma das sete famosas irmãs e meninas criadas pelo grande mago Elminster... Ela é divertida, e tem grande conhecimento de magias e coisas antigas e mágicas... Acho que ela iria ajudar a decifrar o pergaminho do Sr. Lysander e nos informar sobre o cemitério tenebroso e a Cripta do silêncio, o que acha? Acho que vai ser útil e divertido... Se volta para o Sr. Nimb e diz: - Você vai comigo, não vai? Preciso que me proteja e vamos nos divertir... E aguarda pelas respostas, com seu clássico bater de pé, ritmicamente e braços cruzados e olhos inquiridores...
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    Mensagem por Ignis Angelus Dom Set 24, 2023 2:32 pm

    Razzley

    Trilha Sonora:

    Ao adentrar a morada de Elminster, não era preciso ser um conjurador para saber que havia
    magia no ar, o local por si só era fantástico. Era como um sonho para qualquer estudioso das artes
    místicas, seu exterior era imponente e intimidador, mas seu interior era maravilhoso, que por um
    momento me fez esquecer o cansaço da caminhada, e por um certo período de tempo me perdi no
    fascínio em contemplar, aquele deslumbrante local.
    Todas aquelas tapeçarias com um ar místico, aquelas estantes que pareciam acumular livros e
    pergaminhos que pareciam conter todo o conhecimento desse mundo, tabelas com runas antigas,
    e algumas em idiomas tidos como mortos habilmente traduzidos, e aqueles misteriosos itens mágicos
    que não fazia a menor ideia para que proposito serviam, mas o cheiro das poções me fez viajar em
    recordação a minha infância em Encontro Eterno, no período que minha mãe atuava como maga real
    e eu secretamente entrava escondida para vela trabalhar, eram boas lembranças.
    No entanto eu tinha que me focar e voltar a realidade, não era possível que aquele lugar estivesse
    desprotegido, é algo impossível de se imaginar, tantos tesouros expostos de tal forma e ao alcance
    de qualquer um, nisso decide chamar:

    _Boa Tarde, Sr. Elminster ?
    Aguardei por um momento e nada, voltei a chama-lo:
    _Boa Tarde, Sr. Elminster, me chamo Razzley Greenleaf...
    Mais uma vez aguardei por uma resposta...
    _Sr. Elminster, o senhor esta aqui ?
    E pela terceira vez a única resposta que tive fora o silencio...
    Decidi encostar a porta, ao fechar o calor da lareira preencheu o lugar, nesse momento a fadiga
    novamente tomara conta do meu corpo, que estava cansando e suado com toda aquela
    caminhada, decide tirar a capa e estender sobre a poltrona, abri alguns botões e dobrei as mangas
    da camisa, bem como as barras da calça, e decidi começar a fazer uma busca naquelas estantes
    sobre quais quer livros que fizessem menção fosse referente a história ou ruinas dos arredores
    próximos a região dos vales, na esperança de encontrar algo referente a Cripta do Silencio Eterno.
    Contudo meu intuito, era está o mais bem informada que eu pudesse para ajudar Nadien, já quanto
    aos demais, bom deixaria eles a própria sorte, até por que sinceramente, eu não confiava neles, e
    nada me tirava da cabeça que eles estavam tramando alguma coisa, em relação a mim a minha
    preciosa criança...

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    Mensagem por Lucas Corey Dom Set 24, 2023 8:22 pm

    Durante a primeira hora da viagem que fizeram de Hillsfar até a estranha cidade de Yûlash, a curiosidade de Nam foi aguçada pela mudança em Nimb e pela nova integrante do grupo. O svirfneblin já não tinha o olhar distante de quem sonha acordado, mas sim uma expressão atenta, arguta, e sua voz soava com um timbre diferente, algo feminino. "Ao que tudo indica, o diagnóstico da Nadien foi certeiro: esse Nimb que viaja conosco agora tem uma personalidade outra. Parece que ele - ou ela… - é um companheiro de viagem mais confiável agora. Mas por quanto tempo"?

    Quanto a Razzley, a familiaridade com que ela conversava trivialidades com Nadien fez Nam perceber que as duas já deviam se conhecer desde antes do resgate. Isso aguçou ainda mais a curiosidade do mago, pois tal conexão reforçava sua suspeita de que o encontro com a elfa não foi só uma coincidência, mas parte de uma trama do Destino. Depois, porém, a conversa entre as duas girou em torno de como e por que o grupo havia se lançado àquela expedição até a Cripta e, como Nam já conhecia essa história, sua mente distraiu-se em conjecturas sobre o mapa de Lysander, o sonho com a "Rainha da Morte", técnicas de catoptromancia… Somente a visão de torres e muralhas decadentes, mas que ainda guardavam algo de sua beleza original, tirou Nam desses pensamentos: afinal, ele estava diante de Yûlash!

    Quando o grupo parou, o gnomo desceu da mula sem qualquer animação. Ficou se exercitando para esticar os músculos enquanto via Razzley dirigir-se aos portões majestosos, mas também lúgubres, da cidade quase morta. Ninguém era mais fascinado por magia do que ele, mas as construções danificadas daquela Yûlash semi-deserta, bem como as histórias sobre a região, davam à cidade uma aura que parecia ecoar segredos sinistros de antigas artes necromânticas, o que afastava qualquer possível desejo ou curiosidade de entrar lá. Foi por isso que Nam fez uma expressão de estranheza ao ver a elfa rumar para a cidade e, em seguida, virou-se para perguntar a Nadien:

    - Qual é o verdadeiro trabalho dela? Sabe que interesse ela pode ter de entrar num lugar desses sozinha?

    Depois que a elfa azul respondeu, Garona aproximou-se dos dois gnomos e sugeriu que fossem juntos visitar uma certa Storm Silverhand. Com uma expressão de surpresa e dúvida estampada no rosto, o mago respondeu:

    - Hmmm… Confesso que o estilo de conjuração dos bardos não me inspira muita confiança quanto aos conhecimentos arcanos deles, mas, se é verdade que essa Silverhand foi treinada pelo grande Elminster, então talvez ela tenha informações que valham a pena.

    Nam pensou em acrescentar que era melhor não se distraírem com diversões durante uma expedição perigosa como aquela, mas achou que isso só serviria para fazer Garona considerá-lo um chato. Foi direto para a conclusão:

    - Muito bem, eu vou com você.

    O mago pegou o arreio da mula ao dizer aquelas palavras, e esperou Garona indicar o caminho. Apreciou a ideia de que a propriedade da tal barda ficava fora da cidade, mas achou melhor não falar sobre isso.
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    Mensagem por Mandhros Seg Set 25, 2023 12:31 pm

    Levantamos acampamento e, aos poucos Hillsfar e sua ignomínia iam ficando para trás. Eu mentiria se dissesse que não apreciava aquele distanciamento crescente. O que presenciei na cidade apenas me preenchia com a sensação de dever, com o ânimo de que, quando as questões mais urgentes estivessem resolvidas na Cripta, a Ordem de Tyr deveria marchar. Mas isso seria para outra hora.

    A trote lento no corcel sagrado, trazendo Razzley, e ladeando o Sr. Nam e sua mula, assim como uma ágil e abusrdamente forte e resistente Srta. Garona e um furtivo e esquivo Sr. Nimb, fomos avançando pela Estrada de Moander, que seguia até o interior da Floresta de Cormanthor.

    A maga conversava sobre trivialidades e procurava ser agradável. Eu a conhecia, afinal, e ela a mim. Ver um rosto conhecido depois de tudo o que ela tinha passado era mais do que apenas um alento. Era uma verdadeira centelha de vida.

    Entre trocas de histórias sobre tempos antigos e aventuras passadas, emprego alguns longos minutos explicando sobre a demanda do Sr. Lysander e a necessidade e urgência de irmos até a Cripta do Eterno Silêncio, com o máximo de detalhes que podia. Era crucial que Razzley compreendesse perfeitamente em que tipo de aventura estávamos nos lançando para, com esse conhecimento, poder decidir se nos acompanharia ou não.

    Bom, eu a conhecia. Ela viria conosco.

    Um arrepio percorreu minha espinha um minuto antes que as finas torres de Yûlash despontassem no horizonte. Aquele lugar...

    Bom, eu não tinha passado por ali antes, mas conhecia notas sobre a história da cidade, ao menos o suficiente para saber que o Grande Elminster e sua irmã, a notória Tempestade Mãodeprata, costumavam passar por ali. Embora os dois não fossem nem de longe ícones malignos, a presença deles costumava denunciar males de níveis épicos, com os quais, provavelmente, um grupo como o nosso não conseguiria lidar.

    Todavia, sou arrancada de meus pensamentos antes que pudesse fazer qualquer coisa.

    Razzley desmontou o corcel e, com agilidade, argumentou que precisava ir até a cidade. Desde que ela quisesse qualquer coisa no interior de Yûlash, ninguém conseguiria impedí-la. Eu a conhecia...

    Mas, certamente, ela poderia se colocar, novamente, em problemas.

    Quando o grupo parou, o gnomo desceu da mula sem qualquer animação. Ficou se exercitando para esticar os músculos enquanto via Razzley dirigir-se aos portões majestosos, mas também lúgubres, da cidade quase morta. Ninguém era mais fascinado por magia do que ele, mas as construções danificadas daquela Yûlash semi-deserta, bem como as histórias sobre a região, davam à cidade uma aura que parecia ecoar segredos sinistros de antigas artes necromânticas, o que afastava qualquer possível desejo ou curiosidade de entrar lá. Foi por isso que Nam fez uma expressão de estranheza ao ver a elfa rumar para a cidade e, em seguida, virou-se para perguntar a Nadien:

    - Qual é o verdadeiro trabalho dela? Sabe que interesse ela pode ter de entrar num lugar desses sozinha?
    O Sr. Nam, como sempre, tinha um intelecto afiado e era muito direto em suas abordagens. Eu admirava a honestidade do mago e, como paladina, jamais poderia mentir.

    Sr. Nam...

    Bom, o Senhor descobriria cedo ou tarde, e a mim também não é permitido mentir. A Sra. Razzley é tanto uma cortesã quanto uma maga capaz. Eu peço que o Senhor não a critique por isso... Nem todos tem a liberdade de decidirem seu destino pelas próprias forças e, em que pese a pecha que os prostíbulos e suas funcionárias carregam, eu asseguro ao Senhor que a Sra. Razzley é uma boa pessoa e será uma boa companheira de viagem nessa aventura.

    Faço uma pausa, quase um suspiro, revelando pela primeira vez uma expressão cansada.

    A Sra. Razzley tem um filho, alguém muito querido do qual ela se perdeu. Eu não posso afirmar com certeza, mas acredito que ela pretenda procurar meios para encontrá-lo.

    Se eu a conheço bem, ela vai procurar o Grande Elminster.

    Assim que termino a breve explicação, a Srta. Garona também intervém:

    Ao pararem, depois daquelas três horas estressantes, ela se aproxima do Sr. Nam e apontando na direção da fazenda, não tão distante do ponto onde estavam e diz: - Ali, segundo a minha Shave, mora a Barda Storm Silverhand, uma arcanista poderosa e uma das sete famosas irmãs e meninas criadas pelo grande mago Elminster... Ela é divertida, e tem grande conhecimento de magias e coisas antigas e mágicas... Acho que ela iria ajudar a decifrar o pergaminho do Sr. Lysander e nos informar sobre o cemitério tenebroso e a Cripta do silêncio, o que acha? Acho que vai ser útil e divertido... Se volta para o Sr. Nimb e diz: - Você vai comigo, não vai? Preciso que me proteja e vamos nos divertir... E aguarda pelas respostas, com seu clássico bater de pé, ritmicamente e braços cruzados e olhos inquiridores...
    A bárbara tinha um ponto. De fato, tanto o Sr. Elminster quanto a Srta. Mãodeprata são arcanistas poderosos, épicos, em verdade. Qualquer um dos dois, certamente, poderia decifrar o pergaminho do Sr. Lysander e prestar valioso auxílio em nossa demanda principal.

    Mas... A que preço?

    Quando o Sr. Nam anui com a Srta. Garona sobre entrar na cidade, eu rapidamente me vejo como voto vencido. Eu tinha minhas razões para não querer entrar na cidade - isso representaria uma perda de tempo, em primeiro lugar. Mas havia mais... Aquela necromante... O arrepio que senti ao ver a cidade... Havia algo mal ali, e não era necessariamente o Zhentarim.

    Por mais que eu fosse uma paladina e destruir o mal fosse minha função primordial, eu não sabia se estava preparada para o que pudesse vir a encontrar.

    É o seu destino...
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    A Viagem até a Cripta - Página 8 Empty Re: A Viagem até a Cripta

    Mensagem por GM Ter Set 26, 2023 6:04 pm

    @Mandhros  @Lucas Corey  @DariusDarkLord  @Dycleal  @Dante




    Em uma tarde tranquila ao redor da fazenda, a vastidão dos céus nublados se estendia como um manto de limites infinitos. As terras ao redor da casa de Tempestade Mãos-de-Prata, usualmente calmas e serenas, subitamente se tornam perturbadas por uma presença que fazia o próprio éter ao redor tremer.

    Surgindo das sombras, uma forma colossal irrompeu no horizonte. Era Orcus, o Senhor dos Ossos. Com vastas asas membranosas batendo contra a fria brisa da tarde e os olhos como poços de ódio puro e chamas funestas, ele voava com um propósito sombrio.


    "O corpo grotesco e carcomido, ossos proeminentes e uma foice sombria pendendo a seu lado, anunciavam a presença de uma divindade da morte."

    Os ventos uivavam em protesto enquanto ele mergulhava em direção à fazenda. A terra e as árvores pareciam recuar em seu avanço, e os animais se escondiam, sentindo o perigo iminente. Tempestade, sentindo o poder maligno aproximando-se, gritou um aviso, mas foi em vão. Com uma velocidade surpreendente, Orcus arrebatou Garona com suas garras geladas e ossudas, apertando-a com um aperto inescapável. Seu grito ecoou carregado pelo vento.

    Então, com um bater poderoso de suas asas, Orcus se virou e partiu em direção ao local mais adequado para sua natureza vil: o cemitério da Espinha do Dragão. Aquele lugar, um repouso para os mortos há tanto tempo, agora seria palco de alguma trama nefasta. A aura ao redor do cemitério parecia pulsar em antecipação, como se soubesse do evento sombrio que estava prestes a se desenrolar.

    Tempestade Mãos-de-Prata, com determinação acesa em seus olhos, rapidamente começará a reunir seus aliados e recursos. Algo assim não pode ficar no plano terrestre, cada segundo era importante. Garona, de modo inescapável perde a consciência, durante o voo da criatura, provavelmente devido à algum efeito mágico, de mana negra... Uma coisa é certa, essa história estava apenas começando.

    Ao longe vocês veem um homem barbado com indumentária mística disparando raios de energia e bolas de fogo em direção ao demônio do 113º plano do Abismo (conhecido como Thanatos, o Reino dos Mortos). Seu nome, Elminster. O que vocês fazem?





    A Viagem até a Cripta - Página 8 Orcus10




    OFF - Mais sobre Orcus:

    "Da incomensurável vastidão do Abismo, onde realidades e pesadelos se fundem, surge uma presença cuja mera menção pode levar homens sãos à loucura. Orcus, esse nome que invoca medo profundo e inominável, senta-se no ápice do panteão de horrores do Abismo. Suas feições grotescas, moldadas em um híbrido profano de bode e morcego, relembram a humanidade de sua fragilidade diante do cosmos insondável."

    "Ele empunha com propriedade o abominável artefato, a Varinha de Orcus, uma ferramenta forjada na própria essência da morte. Essa varinha, que se presume ter consciência e objetivos próprios, tem o poder de exterminar vidas com um toque e evocar as hordas abomináveis de mortos-vivos. O terror se agiganta ao imaginar tal objeto, pulsante com uma energia quase viva, nas mãos de um ser tão desprezível."

    "Um ídolo em miniatura de Orcus, esculpida no coração petrificado de um ogro, traz à mente a imagem distorcida e horrível do Príncipe Demônio. Há rumores de que essa representação, imbuída de um odor cadavérico, possui o poder de invocar o próprio Orcus, mas que mortal ousaria fazê-lo?"

    "Nos registros antigos e nas crônicas sombrias do Subterrâneo, Orcus trava batalhas épicas, buscando domínio e vingança. Seja contra Demogorgon, nas profundezas do Abismo, ou mesmo contra os poderes ascendentes como Mordenkainen, Elminster, Kiaransalee e Vecna. A tapeçaria de seu passado é tecida com fios de traição, ressurreição e ódio eterno."

    "Ele é uma antítese da vida, um ser cuja existência é um insulto à ordem natural do multiverso. Ele é o simétrico ao Thanus da Marvel, porém muito mais cruel, injusto e egoísta. E ainda assim, ele persiste, uma constante lembrança do mal inominável que reside além da compreensão humana. Os sábios se perguntam: Quem, ou o que, poderá enfrentar tal mal e prevalecer?"

    O cenário torna-se palpável, a atmosfera pesada e opressiva, enquanto a narrativa das profundezas mergulha os jogadores na escuridão eterna do Abismo e nos horrores indescritíveis de Orcus. A aventura se desenrola, e o desafio de enfrentar tal inimizade é lançado aos destemidos.





    Já podem postar...



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    Mensagem por Dycleal Ter Set 26, 2023 6:26 pm

    OFF: Eu não faço nada, estou desmaiado (Ou desmaiada) Nem xingar o mestre, eu posso... Nem teste de destreza eu pude fazer... (em tempo... Acho que isto aqui, tecnicamente não é um post, correto? Se for, pode apagar, mestre....)
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    A Viagem até a Cripta - Página 8 Empty Re: A Viagem até a Cripta

    Mensagem por GM Sáb Set 30, 2023 9:31 am




    @DariusDarkLord

    OFF: Bom dia. Tudo bem? Por favor, role um teste de investigação CD 12, para saber se encontras algo de importante.





    @Dycleal

    "O ambiente se torna pesado à medida que Orcus avança em direção a espinha do dragão, a brisa tornando-se um sussurro gélido enquanto a paisagem dá lugar a um vasto cemitério. O campo sagrado, outrora sereno, agora profanado pela presença sinistra de Orcus, o senhor dos ossos. No centro desse cenário desolador, uma lápide de mármore verde com rajas brancas e negras se destaca entre as demais. É nessa lápide que Garona é amarrada com cordas místicas, impregnadas com uma energia obscura, antes que recuperasse a consciência. Algum tempo depois ela acorda."






    A Viagem até a Cripta - Página 8 Mestr141

    A Viagem até a Cripta - Página 8 Mestr142

    Tentarei melhorar essas imagens...




    Orcus, com um sorriso maldoso, voa para o alto, deixando Garona sozinha, exposta aos elementos e às energias do cemitério. O silêncio é quase ensurdecedor, interrompido apenas pelo distante eco dos gritos daqueles que estão além da morte.

    "Garona, sentindo um impulso de determinação, pode tentar se libertar das amarras. A resistência das cordas é evidente, quase palpável, e a jovem bárbara tem que canalizar toda a sua força para ter alguma chance de escapar. Para quebrar essas amarras místicas, ela precisará fazer um teste de força com uma CD 18. Devido ao esforço físico e mental, cada tentativa levará uma hora. Tempo é um recurso escasso neste cenário, pois ela tem apenas 3 horas antes de Orcus retornar. Ele tem planos nefastos para Garona, desejando usá-la em um ritual hediondo para ressuscitar a Lich Queen."

    "Enquanto Garona luta contra as amarras, é possível observar inscrições arcanas na lápide, sinalizando a importância daquele local e do ritual que Orcus pretende realizar. A Lich Queen, uma entidade de poder incomparável, ao provar o sangue de Garona, pode retornar do além, ameaçando não apenas os presentes, mas o próprio tecido da realidade."

    "O tempo corre, e cada decisão tomada pode significar a diferença entre a vida e uma eternidade de escuridão."





    Já podem postar...



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    Mensagem por Dycleal Sáb Set 30, 2023 9:02 pm

    Garona acorda, com um pouco de dor na cabeça... Não consegue lembrar de como chegou ali, um lugar estranho e com uma atmosfera desagradável. Puxa ela memória e lembra andando por uma área rural com os seus amigos pequeninos, até que vê uma grande sombra e só dá tempo de empurrar seus amigos para longe daquela sobra que se aproxima e não lembra de mais nada.

    Olha ao redor com dificuldade e percebe que não consegue se mexer, está amarrada por algo que não consegue entender... Também vê que está em cima de um túmulo e fica enojada com tamanho desrespeito aos mortos. Ela foi ensinada a respeitar os ancestrais e a valorizar as cerimônias funerárias... Aquilo vai lhe enchendo e ódio e revolta, e uma grande onda de fúria se forma no seu coração e em um crescente vai emergindo em cada músculo do seu corpo e se dilata de forma assustadora, fazendo tremer até a pedra que cobre como lápide aquela sepultura e flexiona os membros, abrindo seus braços e pernas e movimento combinado e súbito, fazendo em um estrondo o rompimento das cordas e em um salto pula em pé e vê inscrições na lápide e na sua fúria, aquelas inscrições revelam o autor daquela blasfemia e retira em fino tecido dentre os tecido que acolchoam o seu top. Mela na lama e imprime nas inscrições, gravando-as no tecido.

    Estica o tecido com duas varas de pequenos arbustos próximos e os enrola em segurança para que os mais sábios possam lê-los e punir o blasfemador. Olha para o céu se localizando pelos astros e corre em direção ao local de onde foi abduzida com sua grande velocidade de quem tem no atletismo, a sua vocação... Escolhe os pontos de escape, de modo a não ser vista do alto, de onde deduz que veio a sombra, o seu captor.
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